<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; internet</title>
	<atom:link href="http://polimidia.blog.br/tag/internet/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://polimidia.blog.br</link>
	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Apr 2012 03:31:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.2</generator>
		<item>
		<title>Pesquisa: Como vereadores de São Paulo interagem na internet</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pesquisa-como-vereadores-de-sao-paulo-interagem-na-internet/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/pesquisa-como-vereadores-de-sao-paulo-interagem-na-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 18:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>
		<category><![CDATA[Vereadores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1385</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada a Medialogue Digital apresentou uma pesquisa sobre como os vereadores de São Paulo usam a internet e as mídias sociais para interagir com a sociedade. O material contém muita informação sobre uso de sites de redes sociais, site e emails de contato dos políticos. “Observamos que já existe uma nova forma de fazer política, com [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/pesquisa-como-vereadores-de-sao-paulo-interagem-na-internet/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada a Medialogue Digital apresentou uma pesquisa sobre como os vereadores de São Paulo usam a internet e as mídias sociais para interagir com a sociedade. O material contém muita informação sobre uso de sites de redes sociais, site e emails de contato dos políticos.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/vereadoresp.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1389" title="vereadoresp" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/vereadoresp.jpg" alt="" width="315" height="445" /></a></p>
<p>“Observamos que já existe uma nova forma de fazer política, com mais transparência e mais envolvimento do eleitor”, diz Alexandre Secco, diretor da Medialogue. A pesquisa mostra que tipos de mídias digitais estão em uso e, sobretudo, analisa como estão sendo usadas para estreitar o relacionamento entre a população e seus representantes. Um dos objetivos do trabalho é reunir os melhores exemplos e estimular que sejam copiados e seguidos por mais políticos. O relatório está dividido em seis capítulos, 25 gráficos e mais de 65 tabelas.</p>
<p>Confira a <a href="http://issuu.com/medialogue/docs/politico_20_vereadores_sp_small3">íntegra</a> da pesquisa.</p>
<p>Via <a href="http://ninasantos.com.br/mundoutro/2011/10/politica-2-0-como-estao-os-vereadores-de-sp-na-web/">blog</a> da Nina Santos</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/pesquisa-como-vereadores-de-sao-paulo-interagem-na-internet//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Presidente do Google BR participa de palestra no Estado</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/presidente-do-google-br-participa-de-palestra-no-estado/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/presidente-do-google-br-participa-de-palestra-no-estado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Coelho]]></category>
		<category><![CDATA[Gazeta]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noblat]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1369</guid>
		<description><![CDATA[Nomes que sedestacam na web nacional estarão no Espírito Santo neste mês para debater sobre os impactos da internet &#8211; &#8220;na tecnologia e negócios, sociedade, e na comunicação e debater os novos desafios desse meio&#8221;. As palestras serão em três datas diferentes e contarão com a presença do CEO do Google/BR, Fábio Coelho; o colunista de [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/presidente-do-google-br-participa-de-palestra-no-estado/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nomes que sedestacam na web nacional estarão no Espírito Santo neste mês para debater sobre os impactos da internet &#8211; &#8220;na tecnologia e negócios, sociedade, e na comunicação e debater os novos desafios desse meio&#8221;. As palestras serão em três datas diferentes e contarão com a presença do CEO do Google/BR, Fábio Coelho; o colunista de O Globo e CBN, Ricardo Noblat; o diretor da IBM/BR, Mauro Segura; a diretora do Now!Digital, Cristina De Luca; e André Passamani, sócio  da colmeia.