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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; política</title>
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	<description>Agora, pesquisando sobre como a Comunicação Organizacional se ajusta ao processo de comunicação distribuída</description>
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		<title>Inclusão digital sem aumento de banda larga é discurso vazio</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 16:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de publicar lá no Infovix que inclusão digital deve incluir não só acesso a computadores mas a uma banda larga decente, encontro essa oportuna matéria d&#8217;O Globo republicada lá no Observatório da Imprensa &#8211; Internet a lenha.
O Brasil dispõe de um dos piores serviços de internet em banda larga do planeta. Enquanto a média [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de publicar <a title="Congresso está atrasado em relação à sociedade, afirma deputada " href="http://infovix.net/revista/06/07/2009/congresso-esta-atrasado-em-relacao-a-sociedade-afirma-deputada/" target="_blank">lá no Infovix</a> que inclusão digital deve <em>incluir</em> não só acesso a computadores mas a uma banda larga decente, encontro essa oportuna matéria d&#8217;O Globo republicada lá no Observatório da Imprensa &#8211; <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=545ENO002" target="_blank">Internet a lenha</a>.</p>
<blockquote><p><span class="art_texto">O Brasil dispõe de um dos piores serviços de internet em banda larga do planeta. Enquanto a média mundial de velocidade é de 13 megabits por segundo (mbps), 90% dos assinantes brasileiros acessam a rede a, no máximo, 2 mbps. Assim mesmo, nos horários de pouco tráfego. Isso porque as operadoras só se obrigam, por contrato, a garantir conexão a 10% da velocidade contratada. Como a internet é considerada um serviço de valor adicionado oferecido pelas operadoras, a Agência Nacional de Telecomunicações não fiscaliza, não supervisiona, nem regula as operações.A União Internacional de Telecomunicações (UIT) define banda larga como conexões iguais ou acima d e 2 mbps. Como a maior parte dos contratos não garante além de 10% da velocidade contratada, conclui-se que para a maioria dos brasileiros banda larga é, sem trocadilho, uma conexão virtual. Pior que isso: pagamos pela nossa velocidade de carroça mais que os países europeus e que nossos vizinhos sulamericanos.</p>
<p><strong>Acesso caro</p>
<p></strong>Em julho do ano passado, o custo médio mensal, no Brasil, era de US$ 30 por 128 quilobites por segundo (kbps). Nossos irmãos argentinos pagavam, na mesma época, US$ 27 por 512 kbps; e os chilenos, US$ 34, em troca de 300 kbps.</p>
<p>Na abertura do evento Portugal Tecnológico, em Lisboa, em novembro de 2008, ouvimos que o projeto do governo era transformar Portugal numa potência tecnológica. Para isso, o desafio era interligar 100% do país por fibras ópticas e oferecer a todas as empresas e cidadãos acesso à internet a velocidades de 100 mbps.</p>
<p>Achamos, no mínimo, um exagero, mesmo para um país tão pequeno como Portugal. Quando lá voltamos, em maio último, 100% do país estava interligado por fibras ópticas (1% por satélite). E ouvimos que até o fim do ano a Portugal Telecom teria vendido 1 milhão de pacotes de 20 ou 100 mbps. Os de 20, a cinquenta euros mensais. Os de 100, a setenta.</p>
<p>Apenas 4,6% da população brasileira acessam os serviços de banda larga. Na Argentina, a cobertura alcança 6,6%. No Chile, 8,8%. E, na Coreia do Sul, 26%. De onde se conclui que a conexão em banda larga, no Brasil, não só é ruim, como também é limitada e cara.</p>
<p>A maioria dos municípios brasileiros não oferece conexão dedicada à internet. Só acesso discado. Muito menos banda larga. Por total desinteresse das operadoras locais. No Rio de Janeiro, nem os municípios da Região Metropolitana, ou sequer os bairros da Zona Oeste, têm, na sua maioria, acesso a esse serviço. Pior ainda: paga-se no Rio o acesso mais caro do Sul e do Sudeste, por conta de um ICMS 20% acima dos demais estados da região.</p>
<p><strong>Discurso vazio</p>
<p></strong>Instalar computadores nas escolas e distribuir milhares de laptops a professores sem disponibilizar conexão em banda larga é jogar dinheiro fora. Sem conexão que permita baixar filmes, imagens e programas mais pesados, educação pela internet não passa de ficção. Banda larga não é um luxo, nem se instala computador em escola para jogar paciência e enviar e-mail. Sem banda larga, jamais nos inseriremos na sociedade da informação.</p>
<p>Se há uma área em que o Estado precisa intervir para botar o Brasil em pé de igualdade com seus concorrentes é a da internet. Essa é uma responsabilidade dos ministérios da Educação, das Telecomunicações, da Ciência e Tecnologia, dos estados e municípios. Sem uma política pública que exija universalização, qualidade e preço, o serviço de banda larga existente deterá o desenvolvimento tecnológico do país.</p>
<p></span></p>
<p>Sem infraestrutura tecnológica de qualidade e barata, nosso ingresso na Era do Conhecimento não passará de discurso vazio. Num mundo que se move a terabites por segundo, não serão os maiores que engolirão os menores, mas os mais rápidos que engolirão os mais lentos.</p></blockquote>
