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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Jornalismo</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Jan 2012 18:10:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Entrevista: Mídias sociais para monitorar tendências e mercados</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 14:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Mais importante do que ganhar dinheiro é a visibilidade  e divulgar seus produtos e e serviços de maneira não invasiva&#8221; Autor do livro Mundo Twitter, o editor do blog eCuaderno, J.L. Orihuela, foi entrevistado sobre um tema nada abrangente: &#8220;como as redes sociais estão transformando nossa cultura&#8221;. Duas questões estiveram em destaque. A primeira é no que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/entrevista-midias-sociais-monitorar-tendencias-e-mercados/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/mundotwitter.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1447" style="margin: 7px;" title="mundotwitter" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/mundotwitter.jpg" alt="" width="281" height="440" /></a>&#8220;<strong><em>Mais importante do que ganhar dinheiro é a visibilidade  e divulgar seus produtos e e serviços de maneira não invasiva</em></strong>&#8221;</p>
<p>Autor do livro <a href="http://www.ecuaderno.com/mundotwitter/">Mundo Twitter</a>, o editor do blog <a href="http://www.ecuaderno.com">eCuaderno</a>, J.L. Orihuela, foi entrevistado sobre um tema nada abrangente: &#8220;como as redes sociais estão transformando nossa cultura&#8221;. Duas questões estiveram em destaque. A primeira é no que se refere a possibilidades de negócios nas mídias sociais. De ganhar dinheiro, sendo mais claro. A segunda pincelada da entrevista tratou das transformações pelos quais passa o jornalismo neste novo contexto.</p>
<p>Orihuela cita o caso da Dell como exemplo de que é possível sim ganhar dinheiro. Mas também afirma que a relação não é tão mecânica assim. &#8220;De todas formas, las organizaciones están ganado algo tan o más importante que el dinero y es la visibilidad, la capacidad de monitorizar mercados y tendencias en tiempo real, conversar con los clientes, gestionar crisis de comunicación y dar a conocer sus productos y servicios de una manera no invasiva&#8221;.</p>
<p>O autor não enxerga o twitter como uma febre que logo vai passar. Como também os blogs não passaram e a mesma imprensa que teria decretado a morte deles é aquela que hoje os adota.</p>
<blockquote><p>Por lo general, para los medios las grandes innovaciones tecnológicas que han llegado con la red desde mediados de los noventa, han sido sistemáticamente encasilladas entre la moda y la muerte. Durante años, para los medios, los blogs estuvieron de moda, y un buen día decidieron que habían muerto. En el medio ocurrió lo más interesante: todos los medios de comunicación incluyeron una amplia oferta de blogs entre su oferta de contenidos en línea.</p></blockquote>
<p>Orihuela lembra que, diferente de antes, a autoridade, ou veracidade, de uma informação não reside mais no fato de sua publicação. A pesquisa das informações e contraposição das opiniões precisam ser muito mais sofisticadas. Confira a <a href="http://www.ecuaderno.com/2011/11/21/las-redes-sociales-estan-transformando-nuestra-cultura/">íntegra</a> da entrevista.</p>
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		<title>Jornais repetem lógica do impresso em suas versões para IPad e Kindle</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/jornais-repetem-logica-do-impresso-em-suas-versoes-para-ipad-e-kindle/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 00:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<description><![CDATA[O professor de comunicação na UFRGS Alex Primo estreou nesta semana seu vlog. O tema do primeiro episódio foi como jornais e revistas têm feito suas publicações para IPad e Kindle. A conclusão fundamental é que há mais uma preocupação em marcar presença do que testar as potencialidades desses novos dispositivos. Há cinco anos minha [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/jornais-repetem-logica-do-impresso-em-suas-versoes-para-ipad-e-kindle/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O professor de comunicação na UFRGS Alex Primo estreou nesta semana seu vlog. O tema do <a href="http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2011/04/14/vlog_numero_primo_episodio_1_jornalismo_/" target="_blank">primeiro episódio</a> foi como jornais e revistas têm feito suas publicações para IPad e Kindle. A conclusão fundamental é que há mais uma preocupação em marcar presença do que testar as potencialidades desses novos dispositivos.