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1370" style="margin: 7px;" title="googlebrfabiocoelho" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/googlebrfabiocoelho.jpg" alt="" width="451" height="160" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inscreva-se e confira mais informações no <a href="http://gazetaonline.globo.com/src/webemdestaque/">site da Gazeta</a>, organizadora da série de palestras.</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/presidente-do-google-br-participa-de-palestra-no-estado//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Governos usam a mídia digital para estratégias de contra-insurgência&#8221;</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/governos-usam-a-midia-digital-para-estrategias-de-contra-insurgencia/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/governos-usam-a-midia-digital-para-estrategias-de-contra-insurgencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 15:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[mundo afora]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[oriente médio]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[revoltas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1357</guid>
		<description><![CDATA[A Folha publica hoje entrevista com o especialista em comunicação Philip Howard. Ele é professor da Universidade de Washington e conduziu o primeiro estudo quantitativo abrangente sobre o uso de mídia digital nas revoltas de que foi palco o Oriente Médio e o Norte da África neste ano. Foi feita análise de mais de 3 [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/governos-usam-a-midia-digital-para-estrategias-de-contra-insurgencia/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha publica hoje entrevista com o especialista em comunicação <a href="http://faculty.washington.edu/pnhoward/">Philip Howard</a>. Ele é professor da Universidade de Washington e conduziu o primeiro estudo quantitativo abrangente sobre o uso de mídia digital nas revoltas de que foi palco o Oriente Médio e o Norte da África neste ano. Foi feita análise de mais de 3 milhões de tuítes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/economistchina.jpg"><img class="size-full wp-image-1358 aligncenter" style="margin: 7px;" title="economistchina" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/economistchina.jpg" alt="" width="476" height="268" /></a></p>
<p>Dentre outras questões ele lembra que os governos não estão tão alheios assim sobre como funciona as mídias sociais. Vem aumentando a sofistificação dos, digamos assim, agentes infiltrados. Segue trechos da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/977486-redes-sociais-pegaram-ditadores-desprevenidos-diz-especialista.shtml">entrevista</a>.</p>
<blockquote><p><strong>Você afirma que o governo no Egito começou a usar as redes sociais para antecipar o próximo passo dos manifestantes. Examinando os dados usados no estudo, vocês acharam algum sinal de contrapropaganda dos regimes?</strong></p>
<p>Boa questão. Os governos de fato usam a mídia digital para estratégias de contra-insurgência. É por isso também que eu não falo de Revolução do Twitter ou Revolução do Facebook.</p>
<p>Embora essas tecnologias tenham sido importantes neste ano, cinco anos atrás eram SMS e blogs que pegavam os ditadores desprevenidos, e no ano que vem pode ser outra coisa.</p>
<p>Sabemos, por nossos estudos em campo, que governos como o da Síria e o do Irã usam identidades falsas para convocar protestos em um dado lugar e hora e prender todo mundo que aparece.</p>
<p><strong>É difícil não se empolgar com o que aconteceu na Tunísia e no Egito, mas a taxa de penetração da Internet nos dois países é muito baixa, embora eles tenham comunidades on-line bastante sofisticadas. Você vê algum risco de o uso político das redes sociais amplificar só a voz de uma elite intelectual?</strong></p>
<p>Isso já é mais difícil de responder, porque eu acho que, em parte, foi a elite intelectual que cansou de um regime autoritário, de suas mentiras e da falta de oportunidades econômicas.</p>
<p>Pode ser que, como os usuários da internet são normalmente de classe mais alta, gente mais educada, que suas opiniões sejam mais liberais do que a da maioria dos egípcios.</p>
<p>Pode ser que haja um sentimento pró-islã mais forte entre a população offline, e se os liberais antenados dominarem o debate político, sim, será em detrimento dos conservadores islâmicos.</p></blockquote>
