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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; twitter</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>Entrevista: Mídias sociais para monitorar tendências e mercados</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 14:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Mais importante do que ganhar dinheiro é a visibilidade  e divulgar seus produtos e e serviços de maneira não invasiva&#8221; Autor do livro Mundo Twitter, o editor do blog eCuaderno, J.L. Orihuela, foi entrevistado sobre um tema nada abrangente: &#8220;como as redes sociais estão transformando nossa cultura&#8221;. Duas questões estiveram em destaque. A primeira é no que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/entrevista-midias-sociais-monitorar-tendencias-e-mercados/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/mundotwitter.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1447" style="margin: 7px;" title="mundotwitter" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/mundotwitter.jpg" alt="" width="281" height="440" /></a>&#8220;<strong><em>Mais importante do que ganhar dinheiro é a visibilidade  e divulgar seus produtos e e serviços de maneira não invasiva</em></strong>&#8221;</p>
<p>Autor do livro <a href="http://www.ecuaderno.com/mundotwitter/">Mundo Twitter</a>, o editor do blog <a href="http://www.ecuaderno.com">eCuaderno</a>, J.L. Orihuela, foi entrevistado sobre um tema nada abrangente: &#8220;como as redes sociais estão transformando nossa cultura&#8221;. Duas questões estiveram em destaque. A primeira é no que se refere a possibilidades de negócios nas mídias sociais. De ganhar dinheiro, sendo mais claro. A segunda pincelada da entrevista tratou das transformações pelos quais passa o jornalismo neste novo contexto.</p>
<p>Orihuela cita o caso da Dell como exemplo de que é possível sim ganhar dinheiro. Mas também afirma que a relação não é tão mecânica assim. &#8220;De todas formas, las organizaciones están ganado algo tan o más importante que el dinero y es la visibilidad, la capacidad de monitorizar mercados y tendencias en tiempo real, conversar con los clientes, gestionar crisis de comunicación y dar a conocer sus productos y servicios de una manera no invasiva&#8221;.</p>
<p>O autor não enxerga o twitter como uma febre que logo vai passar. Como também os blogs não passaram e a mesma imprensa que teria decretado a morte deles é aquela que hoje os adota.</p>
<blockquote><p>Por lo general, para los medios las grandes innovaciones tecnológicas que han llegado con la red desde mediados de los noventa, han sido sistemáticamente encasilladas entre la moda y la muerte. Durante años, para los medios, los blogs estuvieron de moda, y un buen día decidieron que habían muerto. En el medio ocurrió lo más interesante: todos los medios de comunicación incluyeron una amplia oferta de blogs entre su oferta de contenidos en línea.</p></blockquote>
<p>Orihuela lembra que, diferente de antes, a autoridade, ou veracidade, de uma informação não reside mais no fato de sua publicação. A pesquisa das informações e contraposição das opiniões precisam ser muito mais sofisticadas. Confira a <a href="http://www.ecuaderno.com/2011/11/21/las-redes-sociales-estan-transformando-nuestra-cultura/">íntegra</a> da entrevista.</p>
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		<title>Como atua um editor de mídia social</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 16:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[O que editor de mídia social da Veja Rafael Sbarai traz talvez sirva como balde água fria na expectativa que alguns podem ter ao contratar esse tipo de profissional. Segundo Rafael as estratégias de comunicação não deram mais lucro ao grupo. Também não foram produzidas para aumentar o número de vendas. &#8220;O produto final é [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/como-atua-um-editor-de-midia-social/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que editor de mídia social da Veja <a href="http://derepente.com.br/">Rafael Sbarai</a> traz talvez sirva como balde água fria na expectativa que alguns podem ter ao contratar esse tipo de profissional. Segundo Rafael as estratégias de comunicação não deram mais lucro ao grupo. Também não foram produzidas para aumentar o número de vendas.</p>
<p>&#8220;O produto final é mostrar que Veja e o consumidor de informação estão na mesmo patamar, no mesmo solo. Não há diferenças e é o seguidor/fã/leitor que vai ajudar a construir o conteúdo. Falar, distribuir, mas OUVIR: principal premissa&#8221;.</p>
<blockquote><p>“ As pessoas precisam compartilhar ideias, assuntos… É isso que dá status social e permite conectar humanos. Quem pensa que a tecnologia que trouxe isso, está enganado. Somos biologicamente programados para sermos sociais. A tecnologia só ampliou, potencializou. Se antes ter status social significava colocar uma roupa de grife, hoje, é estar em blogs, redes sociais ou sites de vídeo ” Danah Boyd</p></blockquote>
<p><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=4557039&amp;doc=editordemidiasocial-jun10-100620094610-phpapp01" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=4557039&amp;doc=editordemidiasocial-jun10-100620094610-phpapp01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object></p>