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		<title>Lei de controle à internet em debate em Vitória</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estarei lá. Nesta sexta-feira, às 10h, acontece um ato público na Assembléia Legislativa para debater o projeto de lei do senador tucano Eduardo Azeredo.  Os debatedores serão o professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo Fábio Malini, Oona Castro do Intervozes e  a deputada federal Iriny Lopes (PT). A mediação será feita pelo deputado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estarei lá. Nesta sexta-feira, às 10h, acontece um ato público na Assembléia Legislativa para debater o <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/pags/01.html" target="_blank">projeto de lei</a> do senador tucano Eduardo Azeredo.  Os debatedores serão o professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo <a href="http://fabiomalini.wordpress.com/" target="_blank">Fábio Malini</a>, Oona Castro do <a href="http://www.intervozes.org.br/" target="_blank">Intervozes</a> e  a deputada federal Iriny Lopes (PT). A mediação será feita pelo deputado estadual Claudio Vereza (PT).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/meganao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1073" title="meganao" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/meganao.jpg" alt="meganao" width="450" height="630" /></a></p>
<p>Como fiz enquanto escrevia sobre aquela <a href="http://polimidia.blog.br/privatizacao-livrou-cvrd-da-vampiracao-opina-pps" target="_self">ação tabajara de reestatização da Vale</a> e sobre o <a href="http://polimidia.blog.br/chega-ao-fim-a-votacao-sobre-comercio-aos-domingos-em-bh-cidade-deve-decidir-pelo-meio-termo" target="_self">comércio aos domingos</a>, quarta-feira passada também mandei email para os deputados estaduais capixabas pedindo posicionamento sobre a Lei Azeredo &#8211; já esperando pouco ou nenhum retorno.</p>
<p>Por ora, tô comparando o <a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=15028" target="_blank">projeto de lei inicial</a>, o <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/pags/01.html" target="_blank">substitutivo de Azeredo</a>, também lendo um <a href="http://www.camara.gov.br/internet/chatCP/chatsAnteriores/25_06_2009_sala_8.html" target="_blank">bate-papo</a> com o deputado Semeghini (PSDB-SP), relator na Câmara da Lei Azeredo, realizado na quinta-feira passada. Tô vendo o que sai desse balaio para fazer minha matéria <a href="http://infovix.net/revista/" target="_blank">em Infovix</a>.</p>
<p>Imagem &#8211; <a href="http://thalles.blog.br/meganao/" target="_blank">thalles.blog</a></p>
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		<title>Prática inicial do blog da Petrobras não é rotina nos EUA</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pratica-inicial-do-blog-da-petrobras-nao-e-rotina-nos-eua/ </link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 20:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída.
Os ânimos estão mais calmos, muita coisa já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída.</p>
<p>Os ânimos estão mais calmos, muita coisa já se disse, então fica apenas o registro sobre o tal <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">blogue da Petrobras</a> - que aliás aposentou <a href="http://www.petrobras.com.br/blogminas/" target="_blank">um outro</a> em dezembro passado. Vejo aqui um bom estudo de caso pra minha pesquisa e <a href="http://delicious.com/ezvieira/blog_da_petrobras" target="_blank">lá no meu delicious</a> tô fazendo o trabalho de forguinha pra juntar os zilhões de posts publicados.</p>
<p>Sobre o blogue, boa iniciativa da Petrobras. Só achei estranha a muvuca inicial de publicar as perguntas dos jornalistas antes da finalização da matéria &#8211; apesar de ser lembrado de que não existe sigilo de pergunta.</p>
<p><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?id={7832AC92-9E27-43BE-A4AC-13B59A11FBFF}&amp;id_blog=2" target="_blank">O Código Aberto veio</a> com essa de que o que a Petrobras passou a fazer já seria uma rotina nos Estados Unidos,  até mesmo por parte de órgãos do governo federal.</p>
<blockquote><p>Os jornais <em>O Globo</em> e <em>Folha de S.Paulo</em> foram os que mais reagiram à iniciativa da empresa que resolveu usar <strong>ferramentas digitais</strong> para transformar-se num canal de comunicação, a exemplo do que já ocorre com a maioria das grandes empresas nacionais e internacionais.</p>
<p>A irritação dos jornais vem do fato de que o blog da Petrobras permite uma comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado. Com isto é possível identificar <strong>erros de contexto, omissões e equívocos</strong> de transcrição.</p></blockquote>
<p>O que o blogueiro não disse na postagem, mas que depois perguntei nos comentários, é que &#8220;os comunicados e entrevistas dados por membros do governo e grandes empresas são postados simultaneamente à publicação do material na imprensa, e todos os reporteres sabem que este é o procedimento usual.&#8221;</p>
<p>Ora, não me pareceu que a &#8220;grande mídia&#8221; reagiu à prática de transparência da Petrobras mas ao modo como ela começou a ser feita &#8211; mesmo que, de novo, não exista o tal sigilo de pergunta. A prática inicial de transparência da Petrobras, foi bem mais específica, ou melhor, política.</p>