<p>A imagem é de uma <a href="http://www.economist.com/node/21528664">matéria da Economist</a>: China’s evolving foreign policy. The Libyan dilemma. A rising power starts to knock against the limits of its hallowed “non-interference”</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/governos-usam-a-midia-digital-para-estrategias-de-contra-insurgencia//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mídias Sociais e Eleições 2010: Falta marco regulatório para a internet no Brasil</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/midias-sociais-e-eleicoes-2010-falta-marco-regulatorio-para-a-internet-no-brasil/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/midias-sociais-e-eleicoes-2010-falta-marco-regulatorio-para-a-internet-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 May 2011 20:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Azeredo]]></category>
		<category><![CDATA[marco regulatório]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1333</guid>
		<description><![CDATA[Comecei a ler o livro organizado pela PaperCliq &#8220;Mídias sociais e Eleições 2010&#8243;. Como participante de uma campanha eleitoral justamente nesta área, o assunto bem me interessa. Depois vejo se tem alguma coisa para pontuar por aqui. A preocupação dos primeiros autores é a falta de uma legislação específica para a internet. &#8220;O uso da [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/midias-sociais-e-eleicoes-2010-falta-marco-regulatorio-para-a-internet-no-brasil/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/ebookpapercliq.png"><img class="alignleft size-full wp-image-1334" style="margin: 7px;" title="ebookpapercliq" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/ebookpapercliq.png" alt="" width="214" height="272" /></a>Comecei a ler o <a href="http://www.papercliq.com.br/ebook-midias-sociais-e-eleicoes-2010/" target="_blank">livro</a> organizado pela PaperCliq &#8220;Mídias sociais e Eleições 2010&#8243;. Como <a href="http://www.linkedin.com/in/ezvieira" target="_blank">participante</a> de uma campanha eleitoral justamente nesta área, o assunto bem me interessa. Depois vejo se tem alguma coisa para pontuar por aqui. A preocupação dos primeiros autores é a falta de uma legislação específica para a internet.</p>
<p>&#8220;<em>O uso da internet na disseminação da informação teve no anonimato o seu pior e mais perverso aspecto. Nesse sentido, alinho-me a Arthur Schopenhauer, que dizia que o anonimato serve para tirar a responsabilidade daquele que não pode defender o que afirma. O anonimato na internet é um grave problema que termina por minar a própria credibilidade do meio. No futuro, vejo a credibilidade das redes sociais sendo avaliadas por seu grau de transparência.</em>&#8221;</p>
<p>Se aqui se pontua a questão da segurança, mais à frente se destaca a qualidade do acesso brasileiro à internet. Conexão ruim e baixa alcance em relação à população total são dois dos fatores fundamentais.</p>
<p>Também por isso a atuação dos políticos daqui estaria mais limitada sob  certos aspectos se comparada com a clássica campanha de Obama.  É claro que a questão não explica tudo mas ajuda a trazer mais lucidez para tratar o assunto. Choque de realidade. Sonha-se a repetição de um clássico, mas as condições para que isso aconteça não são as mesmas.  E isso técnica e culturalmente, aponta a autora de &#8220;A influência da campanha de Obama nas Eleições 2010&#8243;. No mesmo ebook alguém lembra o caso do Amapá.</p>
<p>No estado foi minguada a implantação da campanha virtual para o cargo de governador. Isso ocorreu, pois, entre outras coisas, por lá não há conexão por banda larga, o que torna pouco atrativo passar o dia brigando com a lentidão do velho modem discado.</p>
<p>Por isso tirei do baú um texto meu publicado em julho de 2009. Escrevi sobre um debate na Assembleia Legislativa do ES que discutia a necessidade de se criar um marco regulatório para a internet no Brasil. Fala-se muito sobre criminalizações mas nem tanto sobre <a title="Post - Inclusão digital sem aumento de banda larga é discurso vazio" href="http://polimidia.blog.br/inclusao-digital-sem-aumento-de-banda-larga-e-discurso-vazio" target="_self">direito e qualidade de acesso</a>.  Confira a matéria.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Congresso está atrasado em relação à sociedade, afirma deputada</span></strong></p>
<p><strong><em>Essa foi a avaliação da deputada federal Iriny Lopes (PT) durante Ato Público na Assembleia Legislativa para criticar projeto de lei de controle à internet do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), além de outros projetos que tramitam pelo Congresso Nacional</em></strong></p>
