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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; política</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>&#8220;Governos usam a mídia digital para estratégias de contra-insurgência&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 15:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Folha publica hoje entrevista com o especialista em comunicação Philip Howard. Ele é professor da Universidade de Washington e conduziu o primeiro estudo quantitativo abrangente sobre o uso de mídia digital nas revoltas de que foi palco o Oriente Médio e o Norte da África neste ano. Foi feita análise de mais de 3 [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/governos-usam-a-midia-digital-para-estrategias-de-contra-insurgencia/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha publica hoje entrevista com o especialista em comunicação <a href="http://faculty.washington.edu/pnhoward/">Philip Howard</a>. Ele é professor da Universidade de Washington e conduziu o primeiro estudo quantitativo abrangente sobre o uso de mídia digital nas revoltas de que foi palco o Oriente Médio e o Norte da África neste ano. Foi feita análise de mais de 3 milhões de tuítes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/economistchina.jpg"><img class="size-full wp-image-1358 aligncenter" style="margin: 7px;" title="economistchina" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/economistchina.jpg" alt="" width="476" height="268" /></a></p>
<p>Dentre outras questões ele lembra que os governos não estão tão alheios assim sobre como funciona as mídias sociais. Vem aumentando a sofistificação dos, digamos assim, agentes infiltrados. Segue trechos da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/977486-redes-sociais-pegaram-ditadores-desprevenidos-diz-especialista.shtml">entrevista</a>.</p>
<blockquote><p><strong>Você afirma que o governo no Egito começou a usar as redes sociais para antecipar o próximo passo dos manifestantes. Examinando os dados usados no estudo, vocês acharam algum sinal de contrapropaganda dos regimes?</strong></p>
<p>Boa questão. Os governos de fato usam a mídia digital para estratégias de contra-insurgência. É por isso também que eu não falo de Revolução do Twitter ou Revolução do Facebook.</p>
<p>Embora essas tecnologias tenham sido importantes neste ano, cinco anos atrás eram SMS e blogs que pegavam os ditadores desprevenidos, e no ano que vem pode ser outra coisa.</p>
<p>Sabemos, por nossos estudos em campo, que governos como o da Síria e o do Irã usam identidades falsas para convocar protestos em um dado lugar e hora e prender todo mundo que aparece.</p>
<p><strong>É difícil não se empolgar com o que aconteceu na Tunísia e no Egito, mas a taxa de penetração da Internet nos dois países é muito baixa, embora eles tenham comunidades on-line bastante sofisticadas. Você vê algum risco de o uso político das redes sociais amplificar só a voz de uma elite intelectual?</strong></p>
<p>Isso já é mais difícil de responder, porque eu acho que, em parte, foi a elite intelectual que cansou de um regime autoritário, de suas mentiras e da falta de oportunidades econômicas.</p>
<p>Pode ser que, como os usuários da internet são normalmente de classe mais alta, gente mais educada, que suas opiniões sejam mais liberais do que a da maioria dos egípcios.</p>
<p>Pode ser que haja um sentimento pró-islã mais forte entre a população offline, e se os liberais antenados dominarem o debate político, sim, será em detrimento dos conservadores islâmicos.</p></blockquote>
<p>A imagem é de uma <a href="http://www.economist.com/node/21528664">matéria da Economist</a>: China’s evolving foreign policy. The Libyan dilemma. A rising power starts to knock against the limits of its hallowed “non-interference”</p>
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		<title>Seminário Politicc: Governo 2.0, Transparência e Segurança da Informação</title>
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		<pubDate>Sun, 08 May 2011 22:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[E-gov]]></category>
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		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Na próxima terça-feira (17/05) acontece na Ufes mais uma edição do Seminário Politicc. Desta vez o tema é &#8220;Governo 2.0, Transparência e Segurança da Informação&#8221;. A ideia é tratar sobre conceitos e práticas de produção e gestão de informações públicas adotados pelo Estado com vistas à transparência, à participação popular e ao controle social. Os [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/seminario-politicc-governo-2-0-transparencia-e-seguranca-da-informacao/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima terça-feira (17/05) acontece na Ufes mais uma edição do <a href="http://www.facebook.com/event.php?eid=128525643891368" target="_blank">Seminário Politicc</a>. Desta vez o tema é &#8220;Governo 2.0, Transparência e Segurança da Informação&#8221;. A ideia é tratar sobre conceitos e práticas de produção e gestão de informações públicas adotados pelo Estado com vistas à transparência, à participação popular e ao controle social.</p>