<p>Mas parece que agora sim o blogue da Petrobras vai seguir a prática de transparência conforme o que já seria rotina nos EUA, segundo citado no blogue Código Aberto para criticar a reação da &#8221;grande mídia&#8221;. A &#8220;comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado&#8221; ainda poderá ser feita e a &#8220;grande mídia&#8221;, vide <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/10/petrobras-recua-diz-que-agora-so-vai-divulgar-questionamentos-da-imprensa-em-blog-no-dia-previsto-para-publicacao-da-reportagem-756281224.asp" target="_blank">O Globo</a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u579473.shtml" target="_blank">Folha</a>, <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090611/not_imp385819,0.php" target="_blank">Estadão</a> e <a href="http://www.google.com/search?q=Ap%C3%B3s+pol%C3%AAmica%2C+Petrobras+recua+sobre+uso+de+blog&amp;rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&amp;ie=UTF-8&amp;oe=UTF-8&amp;sourceid=ie7&amp;rlz=1I7ADBF" target="_blank">outros tantos por aí</a>.</p>
<p>Sob esse ponto de vista, os <a href="http://www.viomundo.com.br/opiniao/por-que-os-jornais-investem-contra-o-blog-da-petrobras/" target="_blank">tópicos da postagem</a> do Azenha &#8220;Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?&#8221; não fazem o grande sentido conspirador que ele busca dar. Mas acredito que a grande pensadora <a href="http://polimidia.blog.br/tese-de-golpe-de-estado-a-todo-custo" target="_self">Marilena Chauí não pensaria duas vezes</a> ao reafirmar os motivos relacionados por Azenha.</p>
<p>Fico com as postagens do Claudio Abramo &#8211; <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB003" target="_blank">I</a> e  <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB017" target="_blank">II</a> -, <a href="http://pedrodoria.com.br/2009/06/08/a-petrobras-e-a-imprensa-golpista/" target="_blank">Pedro Dória</a> e <a href="http://verbeat.org/blogs/sergioleo/2009/06/por-que-jornalistas-experientes-fingem-nao-ver-que-a-petrobras-age-errado.html" target="_blank">Sergio Leo</a>.</p>
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		<title>É a educação e não a questão salarial o que deve mobilizar a sociedade, afirma Negri</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/e-a-educacao-e-nao-a-questao-salarial-o-que-deve-mobilizar-a-sociedade-afirma-negri/ </link>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 17:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Termina hoje à tarde a edição que aconteceu na Ufes do seminário MundoVix. O evento prossegue na semana que vem na UFRJ com o foco em uma outra temática: da relação entre Metrópole, Globalização e Trabalho para as questões sobre direito autoral.
Das palestras que aconteceram por Vitória, fui em algumas. Fiz algumas anotações que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Termina hoje à tarde a edição que aconteceu na Ufes do <a title="A POLÍTICA DO COMUM: Cidades, Democracia e Globalização " href="http://www.vitoria.es.gov.br/hot-sites/mundovix/index.asp#" target="_blank">seminário MundoVix</a>. O evento prossegue na <a title="ECO/UFRJ sedia em dezembro o Fórum Livre de Direito Autoral" href="http://forumdireitoautoral.pontaodaeco.org/" target="_blank">semana que vem na UFRJ</a> com o foco em uma outra temática: da relação entre Metrópole, Globalização e Trabalho para as questões sobre direito autoral.</p>
<p>Das palestras que aconteceram por Vitória, fui em algumas. Fiz algumas anotações que não ficaram tão fiéis <a title="Seminário Mundo-Vix" href="http://frossard.wordpress.com/tag/mundo-vix/" target="_blank">quanto as da Flávia</a>. Ainda assim, vou me arriscar em postar algumas coisas com ênfase para a palestra de Antonio Negri hoje pela manhã &#8211; As Instituições do Comum  na Globalização.</p>
<p><a title="Seminário traz Antonio Negri a Vitória" href="http://polimidia.blog.br/seminario-traz-a-vitoria-antonio-negri/" target="_self">Como comentei</a>, as palestras foram uma continuidade do Seminário de maio de 2007, <a title="“A fuga das fábricas, o encontro nas redes”" href="http://polimidia.blog.br/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes" target="_self">A Constituição do Comum</a>. A proposta do <a title="Transcrição da palestra de Antonio Negri - A Constituição do Comum" href="http://fabiomalini.files.wordpress.com/2007/03/a-constituicao-do-comum-traducao.doc" target="_self">conceito de Comum</a> seria a possibilidade de construir plataformas de entrecruzamento. Pontos de encontro. Plataforma comum de convivência. Isso não quer dizer que as pessoas tenham que ser reunidas em uma unidade de representação. Mas que sua ação cooperativa e singular possa vir a construir algo que lhes seja comum.</p>
<p>Negri dar o nome de Multidão para essas singularidades que não podem ser representadas mas podem vir a agir em torno de um comum. A produção de riqueza não teria mais sua origem nas fábricas. A metrópole estaria para a Multidão como a fábrica esteve para a classe operária. Negri aponta para uma difusão da produtividade e da criação de valor para o campo das relações sociais.</p>
<p>A fábrica e o social se informatizam e o trabalho se daria em redes que desenham a cidade de forma muito parecida com o que acontece com as redes virtuais na Internet. Exatamente por isso, o Capital passaria a buscar extrair sua valorização através de uma imersão nas relações e na produtividade social &#8211; cada vez mais espalhadas pela cidade através de redes de saber.`</p>
<p>Sem se aprofundar na questão, Negri argumentou que o capital financeiro é necessário ao desenvolvimento da humanidade &#8211; talvez uma proposição impossível de se ouvir na tal da esquerda tradicional. A questão não seria apontar o capital financeiro como intrinsicamente corrupto. O grande ponto seria saber como gerenciá-lo a partir de dentro e tirar essa separação entre as práticas do mercado e as do social.</p>