<p>O engenheiro aposentado Fernando Guerra, 59, desde 2000 mantém um bar em Jardim Camburi, Vitória. A satisfação dos frequentadores do local foi ainda maior quanto há um ano Fernando passou a oferecer uma rede sem fio de acesso à internet. O movimento nos finais de semana cresceu em 40% e se tornou bem mais regular nos outros dias da semana. O cálculo que o ex-engenheiro faz agora é se ainda compensará oferecer essa rede aberta.</p>
<p>“Não tenho condições de armazenar as informações de acesso de cada uma das pessoas que se conectam à rede daqui. Ainda mais por três anos. Também é impensável essa multa de até R$ 100 mil a cada requisição de informações pela Justiça. Não sei o que fazer”, desabafa Fernando.</p>
<p>Essa história não é verídica.  Mas é verossímil. E uma exemplificação como essa foi usada no <a href="http://infovix.net/revista/24/06/2009/ato-publico-na-assembleia-debate-lei-de-controle-a-internet/">Ato Público na Assembleia Legislativa</a> na sexta-feira passada para argumentar contra a chamada Lei Azeredo. Dentre as avaliações dos que compuseram a mesa de debate, a aprovação do atual <a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/588033.pdf" target="_blank">projeto de Lei de Crimes na Internet</a> impossibilitaria todas as formas de inclusão digital e de empreendorismo, como no caso do fictício Fernando Guerra da abertura da matéria.</p>
<p>O ato público teve como debatedores o professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo <a href="http://fabiomalini.wordpress.com/" target="_blank">Fábio Malini</a>, Oona Castro do <a href="http://www.intervozes.org.br/" target="_blank">Intervozes</a> e  a deputada federal Iriny Lopes (PT). A mediação foi feita pelo deputado estadual Claudio Vereza (PT). Também esteve presente a secretária de Comunicação da Prefeitura de Vitória, Ruth Reis.</p>
<p><strong>Direito à comunicação digital</strong></p>
<p>Oona Castro disse que a redação da Lei Azeredo sempre se pautou por um debate moral ao tentar criminalizar ações na internet. Nessa questão estaria o combate à pedofilia. “Mas não são os representantes desses movimentos de proteção à criança e ao adolescente não são os principais defensores da aprovação desse projeto. A proposta foi apresentada sob o argumento de combate à pedofilia, mas a intenção, na verdade, é proteger operações bancárias”, afirmou Oona.</p>
<p>Segundo ela, os bancos poderiam resolver esse problema por meio da assinatura digital, mas cujo uso seria caro. Resolve-se então transferir para o usuário a responsabilidade de se oferecer segurança nas transações bancárias.</p>
<p>Para a representante do Intervozes, uma as alternativas à Lei Azeredo seria propor uma lei específica para crimes bancários. Uma outra questão defendida é criação de um marco civil para a internet que trate dos direitos do cidadão à comunicação digital. A violação deles poderia levar à criminalização.</p>
<p>“Além de os crimes previstos na Lei Azeredo serem denonimados de uma forma ampla e vaga, ela não crime um marco legal. Deve ser esclarecido o que é um dispositivo de comunicação e o que criar um código malicioso”, disse. “Caso contrário, a redação da proposta vai dar margem a interpretações que proíbam condutas comuns de internautas, como a transferência de músicas de um CD para o Ipod, para uso pessoal, por exemplo”, completou Oona.</p>
<p>Ela avaliou ainda que a inclusão digital ainda é pensada mais em relação a telecentros do que no que diz respeito a um aumento do pacote de banda larga. As periferias contariam com acesso à banda larga praticamente nas mesmas condições do que o acesso discado. Também não haveria, segundo Oona, direitos para que o internauta reclame das falhas de conexões das atuais ofertas de redes sem fio que operadoras e provedores oferecem.</p>
<p><strong>Atraso</strong></p>
<p>Segundo a deputada federal Iriny Lopes (PT-ES), o Congresso Nacional progrediu em muitos aspectos nos últimos anos, mas agora está regredindo ao acatar uma proposta desta natureza.</p>
<p>“Avançamos, mas parece que agora o Congresso passou a querer aprovar aspectos antidemocráticos, que vão de encontro aos direitos adquiridos. Acho que o Congresso está atrasado e que a solução é uma reforma política”, analisa.</p>
<p>“Os projetos que temos parecem sempre caminhar no sentido da perda de direitos, mesmo que eles ainda não estivessem consagrados em lei. A Congresso está muito atrasado em relação à sociedade em geral. A Lei Azeredo propõe uma penalização mais alta do que crimes similares previstos no Código Penal Brasileiro”, criticou a deputada.</p>
