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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Mundo</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>A morte de Osama em charges</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 22:49:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas próximas semanas talvez eu me envolva na divulgação nas mídias sociais de em evento sobre cartoons. Será bacana porque, mesmo não tendo todo o interesse de antes, lá na sexta série eu cheguei a colecionar. Era um ano eleitoral e achava muito boas as sacadas dos chargistas. Em uma delas o amigo perguntava para [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/a-morte-de-osama-em-charges/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas próximas semanas talvez eu me envolva na divulgação nas mídias sociais de em evento sobre cartoons. Será bacana porque, mesmo não tendo todo o interesse de antes, lá na sexta série eu cheguei a colecionar. Era um ano eleitoral e achava muito boas as sacadas dos chargistas. Em uma delas o amigo perguntava para o outro por que estava grudado a um panfleto. Ao que responde, da cabeça aos pés coberto por uma camisinha: &#8220;é que ela furou&#8230;&#8221; O farto material chegou até a ser exposto em um evento da escola.</p>
<p>Agora achei uma <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/Gibizada/posts/2011/05/03/a-morte-de-osama-bin-laden-em-charges-378174.asp" target="_blank">relação de charges</a> sobre o assunto do momento &#8211; &#8220;Osama Bin Laden&#8221;. Seguem algumas delas.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/chargesosama.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1293" style="margin: 7px;" title="chargesosama" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/chargesosama.jpg" alt="" width="400" height="320" /></a></p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/chargesosama1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1294" style="margin: 7px;" title="chargesosama1" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/chargesosama1.jpg" alt="" width="425" height="243" /></a></p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/chargesosama2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1295" style="margin: 7px;" title="chargesosama2" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/chargesosama2.jpg" alt="" width="437" height="302" /></a></p>
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		<title>É a educação e não a questão salarial o que deve mobilizar a sociedade, afirma Negri</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 17:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Termina hoje à tarde a edição que aconteceu na Ufes do seminário MundoVix. O evento prossegue na semana que vem na UFRJ com o foco em uma outra temática: da relação entre Metrópole, Globalização e Trabalho para as questões sobre direito autoral. Das palestras que aconteceram por Vitória, fui em algumas. Fiz algumas anotações que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/e-a-educacao-e-nao-a-questao-salarial-o-que-deve-mobilizar-a-sociedade-afirma-negri/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Termina hoje à tarde a edição que aconteceu na Ufes do <a title="A POLÍTICA DO COMUM: Cidades, Democracia e Globalização " href="http://www.vitoria.es.gov.br/hot-sites/mundovix/index.asp#" target="_blank">seminário MundoVix</a>. O evento prossegue na <a title="ECO/UFRJ sedia em dezembro o Fórum Livre de Direito Autoral" href="http://forumdireitoautoral.pontaodaeco.org/" target="_blank">semana que vem na UFRJ</a> com o foco em uma outra temática: da relação entre Metrópole, Globalização e Trabalho para as questões sobre direito autoral.</p>
<p>Das palestras que aconteceram por Vitória, fui em algumas. Fiz algumas anotações que não ficaram tão fiéis <a title="Seminário Mundo-Vix" href="http://frossard.wordpress.com/tag/mundo-vix/" target="_blank">quanto as da Flávia</a>. Ainda assim, vou me arriscar em postar algumas coisas com ênfase para a palestra de Antonio Negri hoje pela manhã &#8211; As Instituições do Comum  na Globalização.</p>
<p><a title="Seminário traz Antonio Negri a Vitória" href="http://polimidia.blog.br/seminario-traz-a-vitoria-antonio-negri/" target="_self">Como comentei</a>, as palestras foram uma continuidade do Seminário de maio de 2007, <a title="“A fuga das fábricas, o encontro nas redes”" href="http://polimidia.blog.br/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes" target="_self">A Constituição do Comum</a>. A proposta do <a title="Transcrição da palestra de Antonio Negri - A Constituição do Comum" href="http://fabiomalini.files.wordpress.com/2007/03/a-constituicao-do-comum-traducao.doc" target="_self">conceito de Comum</a> seria a possibilidade de construir plataformas de entrecruzamento. Pontos de encontro. Plataforma comum de convivência. Isso não quer dizer que as pessoas tenham que ser reunidas em uma unidade de representação. Mas que sua ação cooperativa e singular possa vir a construir algo que lhes seja comum.</p>
