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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Multidão</title>
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	<description>Agora, pesquisando sobre como a Comunicação Organizacional se ajusta ao processo de comunicação distribuída</description>
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		<title>É a educação e não a questão salarial o que deve mobilizar a sociedade, afirma Negri</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 17:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Termina hoje à tarde a edição que aconteceu na Ufes do seminário MundoVix. O evento prossegue na semana que vem na UFRJ com o foco em uma outra temática: da relação entre Metrópole, Globalização e Trabalho para as questões sobre direito autoral.
Das palestras que aconteceram por Vitória, fui em algumas. Fiz algumas anotações que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Termina hoje à tarde a edição que aconteceu na Ufes do <a title="A POLÍTICA DO COMUM: Cidades, Democracia e Globalização " href="http://www.vitoria.es.gov.br/hot-sites/mundovix/index.asp#" target="_blank">seminário MundoVix</a>. O evento prossegue na <a title="ECO/UFRJ sedia em dezembro o Fórum Livre de Direito Autoral" href="http://forumdireitoautoral.pontaodaeco.org/" target="_blank">semana que vem na UFRJ</a> com o foco em uma outra temática: da relação entre Metrópole, Globalização e Trabalho para as questões sobre direito autoral.</p>
<p>Das palestras que aconteceram por Vitória, fui em algumas. Fiz algumas anotações que não ficaram tão fiéis <a title="Seminário Mundo-Vix" href="http://frossard.wordpress.com/tag/mundo-vix/" target="_blank">quanto as da Flávia</a>. Ainda assim, vou me arriscar em postar algumas coisas com ênfase para a palestra de Antonio Negri hoje pela manhã &#8211; As Instituições do Comum  na Globalização.</p>
<p><a title="Seminário traz Antonio Negri a Vitória" href="http://polimidia.blog.br/seminario-traz-a-vitoria-antonio-negri/" target="_self">Como comentei</a>, as palestras foram uma continuidade do Seminário de maio de 2007, <a title="“A fuga das fábricas, o encontro nas redes”" href="http://polimidia.blog.br/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes" target="_self">A Constituição do Comum</a>. A proposta do <a title="Transcrição da palestra de Antonio Negri - A Constituição do Comum" href="http://fabiomalini.files.wordpress.com/2007/03/a-constituicao-do-comum-traducao.doc" target="_self">conceito de Comum</a> seria a possibilidade de construir plataformas de entrecruzamento. Pontos de encontro. Plataforma comum de convivência. Isso não quer dizer que as pessoas tenham que ser reunidas em uma unidade de representação. Mas que sua ação cooperativa e singular possa vir a construir algo que lhes seja comum.</p>
<p>Negri dar o nome de Multidão para essas singularidades que não podem ser representadas mas podem vir a agir em torno de um comum. A produção de riqueza não teria mais sua origem nas fábricas. A metrópole estaria para a Multidão como a fábrica esteve para a classe operária. Negri aponta para uma difusão da produtividade e da criação de valor para o campo das relações sociais.</p>
<p>A fábrica e o social se informatizam e o trabalho se daria em redes que desenham a cidade de forma muito parecida com o que acontece com as redes virtuais na Internet. Exatamente por isso, o Capital passaria a buscar extrair sua valorização através de uma imersão nas relações e na produtividade social &#8211; cada vez mais espalhadas pela cidade através de redes de saber.`</p>
<p>Sem se aprofundar na questão, Negri argumentou que o capital financeiro é necessário ao desenvolvimento da humanidade &#8211; talvez uma proposição impossível de se ouvir na tal da esquerda tradicional. A questão não seria apontar o capital financeiro como intrinsicamente corrupto. O grande ponto seria saber como gerenciá-lo a partir de dentro e tirar essa separação entre as práticas do mercado e as do social.</p>
<p>De uma maneira geral, Negri critica que aqueles que costumam levantar a bandeira do social não sabem se organizar. Para ele, por exemplo, &#8221;A esquerda na Europa acabou&#8221;. Teria acabado, lá e cá, porque ter ficado presa ao passado e insistir em ler a atualidade com as mesmas lentes que Marx leu o seu tempo e lançou uma perspectiva sobre o desenvolvimento do capitalismo. A teoria marxista ainda seria válida mas ela não daria mais conta de uma interpretação política do presente.</p>
<p>De um capitalismo antes caracterizado como industrial, a proposta de pespectiva negriana é caracterizá-lo como capitalismo cognitivo. Segundo Negri, é exatamente quando essa noção de capitalismo cognitivo é aprofundada é que se pode pensar na Constituição de um Comum &#8211; por meio da qual uma dada da realidade poderia ser mudada. &#8220;Quando a produção se socializa agimos como se o salário tivesse que ser conquistado socialmente&#8221;, afirma o filósofo.</p>