<p>”A pena prevista para o acesso não autorizado é de um a três anos de prisão, completamente desproporcional aos demais artigos do Código Penal. Compare-a, por exemplo, com a pena da violação de domicílio que é de 1 a 3 meses. O legislador pune com muito maior rigor a violação de um computador que a violação de um domicílio”, <a href="http://tuliovianna.wordpress.com/2009/05/17/o-que-ha-de-errado-com-o-projeto-azeredo/" target="_blank">explicou em seu blogue</a> o Professor de Direito Penal e advogado com atuação na área de Direito Informático Túlio Viana na lista de motivos para se opor à Lei Azeredo.</p>
<p>Para Fábio Malini o projeto de lei contém vários pontos conflituosos. Contudo o destaque foi especificamente para dois artigos, o 285-B e o 22, apontado como “o mais terrível de todos”.</p>
<p>O artigo 22 prevê que provedor de acesso armazene por três anos os dados de endereçamento de origem, hora e data da conexão efetuada. Na prática, isso implicaria inviabilizar a existência de redes wifi abertas, como o caso de projetos de cidades digitais.</p>
<p>O projeto de rede sem fio que cobriria a cidade de Vitória, por exemplo, cuja concretização nem saiu do papel, desde logo já estaria inviabilizado de vez. Nessa mesma situação estariam as redes abertas, as redes mesh, o wi-fi aberto nas praças, hotéis e cafés, além de dificultar a formação e operação dos telecentros, lan houses, pequenos provedores e empresas que dão acesso dos seus funcionários à Internet.</p>
<p>Além de dificultar a inclusão digital o projeto violaria a privacidade dos usuários que passam a ter seus dados de conexão à Internet rastreados pelos provedores de acesso. Isso estaria “em nítida violação ao art.5º, X, da Constituição da República. Além disso, a medida é ineficaz, pois criminosos experientes poderiam usar técnicas para camuflar seus rastros”, afirma o professor Túlio Vianna <a href="http://tuliovianna.wordpress.com/2009/05/17/o-que-ha-de-errado-com-o-projeto-azeredo/" target="_blank">em seu blogue</a>.</p>
<p>Em relação ao artigo 285-B, uma das questões seria a de definir o que se entende por dispositivo de comunicação. Isso porque neste artigo está previsto que é crime “Obter ou transferir, sem autorização ou em desconformidade com autorização do legítimo titular da rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, protegidos por expressa restrição de acesso, dado ou informação neles disponível.”</p>
<p>A atual versão do projeto descreve “dispositivo de comunicação” qualquer meio capaz de processar, armazenar, capturar ou transmitir dados utilizando-se de tecnologias magnéticas, óticas ou qualquer outra tecnologia. Neste caso, podem ser considerados dispositivos de comunicação disco rígido, CD, DVD, pen-drive etc. Se o celular estiver bloqueado pela operadora, por exemplo, não poderá ser desbloqueado sem expressa permissão. CD mesmo comprado que não permite cópia para o computador ou iPod? Mesmo que o indivíduo tenha comprado o disco, será crime.</p>
<p><strong>Modificações nos artigos 285-B e 22?</strong></p>
<p>Em um <a href="http://www.camara.gov.br/internet/chatCP/chatsAnteriores/25_06_2009_sala_8.html" target="_blank">bate-papo online</a> organizado pela Câmara o atual relator do projeto, o deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP), disse que fará modificações nesses dois 285-2 e 22 de maneira que fique mais claro quanto ao que seria os seus reais propósitos.</p>
<p>Segundo o deputado afirmou “a proposta para os provedores guardarem as informações de tráfego da rede em lugar protegido e seguro e só poder liberar essas informações mediante mandado judicial tem exatamente o objetivo de garantir a nossa privacidade, pois hoje esses dados são tratados como informações comerciais para cálculo das contas que devem ser pagas, e não tem sido tratado com os cuidados necessários para assegurar a nossa privacidade. Esse texto também está tendo algumas modificações para assegurar quando se tratar de redes abertas públicas ou projetos de inclusão digital não terem essa obrigatoriedade”.</p>
<p>Sobre a brecha de se crimaninalizar quem destravar CD ou DVD para copiá-los, Semeghini alega que “Em hipótese alguma, isso irá ocorrer. Nós estamos alterando as previsões que poderiam eventualmente gerar este tipo de dúvida. Sendo assim, iremos deixar as disposições muito claras, que não reste dúvida que esta conduta de desbloquear telefone ou baixar músicas, ou destravar CD não serão em hipótese alguma criminalizadas, não é este o objetivo do projeto. O nosso objetivo é proteger o computador e as informações dos cidadãos, impedindo a ação de hackers e crakers”.</p>
<p><strong>Lobby da Aliança Internacional de Propriedade Intelectual</strong></p>