<p>Os convidados são Ewerton Rodrigues, do Gabinete digital do governo gaúcho e Lisia Mendes, da Prefeitura de Vitória. Senti falta de algum representante do Governo do Espírito Santo, que agora tenta estar mais presente na internet depois de um começo tímido, se tomarmos como princípio o assunto do Seminário. Uma destas formas para agora estar presente foi o <a href="http://polimidia.blog.br/ppa-online-do-es-inova-mas-nao-deve-se-confundir-com-e-gov/" target="_self">lançamento</a> na semana passada do PPA Online.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/governador_2_0_tarso_genro.png"><img class="size-full wp-image-1330 aligncenter" style="margin-top: 7px; margin-bottom: 7px;" title="governador_2_0_tarso_genro" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/governador_2_0_tarso_genro.png" alt="" width="461" height="614" /></a></p>
<p>O Seminário acontece às 19h no Auditório do Centro de Artes, Cemuni 4, Ufes.  O acompanhamento também pode ser feito pelo <a href="http://www.labic.net/" target="_blank">site</a> do Laboratório de Internet e Cultura da universidade (Labic). Acompanhe ainda pelo <a href="http://twitter.com/#!/ufeslabic" target="_blank">twitter</a> do laboratório. A experiência de relacionamento na internet da Prefeitura de Vitória e a do Governo do Rio Grande do Sul é <a href="http://thalles.blog.br/2011/02/gabinete-digital-um-exemplo-a-ser-seguido-no-es/" target="_blank">comentada pelo Thalles</a> em seu blog. O <a href="http://somosandando.wordpress.com/2011/05/13/governador-tarso-genro-lanca-gabinete-digital-na-proxima-terca-feira/" target="_blank">lançamento oficial</a> será nesta terça, 24, com transmissão ao vivo pela internet.</p>
<p><strong>Acesse também</strong></p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/ppa-online-do-es-inova-mas-nao-deve-se-confundir-com-e-gov/" target="_blank">05/05/2011</a> &#8211; PPA Online do ES inova mas não deve se confundir com e-gov</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/pe-lanca-cartilha-na-internet-para-controle-cidadao-do-governo/" target="_self">03/05/2011</a> &#8211; PE lança cartilha na internet para controle cidadão do Governo</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/politicos-no-twitter-15-possibilidades-sobre-como-usar/" target="_self">28/04/2011</a> &#8211; Políticos no twitter – 15 possibilidades sobre como usar</p>
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		<title>Seminário na Ufes: Internet e os protestos no norte da África e do Oriente Médio</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na próxima terça-feira (05/04) o pessoal do laboratório de internet e cultura da Ufes promove o seminário &#8220;A revolução do compartilhamento – lutas globais e o papel da internet&#8221;. A ideia é tentar dimensionar em que medida a internet impulsa e dá curso às atuais manifestações que acontecem pelos países do norte da África e [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/seminario-na-ufes-internet-e-os-protestos-no-norte-da-africa-e-do-oriente-medio/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima terça-feira (05/04) o pessoal do laboratório de internet e cultura da Ufes promove <a href="http://www.labic.net/?p=299" target="_blank">o seminário</a> &#8220;A revolução do compartilhamento – lutas globais e o papel da internet&#8221;. A ideia é tentar dimensionar em que medida a internet impulsa e dá curso às atuais manifestações que acontecem pelos países do norte da África e do Oriente Médio.</p>
<p>O seminário começa às 19h no auditório do Centro de Artes (Cemuni IV). Haverá a participação do <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4723143P4" target="_blank">Henrique Antoun</a> (UFRJ), <a href="http://twitter.com/#!/ruthreisvix" target="_blank">Ruth Reis</a> (Ufes), <a href="http://www.linkedin.com/profile/view?id=97989201&amp;authType=NAME_SEARCH&amp;authToken=31BX&amp;locale=pt_BR&amp;srchid=76202288-6c5c-46fd-8ad8-856058896c64-0&amp;srchindex=4&amp;srchtotal=11&amp;pvs=ps&amp;pohelp=&amp;goback=%2Efps_*1_Clara_Miranda_*1_*1_*1_*1_*51_*1_Y_*1_*1_*1_false_1_R_true_*1_br%3A0_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2" target="_blank">Clara Miranda</a> (Ufes) e <a href="http://twitter.com/#!/nespolic" target="_blank">Ricardo Néspoli</a> (Estácio de Sá). Para quem quiser tuitar, facebucar [...] as discussões, também haverá internet liberada.</p>