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		<title>Políticos no twitter &#8211; 15 possibilidades sobre como usar</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/politicos-no-twitter-15-possibilidades-sobre-como-usar/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 01:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta edição do Compolítica no Rio trouxe dois artigos tratando diretamente sobre a atuação política no twitter nestas últimas eleições. Um deles é &#8220;Novas mídias e eleições 2010: o uso do twitter nas campanhas dos candidatos ao governo do Paraná&#8221;. O segundo foi uma análise dos perfis de Dilma, Serra e Marina &#8220;As campanhas políticas no [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/politicos-no-twitter-15-possibilidades-sobre-como-usar/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta edição do <a href="http://www.compolitica.org/home/?page_id=485" target="_blank">Compolítica no Rio</a> trouxe dois artigos tratando diretamente sobre a atuação política no twitter nestas últimas eleições. Um deles é &#8220;Novas mídias e eleições 2010: o uso do twitter nas campanhas dos candidatos ao governo do Paraná&#8221;. <a title="As campanhas políticas no Twitter: Uma análise do padrão de comunicação política dos três principais candidatos à presidência do Brasil em 2010" href="http://www.compolitica.org/home/wp-content/uploads/2011/03/AGGIO-Camilo.pdf" target="_blank">O segundo</a> foi uma análise dos perfis de Dilma, Serra e Marina &#8220;As campanhas políticas no Twitter: Uma análise do padrão de comunicação política dos três principais candidatos à presidência do Brasil em 2010&#8243;.</p>
<p>Por enquanto minha leitura está focada neste último texto. Me foi bem útil a didática com que caracterizou as possibilidades de atuação eleitoral no twitter &#8211; em diferentes situações na verdade. Tanto é assim que adaptei a relação das 15 formas apresentadas para compor um plano de comunicação em mídias sociais para um deputado, confira abaixo. Pena que não foi aceito.</p>
<p>Dado o estado de calamidade do perfil do camarada nas redes pensei que estivesse sozinho para cuidar de tudo. Minha surpresa é que há sim uma equipe de comunicação. E alguém desse balaio é quem vai cuidar das mídias sociais. Alguma coisa só deve começar a ser feito a partir de junho. Legal mesmo foi perceber a carinha de, vamos lá, curiosidade dos futuros &#8220;analistas&#8221; sobre algumas possibilidades de atuar nas redes.</p>
<p>Uma das questões apresentadas foi que são 71 tweets desde 17 de junho de 2010. Eles são trivialidades como frases, versículos, futebol, cumprimentos ao longo do dia ou idas à Assembleia Legislativa e eventos (não diz os desdobramentos), fala de si mesmo na terceira pessoa, tweets incompletos, com erros de digitação. Este último caso foi eufemismo para erros de português mesmo, tais como &#8220;precionar&#8221;. Ele segue jornalistas, políticos, famosos, programas, times, mas não cidadãos para, no mínimo, falar de sua agenda.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>Surpresa posta, vamos ao que interessa</strong></span>.</p>
<p><strong>1°) Divulgação de agenda</strong>: Consiste na publicação, em forma de texto, de algum evento que o candidato participará. O caráter é estritamente textual, sem referências em forma de links.</p>
<p><strong>2°) Divulgação de agenda com link</strong>: Se diferencia do primeiro, fundamentalmente, por permitir a expansão da informação entregue aos leitores. A divulgação pode ser ampliada para seções contendo outras atividades que não apenas aquela expressa no texto ou mesmo com links para que os leitores localizem os locais dos eventos ou acompanhe ao vivo em transmissão de vídeo ou áudio. Tal recurso pode possibilitar que o candidato esteja, frequentemente, à disposição do acompanhamento quase integral de sua campanha por parte de eleitores distantes geograficamente dos eventos ou de algum aparelho de televisão ou rádio. Esta categoria, portanto, não se refere apenas aos eventos que estão por vir, mas também aqueles que estão acontecendo no momento da publicação.</p>
<p><strong>3°) Divulgação de materiais de campanha, entrevistas e debates</strong>: Consite na oferta de áudios, vídeos e imagens de atos de campanha, discursos, entrevistas concedidas, trechos ou íntegras de debates, matérias jornalísticas, mensagens para os eleitores, programas televisivos e radiofônicos exibidos no HGPE e sites ou seções dos sites de campanha. Essa categoria abarca, fundamentalmente, a utilização de links internos ou externos à campanha. Sua finalidade é divulgar, sem menção a qualquer demanda por parte dos internautas.</p>
<p><strong>4°) Mobilização</strong>: Consiste em publicações, com ou sem links, para que os eleitores se mobilizem em algum tipo de atividade de campanha, desde as presenciais até aquelas circunscritas aos ambientes digitais, como o “twitaço”.</p>
<p><strong>5°) Comentários sobre eventos (com ou sem links externos)</strong>: Consiste em publicações cujo propósito é relatar algum fato envolvendo um evento de campanha ou, simplesmente, divulgar o acontecimento. A utilização pode se diferenciar em termos de conteúdo relacionado: fotos de situações em que o candidato despista jornalistas correndo ou fragmentos em vídeo de algum discurso ou conversa de um candidato envolvendo populares.</p>