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/jornais-repetem-logica-do-impresso-em-suas-versoes-para-ipad-e-kindle/ "><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Há cinco anos minha turma na Ufes era cobaia como a primeira a fazer a disciplina jornalismo digital. Cansamos de ver que jornais não exploravam as potencialidades que a internet oferecia. Em muitos casos era simples transposição do impresso para a web. A coisa não mudou da água para o vinho mas está melhor do que antes. O curioso é que pelo o que Alex pesquisou agora há uma volta ao passado. Poucos compreenderam como publicar no IPad e Kindle. &#8220;Enquanto os jornais para web desenvolveram uma linguagem própria, adequada à leitura on-line, muitos periódicos para iPad simplesmente oferecem versões digitalizadas de seus originais impressos&#8221;, escreve Alex.</p>
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		<title>Prática inicial do blog da Petrobras não é rotina nos EUA</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pratica-inicial-do-blog-da-petrobras-nao-e-rotina-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 20:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída. Os ânimos estão mais calmos, muita coisa [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/pratica-inicial-do-blog-da-petrobras-nao-e-rotina-nos-eua/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída.</p>
<p>Os ânimos estão mais calmos, muita coisa já se disse, então fica apenas o registro sobre o tal <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">blogue da Petrobras</a> - que aliás aposentou <a href="http://www.petrobras.com.br/blogminas/" target="_blank">um outro</a> em dezembro passado. Vejo aqui um bom estudo de caso pra minha pesquisa e <a href="http://delicious.com/ezvieira/blog_da_petrobras" target="_blank">lá no meu delicious</a> tô fazendo o trabalho de forguinha pra juntar os zilhões de posts publicados.</p>
<p>Sobre o blogue, boa iniciativa da Petrobras. Só achei estranha a muvuca inicial de publicar as perguntas dos jornalistas antes da finalização da matéria &#8211; apesar de ser lembrado de que não existe sigilo de pergunta.</p>
<p><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?id={7832AC92-9E27-43BE-A4AC-13B59A11FBFF}&amp;id_blog=2" target="_blank">O Código Aberto veio</a> com essa de que o que a Petrobras passou a fazer já seria uma rotina nos Estados Unidos,  até mesmo por parte de órgãos do governo federal.</p>
<blockquote><p>Os jornais <em>O Globo</em> e <em>Folha de S.Paulo</em> foram os que mais reagiram à iniciativa da empresa que resolveu usar <strong>ferramentas digitais</strong> para transformar-se num canal de comunicação, a exemplo do que já ocorre com a maioria das grandes empresas nacionais e internacionais.</p>
<p>A irritação dos jornais vem do fato de que o blog da Petrobras permite uma comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado. Com isto é possível identificar <strong>erros de contexto, omissões e equívocos</strong> de transcrição.</p></blockquote>
<p>O que o blogueiro não disse na postagem, mas que depois perguntei nos comentários, é que &#8220;os comunicados e entrevistas dados por membros do governo e grandes empresas são postados simultaneamente à publicação do material na imprensa, e todos os reporteres sabem que este é o procedimento usual.&#8221;</p>
<p>Ora, não me pareceu que a &#8220;grande mídia&#8221; reagiu à prática de transparência da Petrobras mas ao modo como ela começou a ser feita &#8211; mesmo que, de novo, não exista o tal sigilo de pergunta. A prática inicial de transparência da Petrobras, foi bem mais específica, ou melhor, política.</p>
<p>Mas parece que agora sim o blogue da Petrobras vai seguir a prática de transparência conforme o que já seria rotina nos EUA, segundo citado no blogue Código Aberto para criticar a reação da &#8221;grande mídia&#8221;. A &#8220;comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado&#8221; ainda poderá ser feita e a &#8220;grande mídia&#8221;, vide <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/10/petrobras-recua-diz-que-agora-so-vai-divulgar-questionamentos-da-imprensa-em-blog-no-dia-previsto-para-publicacao-da-reportagem-756281224.asp" target="_blank">O Globo</a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u579473.shtml" target="_blank">Folha</a>, <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090611/not_imp385819,0.php" target="_blank">Estadão</a> e <a href="http://www.google.com/search?q=Ap%C3%B3s+pol%C3%AAmica%2C+Petrobras+recua+sobre+uso+de+blog&amp;rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&amp;ie=UTF-8&amp;oe=UTF-8&amp;sourceid=ie7&amp;rlz=1I7ADBF" target="_blank">outros tantos por aí</a>.</p>