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		<title>Protestos no Egito: Mídias sociais ajudam mas não criam revoluções</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 18:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Têm-se protestos organizados pela internet? Os da Praça da Paz Celestial foi conhecida como a &#8220;Revolução do Fax&#8221; Essas manifestações na Tunísia, no Iêmen e que agora chegaram ao Egito não se resumem ou se sustentam apenas porque contaram com as mídias sociais como um dos meios de comunicação. Hoje o Jornal Hoje noticiava que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/protestos-no-egito-midias-sociais-ajudam-mas-nao-criam-revolucoes/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Têm-se protestos organizados pela internet? Os da Praça da Paz Celestial foi conhecida como a &#8220;Revolução do Fax&#8221;</strong></p>
<p>Essas manifestações na Tunísia, no Iêmen e que agora chegaram ao Egito não se resumem ou se sustentam apenas porque contaram com as mídias sociais como um dos meios de comunicação. Hoje o Jornal Hoje noticiava que mesmo sem internet e comunicação entre celulares, milhares de pessoas no Egito foram às ruas para protestar. Isso não quer dizer que Twitter e outras mídias sociais não foram usadas como forma de organização.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/egito.jpg"><img class="size-full wp-image-1257 aligncenter" title="egito" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/egito.jpg" alt="" width="461" height="346" /></a></p>
<p>Mas não se pode confundir causas com consequências. Os protestos têm sido contra ditadores que estão no poder por décadas e que não tinham medido esforços contra a própria sociedade para que essa continuidade seguisse em frente. Esse é o combustível para mover o motor dos protestos. Os manifestantes não estão arriscando a vida devido às mídias sociais.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de anos de repressão e ditadura. Revoluções existiram antes do Twitter e Facebook&#8221;, disse o escritor e ativista egípcio Issandr el-Amrani. &#8220;As coisas não são tão simples quanto pode parecer à primeira vista&#8221;.</p>
<p>Apenas 25% do Egito têm acesso a internet. Os protestos têm se disseminado principalmente à moda antiga: por panfletos e agregação espontânea. Muito mais agora com a internet bloqueada.</p>
<p>&#8220;Tenho visto vários pequenos grupos de manifestantes pelas ruas e diversas pessoas que estão espontaneamente se juntando a eles. Em cada casa eles gritam: &#8216;Venham&#8217;&#8221;, disse um especialista em censura no Oriente Médio. &#8220;O que está acontecendo é muito mais do que Twitter e Facebook&#8221;, disse uma fonte que pediu para não ser identificada com medo de represálias.</p>
<p>Claro que as mídias sociais tem parte nesta história. Mas a tecnologia sempre esteve envolvida nas revoluções modernas. &#8220;Nas últimas duas décadas, a maioria das convulsões políticas tiveram alguma ligação com os meios de comunicação &#8220;, disse em uma entrevista de 2002 o cientista político <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Alex+Magno%22+University+of+the+Philippines&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=" target="_blank">Alex Magno</a>, da Universidade das Filipinas.</p>
<p>Mensagens de texto ajudaram a gerar uma revolução nas Filipinas há dez anos. Depois de o presidente filipino ter sido absolvido de um processo de corrupção, <a href="http://www.google.com.br/search?sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=Philippines+President+Estrada+Text-messaging+sms" target="_blank">a sociedade usou</a> mensagens de texto para mostrar sua indignação. Logo as ruas foram tomadas por manifestantes e o então presidente renunciou.</p>
<p>A Revolução do Irã de 1979 esteve intimamente relacionada ao video cassete, lembra Magno. As manifestações na Praça da paz Celestial foram chamadas da &#8220;Revolução do Fax&#8221;. Isso porque devido a ele, o resto do mundo estava mais bem informado sobre o que estava acontecendo do que a população local.</p>
<p>Agora temos o Twitter e o Facebook. Claro que as mídias sociais têm auxiliado na organização das manifestações deste ano na Tunísia, Egito e Iêmen. Muito embora o acesso a internet ser limitado ou mesmo não existir. Pelo menos até ontem à tarde, estima-se que pelo menos 80 mil pessoas confirmaram em uma <a href="https://www.facebook.com/event.php?eid=141531305908212&amp;ref=mf" target="_blank">página do Facebook</a> que poderiam participar dos protestos no Egito.</p>