<p>Negri dar o nome de Multidão para essas singularidades que não podem ser representadas mas podem vir a agir em torno de um comum. A produção de riqueza não teria mais sua origem nas fábricas. A metrópole estaria para a Multidão como a fábrica esteve para a classe operária. Negri aponta para uma difusão da produtividade e da criação de valor para o campo das relações sociais.</p>
<p>A fábrica e o social se informatizam e o trabalho se daria em redes que desenham a cidade de forma muito parecida com o que acontece com as redes virtuais na Internet. Exatamente por isso, o Capital passaria a buscar extrair sua valorização através de uma imersão nas relações e na produtividade social &#8211; cada vez mais espalhadas pela cidade através de redes de saber.`</p>
<p>Sem se aprofundar na questão, Negri argumentou que o capital financeiro é necessário ao desenvolvimento da humanidade &#8211; talvez uma proposição impossível de se ouvir na tal da esquerda tradicional. A questão não seria apontar o capital financeiro como intrinsicamente corrupto. O grande ponto seria saber como gerenciá-lo a partir de dentro e tirar essa separação entre as práticas do mercado e as do social.</p>
<p>De uma maneira geral, Negri critica que aqueles que costumam levantar a bandeira do social não sabem se organizar. Para ele, por exemplo, &#8221;A esquerda na Europa acabou&#8221;. Teria acabado, lá e cá, porque ter ficado presa ao passado e insistir em ler a atualidade com as mesmas lentes que Marx leu o seu tempo e lançou uma perspectiva sobre o desenvolvimento do capitalismo. A teoria marxista ainda seria válida mas ela não daria mais conta de uma interpretação política do presente.</p>
<p>De um capitalismo antes caracterizado como industrial, a proposta de pespectiva negriana é caracterizá-lo como capitalismo cognitivo. Segundo Negri, é exatamente quando essa noção de capitalismo cognitivo é aprofundada é que se pode pensar na Constituição de um Comum &#8211; por meio da qual uma dada da realidade poderia ser mudada. &#8220;Quando a produção se socializa agimos como se o salário tivesse que ser conquistado socialmente&#8221;, afirma o filósofo.</p>
<p>Para essa <em>conquista</em> acontecer, dados os atuais meio produtivos, tal como Giuseppe Cocco afirmou no Seminário passado, Negri retoma que é necessário extender a todos o direito à educação. A questão do trabalho assalariado não seria mais o mecanismo fundamental de integração social e elemento pelo qual os sindicatos deveriam se mover. A cidadania, antes talvez entendido como simples conquista salarial, não é mais o resultado a ser alcançado. A defesa é que este seria exatamente o ponto de partida para que o Comum se constitua e haja na sociedade uma mobilização produtiva. &#8220;Não nos referimos a uma produção de riquezas mas sim a de pessoas&#8221;.</p>
<p>A organização da sociedade não teria nada a ver com o modo industrial. Não existiria a mesma hierarquia virtual. As cooperações que surgem não são organizados e teriam muito a ver com o aleatório. O desafio de agora seria o de organizar capacidades de cooperação em diversos projetos.</p>
<p>Seria necessário quebrar hierarquias. Romper com o “aprisionamento do conhecimento”. Dessa forma, para Negri, é necessário construir o Comum a partir de dentro das instituições. &#8220;Fazer instituições do Comum é associado ao saber, interno à Metrópole e que ao mesmo tempo seja capaz de destruir relações desiguais&#8221;, afirma o filósofo.</p>
<p>Uma mudança social não seria partidária ou a partir de uma outra forma representacional. Para Negri é necessário, vamos dizer assim, de uma educação, de um exercício para fazer <a title="A liberdade que constitui" href="http://polimidia.blog.br/a-liberdade-que-constitui" target="_self">o que ele chama de Multidão</a> e por fim constituir algo tão central ao seu pensamento, o Comum. </p>
<p>Sobre a versão do seminário que aconteceu em 2007, acesse também</p>
<blockquote><p><a title="“A fuga das fábricas, o encontro nas redes”" href="http://polimidia.blog.br/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/" target="_self"><span style="color: #333333;">21/05</span></a> &#8211; “A fuga das fábricas, o encontro nas redes”</p>
<p><a title="Internet: “O gato saiu do saco”" href="http://polimidia.blog.br/internet-o-gato-saiu-do-saco/" target="_blank"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; Internet: “O gato saiu do saco”</p>
<p><a title="“A televisão é controle de subjetividade”, diz filósofo" href="http://polimidia.blog.br/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “A televisão é controle da subjetividade”, diz filosófo</p>
<p><a title="“Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul" href="http://polimidia.blog.br/%e2%80%9ccom-a-economia-intangivel-a-identidade-se-torna-algo-em-construcao-aberto-a-mudancas%e2%80%9d-diz-antoine-rebiscoul/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul</p>