<p>De uma maneira geral, Negri critica que aqueles que costumam levantar a bandeira do social não sabem se organizar. Para ele, por exemplo, &#8221;A esquerda na Europa acabou&#8221;. Teria acabado, lá e cá, porque ter ficado presa ao passado e insistir em ler a atualidade com as mesmas lentes que Marx leu o seu tempo e lançou uma perspectiva sobre o desenvolvimento do capitalismo. A teoria marxista ainda seria válida mas ela não daria mais conta de uma interpretação política do presente.</p>
<p>De um capitalismo antes caracterizado como industrial, a proposta de pespectiva negriana é caracterizá-lo como capitalismo cognitivo. Segundo Negri, é exatamente quando essa noção de capitalismo cognitivo é aprofundada é que se pode pensar na Constituição de um Comum &#8211; por meio da qual uma dada da realidade poderia ser mudada. &#8220;Quando a produção se socializa agimos como se o salário tivesse que ser conquistado socialmente&#8221;, afirma o filósofo.</p>
<p>Para essa <em>conquista</em> acontecer, dados os atuais meio produtivos, tal como Giuseppe Cocco afirmou no Seminário passado, Negri retoma que é necessário extender a todos o direito à educação. A questão do trabalho assalariado não seria mais o mecanismo fundamental de integração social e elemento pelo qual os sindicatos deveriam se mover. A cidadania, antes talvez entendido como simples conquista salarial, não é mais o resultado a ser alcançado. A defesa é que este seria exatamente o ponto de partida para que o Comum se constitua e haja na sociedade uma mobilização produtiva. &#8220;Não nos referimos a uma produção de riquezas mas sim a de pessoas&#8221;.</p>
<p>A organização da sociedade não teria nada a ver com o modo industrial. Não existiria a mesma hierarquia virtual. As cooperações que surgem não são organizados e teriam muito a ver com o aleatório. O desafio de agora seria o de organizar capacidades de cooperação em diversos projetos.</p>
<p>Seria necessário quebrar hierarquias. Romper com o “aprisionamento do conhecimento”. Dessa forma, para Negri, é necessário construir o Comum a partir de dentro das instituições. &#8220;Fazer instituições do Comum é associado ao saber, interno à Metrópole e que ao mesmo tempo seja capaz de destruir relações desiguais&#8221;, afirma o filósofo.</p>
<p>Uma mudança social não seria partidária ou a partir de uma outra forma representacional. Para Negri é necessário, vamos dizer assim, de uma educação, de um exercício para fazer <a title="A liberdade que constitui" href="http://polimidia.blog.br/a-liberdade-que-constitui" target="_self">o que ele chama de Multidão</a> e por fim constituir algo tão central ao seu pensamento, o Comum. </p>
<p>Sobre a versão do seminário que aconteceu em 2007, acesse também</p>
<blockquote><p><a title="“A fuga das fábricas, o encontro nas redes”" href="http://polimidia.blog.br/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/" target="_self"><span style="color: #333333;">21/05</span></a> &#8211; “A fuga das fábricas, o encontro nas redes”</p>
<p><a title="Internet: “O gato saiu do saco”" href="http://polimidia.blog.br/internet-o-gato-saiu-do-saco/" target="_blank"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; Internet: “O gato saiu do saco”</p>
<p><a title="“A televisão é controle de subjetividade”, diz filósofo" href="http://polimidia.blog.br/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “A televisão é controle da subjetividade”, diz filosófo</p>
<p><a title="“Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul" href="http://polimidia.blog.br/%e2%80%9ccom-a-economia-intangivel-a-identidade-se-torna-algo-em-construcao-aberto-a-mudancas%e2%80%9d-diz-antoine-rebiscoul/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul</p>
<p><a title="“A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol" href="http://polimidia.blog.br/a-internet-e-a-utopia-de-que-qualquer-comunica-provoca-midiativista-espanhol/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol</p>
<p><span style="color: #333333;"><a title="“A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique" href="http://polimidia.blog.br/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/" target="_self">25/05</a></span> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<p><a title="Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet" href="http://polimidia.blog.br/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/" target="_self"><span style="color: #333333;">25/05</span></a> &#8211; Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet</p>
<p><a title="A produção do imaterial na cidade" href="http://polimidia.blog.br/a-producao-do-imaterial-na-cidade" target="_self">12/06</a> &#8211; A produção do imaterial na cidade</p></blockquote>
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		<title>Como será o e-gov de Obama?</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/como-sera-o-e-gov-de-obama/ </link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 17:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Se durante a campanha Barack Obama criou um modelo sobre como fazer política na Internet, resta acompanhar como essa mesma política  participativa se dará durante seu governo via  E-gov. A inauguração do  Change.Gov pode ser um indício de que Obama fará alguma coisa diferente do que outros governos vêm fazendo.