<p><strong>6°) Comentários sobre eventos com links de campanha</strong>: Se diferencia do anterior por expressar uma estratégia de integração do Twitter com outras plataformas de comunicação da campanha. Conduzir o eleitor aos websites, canais oficiais do Youtube ou seções sobre projetos, por exemplo, denota o esforço em atrair a atenção dos eleitores para outros canais de comunicação oficiais da campanha. A integração desses ambientes e ferramentas qualificam a campanha online na medida em que constrói e expõe um universo de informação variado e disponível à curiosidade e interesse dos eleitores.</p>
<p><strong>7°) Interação com comentários</strong>: Fundamental para qualquer sujeito, movimento, empresa ou instituição que ingresse no Twitter, a interação ou referência através do mecanismos “@fulano” denota consideração e atenção aos sujeitos que os seguem e suas publicações. Os comentários podem ser agradecimentos, respostas a perguntas, endossos e considerações sobre os comentários pelos seguidores contemplados. No que tange às estratégias de campanha, estabelecer diálogos ou responder a questões diretamente significa estabelecer um nível amplo de cooperação e envolvimento com os eleitores, tornando-os potenciais unidades de mobilização, principalmente no que se refere à disseminação de conteúdos publicados pelos candidatos e membros de campanha.</p>
<p><strong>8°) Interação com comentários e links externos</strong>: Carrega o poder da interação se valendo de links externos às campanhas para ilustrar algum comentário, responder a perguntas ou exibir registros de evento de campanha.</p>
<p><strong>9°) Interação com comentários e links de campanha</strong>: Se assemelha à categoria anterior, porém integrando outros recursos associados à campanha online. É fundamental ressaltar que tal recurso é utilizado, principalmente, para repostas de seguidores cujo interesse está associado ao esclarecimento de propostas e posicionamento dos candidatos. Mais uma vez, a interação pode funcionar como estratégia fundamental no modo de relação com os eleitores, elevando a eficiência de ações de mobilização por parte dos mesmo, principalmente na replicação de conteúdos que esclareçam questões elementares que definem substancialmente as campanhas.</p>
<p><strong>10°) Replicação de mensagens</strong>: A ação de reproduzir um mensagem de algum usuário é sinônimo de concordância ou endosso aos comentário ou conteúdo publicado. Conferir tal credibilidade à informação de um seguidor significa admitir a relevância da opinião de seus eleitores ou simpatizantes, bem como do atestado de que a relação comunicacional estabelecida é regida por padrões de cooperação e reciprocidade.</p>
<p><strong>11°) Propostas</strong>: Elemento fundamental dos discursos de campanha e um dos indicares mais importantes para a diferenciação dos projetos políticos representados pelas candidaturas, essa categoria se refere às publicações dedicadas, exclusivamente à divulgação de projetos políticos e posicionamentos que tenham efeitos políticos. No entanto, é fundamental salientar que questões referentes a propostas políticas podem ter sido diluídas em ações classificadas em outras categorias. Dada a importância desse tipo de conteúdo, as propostas, quando divulgadas através de ações de interação, por exemplo, foram registradas e serão apresentadas nos resultados.</p>
<p><strong>12°) Sobre realizações</strong>: Publicações que se referem à atuação política pregressa dos candidatos.</p>
<p><strong>13°) Ataques a adversários</strong>: Ainda que velados ou camuflados através de links e sem pistas nos textos escritos em 140 caracteres, ataques aos adversários, ao governo e aos partidos foram registrados como esforço para medir o nível de campanha negativa.</p>
<p><strong>14°) Sondagens de opinião</strong>: Se refere à divulgação das posições ocupadas pelos candidatos ou só por um candidato nas intenções de voto. O recurso permite sustentar estratégias retóricas que fomentem a mobilização dos eleitores em prol de maior crescimento da campanha.</p>
<p><strong>15°) Outros</strong>: Se referem a posts triviais como a publicação de poesias, agradecimentos, comentários sobre gostos pessoais, etc.</p>
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		<title>Protestos no Egito: Mídias sociais ajudam mas não criam revoluções</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 18:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Têm-se protestos organizados pela internet? Os da Praça da Paz Celestial foi conhecida como a &#8220;Revolução do Fax&#8221; Essas manifestações na Tunísia, no Iêmen e que agora chegaram ao Egito não se resumem ou se sustentam apenas porque contaram com as mídias sociais como um dos meios de comunicação. Hoje o Jornal Hoje noticiava que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/protestos-no-egito-midias-sociais-ajudam-mas-nao-criam-revolucoes/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Têm-se protestos organizados pela internet? Os da Praça da Paz Celestial foi conhecida como a &#8220;Revolução do Fax&#8221;</strong></p>