<p><a title="“A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol" href="http://polimidia.blog.br/a-internet-e-a-utopia-de-que-qualquer-comunica-provoca-midiativista-espanhol/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol</p>
<p><span style="color: #333333;"><a title="“A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique" href="http://polimidia.blog.br/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/" target="_self">25/05</a></span> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<p><a title="Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet" href="http://polimidia.blog.br/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/" target="_self"><span style="color: #333333;">25/05</span></a> &#8211; Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet</p>
<p><a title="A produção do imaterial na cidade" href="http://polimidia.blog.br/a-producao-do-imaterial-na-cidade" target="_self">12/06</a> &#8211; A produção do imaterial na cidade</p></blockquote>
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		<title>Como será o e-gov de Obama?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 17:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se durante a campanha Barack Obama criou um modelo sobre como fazer política na Internet, resta acompanhar como essa mesma política  participativa se dará durante seu governo via  E-gov. A inauguração do  Change.Gov pode ser um indício de que Obama fará alguma coisa diferente do que outros governos vêm fazendo. A proposta do Change.Gov, criado [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/como-sera-o-e-gov-de-obama/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se durante a campanha <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/11/04/barack-obama-o-candidato-que-mudou-mais-do-que-uma-eleicao/" target="_blank">Barack Obama criou um modelo</a> sobre como fazer política na Internet, resta acompanhar como essa mesma <em>política  participativa </em>se dará durante seu governo via  E-gov. A inauguração do  <a href="http://www.change.gov/" target="_blank">Change.Gov</a> pode ser um indício de que Obama fará alguma coisa diferente do que outros governos vêm fazendo.</p>
<p>A proposta do <a href="http://www.change.gov/" target="_blank">Change.Gov</a>, criado dois dias após o resultado da eleição, é fazer com que as pessoas possam contribuir com idéias para o mandato e opinar sobre diversas questões políticas e sociais. O site também pede para que as pessoas compartilhem suas histórias e sentimentos durante a campanha eleitoral. O Change.gov traz ainda <a href="http://change.gov/newsroom/blog/">um blog</a>. Neste caso,  a promessa é a de detalhar cada passo de Obama e ensinar a população os conceitos de uma administração pública.</p>
<p>Tudo isso sinaliza que o site do Governo Americano também será diferente. José Antonio Martinuzzo, professor de comunicação Ufes, em seu <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.bdtd.ndc.uff.br');" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1591" target="_blank"><span style="color: #333333;">mestrado</span></a> e <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.bdtd.ndc.uff.br');" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_arquivos/28/TDE-2007-03-12T131719Z-672/Publico/Tese_Martinuzzo.pdf" target="_blank"><span style="color: #333333;">doutorado</span></a>, estudou o modo como tem se sido as práticas dos governos no uso da internet, o chamado Governo Eletrônico.</p>
<p>No mestrado “<em>A política na rede &#8211; tecnologias de comunicação e reprodução do paradigma de mercado</em>“ ele se dedicou à análise do site de prefeituras e no doutorado a temática se extendeu ao estudo dos governos que compõem o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) &#8211; “<em>Comunicação, Novas Tecnologias e Informacionalização da Política: o Governo Eletrônico no Mercosul</em>“. As diferenças constatadas ficaram mais no campo do estilo do que no modo estruturante e de uso emancipatório potencializado pelas novas tecnologias.</p>
<p>Em comum ao que vem sendo feito, Martinuzzo constata que se tem</p>
<ul>
<li>Prioridade absoluta do e-gov aos <strong>conteúdos noticiosos</strong>;</li>
<li>A formatação dos governos eletrônicos segundo a linguagem jornalístico-publicitária;</li>
<li>O investimento na <strong>prestação de serviços</strong>, tendo sido criado, inclusive a categoria de serviços online;</li>
<li><strong>A ausência de interatividade ativa</strong>;</li>
<li>A imposição da atualização tecnológica e gerencial dos governos , patrocionada pela ideologia neoliberal de reinvenção do Estado.</li>
</ul>
<p>O comentário feito no doutorado é o de que a se se consolidarem as experiências “de <em>e-government</em> estudadas, governo e política se resumirão, crescentemente, à oferta de discurso oficial disfarçado de notícia jornalística e à prestação de serviços &#8211; um modelo inapto à política, avesso à cidadania e originalmente associado ao <em>status quo</em>.”</p>
<p>Quanto ao que Obama fará, é esperar o 20 de janeiro para conferir.</p>
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