A proposta do Change.Gov, criado dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se durante a campanha <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/11/04/barack-obama-o-candidato-que-mudou-mais-do-que-uma-eleicao/" target="_blank">Barack Obama criou um modelo</a> sobre como fazer política na Internet, resta acompanhar como essa mesma <em>política  participativa </em>se dará durante seu governo via  E-gov. A inauguração do  <a href="http://www.change.gov/" target="_blank">Change.Gov</a> pode ser um indício de que Obama fará alguma coisa diferente do que outros governos vêm fazendo.</p>
<p>A proposta do <a href="http://www.change.gov/" target="_blank">Change.Gov</a>, criado dois dias após o resultado da eleição, é fazer com que as pessoas possam contribuir com idéias para o mandato e opinar sobre diversas questões políticas e sociais. O site também pede para que as pessoas compartilhem suas histórias e sentimentos durante a campanha eleitoral. O Change.gov traz ainda <a href="http://change.gov/newsroom/blog/">um blog</a>. Neste caso,  a promessa é a de detalhar cada passo de Obama e ensinar a população os conceitos de uma administração pública.</p>
<p>Tudo isso sinaliza que o site do Governo Americano também será diferente. José Antonio Martinuzzo, professor de comunicação Ufes, em seu <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.bdtd.ndc.uff.br');" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1591" target="_blank"><span style="color: #333333;">mestrado</span></a> e <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.bdtd.ndc.uff.br');" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_arquivos/28/TDE-2007-03-12T131719Z-672/Publico/Tese_Martinuzzo.pdf" target="_blank"><span style="color: #333333;">doutorado</span></a>, estudou o modo como tem se sido as práticas dos governos no uso da internet, o chamado Governo Eletrônico.</p>
<p>No mestrado “<em>A política na rede &#8211; tecnologias de comunicação e reprodução do paradigma de mercado</em>“ ele se dedicou à análise do site de prefeituras e no doutorado a temática se extendeu ao estudo dos governos que compõem o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) &#8211; “<em>Comunicação, Novas Tecnologias e Informacionalização da Política: o Governo Eletrônico no Mercosul</em>“. As diferenças constatadas ficaram mais no campo do estilo do que no modo estruturante e de uso emancipatório potencializado pelas novas tecnologias.</p>
<p>Em comum ao que vem sendo feito, Martinuzzo constata que se tem</p>
<ul>
<li>Prioridade absoluta do e-gov aos <strong>conteúdos noticiosos</strong>;</li>
<li>A formatação dos governos eletrônicos segundo a linguagem jornalístico-publicitária;</li>
<li>O investimento na <strong>prestação de serviços</strong>, tendo sido criado, inclusive a categoria de serviços online;</li>
<li><strong>A ausência de interatividade ativa</strong>;</li>
<li>A imposição da atualização tecnológica e gerencial dos governos , patrocionada pela ideologia neoliberal de reinvenção do Estado.</li>
</ul>
<p>O comentário feito no doutorado é o de que a se se consolidarem as experiências “de <em>e-government</em> estudadas, governo e política se resumirão, crescentemente, à oferta de discurso oficial disfarçado de notícia jornalística e à prestação de serviços &#8211; um modelo inapto à política, avesso à cidadania e originalmente associado ao <em>status quo</em>.”</p>
<p>Quanto ao que Obama fará, é esperar o 20 de janeiro para conferir.</p>
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		<title>&#8220;fazer-viver/deixar-morrer&#8221;</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/foucault-contemporaneidade-segue-o-principio-do-fazer-viverdeixar-morrer/ </link>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 17:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[ufes]]></category>
		<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[
A página Especiais foi atualizada. Agora ela contém um link mais organizado e bonitinho para meu projeto de iniciação científica &#8211; A crise política no governo Lula pelos jornais capixabas. Só não publiquei o certificado de conclusão do projeto porque a imagem escaneada ficou pela metade e muito apagada. Tá vendo a minha disposição?!rs


Os tópicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>A <a href="http://polimidia.wordpress.com/especiais/" target="_blank">página Especiais</a> foi atualizada. Agora ela contém um link mais organizado e bonitinho para meu projeto de iniciação científica &#8211; <strong>A crise política no governo Lula pelos jornais capixabas. </strong>Só não publiquei o certificado de conclusão do projeto porque a imagem escaneada ficou pela metade e muito apagada. Tá vendo a minha disposição?!rs</li>
</ul>
<ul>
<li>Os tópicos da aula de assessoria de imprensa estão de volta. Por enquanto as anotações estão bem naquela fase de tentar ler o mundo em nossa volta.</li>
</ul>
<blockquote><p>&#8220;Assessoria não se resume a mandar releases. É um trabalho processual cujo resultado pode levar semanas ou meses para aparecer. O profissional também tem que entender muito de política e economia porque isso interfere no todo.&#8221; Caroline Polese, diretora da Mosaico Gestão em Comunicação em Vitória</p></blockquote>