<p>Essas manifestações na Tunísia, no Iêmen e que agora chegaram ao Egito não se resumem ou se sustentam apenas porque contaram com as mídias sociais como um dos meios de comunicação. Hoje o Jornal Hoje noticiava que mesmo sem internet e comunicação entre celulares, milhares de pessoas no Egito foram às ruas para protestar. Isso não quer dizer que Twitter e outras mídias sociais não foram usadas como forma de organização.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/egito.jpg"><img class="size-full wp-image-1257 aligncenter" title="egito" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/egito.jpg" alt="" width="461" height="346" /></a></p>
<p>Mas não se pode confundir causas com consequências. Os protestos têm sido contra ditadores que estão no poder por décadas e que não tinham medido esforços contra a própria sociedade para que essa continuidade seguisse em frente. Esse é o combustível para mover o motor dos protestos. Os manifestantes não estão arriscando a vida devido às mídias sociais.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de anos de repressão e ditadura. Revoluções existiram antes do Twitter e Facebook&#8221;, disse o escritor e ativista egípcio Issandr el-Amrani. &#8220;As coisas não são tão simples quanto pode parecer à primeira vista&#8221;.</p>
<p>Apenas 25% do Egito têm acesso a internet. Os protestos têm se disseminado principalmente à moda antiga: por panfletos e agregação espontânea. Muito mais agora com a internet bloqueada.</p>
<p>&#8220;Tenho visto vários pequenos grupos de manifestantes pelas ruas e diversas pessoas que estão espontaneamente se juntando a eles. Em cada casa eles gritam: &#8216;Venham&#8217;&#8221;, disse um especialista em censura no Oriente Médio. &#8220;O que está acontecendo é muito mais do que Twitter e Facebook&#8221;, disse uma fonte que pediu para não ser identificada com medo de represálias.</p>
<p>Claro que as mídias sociais tem parte nesta história. Mas a tecnologia sempre esteve envolvida nas revoluções modernas. &#8220;Nas últimas duas décadas, a maioria das convulsões políticas tiveram alguma ligação com os meios de comunicação &#8220;, disse em uma entrevista de 2002 o cientista político <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Alex+Magno%22+University+of+the+Philippines&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=" target="_blank">Alex Magno</a>, da Universidade das Filipinas.</p>
<p>Mensagens de texto ajudaram a gerar uma revolução nas Filipinas há dez anos. Depois de o presidente filipino ter sido absolvido de um processo de corrupção, <a href="http://www.google.com.br/search?sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=Philippines+President+Estrada+Text-messaging+sms" target="_blank">a sociedade usou</a> mensagens de texto para mostrar sua indignação. Logo as ruas foram tomadas por manifestantes e o então presidente renunciou.</p>
<p>A Revolução do Irã de 1979 esteve intimamente relacionada ao video cassete, lembra Magno. As manifestações na Praça da paz Celestial foram chamadas da &#8220;Revolução do Fax&#8221;. Isso porque devido a ele, o resto do mundo estava mais bem informado sobre o que estava acontecendo do que a população local.</p>
<p>Agora temos o Twitter e o Facebook. Claro que as mídias sociais têm auxiliado na organização das manifestações deste ano na Tunísia, Egito e Iêmen. Muito embora o acesso a internet ser limitado ou mesmo não existir. Pelo menos até ontem à tarde, estima-se que pelo menos 80 mil pessoas confirmaram em uma <a href="https://www.facebook.com/event.php?eid=141531305908212&amp;ref=mf" target="_blank">página do Facebook</a> que poderiam participar dos protestos no Egito.</p>
<p>&#8220;Twitter e Facebook têm ajudado. Mas não estamos descobrindo uma nova realidade por causa da internet. Talvez o resto do mundo sim&#8221;, disse Amrani.</p>
<p>Livremente traduzido a partir do <a href="http://www.wired.com/dangerroom/2011/01/social-media-oppression/" target="_blank">artigo</a> da Wired &#8211; &#8220;What’s Fueling Mideast Protests? It’s More Than Twitter&#8221;.</p>
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		<title>Lições sobre o processo da Ensitel contra blogueira em Portugal</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 21:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um caso de erro no relacionamento de empresas em mídias sociais entrou em cena. A filial de Portugal da empresa francesa de telecomunicações Ensitel abriu processo contra uma cliente, Maria João Nogueira. Ela publicou na internet a série de problemas que diz ter tido na tentativa de troca de um aparelho que ganhou. O [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/licoes-sobre-o-processo-da-ensitel-contra-blogueira-em-portugal/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um caso de erro no relacionamento de empresas em mídias sociais entrou em cena. A filial de Portugal da empresa francesa de telecomunicações Ensitel abriu processo contra <a href="http://twitter.com/#!/jonasnuts" target="_blank">uma cliente</a>, Maria João Nogueira. Ela publicou na internet a <a href="http://aeiou.expresso.pt/ensitel-enxovalhada-nas-redes-sociais=f623158" target="_blank">série de problemas</a> que diz ter tido na tentativa de troca de um aparelho que ganhou. O <a href="http://jonasnuts.com/" target="_blank">blog</a> da &#8220;dona Maria&#8221; acabou virando uma das primeiras páginas a aparecer em sites de busca quando se pesquisa por &#8220;Ensitel&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/ensitel-pesquisa.jpg"><img class="size-full wp-image-1241 aligncenter" style="margin-top: 7px; margin-bottom: 7px;" title="ensitel pesquisa" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/ensitel-pesquisa.jpg" alt="" width="500" height="291" /></a></p>