<p>Para essa <em>conquista</em> acontecer, dados os atuais meio produtivos, tal como Giuseppe Cocco afirmou no Seminário passado, Negri retoma que é necessário extender a todos o direito à educação. A questão do trabalho assalariado não seria mais o mecanismo fundamental de integração social e elemento pelo qual os sindicatos deveriam se mover. A cidadania, antes talvez entendido como simples conquista salarial, não é mais o resultado a ser alcançado. A defesa é que este seria exatamente o ponto de partida para que o Comum se constitua e haja na sociedade uma mobilização produtiva. &#8220;Não nos referimos a uma produção de riquezas mas sim a de pessoas&#8221;.</p>
<p>A organização da sociedade não teria nada a ver com o modo industrial. Não existiria a mesma hierarquia virtual. As cooperações que surgem não são organizados e teriam muito a ver com o aleatório. O desafio de agora seria o de organizar capacidades de cooperação em diversos projetos.</p>
<p>Seria necessário quebrar hierarquias. Romper com o “aprisionamento do conhecimento”. Dessa forma, para Negri, é necessário construir o Comum a partir de dentro das instituições. &#8220;Fazer instituições do Comum é associado ao saber, interno à Metrópole e que ao mesmo tempo seja capaz de destruir relações desiguais&#8221;, afirma o filósofo.</p>
<p>Uma mudança social não seria partidária ou a partir de uma outra forma representacional. Para Negri é necessário, vamos dizer assim, de uma educação, de um exercício para fazer <a title="A liberdade que constitui" href="http://polimidia.blog.br/a-liberdade-que-constitui" target="_self">o que ele chama de Multidão</a> e por fim constituir algo tão central ao seu pensamento, o Comum. </p>
<p>Sobre a versão do seminário que aconteceu em 2007, acesse também</p>
<blockquote><p><a title="“A fuga das fábricas, o encontro nas redes”" href="http://polimidia.blog.br/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/" target="_self"><span style="color: #333333;">21/05</span></a> &#8211; “A fuga das fábricas, o encontro nas redes”</p>
<p><a title="Internet: “O gato saiu do saco”" href="http://polimidia.blog.br/internet-o-gato-saiu-do-saco/" target="_blank"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; Internet: “O gato saiu do saco”</p>
<p><a title="“A televisão é controle de subjetividade”, diz filósofo" href="http://polimidia.blog.br/%e2%80%9ca-televisao-e-controle-de-subjetividade%e2%80%9d-diz-filosofo/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “A televisão é controle da subjetividade”, diz filosófo</p>
<p><a title="“Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul" href="http://polimidia.blog.br/%e2%80%9ccom-a-economia-intangivel-a-identidade-se-torna-algo-em-construcao-aberto-a-mudancas%e2%80%9d-diz-antoine-rebiscoul/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul</p>
<p><a title="“A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol" href="http://polimidia.blog.br/a-internet-e-a-utopia-de-que-qualquer-comunica-provoca-midiativista-espanhol/" target="_self"><span style="color: #333333;">24/05</span></a> &#8211; “A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol</p>
<p><span style="color: #333333;"><a title="“A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique" href="http://polimidia.blog.br/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/" target="_self">25/05</a></span> &#8211; “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique</p>
<p><a title="Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet" href="http://polimidia.blog.br/seminario-cultura-e-conflitos-no-capitalismo-contemporaneo-via-internet/" target="_self"><span style="color: #333333;">25/05</span></a> &#8211; Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet</p>
<p><a title="A produção do imaterial na cidade" href="http://polimidia.blog.br/a-producao-do-imaterial-na-cidade" target="_self">12/06</a> &#8211; A produção do imaterial na cidade</p></blockquote>
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		<title>A liberdade que constitui</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2007 17:12:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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A disciplina não é estritamente sobre web 2.0 como toscamente sintetizei outro dia. O nome oficial da optativa é Internet, Colaboração e a Produção Midiática &#8211; mas poderia muito bem ser batizada com a mesma temática do último Fórum de Comunicação/Ufes &#8211; Redes Virtuais e a Constituição Política do Presente.