<p>Sob esse ponto de vista, os <a href="http://www.viomundo.com.br/opiniao/por-que-os-jornais-investem-contra-o-blog-da-petrobras/" target="_blank">tópicos da postagem</a> do Azenha &#8220;Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?&#8221; não fazem o grande sentido conspirador que ele busca dar. Mas acredito que a grande pensadora <a href="http://polimidia.blog.br/tese-de-golpe-de-estado-a-todo-custo" target="_self">Marilena Chauí não pensaria duas vezes</a> ao reafirmar os motivos relacionados por Azenha.</p>
<p>Fico com as postagens do Claudio Abramo &#8211; <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB003" target="_blank">I</a> e  <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB017" target="_blank">II</a> -, <a href="http://pedrodoria.com.br/2009/06/08/a-petrobras-e-a-imprensa-golpista/" target="_blank">Pedro Dória</a> e <a href="http://verbeat.org/blogs/sergioleo/2009/06/por-que-jornalistas-experientes-fingem-nao-ver-que-a-petrobras-age-errado.html" target="_blank">Sergio Leo</a>.</p>
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		<title>A opinião distribuída no mercado do diálogo</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2007 15:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi fácil de encontrar. Ele é um dos livros de mais de 18 anos que tenho na estante e um dos muitos que sempre tenho a promessa de fazer uma leitura completa nas férias. Economia &#38; Mercado (Sérgio Guimarães), traz, com o totalizante título O Processo de Comunicação, que ele se dá pelo seguinte esquema emissor [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/a-opiniao-distribuida-no-mercado-do-dialogo/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi fácil de encontrar. Ele é um dos livros de mais de 18 anos que tenho na estante e um dos muitos que sempre tenho a promessa de fazer uma leitura completa nas férias. Economia &amp; Mercado (Sérgio Guimarães), traz, com o totalizante título <strong>O Processo de Comunicação</strong>, que ele se dá pelo seguinte esquema <strong>emissor &gt; mensagem &gt; receptor</strong>. Ponto.</p>
<p>A temática do último dia do I<strong> Seminário Capixaba de Ética e Jornalismo</strong> (<a href="http://www.sindijornalistases.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=141&amp;Itemid=0" target="_blank">programação e participantes</a>) foi muito mais ampliado do que inicialmente o nome possa sugerir. A <strong>crise do modelo clássico de comunicação</strong> rendeu muito mais comentários dos debatedores.</p>
<p>Demonstrando desenvoltura na apresentação, André Hees, editor executivo d&#8217;A Gazeta, rearfirmou o que para quem está na universidade é algo bem básico &#8211; <strong>houve uma mudança no modo de se fazer jornalismo nos últimos 10 anos</strong>. &#8220;A mídia impressa era a mídia por execelência. Com a internet os jornais perderam leitores e credibilidade&#8221;. A novidade mesmo foi a de que uma discussão como essa aconteça na redação com o amadurecimento demonstrado no momento.<span id="more-413"></span></p>
<p>Hess relacionou algumas reações de jornais para se adaptarem a linguagem do ambiente online</p>
<blockquote><p>- integração da redação</p>
<p>- material multimídia</p>
<p>- disseminação de blogs (<em>vide o caso de O Globo</em>)</p>
<p>- propagação do chamado jornalismo cidadão</p>
<p>- hiperlocalismo: o que daria mais direcionamento nas reportagens e conteúdos exclusivos</p></blockquote>
<p>O jornalista deixa então de exercer o papel messiânico do único provedor de informação. O leitor agora também quer interferir no conteúdo. O link <strong>Editar</strong> das plataformas wikis é bem paradigmático nesse sentido.</p>
<p>Hess comentou que o momento indica o jornalista muito mais relacionado a desempenhar o papel de organizador de conteúdos, o <strong>jornalismo cartógrafo</strong>, do que o de ser porta-voz do verdade. Ele fez referência ao livro norte-americano <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/al190820036.htm" target="_blank"><em>Elementos do Jornalismo</em></a> para fundamentar essa idéia de cartografia. A coordenadora do seminário, Marcilene Forechi, em um exemplo de valorização da prata da casa, lembrou que a latinidade também desenvolveu esse conceito. Ela disse que o pesquisador colombiano Jesús Matin-Barbero tem um livro intitulado <em><strong>O Ofício de Cartografo</strong></em> [travessias latinoamericanas de comunicação na cultura].</p>