<p>&#8220;Twitter e Facebook têm ajudado. Mas não estamos descobrindo uma nova realidade por causa da internet. Talvez o resto do mundo sim&#8221;, disse Amrani.</p>
<p>Livremente traduzido a partir do <a href="http://www.wired.com/dangerroom/2011/01/social-media-oppression/" target="_blank">artigo</a> da Wired &#8211; &#8220;What’s Fueling Mideast Protests? It’s More Than Twitter&#8221;.</p>
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		<title>Política na internet permanece como um anúncio televisivo</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 22:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano. Em entrevista Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano.</strong></em></p>
<p>Em <a href="http://www.magazinedigital.com/cultura/entrevistas/reportaje/cnt_id/4121/pageID/2" target="_blank">entrevista</a> Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, no que se refere a políticos, Castells diz que a mudança é tímida. O relacionamento mantido por eles na internet não expressa uma mudança no modo como se relacionam com a sociedade. Não se veria a necessidade de se reformar alguma coisa. O que talvez também seja apenas uma questão de tempo.</p>
<blockquote><p>Internet, como instrumento de las personas, puede acoger campañas de protesta para que la democracia sea más democrática. La gente no está contra la democracia, está por más democracia, más transparencia, y no se fía de los políticos que están en las instituciones democráticas. A través de internet están surgiendo partidos, candidatos, opciones políticas que no están previstos dentro del sistema político. Es un instrumento tanto para el incremento de las fuerzas de extrema derecha como para el auge de los partidos verdes, las opciones más radicales y democratizantes o, en el caso de España, para opciones soberanistas, por ejemplo. Todo lo que en las instituciones no está suficientemente representado con respecto a lo que es la sociedad, por internet gana espacio. En gran parte es porque no hay una voluntad política real de las instituciones y los partidos de reformarse a sí mismos. Por tanto, en lugar de utilizar internet para la necesaria reforma política y de los vínculos con los ciudadanos, confunden internet con un tablón de anuncios o con un sistema publicitario de televisión y dejan la red a las fuerzas que están en los márgenes o fuera del sistema político.</p></blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo com o que mais buscado no Google em 2010</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/video-com-o-que-mais-buscado-no-google-em-2010/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 20:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Claro que economia e política, e suas crises, foram destaque. Veja ainda Zeitgeist 2010 Scridb filter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que economia e política, e suas crises, foram destaque.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/video-com-o-que-mais-buscado-no-google-em-2010/ "><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Veja ainda <a href="http://ow.ly/3mRGQ" target="_blank">Zeitgeist 2010</a></p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>7 maneiras de aumentar a participação em um site</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/7-maneiras-de-aumentar-a-participacao-em-um-site/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/7-maneiras-de-aumentar-a-participacao-em-um-site/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 14:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[avatares]]></category>
		<category><![CDATA[campanha eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[interação]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[É curioso nestas eleições passar por alguns sites que dizem sociais. Não passam de mais um depositório de textos, fotos e vídeos do site oficial de campanha, nem sempre grande coisa também. Não recebem tratamento algum. E não é à toa que as visualizações demoram bastante para vencer a barreira dos dois dígitos. Até os [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/7-maneiras-de-aumentar-a-participacao-em-um-site/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É curioso nestas eleições passar por alguns sites que dizem sociais. Não passam de mais um depositório de textos, fotos e vídeos do site oficial de campanha, nem sempre grande coisa também. Não recebem tratamento algum. E não é à toa que as visualizações demoram bastante para vencer a barreira dos dois dígitos. Até os costumeiros comentários elogiosos dos partidários da campanha custam a aparecer.</p>