<p>Fábio Malini e Oona Castro duvidaram das afirmações do deputado. No ano de 2000, José Semeghini foi premiado com o “Prêmio Cyber Campeão” pela proteção do copyright no Brasil. Eles também se referiram ao fato de a Aliança Internacional de Propriedade Intelectual dizer claramente que fazem lobby para aprovar a Lei Azeredo. Esse é <a href="http://www.iipa.com/rbc/2009/2009SPEC301BRAZIL.pdf" target="_blank">trecho do texto</a> publicado no site da Aliança Internacional de Propriedade Intelectual:</p>
<p>Below is a summary of various bills pending in Brazil that are of particular interest to the copyright industries. (…) Cybercrime Bill (Bill 89/2003): BSA reports that Bill 89/2003 advanced last year and was approved by the Senate, but is still under consideration by the Chamber, and this bill is expected to pass in 2009. This bill amends the Penal Code to create criminal sanctions for Internet crimes, such as child pornography, invasion of privacy, identify theft, and the like. There also is a provision which establishes that ISPs shall only provide information regarding users to authorities with a judicial request; MPA is lobbying to have this particular proposal modified in order to allow ISPs to provide users’ information through a court order and not only to police authorities and prosecutors.</p>
<p><strong>Briga de carroceiros</strong></p>
<p>Segundo o deputado Cláudio Vereza (PT), todas as iniciativas de acesso à comunicação são, de alguma forma, reprimidas. “Não sou especializado neste assunto, embora tenha me formado em Jornalismo. Estamos vivendo um período em que a WEB oferece ótimas possibilidades, permitindo ao cidadão se comunicar livremente, mas sempre há uma iniciativa que visa a repressão”, afirma. O deputado comparou as ações que visam controlar a Internet com o medo que os carroceiros londrinos tiveram com a chegada dos primeiros automóveis.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Deputados capixabas</strong></p>
<p>A nove dias do Ato Público <a href="http://infovix.net/revista/24/06/2009/ato-publico-na-assembleia-debate-lei-de-controle-a-internet/">foram encaminhados emails</a> aos deputados estaduais pedindo posicionamento em relação à Lei Azeredo. Como já aconteceu em <a href="http://polimidia.blog.br/lei-de-controle-a-internet-em-debate-em-vitoria/" target="_blank">outras solicitações</a> a mensagem foi praticamente ignorada. De 30 deputados apenas Elcio Álvares (DEM) retornou.</p>
<p>Como o Senador Eduardo Azeredo, autor do projeto, entendo que os ilícitos praticados na Internet devem estar submetidos à lei, mas vejo que isto deve ser feito mediante o uso da legislação civil e penal do país, acrescentando-lhes os dispositivos necessários. Não vejo, por isso mesmo, como a sociedade pode se beneficiar com tal projeto. Hoje, os provedores de Internet, empresas de telefonia e outros que oferecem acesso à Internet já têm cadastro de assinantes, aos quais se poderá recorrer em caso de necessidade. Assim, não vejo necessidade nas medidas propostas pelo projeto.</p>
<p>O mesmo pedido de posicionamento foi encaminhado aos deputados na Câmara, onde a Lei Azeredo tramita em caráter de urgência. <a href="http://www2.camara.gov.br/deputados/index.html/loadFrame.html" target="_blank">Dos dez deputados</a>, o único a responder, deputado Manato (PDT), veio com essa resposta.</p>
<p>Ao cumprimentá-lo cordialmente, agradeço a gentileza da mensagem enviada , sou totalmente favoravél ao uso da Internet na globalização. Ainformação on line tem que chegar no politico, precisamos é de mecanismos para combater o abuso. Desde já, coloco-me à disposição de Vossa Senhoria, no sentido, de juntos, buscarmos dar celeridade ao andamento do trabalho.</p>
<p>Retornei com a pergunta se na atual redação do projeto o voto seria pela aprovação ou veto. A resposta está sendo aguardada até agora. A deputada petista Iriny Lopes não respondeu ao email, mas durante o Ato Público na Assembléia se posicionou claramente contra à Lei Azeredo. O mesmo aconteceu em relação ao deputado estadual Cláudio Vereza (PT).</p>
<p><strong>Tramitação</strong></p>
<p>De autoria do ex-deputado Luiz Piauhylino, o PL 84/99 foi aprovado pela Câmara e enviado ao Senado, que o aprovou na forma de substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o devolveu à Câmara. Agora o projeto está sendo analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Mas o PL pode ser votado pelo Plenário a qualquer momento, pois tramita em regime de urgência. Como veio do Senado, o projeto não pode ser modificado. Os deputados podem apenas aceitar ou rejeitar o que foi incluído na proposta pelos senadores.</p>