<p align="center"><strong><em>Missão &#8211; chegar a Samoa</em></strong></p>
<p>Quer fazer turismo em Samoa? Mais modesto, dia desses fiquei muito empolgado quando conheci, via Google Earth, a cidade de Santiago (Chile). A catedral de Brasília então&#8230; finalmente me pareceu mais real.</p>
<p><a href="http://fabiomalini.wordpress.com/" target="_blank">Fábio Malini</a>, professor de jornalismo online na Ufes, usou o exemplo de se fazer turismo <em>nessa terra de ninguém</em> para destacar o fato de que agora existe um circuito de informação completamente renovado.</p>
<p>Vc sabe alguma coisa desse país?</p>
<p><strong>Então acesse</strong></p>
<p><a href="http://www.kayak.com/" target="_blank">Kayak</a> &#8211; onde é possível digitar o lugar de partida e para onde se pretende ir. O site disponibiliza todas as informações para se chegar a qualquer local do mundo. Custos com passagens, hospedagens (&#8230;) a serem pagos durante o percurso da viagem.</p>
<p><a href="http://wikitravel.org/pt/Samoa" target="_blank">Wikitravel</a> &#8211; plataforma de imagens e informações turísticas</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/search/?q=samoa" target="_blank">Flickr</a> &#8211; imagens aletórias do local</p>
<p><a title="Samoa_Honeymoon_0043" href="http://www.flickr.com/photos/aidanwinny/36158953/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/31/36158953_7edf237f10_m.jpg" alt="Samoa_Honeymoon_0043" width="240" height="160" /></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/results?search_query=american+samoa" target="_blank">Youtube</a> &#8211; produções audiovisuais sobre Samoa</p>
<p><a href="http://www.technorati.com/search/samoa" target="_blank">Technorati</a> &#8211; o que foi publicado pelos blogs sobre Samoa</p>
<p>Em referência ao tema que motivou o debate, Malini apontou que o leitor trabalha com uma dimensão ética diferente da do jornalista. &#8220;O <strong>conhecimento pela experiência</strong>, rico em subjetividade, é o que valoriza o conteúdo de um blog.&#8221;</p>
<p>Fiel ao seu estilo, digamos, <em>contra moralismo</em>, ele acrescentou que o jornalista clássico age muito por uma lógica <strong>moral, determinado<em> a priori</em>.</strong> Tal modo de agir não conseguiria responder pelas multiplicidades de circunstâncias com as quais o cotidiano do jornalismo impõe.</p>
<p>O exemplo citado foi o caso da <strong>exibição do enforcamento de Sadam Hussein</strong>. Enquanto a <strong>CNN</strong> exibiu o vídeo até o momento em que a corda era colocada no pescoço, vários <strong>blogs</strong> não se fizeram de rogados em exibir o enforcamento na íntegra. E aí? O que a moral, ou ética, sei lá, tem a dizer sobre isso. O que e por que determina essas duas formas de agir? &#8220;Essas duas formas de conhecimento entram em conflito, na medida em que a sociedade também passa a produzir conteúdos&#8221;, conclui Malini &#8211; acesse tb a <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id={68F1ACF1-F87C-47BC-AFD0-4C8F80738C7E}&amp;id_blog=2" target="_blank">postagem</a> <em>O tiroteio na Virginia Tech muda rumos da cobertura jornalística de grandes eventos na era da internet.</em></p>
<p><strong>A propósito &#8211; </strong> O próprio Youtube colocou uma restrição para ver o vídeo de Sadam. Fui acessar e a mensagem que veio foi <em>This video may contain content that is inappropriate for some users, as flagged by YouTube&#8217;s user community. To view this video, please verify you are 18 or older by logging in or signing up</em>. Só tinha visto isso para vídeos com cenas de insinuação de sexo.</p>
<p align="center"><strong><em>Qual ética?</em></strong></p>
<p>A presidente do Sindijornalistas no ES, Suzana Tatagiba, sabiamente, não entrou no mérito da resposta. Ela fez algumas considerações baseadas <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/da010520021.htm" target="_blank">no texto</a> <strong>Uma nova ética para uma nova modernidade</strong> (Bernardo Kucinski) e lembrou que em agosto acontece um seminário para debater e escrever um novo código de ética do jornalismo. O que temos agora já conta com <em>pesados</em> 20 anos. Logo, logo posto novidades por aqui.</p>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<p><a href="http://fabiomalini.files.wordpress.com/2007/03/capitulo-v.pdf" target="_blank">1.</a> A opinião distribuída entre os blogs; <a href="http://fabiomalini.files.wordpress.com/2007/03/intervalo-iii.pdf" target="_blank">2.</a> Blogs e as eleições brasileiras em 2006, por Fábio Malini</p>