<p>A empresa quer que os posts sejam apagados do <a href="http://jonasnuts.com/" target="_blank">blog</a>. Em menos de uma semana o caso vira o assunto mais comentado nas mídias sociais de Portugal. A <a href="http://twitter.com/#%21/search/ensitel">#Ensitel</a> foi a hashtag mais utilizada ontem à noite e continua a <a href="http://twitpic.com/3kisz4">liderar a lista de hashtags</a> mais usadas nas últimas horas, de acordo com o <a href="http://twitterportugal.com/topico/">TwitterPortugal</a>. A imagem abaixo se refere ao <a href="http://trendsmap.com/?ll=38.707_-9.136&amp;z=8" target="_blank">Trendsmap de lá</a>:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/ensitel-trendsmap.jpg"><img class="size-full wp-image-1240 aligncenter" style="margin-top: 7px; margin-bottom: 7px;" title="ensitel trendsmap" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/ensitel-trendsmap.jpg" alt="" width="480" height="291" /></a></p>
<p>Uma das tentativas de reação da Ensitel foi fazendo um <a href="http://www.facebook.com/notes/ensitel/comunicado/490999071483" target="_blank">comunicado no Facebook</a>. Claro que vários <a href="http://twitpic.com/3kirwt">comentários</a> foram recebidos. Muitos deles teriam sido apagados também.</p>
<p><em>A “Ensitel” não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão, mas repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação que a “Ensitel” construiu ao longo de 21 anos, apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável.</em></p>
<p>O <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1193507292" target="_blank">leitor Helder Carvalho</a> fez o seguinte comentário na página da empresa:</p>
<blockquote><p>A Ensitel acabou de cometer um suicidio de marketing, proprio de amadores. Mais que usar da razão, uma empresa que pretende ter sucesso deve usar de sensibilidade, algo que nao foram capazes de ter neste caso. Nos dias de hoje, com tamanhodesenvolvimento das tecnologias de comunicação, e um disparate tentar calar um cliente insatisfeito, a onda que se cria a volta dele sera devoradora. Tudo por causa da merda de um tlm&#8230; A vossa vitoria sera pirrica. Voces estao a lidar com pessoas, seres humanos e nao com objectos sem conteudo critico. Incrivel como negligenciaram as consequencias do vosso disparate!!! Bom senso, meus caros. Preparem-se para a mais ardua tarefa da vossa vida empresarial, limpar a vossa imagem. Nao vos invejo, sinceramente.</p></blockquote>
<p><strong>Desigualdades na colaboração</strong></p>
<p>Também aparecem comentários sobre o poder de reação das redes sociais e que &#8220;não se deve desprezar o poder do cidadão comum, com um teclado e uma ligação à Internet&#8230;.e &#8216;seguidores&#8217; nas redes sociais.&#8221; Mas acontece que nem todo caso de luta entre eventuais davis e golias tomam toda essa dimensão.</p>
<p>Na <a href="http://comunidade.xl.pt/CMJORNAL/blogs/ondasnarede/archive/2010/12/28/novas-desigualdades-uma-licao-do-caso-ensitel.aspx" target="_blank">avaliação</a> de Paulo Querido o episódio reúne algumas lições importantes. Ele reconhece que as reações da Ensitel estão mais &#8220;adequadas à comunicação intermediada e vertical, mas perigosas em ambientes onde a comunicação é direta, horizontal e sem profissionais para a filtrar e amortecer. Gera-se nas redes uma onda de simpatia que é igualmente tradicional.&#8221;</p>
<p>Mas ao mesmo tempo Querido questiona &#8220;Porque pegou fogo este caso em particular, quando tantos casos iguais &#8212; e até de maior potencial, quer pelo lado da gravidade da situação, quer pela dimensão dos protagonistas &#8212; são ignorados pela mole das redes sociais?&#8221;. Haveria duas respostas básicas para esta questão.</p>
<p><strong>1. Qualidade da rede</strong>. Por um lado, a figura do primeiro nó da rede, a pessoa na origem do assunto. O seu prestígio social joga uma carta maior do que a dimensão da sua rede de proximidade. Mas o trunfo é outro. Estaria na qualidade da rede e da relação com ela estabelecida. A rede de proximidade de Maria João Nogueira teria estas características, por um lado, e por outro a ligação entre ela e cada nó seria uma ligação forte, sustentada na maior parte dos casos em boas relações profissionais. E esse (trabalho) seria o pulo do gato. Uma rede de bons contatos não se adquire por obra e graça do botão de login. Maria João é nada menos do que a coordenadora da equipe de blogs do <a href="http://www.sapo.pt/" target="_blank">Sapo</a>, maior plataforma de blogs do de Portugal, e uma das blogueiras mais conhecidas da internet lusitana.</p>