<p>No ReadWrite são relacionadas <a href="http://bit.ly/bJNRgO " target="_blank">sete propostas</a> para que essa participação deslanche:</p>
<ol>
<li>Não obrigue a pessoa a preencher cadastros. Desabilite a necessidade de logins, sempre que possível.</li>
<li>Se o site tiver fóruns, faça com que eles possam ser encontrados. Não os coloque no radapé da página.</li>
<li>Permita a visualização de avatares</li>
<li>Relacione a lista das últimas atualizações feitas no site</li>
<li>Interaja com os participantes da rede social</li>
<li>Encontre um assunto de interesse dos participantes da rede e crie uma enquente em torno do tema.</li>
<li>Reconheça a participação de quem colabora mais, mas com o cuidado de não menosprezar aquele cuja colaboração é menos frequente</li>
</ol>
<p>Acesse mais no site <a href="http://bit.ly/bJNRgO " target="_blank">ReadWrite</a>.</p>
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		<title>Inclusão digital sem aumento de banda larga é discurso vazio</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 16:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de publicar lá no Infovix que inclusão digital deve incluir não só acesso a computadores mas a uma banda larga decente, encontro essa oportuna matéria d&#8217;O Globo republicada lá no Observatório da Imprensa &#8211; Internet a lenha. O Brasil dispõe de um dos piores serviços de internet em banda larga do planeta. Enquanto a [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/inclusao-digital-sem-aumento-de-banda-larga-e-discurso-vazio/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de publicar <a title="Congresso está atrasado em relação à sociedade, afirma deputada " href="http://infovix.net/revista/06/07/2009/congresso-esta-atrasado-em-relacao-a-sociedade-afirma-deputada/" target="_blank">lá no Infovix</a> que inclusão digital deve <em>incluir</em> não só acesso a computadores mas a uma banda larga decente, encontro essa oportuna matéria d&#8217;O Globo republicada lá no Observatório da Imprensa &#8211; <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=545ENO002" target="_blank">Internet a lenha</a>.</p>
<blockquote><p><span class="art_texto">O Brasil dispõe de um dos piores serviços de internet em banda larga do planeta. Enquanto a média mundial de velocidade é de 13 megabits por segundo (mbps), 90% dos assinantes brasileiros acessam a rede a, no máximo, 2 mbps. Assim mesmo, nos horários de pouco tráfego. Isso porque as operadoras só se obrigam, por contrato, a garantir conexão a 10% da velocidade contratada. Como a internet é considerada um serviço de valor adicionado oferecido pelas operadoras, a Agência Nacional de Telecomunicações não fiscaliza, não supervisiona, nem regula as operações.A União Internacional de Telecomunicações (UIT) define banda larga como conexões iguais ou acima d e 2 mbps. Como a maior parte dos contratos não garante além de 10% da velocidade contratada, conclui-se que para a maioria dos brasileiros banda larga é, sem trocadilho, uma conexão virtual. Pior que isso: pagamos pela nossa velocidade de carroça mais que os países europeus e que nossos vizinhos sulamericanos.</p>
<p><strong>Acesso caro</p>
<p></strong>Em julho do ano passado, o custo médio mensal, no Brasil, era de US$ 30 por 128 quilobites por segundo (kbps). Nossos irmãos argentinos pagavam, na mesma época, US$ 27 por 512 kbps; e os chilenos, US$ 34, em troca de 300 kbps.</p>
<p>Na abertura do evento Portugal Tecnológico, em Lisboa, em novembro de 2008, ouvimos que o projeto do governo era transformar Portugal numa potência tecnológica. Para isso, o desafio era interligar 100% do país por fibras ópticas e oferecer a todas as empresas e cidadãos acesso à internet a velocidades de 100 mbps.</p>
<p>Achamos, no mínimo, um exagero, mesmo para um país tão pequeno como Portugal. Quando lá voltamos, em maio último, 100% do país estava interligado por fibras ópticas (1% por satélite). E ouvimos que até o fim do ano a Portugal Telecom teria vendido 1 milhão de pacotes de 20 ou 100 mbps. Os de 20, a cinquenta euros mensais. Os de 100, a setenta.</p>
<p>Apenas 4,6% da população brasileira acessam os serviços de banda larga. Na Argentina, a cobertura alcança 6,6%. No Chile, 8,8%. E, na Coreia do Sul, 26%. De onde se conclui que a conexão em banda larga, no Brasil, não só é ruim, como também é limitada e cara.</p>
<p>A maioria dos municípios brasileiros não oferece conexão dedicada à internet. Só acesso discado. Muito menos banda larga. Por total desinteresse das operadoras locais. No Rio de Janeiro, nem os municípios da Região Metropolitana, ou sequer os bairros da Zona Oeste, têm, na sua maioria, acesso a esse serviço. Pior ainda: paga-se no Rio o acesso mais caro do Sul e do Sudeste, por conta de um ICMS 20% acima dos demais estados da região.</p>