<p><a href="http://www.atinachile.cl/content/view/31816/Mapa_Visual_de_la_Web_2_0.html" target="_blank">3.</a> Mapa Visual e livro em espanhol sobre Web 2.0</p>
<p><a href="http://polimidia.wordpress.com/tag/web-20/" target="_blank">4.</a> Tag <em>Web 2.0</em> do daqui do blog</p>
<p><a href="http://www.atinachile.cl/content/view/32395/Documentos_de_estudio_Que_es_la_Web_2_0.html" target="_blank">5.</a> Documentos de estudio: ¿Qué es la Web 2.0?</p>
<p><a href="http://www.atinachile.cl/content/view/32395"><img src="http://bligoo.com/media/users/0/10433/images/queeslaweb.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id={D85E3FE9-F76D-4E54-8E8B-4A7B13D26D00}&amp;id_blog=2" target="_blank">6.</a> <em>Mas afinal, o jornalismo de qualidade tem alternativas?</em> &#8211; do blog Código Aberto</p>
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		<title>se faça ouvir X as musas dos políticos</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2005 15:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os professores falam que o jornalismo deve promover a cidadania. Que os jornais devem agir não segundo o interesse dopúblico, mas pelo interesse público – mesmo que seja difícil identificar qual seja esse interesse e que se torne cada vez mais questionável para onde apontar quando se fala em interesse coletivo. Não que o jornalista seja [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/se-faca-ouvir-x-as-musas-dos-politicos/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
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<p>Os professores falam que o jornalismo deve promover a cidadania. Que os jornais devem agir não segundo o interesse <em>do</em>público, mas pelo interesse público – mesmo que seja difícil identificar qual seja esse interesse e que se torne cada vez mais questionável para onde apontar quando se fala em interesse coletivo.</p>
<p>Não que o jornalista seja alguém puro e um emissário da verdade e o que ele escreva represente a realidade – a leitura de um mesmo fato em veículos diferentes mostra o quanto uma mesma notícia pode receber várias versões, ou mesmo, em um extremo, ser uma outra coisa.</p>
<p>Mas, partindo do princípio de que a informação é o elemento fundador da nossa cultura, a partir da qual a pessoa constitui as suas verdades e valores para viver e se posicionar no mundo, é lamentável vê que tipo de informação circula em boa parte da imprensa, em que longe de promover a cidadania e de buscar o interesse coletivo, o que se vê é o culto a celebridades,futilidades e no lugar de debates, futricas políticas.</p>
<p>O que eu pretendo enfim, é comparar brevemente as duas matérias trazidas pela editoria de política dos jornais A Gazeta e A Tribuna no último domingo. Não quero dizer qual é o melhor. A intenção é apenas comparar as duas editorias em um dia específico.</p>
<p>*</p>
<p>O jornal A Gazeta traz a seguinte informação de política na capa<br />
<strong>Como fazer a prefeitura resolver seus problemas</strong><br />
<em>Cidadãos buscam órgãos das prefeituras para resolver suas dificuldades</em><br />
“Reclamações de falta de vaga em escolas, buracos nas ruas, obras irregulares e melhorias na iluminação pública são algumas das demandas das prefeituras de Vitória, Vila Velha e Serra. Quem já acionou esses órgãos e teve a solicitacão atendida acaba recorrendo ao serviço mais vezes, beneficiando até a comunidade.”</p>
<p>O jornal destaca os meios que a população pode usar para se comunicar com o poder público e mostra também casos de pessoas que fizeram suas reclamações e conseguiram o que reivindicavam. Penso que esse pode ser um bom exemplo de reportagem que aborda o interesse público, principalmente se comparada à matéria que A Tribuna trouxe em sua capa no mesmo dia.</p>
<p>*<br />
<strong>As musas dos políticos no Estado</strong><br />
A reportagem que ocupa as páginas 36 e 37 diz<br />
<strong>Musas dos políticos</strong><br />
<strong>As mulheres que provocam suspiros nos palácios dogoverno do Estado e da Assembléia Legislativa</strong></p>
<p>“&#8230; A reportagem de A Tribuna ouviu políticos e assessores para descobrir quem são as mulheres mais bonitas dos palácios da Fonte Grande e Domingos Martins – sedes do governo do Estado e da Assembléia Legislativa, respectivamente.</p>