<p><strong>2. o timing</strong>. O tempo em que as coisas surgem na <em>timeline</em> é determinante para o seu potencial. Podemos ter a melhor rede, mas se esta estiver maioritariamente desatenta, ausente ou ocupada com outros assuntos, não prestará atenção mesmo aos nós com os quais tenha afinidades eletivas, e mesmo que esses nós estejam postando uma mensagem que precise de solidariedade ou apoio, através da retransmissão e amplificação.</p>
<p><strong>3. Imprensa tradicional como legitimadora</strong>. Paulo Querido também aponta que o primeiro objetivo de uma corrente organizada espontaneamente em torno de uma &#8220;causa&#8221; é procurar impactar o suficiente para ser noticiado em órgãos de comunicação de massas tradicionais . Muito embora  a &#8220;grande mídia&#8221; em muitos casos disponha de audiências largamente inferiores à congregada pela &#8220;causa&#8221; nas redes Twitter, Facebook e blogosfera. Cada notícia na tal da imprensa tradicional seria celebrada como uma vitória da causa e largamente repassada. Como quem diz: vêem, temos razão, temos força, até eles reparam em nós. Não se estaria em busca de um papel amplificador. E sim o de certificador.</p>
<p>Atualização &#8211; 31/12. Na tarde de hoje a Ensitel publicou um <a href="http://www.facebook.com/note.php?note_id=492701731483&amp;id=147041189364" target="_blank">novo comunicado</a>. Redigido sem erros de português e assinado. Centrado.  E também publicou diretamente na capa do site da empresa. Antes não havia saído nem uma nota. Apenas no Facebook.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/Caros_Amigos-20101231.jpg"><img class="size-full wp-image-1248 aligncenter" title="Caros_Amigos-20101231" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/Caros_Amigos-20101231.jpg" alt="" width="403" height="308" /></a></p>
<p><strong>Capa do site</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/capasiteensitel.jpg"><img class="size-full wp-image-1249 aligncenter" title="capasiteensitel" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/capasiteensitel.jpg" alt="" width="500" height="262" /></a></p>
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		<title>Twitter tem menos pessoas que o Facebook mas faz mais barulho</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 00:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo que, pelo menos aqui no Brasil, o Trending Topics também costume estampar jornais, no balanço geral o Facebook tem bem mais pessoas do que o Twitter e ainda conta com maior frequência de visitação. O infográfico abaixo também traz informações para empresas. É fato que mais pessoas seguem empresas no Facebook do que no [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/twitter-tem-menos-pessoas-que-o-facebook-mas-faz-mais-barulho/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo que, pelo menos aqui no Brasil, o Trending Topics também costume estampar jornais, no balanço geral o Facebook tem bem mais pessoas do que o Twitter e ainda conta com maior frequência de visitação. O infográfico abaixo também traz informações para empresas. É fato que mais pessoas seguem empresas no Facebook do que no Twitter. Mas a possibilidade de um seguidor no microblog comprar algum produto seria 18% maior do que um &#8220;curtidor&#8221; no Facebook.</p>
<p>Talvez essa diferença na hora da compra aconteça pelo formato das duas mídias sociais. O &#8220;curtir&#8221; marcas no Facebook não se traduziria em vendas porque por lá as pessoas apenas gostam ou se identificam com uma determinada marca. Ajudam na composição do perfil. Algo como seria no Orkut. De fato, pode ser interessante ver de forma mais sistematizada quais empresas se segue no Twitter e no Facebook, por que se segue em uma conta e não em outra e como essa escolha e acompanhamento se refletiria na hora de ir às compras.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/facebook-vs-twitter-infographic.jpeg"><img class="size-large wp-image-1225 aligncenter" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;" title="facebook-vs-twitter-infographic" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/facebook-vs-twitter-infographic-465x1024.jpg" alt="" width="465" height="1024" /></a></p>
<p>A propósito, o <a href="http://www.businessinsider.com/twitter-destroys-facebook-2010-12" target="_blank">Business Insider publicou</a> o que considera ser os prós e os contras de se anunciar no Facebook e no Twitter. O primeiro teria 78% do tráfego das mídias sociais. O Twitter contaria com apenas 5%. Contudo, mesmo que isso não se signifique que haja vendas, cada link compartilhado no Twitter recebe uma média de 19 cliques, contra três no Facebook.</p>
<p><em>Twitter may have a significantly smaller user-base than Facebook, but it requires less time for actionable exposure, offers more return on investment, and reaches a more specific audience and consumer base. The amount of distraction on Twitter is also far less than the amount of distraction on Facebook, where businesses can end up lost at sea</em>.</p>
<p>Com <a href="http://thenextweb.com/socialmedia/2010/12/20/facebook-vs-twitter-by-the-numbers-infographic/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+TheNextWeb+(The+Next+Web+All+Stories)&amp;utm_content=Google+Reader" target="_blank">The Next Web</a></p>