<p><strong>Discurso vazio</p>
<p></strong>Instalar computadores nas escolas e distribuir milhares de laptops a professores sem disponibilizar conexão em banda larga é jogar dinheiro fora. Sem conexão que permita baixar filmes, imagens e programas mais pesados, educação pela internet não passa de ficção. Banda larga não é um luxo, nem se instala computador em escola para jogar paciência e enviar e-mail. Sem banda larga, jamais nos inseriremos na sociedade da informação.</p>
<p>Se há uma área em que o Estado precisa intervir para botar o Brasil em pé de igualdade com seus concorrentes é a da internet. Essa é uma responsabilidade dos ministérios da Educação, das Telecomunicações, da Ciência e Tecnologia, dos estados e municípios. Sem uma política pública que exija universalização, qualidade e preço, o serviço de banda larga existente deterá o desenvolvimento tecnológico do país.</p>
<p></span></p>
<p>Sem infraestrutura tecnológica de qualidade e barata, nosso ingresso na Era do Conhecimento não passará de discurso vazio. Num mundo que se move a terabites por segundo, não serão os maiores que engolirão os menores, mas os mais rápidos que engolirão os mais lentos.</p></blockquote>
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		<title>Lei de controle à internet em debate em Vitória</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/lei-de-controle-a-internet-em-debate-em-vitoria/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Azeredo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória]]></category>

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		<description><![CDATA[Estarei lá. Nesta sexta-feira, às 10h, acontece um ato público na Assembléia Legislativa para debater o projeto de lei do senador tucano Eduardo Azeredo.  Os debatedores serão o professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo Fábio Malini, Oona Castro do Intervozes e  a deputada federal Iriny Lopes (PT). A mediação será feita pelo deputado [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/lei-de-controle-a-internet-em-debate-em-vitoria/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estarei lá. Nesta sexta-feira, às 10h, acontece um ato público na Assembléia Legislativa para debater o <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/pags/01.html" target="_blank">projeto de lei</a> do senador tucano Eduardo Azeredo.  Os debatedores serão o professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo <a href="http://fabiomalini.wordpress.com/" target="_blank">Fábio Malini</a>, Oona Castro do <a href="http://www.intervozes.org.br/" target="_blank">Intervozes</a> e  a deputada federal Iriny Lopes (PT). A mediação será feita pelo deputado estadual Claudio Vereza (PT).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/meganao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1073" title="meganao" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/meganao.jpg" alt="meganao" width="450" height="630" /></a></p>
<p>Como fiz enquanto escrevia sobre aquela <a href="http://polimidia.blog.br/privatizacao-livrou-cvrd-da-vampiracao-opina-pps" target="_self">ação tabajara de reestatização da Vale</a> e sobre o <a href="http://polimidia.blog.br/chega-ao-fim-a-votacao-sobre-comercio-aos-domingos-em-bh-cidade-deve-decidir-pelo-meio-termo" target="_self">comércio aos domingos</a>, quarta-feira passada também mandei email para os deputados estaduais capixabas pedindo posicionamento sobre a Lei Azeredo &#8211; já esperando pouco ou nenhum retorno.</p>
<p>Por ora, tô comparando o <a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=15028" target="_blank">projeto de lei inicial</a>, o <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/pags/01.html" target="_blank">substitutivo de Azeredo</a>, também lendo um <a href="http://www.camara.gov.br/internet/chatCP/chatsAnteriores/25_06_2009_sala_8.html" target="_blank">bate-papo</a> com o deputado Semeghini (PSDB-SP), relator na Câmara da Lei Azeredo, realizado na quinta-feira passada. Tô vendo o que sai desse balaio para fazer minha matéria <a href="http://infovix.net/revista/" target="_blank">em Infovix</a>.</p>
<p>Imagem &#8211; <a href="http://thalles.blog.br/meganao/" target="_blank">thalles.blog</a></p>
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		<title>Prática inicial do blog da Petrobras não é rotina nos EUA</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pratica-inicial-do-blog-da-petrobras-nao-e-rotina-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 20:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída. Os ânimos estão mais calmos, muita coisa [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/pratica-inicial-do-blog-da-petrobras-nao-e-rotina-nos-eua/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída.</p>