<p><strong>Outros projetos – cruzada contra o anonimato e compartilhamento</strong></p>
<p>Também foi destacado que o o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) não é o único que tramita no Congresso. O senador capixaba Gerson Camata (PMDB) apresentou em agosto de 2008 um <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/getHTML.asp?t=13748" target="_blank">projeto de lei</a>que obriga estabelecimentos de locação de computadores para acesso à Internet – como cyber cafés e lan houses – a exigir a identificação de seus clientes e a manter essas informações em cadastro próprio pelo prazo mínimo de três anos.</p>
<p>A matéria tramita na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), onde aguarda o recebimento de emendas. O texto também será analisado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde receberá decisão terminativa.</p>
<p>Um <a href="http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=137005" target="_blank">outro projeto</a> é do deputado Bispo Gê Tenuta (DEM-SP). Pela proposta, os provedores de acesso à internet serão responsáveis por identificar os usuários que estejam compartilhando ou oferecendo em páginas da internet arquivos eletrônicos de obras artísticas, literárias ou científicas. E eles mesmos aplicarão as sanções previstas.</p>
<p>O usuário será notificado nas duas primeiras vezes em que for constada a infração. Na segunda e terceira reincidência, o provedor deverá suspender o acesso à internet pelo prazo de três meses e seis meses, respectivamente. Na quarta infração, o usuário terá seu acesso à rede cancelado pelo provedor.</p>
<p>Outros atos públicos contra a Lei Azeredo também aconteceram em Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/midias-sociais-e-eleicoes-2010-falta-marco-regulatorio-para-a-internet-no-brasil//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seminário Politicc: Governo 2.0, Transparência e Segurança da Informação</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/seminario-politicc-governo-2-0-transparencia-e-seguranca-da-informacao/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/seminario-politicc-governo-2-0-transparencia-e-seguranca-da-informacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 22:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
		<category><![CDATA[E-gov]]></category>
		<category><![CDATA[gabinete digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[labic]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Politicc]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1326</guid>
		<description><![CDATA[Na próxima terça-feira (17/05) acontece na Ufes mais uma edição do Seminário Politicc. Desta vez o tema é &#8220;Governo 2.0, Transparência e Segurança da Informação&#8221;. A ideia é tratar sobre conceitos e práticas de produção e gestão de informações públicas adotados pelo Estado com vistas à transparência, à participação popular e ao controle social. Os [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/seminario-politicc-governo-2-0-transparencia-e-seguranca-da-informacao/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima terça-feira (17/05) acontece na Ufes mais uma edição do <a href="http://www.facebook.com/event.php?eid=128525643891368" target="_blank">Seminário Politicc</a>. Desta vez o tema é &#8220;Governo 2.0, Transparência e Segurança da Informação&#8221;. A ideia é tratar sobre conceitos e práticas de produção e gestão de informações públicas adotados pelo Estado com vistas à transparência, à participação popular e ao controle social.</p>
<p>Os convidados são Ewerton Rodrigues, do Gabinete digital do governo gaúcho e Lisia Mendes, da Prefeitura de Vitória. Senti falta de algum representante do Governo do Espírito Santo, que agora tenta estar mais presente na internet depois de um começo tímido, se tomarmos como princípio o assunto do Seminário. Uma destas formas para agora estar presente foi o <a href="http://polimidia.blog.br/ppa-online-do-es-inova-mas-nao-deve-se-confundir-com-e-gov/" target="_self">lançamento</a> na semana passada do PPA Online.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/governador_2_0_tarso_genro.png"><img class="size-full wp-image-1330 aligncenter" style="margin-top: 7px; margin-bottom: 7px;" title="governador_2_0_tarso_genro" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/governador_2_0_tarso_genro.png" alt="" width="461" height="614" /></a></p>