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		<title>Twitter se populariza e mais informações pessoais são compartilhadas nos perfis</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 00:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2010 foi o ano em que o Twitter cresceu. E  como cresceu. Obteve 100 milhões de novos perfis. E à medida em que essas novas pessoas forem se acostumando com o uso da rede novas mudanças virão. O aumento dos participantes e o passar do tempo podem implicar novas formas de uso. É exatamente isso [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/twitter-se-populariza-e-mais-informacoes-pessoais-sao-compartilhadas-nos-perfis/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2010 foi o ano em que o Twitter cresceu. E  como cresceu. Obteve 100 milhões de novos perfis. E à medida em que essas novas pessoas forem se acostumando com o uso da rede novas mudanças virão. O aumento dos participantes e o passar do tempo podem implicar novas formas de uso. É exatamente isso o que a <a href="http://sysomos.com/insidetwitter/twitter-stats-2010/" target="_blank">Sysomos detectou</a> quando comparou o uso do Twitter do ano passado para cá.</p>
<p>A <a href="http://mashable.com/2010/12/16/twitter-stats-2010/" target="_blank">postagem do Mashable</a> destaca o que me parece óbvio. O que mais chamaria atenção na pesquisa é que as pessoas estão seguindo mais e tendo mais seguidores. O que não poderia ser diferente com essa multidão tomando assento na roda.</p>
<p>Vinte e um porcento dos perfis seguem mais de 100 pessoas. Um aumento de 7% em relação ao ano passado. Dezesseis porcento também teriam mais de 100 seguidores. Nesta pesquisa teriam sido avaliados mais de um bilhão de tweets de 20 milhões de usuários em 2010 e comparando com os dados recolhidos em 2009.</p>
<p>Como parte do perfil público a ser preenchido, aumentou também em 69% o percentual daqueles que escreveram um pouco sobre si mesmos (bios), seus nomes (73%), onde moram (82%) e site (44%). Todas essas porcentagens representam mais do que o o dobro do que foi apurado em 2009. O que significa que os usuários do twitter estão cada vez mais à vontade em compartilhar suas informações pessoais na rede.</p>
<p>A <a href="http://sysomos.com/insidetwitter/twitter-stats-2010/" target="_blank">Sysomos também mostra</a> que cerca de 80,6% dos perfis do twitter tem menos que 500 tweets, o que indicaria a grande quantidade de novatos que passaram a usar o site. Além disso, 22,5% dos usuários são responsáveis por 90% de todos os tweets.</p>
<p>O levantamento destaca outros comportamentos no twitter, tais como as palavras-chaves mais usadas nos perfis e analisa como a relação com os seguidores muda à medida em que este número aumenta e o de quem se segue também.</p>
<p>Seguem os gráficos produzidos pela <a href="http://sysomos.com/insidetwitter/twitter-stats-2010/" target="_blank">Sysomos</a>:</p>
<p><strong>Crescimento do twitter</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/growth.jpg"><img class="size-full wp-image-1199 aligncenter" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;" title="growth" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/growth.jpg" alt="" width="410" height="350" /></a></p>
<p><strong>Perfil com bio</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/2-bio1.jpg"><img class="size-full wp-image-1208 aligncenter" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;" title="2-bio" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/2-bio1.jpg" alt="" width="410" height="283" /></a></strong></p>
<p><strong>Perfil com localidade onde mora</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/location.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1202" title="location" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/location.jpg" alt="" width="410" height="282" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><strong>Perfil com site</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/website-url.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1203" title="website-url" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/website-url.jpg" alt="" width="410" height="284" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Seguindo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/friends1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1204" title="friends1" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/friends1.jpg" alt="" width="384" height="266" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Seguidores</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/followers.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1205" title="followers" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/followers.jpg" alt="" width="384" height="266" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Livremente traduzido do <a href="http://mashable.com/2010/12/16/twitter-stats-2010/" target="_blank">Mashable</a>.</p>