<p>Na Assembléia, quem deixa os marmanjos boquiabertos ede queixo caído são&#8230;&#8230;</p>
<p>As musas capixabas não condenam a atitude da jornalista Camila Amaral, musa das CPIs que pousou nua para a Playboy, mas descartam a possibilidade de fazer o mesmo, para tristeza dos admiradores de plantão.”</p>
<p>**</p>
<p>É uma pena que a única maneira que o jornal encontrou para aproximar o leitor da “chata política” seja apurar qual pessoa é mais assediada e lamentar que ela não esteja interessada em tirar a roupa.</p>
<p>Gosto de charges e quadrinhos e achei que ficaria bem terminar esse texto com o quadrinho do Gervázio (o cara que vive apanhando da mulher).</p>
<p><strong>Rimas pobres</strong><br />
celebridades analfabetas<br />
fazem as capas das revistas<br />
onde fofoca se chama notícia<br />
e fofoqueiros são jornalistas&#8230;</p>
<p>a cultura desinteressa<br />
não apresenta um bom caldo<br />
como a perereca no mês ou a ex do craque Ronaldo</p>
</div>
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		<title>e se o jornalismo parasse</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2005 14:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[boatos]]></category>
		<category><![CDATA[comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[instituições]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Metodista]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Nova de Lisboa]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando em julho tivemos uma greve de ônibus em Vitória, pensei em como seria o nosso cotidiano se a imprensa entrasse em greve. Em um primeiro momento, só tentei imaginar essa greve quanto à mídia impressa e só quando alguns professores responderam a minha pergunta, é que fui me dar conta realmente da quantidade de [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/e-se-o-jornalismo-parasse/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
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<p>Quando em julho tivemos uma greve de ônibus em Vitória, pensei em como seria o nosso cotidiano se a imprensa entrasse em greve.</p>
<p>Em um primeiro momento, só tentei imaginar essa greve quanto à mídia impressa e só quando alguns professores responderam a minha pergunta, é que fui me dar conta realmente da quantidade de importância que o jornal impresso perdeu diante da mídia eletrônica.</p>
<p><strong>*</strong><br />
Creio que se só os jornais impressos parassem, não haveria um grande transtorno, pois a sociedade está encontrando outros meios de se informar. As tiragens dos impressos tem caído cinco por cento ao ano, e nem por isso a sociedade se abala isso porque têm o rádio, a Tv e a internet. No recente crack da Argentina, os jornais quase pararam de vender, mas a audiência do rádio explodiu.</p>
<p>O problema é se tivéssemos uma greve dos jornalistas de todos os meios, ou seja, se a sociedade passasse alguns dias sem o jornalismo. Provavelmente viveríamos uma sensação de grande insegurança, a boataria seria incontrolável, e as instituições ficariam ameaçadas.</p>
<p>Mas se a greve se prolongasse surgiriam novas formas de informação, quer a partir de empreendedores oportunistas, quer através dos movimentos sociais e das próprias instituições (as habituais fontes jornalísticas), que desenvolveriam formas de se comunicar diretamente com a população. E aí, o jornalismo é que teria que provar a sua necessidade e reencontrar o seu espaço, provavelmente exercendo o seu papel com mais qualidade do que tem feito hoje - Eduardo Meditsch, doutor em comunicação pela Universidade Nova de Lisboa</p>
<p><strong>*****</strong></p>
<p>Trata-se de um assunto um tanto complexo, mas vamos lá: como já sentenciou o prof. José Marques de Melo, a comunicação é a base da vida em sociedade. Na atualidade, essa afirmação tem ainda mais sentido: a &#8220;informação&#8221; é a principal &#8220;moeda&#8221; de todos os sistemas sociais.</p>
<p>Imagina, por exemplo, que a Embraer feche um contrado de x milhões de dólares e isso não é comunicado ao mercado? O que aconteceria com as bolsas, que são movimentadas por informações e especulações? Um caos total! Decisões políticas importantes, que igualmente não fossem comunicadas? Isso eclodiria uma reação em cadeia, causando sérios prejuízos em âmbito internacional (já que estamos ligados à imensa corrente da chamada globalização).</p>