<p>Seguem as anotações da aula:<span id="more-394"></span></p>
<p>textos de Otavio Ianni e Denis de Moraes</p>
<p>A midia é um grande negocio, oq ue a primeira vista nao parece pq para muitos é vista como diversao. A vinculação entre o objetivo de empresa e sua imagem nao aparece na midia.</p>
<p>A midia é um agente ideologico do capitalismo. Ela vende esse sucesso do capitalismo. A evolução da tecnologia permitiu que a midia se tornonasse um grande negocio</p>
<p>Politica: quatro fatores que propiciou o estabelecimento dam midia no ambito planetario foi a politica.</p>
<p>2002: congresso nacional permite que 30% do investimento venha de capital estrangeiro. Desregulametação das politicas de comunicação &#8211; abertura. O cinema brasileiro voltou quando virou um negocio. E estta vinculado a grande empresa global ou a seus atores. Desregulametação que permite aos paises ir alem das fronteiras.</p>
<p>A criação das corporações: dominio do mercado, parcerias mundiais tb. Ex.: Vender musias na internet. Sony e outras empresas concorrentes historicas criaram uma empresa para vender musica na internet.</p>
<p>Beatriz Sarle (filosofa argentina) tem o conceito de que a midia é uma fabrica de ficções sociais (construção daquilo que é consumido). È uma ficção social pq é consumido massivamente. Ou seja o q a midia constroe e propaga é uma construção. aprodução midiatica é interessada como novas relações, nossa cultura construída tb é.</p>
<p>Mas a construção da midia é ficção social q gira em torno do capital. Ou seja, a construção feita pela midia se da basicamente pelo grande grande negocio que ela é. E outro fator é que as pessoas nao enxergam que o jornal é uma empresa cujo interesse maior é o capital.</p>
<p>Pq a midia virou uma fucção social aceita por todo o mundo?</p>
<p>A pratica politica decaiu e isso foi um dos pricnpais fatores que permitiu a midia ter esse &#8216;poderio todo que detem agora</p>
<p>mercadoria &#8211; a midia lida com mercadoria. Vende noticias. Experinecias de vida &#8211; a midia é cada vez mais espaço para experiencias de vida. Ex.: Big Brother, Criança Esperença etc</p>
<p><strong>Principe Eletronico</strong></p>
<p>Maquiavel &#8211; Principe &#8211; tratado de como se conquista e mantem o poder em uma nação. Para vc manter uma unidade territorial politica é necessario uma liderança. O principe é quem tem a vocação politica e a capacidade para manter a unidade. Ele tem que usar dois instrumentos: amor e temor. È necessario ter amor e temor de seus subordinados. Qdo nao for possivel ter os dois trabalhe para a conquista do temor. O mal deve ser aplicado de maneira intempestiva e os beneficios distribuidos paulatinamente.</p>
<p><strong>Gramsci </strong>- elaborou uma outra teoria. O modeno principe nao mais um lider, mas um partido politico. Para Gramsci o poder politico vem da sociedade civil &#8211; o poder politico só é alcançado atraves de consenso e da hegemonia de uma determinado grupo.</p>
<p><strong>Ianni</strong> &#8211; Principe eletronico. Para vc alcançar e manter o poder é necessario esta na midia. A politica esta cada vez mais dependente da midia.</p>
<p>02/05/05 &#8211; Michel Foucault</p>
<p>Jeremy Kifkin</p>
<p>- CVR/versao &#8211; nos consumimos versões de vida que os comunicadores nos passam</p>
<p>- microfisica do poder</p>
<p>- saber/poder/biopoder</p>
<p>- deixar viver/fazer morrer</p>
<p>- fazer viver/deixar morrer</p>
<p>- disciplina/panoptico</p>
<p>- fabrica de mao de obra</p>
<p>- sociedade disciplinar</p>
<p>Otavio Ianni &#8211; a base das relações atualmente esta na midia (CVR). A partir da midia se alcança uma sociedade politica (usando o conceito de Gramsci). O principe eletronico que nao é só uma pessoa, nao caminha sempre na mesma direção. Hj há grandes corporações de midia que dominam esse espaço &#8211; esses sao o principe eletronico</p>
<p><strong>Foucault</strong> &#8211; estudou as relações de poder e no fim da vida a sexualidade. Ele estudou o processo pelo qual o poder se constitui historicamente. Dois conceitos sao fundamentais em Foucault: microfisica do poder e biopoder.</p>
<p>Poder na visibilidade &#8211; Estado, familia, escola, midia etc.</p>
<ul>
<li>Microsifica do poder</li>
</ul>
<p>ele diz que antes disso há toda uma estrutura de poder. Por mais exuberante ou grande que seja o poder, há todo um aparato de micropoderes que o sustentam.</p>
<ul>
<li>Ex.: Lula só alcanço o poder quando a rede de micropoderes estave a favor dele.</li>
<li>o voto foi decidido a partir de relações que partiram &#8211; PT; trabalho; familia; consciencia; midia; escola</li>
</ul>
<p>o poder tem que estar em constante sintonia, consenso com seus micropoderes. Nao há poder que nao se sustente por uma microsifica do poder.</p>
<ul>
<li>Biopoder &#8211; poder da vida</li>
</ul>