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		<title>Pague dez e leve um com a conexão 3G</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pague-dez-e-leve-um-com-a-conexao-3g/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 15:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[claro]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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		<description><![CDATA[Comprar um produto e só poder usar a décima parte dele é perfeitamente legal. Não adianta reclamar. Foi isso que o Luiz descobriu quando adquiriu a tal da conexão 3G da Claro. O contrato que é assinado com os provedores de internet possui uma cláusula que permite a elas somente fornecer 10% do que é contratado, [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/pague-dez-e-leve-um-com-a-conexao-3g/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar um produto e só poder usar a décima parte dele é perfeitamente legal. Não adianta reclamar. Foi isso que <a href="http://hajaluz.net/3gfail-partipe/" target="_blank">o Luiz descobriu</a> quando adquiriu a tal da conexão 3G da Claro.</p>
<blockquote><p>O contrato que é assinado com os provedores de internet possui uma cláusula que permite a elas somente fornecer 10% do que é contratado, dessa maneira quem adquire 1 mega/s e recebe 100 kbp/s não pode reclamar pois as empresas argumentam que cumprem o contrato. Dessa maneira as empresas podem multiplicar por 10 seu lucro sem necessidade de investir, somente remanejando a banda que é paga por você.</p></blockquote>
<p>Agora o <a href="http://hajaluz.net/3gfail-partipe/" target="_blank">Luiz criou</a> páginas no twitter  &#8211; tag <strong>#3fail</strong> &#8211; e <a href="http://delicious.com/tresge" target="_blank">no delicious</a> para indexar o que sai nessas redes sociais sobre a conexão 3G.</p>
<p><em>Proteste aí!</em></p>
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		<title>Registro em redes sociais X População de países</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 19:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tinha ideia desses números. Mas ficou mais fácil e interessante de entender o que podem significar quando vi essa relativização &#8211; além de chamar mais atenção. O blogue pingdom publicou uma tabela que compara o número de pessoas registradas em redes sociais e o de habitantes de alguns países. Algumas constatações que seguem: O número de pessoas no [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/registro-em-redes-sociais-x-populacao-de-paises/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha ideia desses números. Mas ficou mais fácil e interessante de entender o que podem significar quando vi essa relativização &#8211; além de chamar mais atenção. O blogue pingdom publicou uma tabela que compara o número de pessoas registradas em redes sociais e o de habitantes de alguns países.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1048" title="redes-sociais-paises" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/03/redes-sociais-paises.jpg" alt="redes-sociais-paises" width="580" height="599" /></p>
<p>Algumas constatações que seguem:</p>
<ul>
<li>O número de pessoas no Facebook é maior do que na Rússia</li>
<li>MySpace é quase do tamanho do México</li>
<li>Em breve o Twitter ultrapassa a Suécia</li>
<li>Pouco popular no Brasil, o Linkedln é maior do que o Canadá</li>
</ul>
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		<title>Livro Para entender a Internet será lançado pelo twitter</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/livro-para-entender-a-internet-sera-lancado-pelo-twitter/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 19:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Propaganda online, o projeto de Lei de Azeredo, fotografia e capital social são alguns da variedade de temas do livro organizado por Juliano Spyer: &#8220;Para entender a internet &#8211; Noções, práticas e desafios da comunicação em rede&#8221;. O número de autores também é grande, 38. Dentre eles estão Alex Primo, Raquel Recuero, Sergio Amadeu e Ronaldo [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/livro-para-entender-a-internet-sera-lancado-pelo-twitter/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/03/entender-internet.jpg"></a>Propaganda online, o projeto de Lei de Azeredo, fotografia e capital social são alguns da variedade de temas do <a href="http://www.naozero.com.br/para-entender" target="_blank">livro organizado</a> por <a href="http://www.naozero.com.br/" target="_blank">Juliano Spyer</a>: &#8220;Para entender a internet &#8211; Noções, práticas e desafios da comunicação em rede&#8221;. O número de <a href="http://www.naozero.com.br/autores-para-entender" target="_blank">autores</a> também é grande, 38. Dentre eles estão Alex Primo, Raquel Recuero, Sergio Amadeu e Ronaldo Lemos.</p>
<p>O lançamento do livro será pelo twitter às 18h desta quarta-feira. Juliano explica como vai ser:</p>
<blockquote><p>Para chegar a essas pessoas sem contar com os meios tradicionais de divulgação e distribuição, o jeito é usar a rede. E é por isso o arquivo em PDF do livro tem menos de 1000k &#8211; para caber em uma mensagem de email &#8211; e é por isso também que o lançamento deste livro não será em uma livraria e nem em outro espaço físico, mas online, pelo Twitter: vou disponibilizar pelo Twitter o link para o site e para fazer o download do livro. Naturalmente, todos os autores têm conta no Twitter e serão convidados especiais para essa conversa. Não sei se isso já foi feito e nem o que vai acontecer, mas, no mínimo, vamos ter um bate-papo com quem quiser saber mais sobre esse projeto.</p></blockquote>
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