Mais que do que uma optativa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://images.americanas.com.br/produtos/item/62/2/62241g.gif" border="0" alt="Livro - Poder Constituinte, O" hspace="4" vspace="4" align="right" /></p>
<p>A disciplina não é estritamente sobre web 2.0 como toscamente sintetizei outro dia. O nome oficial da optativa é <em><strong>Internet, Colaboração e a Produção Midiática</strong></em> &#8211; mas poderia muito bem ser batizada com a mesma temática do <a href="http://emfoco.wordpress.com/" target="_blank">último Fórum de Comunicação/Ufes</a> &#8211; <strong>Redes Virtuais e a Constituição Política do Presente</strong>.</p>
<p>Mais que do que uma optativa, a matéria é um conhecimento político do presente baseado na perspectiva do pensamento de <strong>Antonio Negri</strong> &#8211; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rGrubIVxzOE" target="_blank">este vídeo</a> é uma apresentação do filósofo no <a href="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/economia_da_cultura/capitalismo_cognitivo/" target="_blank">II Seminário Internacional Capitalismo Cognitivo</a> &#8211; Economia do Conhecimento e a Constituição do Comum (out de 2005). Acesse <a href="http://fabiomalini.files.wordpress.com/2007/03/a-constituicao-do-comum-traducao.doc" target="_blank">aqui</a> a versão transcrita da apresentação.</p>
<ul>
<li><strong><em>Vamos às anotações da última aula</em></strong></li>
</ul>
<p>O conceito de multidão é ponto espinhal no pensamento negriano. Multidão é uma abstração que caracteriza um sujeito unificado por uma (cri)atividade onipotente no espaço e espansiva no tempo. É um poder constituinte.</p>
<p>O humano, em Negri, não é apagado em uma coletividade. Ele diz que a modernidade fez com que as <strong>multiplicidades </strong>caminhassem para um Uno &#8211; entidade transcendental. O indivíduo não pertenceria ao singular mas, em última instância, a uma unificação. Aqui temos os exemplos dos conceitos de nação, povo, proletariado etc.</p>
<p>Multidão, ao contrário, seria <strong>singularidades que cooperam</strong> para construir uma realidade, não pressuposta, a partir daquilo que elas têm em comum. Uma vez que “com singularidades queremos nos referir aqui a um sujeito social cuja diferença não pode ser reduzida à uniformidade, <strong>uma diferença que se mantém diferente</strong>” e “cuja constituição e ação não se baseiam na identidade ou na unidade (nem muito menos na indiferença), mas naquilo que tem em comum.”</p>
<blockquote><p>- As mercadorias são produtividades a partir do critério da intelectualidade. O produto da comunicação se constrói em rede.</p>
<p>- O trabalho contemporâneo é marcado pela <strong>imaterialidade</strong>. Há uma tendência para a informatização da produção &#8211; <strong>para trabalhar é preciso comunicar</strong>.</p>
<p>- A virtualidade passava por uma temporalidade fixa (fabril, cronológica, linear) para trabalhar. Existia hora delimitada pata ir embora. Agora o<strong> tempo é único</strong> &#8211; não há passado, presente ou futuro.</p>
<p>- O tempo do trabalho coloniza a vida. O capitalismo hoje se coloca como um sistema totalizante, inexistindo alternativas visíveis que possam ser consideradas potencialmente pujantes.</p>
<p>- Não existe um fora do capitalismo. Apenas um sistema total que envolve todas as populações potencialmente formadas de todos os que trabalham sob domínio do capital e que recusam este domínio, a multidão.</p>
<p>- O espaço também muda. Ele é um lugar de inter-relações contínuas. A rede é esse novo território. A nova arquitetura.</p>
<p>- A tecnologia está ligada a uma estrutura social que se modifica. A voda está dentro de uma biopolítica. A vida é colocada no centro do poder &#8211; tanto da exploração quanto da resistência</p>
<p>- <strong>Como existe diferença se minha diferença é logo capturada pelo capital que torna isso um padrão de consumo.</strong></p>
<p>- O plano da <strong>singularidade</strong> é constituída  a partir de uma <strong>relação</strong>. O comum se faz a partir de uma relação. Multidão &#8211; viver com o outro, sem o outro multidão não existe por si mesma.</p>
<p>- O que mobiliza a multidão é a constiuição do comum.</p>
<p>-  Não se trata de saber usar uma máquina. A questão é saber atravessar a constiuição do comum através da máquina.</p>
<p>- Não é uma questão de técnica, mas é uma questão de interdependência política e produção de <strong>subjetividade singular</strong>.</p>
<p>- O produto da multidão é um ambiente midiático novo. A idéia de produção a partir da relação só surgiu com o ambiente midiático da rede.</p></blockquote>
<p><strong>Etc </strong>- Meu inglês é péssimo. Os dados abaixo foram devidamente <a href="http://technorati.com/weblog/2007/04/328.html" target="_blank">copiados do blog do Alon</a>. Mas para quem quer mesmo saber a quantas andas, ou andava, a blogosfera, eis o <a href="http://technorati.com/weblog/2007/04/328.html" target="_blank">relatório completo</a> do Technorati publicado no dia 05/04.</p>
<p>- 70 milhões de blogs</p>
<p>- 120.000 novos blogs por dia (1,4 por segundo)</p>
<p>- 3.000 a 7.000 novos splogs (falsos blogs, ou spam blogs) por dia (foram 11.000 em dezembro)</p>
<p>- 1.5 milhão de posts por dia (17 posts por segundo)</p>
<p>- Crescimento de 35 a 75 milhões de blogs em 320 dias. Acesse mais sobre o relatório no <a href="http://rec6.via6.com/link.php?action=show&amp;url=http%3A%2F%2Fz001.ig.com.br%2Fig%2F59%2F32%2F896736%2Fblig%2Ftiagodoria%2F2007_14.html%23post_18816820" target="_blank">post</a> <em>Menos quantidade e mais qualidade nos blog</em></p>
<p><a href="http://www.bluebus.com.br/buscant.php?st=key&amp;key=web_r_inclinado" target="_blank">Acesse aqui</a> mais números sobre a internet.</p>
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