<p>quem domina essa maquina de referencias, de sentidos, de valores e verdades, domina a vida. Isso pq o ser humano toma suas decisões a partir dos valores q carrega e defende. A vida é condicionada, é criada a parti de sentidos, de valores. Biopoder é o poder de criar a vida.</p>
<p>Corpo e espirito &#8211; construção de subjetividade &#8211; ser humano</p>
<p>deixar viver/fazer morrer (feudalismo) &#8211; o investimento de quem detinha o poder naquela época estava no tipo de morte exemplar. Deixar viver, trabalhar, produzir, mas se vc cometesse algum crime morreria em praça pública para servir de exemplo.</p>
<p>Com o advento da rev industrial muda-se o regime. Evita-se ao máximo a matança uma vez q os homens eram necessarios para a produção em série, como tb para o consumismo. Foucault diz q o regime passa a ser outro com o advento do capitalismo: Fazer viver/deixar morrer.</p>
<p>Investe-se no individuo enquanto ele é capaz de produzir. Apos a idade aurea da produção do individuo, dispensa-se, deixa-se morrer, com a minima aposentaria. O homem passou a ser parte da engrenagem da produção capitalista.</p>
<p>choque da rev. industrial &#8211; as pessoas saíram para as cidades, lidar com as maquinas, nao conhecia o vizinho, nao tinha infra-estrutura. Os costumes tiveram q mudar radicalmente.</p>
<p>As relações nao eram regradas, nao haviam leis, os proprios começaram a criar sua propria policia. Como nao havia regra, as igrejas mesmo começaram a impor as suas, o q era ou nao permitido. Os proprios individuos começaram a colocar entre eles uma vigilanacia &#8211; cada um vigiando o outro.</p>
<p>Essa vigilancia dos grupos propiciou a criação do Estado-Nação: uma estrutura q organiza os cidadaos, vigia para estruturar. O controle social foi criar um ambiente q permitisse ao capital crescesse e se estabelecesse.</p>
<p>Modelo panoptico &#8211; modelo de construção emq se observa tudo. Modelo disciplinar (do corpo e da alma) é a base do capitalismo do sistema fabril. Foi criado o modelo de escolas, hospitais, presidios.</p>
<p>Nessa sociedade em q as pessoas tinham q ser disciplinadas, um arquiteto elaborou o modelo panoptico. As pessoas tinham q saber q eram passiveis de vigilancia.</p>
<p>Capitalismo: criação de uma estrutura para produzir mao-de-obra. A familia foi a primeira criação (instituição)</p>
<p><strong>06/05/05</strong></p>
<p>o excedente de produção feudal &#8211; criação de maquinas a vapor, industria etc</p>
<p>foucault</p>
<p>- tempo de vida, força de trabalho</p>
<p>- estruturas disciplinares</p>
<p>- Estado</p>
<p>- vigilância</p>
<p>- saber</p>
<p>- ciências</p>
<p>- padroes</p>
<p>- verdades</p>
<p>- novos paradigmas</p>
<p>o novo modo de vida colocou o homem no centro da produção. O poder de produzir a vida é o poder de construir verdades &#8211; Foucault</p>
<p>O novo modelo de sociedade q se implementou com a rev. industrial é direcionado para critérios capitalistas. Essa nova soc. é disciplinar q se estrutura a partir de instiuições que controlam o corpo e a alma do individuo</p>
<p>montar cabeças e corpos &#8211; investimento q se faz desde criança</p>
<p>Estado &#8211; mae das instituições &#8211; sistema difuso de organização socio-economica da nova forma de organização &#8211; base para o sistema capitalista</p>
<p>abaixo do Estado outra importante instuição é a familia. Investir na familia &#8211; o 1º alvo foi regulamentar a situação da familia &#8211; casamentos e registros de nasc. no cartorio &#8211; garantir mao de obra &#8211; alem disso é a familia a 1ª instituição a passar valores para a nova geração q surge</p>
<p>o capital via nas familias a base da produção industrial. Hj nao é assim.</p>
<p>Familia &#8211; transmitir os valores basicos de um sistema capitalista</p>
<p>Poder politico economico sentiu a necessidade de uma estrutura burocratica para q o capital florecesse &#8211; formação do Estado-Nação (parte burocratica estabelecida atraves de guerras, acordos etc)</p>
<p>e com o povo, como se cria e se estabelece a burocracia?</p>
<p>criou-se a lingua nacional, herois nacionais, hino nacional, brasoes nacionais &#8211; as escolas nao poderiam ensinar outra lingua, senao a estacelecida afim de criar uma identidade nacional</p>
<p>escola &#8211; os pobres só tiveram às escolas quando se tornou necessario q eles aprendessem as leis, direitos e deveres e aprender uma profissão.</p>
<p>familia &#8211; escola &#8211; fabrica ( regime fazer viver/deixar morrer)</p>
<p>fabrica &#8211; as pessoas passam a viver nas fabricas. O trabalho passa a ser a razão de viver. hj o trabalho é tudo. é sua maior referencia. no entanto, nao existe trabalho para todo mundo. havia estruturas auxiliares para disciplinar os individuos q nao estavam de acordo com o sistema: igreja, penitencia, sistema juridico &#8211; afim de estabelecer modos de convivencia</p>
<p>a partir dos sec XVII e XIX &#8211; investimento na medicina. nessa epoca surgiram estudos sobre o comportamento humano.</p>
<p>poder disciplinar &#8211; vigilancia</p>
<p>quem observa produz informação &#8211; quem produz informação produz saber, quem produz saber produz verdades. As verdades definem os padroes. O q é normal e o q é anorma</p>
<p><strong>09/05/05</strong></p>