<p>Os ânimos estão mais calmos, muita coisa já se disse, então fica apenas o registro sobre o tal <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">blogue da Petrobras</a> - que aliás aposentou <a href="http://www.petrobras.com.br/blogminas/" target="_blank">um outro</a> em dezembro passado. Vejo aqui um bom estudo de caso pra minha pesquisa e <a href="http://delicious.com/ezvieira/blog_da_petrobras" target="_blank">lá no meu delicious</a> tô fazendo o trabalho de forguinha pra juntar os zilhões de posts publicados.</p>
<p>Sobre o blogue, boa iniciativa da Petrobras. Só achei estranha a muvuca inicial de publicar as perguntas dos jornalistas antes da finalização da matéria &#8211; apesar de ser lembrado de que não existe sigilo de pergunta.</p>
<p><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?id={7832AC92-9E27-43BE-A4AC-13B59A11FBFF}&amp;id_blog=2" target="_blank">O Código Aberto veio</a> com essa de que o que a Petrobras passou a fazer já seria uma rotina nos Estados Unidos,  até mesmo por parte de órgãos do governo federal.</p>
<blockquote><p>Os jornais <em>O Globo</em> e <em>Folha de S.Paulo</em> foram os que mais reagiram à iniciativa da empresa que resolveu usar <strong>ferramentas digitais</strong> para transformar-se num canal de comunicação, a exemplo do que já ocorre com a maioria das grandes empresas nacionais e internacionais.</p>
<p>A irritação dos jornais vem do fato de que o blog da Petrobras permite uma comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado. Com isto é possível identificar <strong>erros de contexto, omissões e equívocos</strong> de transcrição.</p></blockquote>
<p>O que o blogueiro não disse na postagem, mas que depois perguntei nos comentários, é que &#8220;os comunicados e entrevistas dados por membros do governo e grandes empresas são postados simultaneamente à publicação do material na imprensa, e todos os reporteres sabem que este é o procedimento usual.&#8221;</p>
<p>Ora, não me pareceu que a &#8220;grande mídia&#8221; reagiu à prática de transparência da Petrobras mas ao modo como ela começou a ser feita &#8211; mesmo que, de novo, não exista o tal sigilo de pergunta. A prática inicial de transparência da Petrobras, foi bem mais específica, ou melhor, política.</p>
<p>Mas parece que agora sim o blogue da Petrobras vai seguir a prática de transparência conforme o que já seria rotina nos EUA, segundo citado no blogue Código Aberto para criticar a reação da &#8221;grande mídia&#8221;. A &#8220;comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado&#8221; ainda poderá ser feita e a &#8220;grande mídia&#8221;, vide <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/10/petrobras-recua-diz-que-agora-so-vai-divulgar-questionamentos-da-imprensa-em-blog-no-dia-previsto-para-publicacao-da-reportagem-756281224.asp" target="_blank">O Globo</a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u579473.shtml" target="_blank">Folha</a>, <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090611/not_imp385819,0.php" target="_blank">Estadão</a> e <a href="http://www.google.com/search?q=Ap%C3%B3s+pol%C3%AAmica%2C+Petrobras+recua+sobre+uso+de+blog&amp;rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&amp;ie=UTF-8&amp;oe=UTF-8&amp;sourceid=ie7&amp;rlz=1I7ADBF" target="_blank">outros tantos por aí</a>.</p>
<p>Sob esse ponto de vista, os <a href="http://www.viomundo.com.br/opiniao/por-que-os-jornais-investem-contra-o-blog-da-petrobras/" target="_blank">tópicos da postagem</a> do Azenha &#8220;Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?&#8221; não fazem o grande sentido conspirador que ele busca dar. Mas acredito que a grande pensadora <a href="http://polimidia.blog.br/tese-de-golpe-de-estado-a-todo-custo" target="_self">Marilena Chauí não pensaria duas vezes</a> ao reafirmar os motivos relacionados por Azenha.</p>
<p>Fico com as postagens do Claudio Abramo &#8211; <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB003" target="_blank">I</a> e  <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB017" target="_blank">II</a> -, <a href="http://pedrodoria.com.br/2009/06/08/a-petrobras-e-a-imprensa-golpista/" target="_blank">Pedro Dória</a> e <a href="http://verbeat.org/blogs/sergioleo/2009/06/por-que-jornalistas-experientes-fingem-nao-ver-que-a-petrobras-age-errado.html" target="_blank">Sergio Leo</a>.</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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