<p>Não. Não podemos viver sem informação, sem o trabalho do jornalismo diário&#8230; hoje. Digo mais, sem o jornalismo online, em tempo real. A sociedade caminha juntamente com os avanços na área da comunicação e os sistemas de comunicação se desenvolvem de acordo com as demandas da sociedade. Ambas fazem parte de uma mesma engrenagem: se uma parar, a outra fatalmente deixa de existir. - Leticia da Costa, doutoranda em comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo</p>
<p><strong>*****</strong></p>
<p><strong></strong>Alguns não quiseram responder e falaram que abordar uma situação como essa é um vazio exercício de futurologia. Então resolvi publicar os comentários que recebi quando li esse texto no <a href="http://www.comunique-se.com.br/">comunique-se</a>, mas não havia maiores desdobramentos:Uma greve de 48 horas decidida pelo sindicato de jornalistas italianos (FNSI), em defesa dos salários e da convenção da profissão, deixou ontem a Itália praticamente sem jornais. Os jornalistas que trabalham para os jornais começaram a greve na sexta-feira(30/09), impedindo a impressão das edições de sábado e domingo.</p>
<p>A greve também afetou as agências de notícia queinterromperam as transmissões na sexta-feira às 7h (2h no horário de Brasília) e só retornaram domingo à 7h. Os jornalistas das rádios e das redes de TV italianas, locais ou nacionais, farão greve de 48 horas a partir da próxima sexta-feira (07/10).</p>
</div>
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		<title>uma prova…</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/uma-prova/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2005 16:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[ufes]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[prova]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o blog é diário, temos que encontrar soluções miraculosas para o post nosso de cada dia&#8230; Tivemos uma prova sobre comunicação, suas implicações na sociedade contemporânea e, claro, políticas. Eu, Gabriely Sant&#8217;Ana, serei a primeira a transcrever. Leia a vontade e faça seu comentário. P.S: se acertar a nota que eu tirei, ganha um [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/uma-prova/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
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<p>Como o blog é diário, temos que encontrar soluções miraculosas para o post nosso de cada dia&#8230; Tivemos uma prova sobre comunicação, suas implicações na sociedade contemporânea e, claro, políticas.</p>
<p>Eu, Gabriely Sant&#8217;Ana, serei a primeira a transcrever.</p>
<p>Leia a vontade e faça seu comentário.</p>
<p>P.S: se acertar a nota que eu tirei, ganha um doce!</p>
<p>A sociedade contemporânea esta fundamentada no paradigma informacional e na perda de valores fechados, como verdade e justiça. Estamos em meio a um turbilhão de notícias, disponíveis em diversos âmbitos comunicacionais (impresso, TV, rádio e internet) que nos ensinam nossa forma de agir, pensar e nos comunicar com outros sujeitos sociais.</p>
<p>Com o Liberalismo Econômico, houve uma falência gradual do poder do Estado e com o surgimento da Indústria Cultural, uma padronização de comportamentos, embora estejam claramente segmentados no que chamamos tribos. A desacreditação na política e no coletivo deu espaço a uma cultura do individualismo e do consumo. Antes, era tudo baseado na proibição (pela família, igreja, escola, fábrica, polícia) e agora está na liberação e na fruição dos prazeres que este novo modo de vida oferece. Consumir é a lei e os que não conseguem cumpri-la estarão fadados ao roubo ou a completa exclusão social.</p>
<p>A publicidade cumpre este papel ao constantemente apresentar novos produtos que irão fazer o indivíduo mais feliz, realizado e livre, se efetuar a compra. O produto vem revestido de toda imagem e sentido que construirá o estilo de ser daquela pessoa. Mas o jornalismo também contribui ao apresentar os fatos e acontecimentos de forma “imparcial e com isenção”, quando na esmagadora maioria das vezes está a serviço da elite neoliberal, e informa de maneira a fazer com que o receptor não vincule o que ocorre em sua volta para assim transformá-la. As opiniões subliminares presentes nos meios de comunicação de massa difundem os valores individualistas e a apatia quanto à política e à reflexão do que está acontecendo.</p>
<p>E assim caminha a massa amorfa, que compra desesperadamente e só assiste o Jornal Nacional porque serve de intervalo entre as novelas, que são a sua anestesia diária dos sofrimentos e angústias do dia-a-dia.</p>
</div>
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