<p>disciplina, controle</p>
<p>soc. de controle &#8211; em q cada um é seu proprio controlador. Vc é seu principal vigilante. Se antes o poder investia no controle do corpo, o poder hj investe nas razões, na ment, nos sentimentos &#8211; investimento do controle das ideias; a midia faz esse papel; contaro com a sociedade; a midia age no controle das ideias; por isso o capitalismo investe na midia.</p>
<p>o muro das intituições já é um muro mais maleavel. Todas essas intituições á estao se expirando. Estão sendo embarcadas pelos meios de comunicação. É muito mais fácil vc propagar ideias pela midia.</p>
<p>publicizar um novo tipode arranjo familiar esta a cargo da midia. Todas essas instituições nao mudam seus valores tao rapidamente o quanto seria necessario ao investimento do capital. Por isso o capitalismo precisa de um meio para propagar e difundir seus valores. Mas os meios de propagação mudam rapidamente.</p>
<p>esse tipo de sociedade nao está se estruturando para gerar mao de obra, para gerar filho. ela é estruturada para consumir. Vc tem q ser vc, nao importa o q vc seja. O importante é consumir. O consumo nao tem sexo. O consumo é individual e quem consume é o individuo.</p>
<p>a sociedade q vive é a sociedade da inclusão &#8211; nao se baseia, nao se vive somente dos laços tradicionais. Mas inclui, aceita, engloba tudo. É A DIVERSIDADE. Sociedade que produza mais consumidores do q pessoas trabalhadoras. ex.: 83 milhoes para 643 projetos, 674 empregos. O capital e o poder investe no discurso da esperança e do emprego.</p>
<p><strong>antes</strong> &#8211; o individuo era disciplinado pela instituição, mas era protegido por ela.</p>
<p><strong>hj</strong> &#8211; a fabrica tira seu tempo de vida mas nao te dar seguridade. hj vc se vira! o coletivo produz o individuo, mas é o individuo quem deve se virar por ele mesmo. Agora é predominante o dominio a mente, do desejo e nao mais do corpo. Medicina tb mudou &#8211; se investe na nao-doença &#8211; prevenção &#8211; academias</p>
<p><strong>13/05/05</strong></p>
<p>cidadania/consumo/reificação/mudar sempre</p>
<p>fim do fora</p>
<p>fim do publico</p>
<p>Estados-Nação fracos/ongs</p>
<p>Imperio</p>
<p>cidadania atual &#8211; fragmentada, individual</p>
<p>a cidadania, a forma de garantir bem -estar é resumida no consumo. Viver passou a ser consumir (informações, produtos, serviços etc). Reificação: pegar conceitos e valores, materializar isso e tornar produtos. Ideias e simbolos coisificados. Ex. a ideia de carros virem com assinatura de Picasso</p>
<p>hj vc realiza projeto de existencia atraves do consumo.</p>
<p>mudar sempre &#8211; criar estilos para se achar unico</p>
<p>quem produz os valores simbolicos ou concretos é quem esta lucrando. hj se tem uma otica do consumo, de ganhar dinheiro.</p>
<p>marketing &#8211; trabalha com a reificação; com simbolos e com a subjetividade. O processo de comunicação tb vive de reificação.</p>
<p>se a vida está no consumo, se a vida esta articulada por consumo, se a felidade nao é alcançada por ideiais politicos, onde está a vida? A vida esta dentro de casa</p>
<p>fim da cidadania (privatização); fim dos espaço publicos; fim da discussão politica &#8211; diante disso as pessoas biscam sua socialização nos shoppings. os espaços de discussão agora sao espaços de consumo. Foucault diz q ao espaço publico foi destinado aos excluidos . E esse espaço publico esta decadente.</p>
<p>aos ricos ficam os parques aquaticos, os shoppings &#8211; que nao sao espaço de discussao politica, pq nao é permitido, sao espaços publicos privatizados para os ricos</p>
<p>neoliberalismo prega &#8211; igualdade de oportunidade q é oferecida a todos. Ela é aberta a todos, mas nao é</p>
<p>se os micropoderes estao organizados, o povo, a cidadania, decadencia da sociedade civil, da discussao politica e referente sobre aquilo q se discute sobre o bem comum</p>
<p>decadencia da politica-ideologica dinate da população; enfraquecimento do Estado; imerção no poderio economio com a reformulação do Estado nos moldes liberais. Um Estado q nao visa o bem estar comum e sim a manutenção da economia em alta. O mercado quer lucro.</p>
<p>o Estado esta se despojando de suas obrigações sociais. as ongsvem ocupando esse papel, mas elas nao tem controle goernamental, nao sao eleitos pelo povo eo Estado transfere dinheiro para elas</p>
<p>Ongs &#8211; vende propaganda anti-estatal, a favor do mercado</p>
<p>o estado deixa claro sua desobrigação social e transmite (injeta) isso na população despolitizada, com programas voluntarios, como o Amigos da Escola</p>
<p>Imperio (Negri)- poder sem limite, q nao vê fronteiras. Os autores do livro q pela primeira vez na humanidade se vive num imperio: neste Imperio cabe tudo; fomenta a diversidade q da lucro.</p>
<p>Na soc anterior a diversidade nao era respeitada, mas hj a diversidade permite lucros, todos sao cidadaos qp cidadaos consomem</p>
<p>o intelectual pensa alternativas para um outro mundo. Mudança &#8211; processo prioritariamente intelectual, ou seja, de educação.</p>
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