<p>O Seminário acontece às 19h no Auditório do Centro de Artes, Cemuni 4, Ufes.  O acompanhamento também pode ser feito pelo <a href="http://www.labic.net/" target="_blank">site</a> do Laboratório de Internet e Cultura da universidade (Labic). Acompanhe ainda pelo <a href="http://twitter.com/#!/ufeslabic" target="_blank">twitter</a> do laboratório. A experiência de relacionamento na internet da Prefeitura de Vitória e a do Governo do Rio Grande do Sul é <a href="http://thalles.blog.br/2011/02/gabinete-digital-um-exemplo-a-ser-seguido-no-es/" target="_blank">comentada pelo Thalles</a> em seu blog. O <a href="http://somosandando.wordpress.com/2011/05/13/governador-tarso-genro-lanca-gabinete-digital-na-proxima-terca-feira/" target="_blank">lançamento oficial</a> será nesta terça, 24, com transmissão ao vivo pela internet.</p>
<p><strong>Acesse também</strong></p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/ppa-online-do-es-inova-mas-nao-deve-se-confundir-com-e-gov/" target="_blank">05/05/2011</a> &#8211; PPA Online do ES inova mas não deve se confundir com e-gov</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/pe-lanca-cartilha-na-internet-para-controle-cidadao-do-governo/" target="_self">03/05/2011</a> &#8211; PE lança cartilha na internet para controle cidadão do Governo</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/politicos-no-twitter-15-possibilidades-sobre-como-usar/" target="_self">28/04/2011</a> &#8211; Políticos no twitter – 15 possibilidades sobre como usar</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/seminario-politicc-governo-2-0-transparencia-e-seguranca-da-informacao//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Protestos no Egito: Mídias sociais ajudam mas não criam revoluções</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/protestos-no-egito-midias-sociais-ajudam-mas-nao-criam-revolucoes/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/protestos-no-egito-midias-sociais-ajudam-mas-nao-criam-revolucoes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 18:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[mundo afora]]></category>
		<category><![CDATA[egito]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[protestos]]></category>
		<category><![CDATA[revoluções]]></category>
		<category><![CDATA[tunísia]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[wired]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1256</guid>
		<description><![CDATA[Têm-se protestos organizados pela internet? Os da Praça da Paz Celestial foi conhecida como a &#8220;Revolução do Fax&#8221; Essas manifestações na Tunísia, no Iêmen e que agora chegaram ao Egito não se resumem ou se sustentam apenas porque contaram com as mídias sociais como um dos meios de comunicação. Hoje o Jornal Hoje noticiava que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/protestos-no-egito-midias-sociais-ajudam-mas-nao-criam-revolucoes/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Têm-se protestos organizados pela internet? Os da Praça da Paz Celestial foi conhecida como a &#8220;Revolução do Fax&#8221;</strong></p>
<p>Essas manifestações na Tunísia, no Iêmen e que agora chegaram ao Egito não se resumem ou se sustentam apenas porque contaram com as mídias sociais como um dos meios de comunicação. Hoje o Jornal Hoje noticiava que mesmo sem internet e comunicação entre celulares, milhares de pessoas no Egito foram às ruas para protestar. Isso não quer dizer que Twitter e outras mídias sociais não foram usadas como forma de organização.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/egito.jpg"><img class="size-full wp-image-1257 aligncenter" title="egito" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/egito.jpg" alt="" width="461" height="346" /></a></p>
<p>Mas não se pode confundir causas com consequências. Os protestos têm sido contra ditadores que estão no poder por décadas e que não tinham medido esforços contra a própria sociedade para que essa continuidade seguisse em frente. Esse é o combustível para mover o motor dos protestos. Os manifestantes não estão arriscando a vida devido às mídias sociais.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de anos de repressão e ditadura. Revoluções existiram antes do Twitter e Facebook&#8221;, disse o escritor e ativista egípcio Issandr el-Amrani. &#8220;As coisas não são tão simples quanto pode parecer à primeira vista&#8221;.</p>
<p>Apenas 25% do Egito têm acesso a internet. Os protestos têm se disseminado principalmente à moda antiga: por panfletos e agregação espontânea. Muito mais agora com a internet bloqueada.</p>
<p>&#8220;Tenho visto vários pequenos grupos de manifestantes pelas ruas e diversas pessoas que estão espontaneamente se juntando a eles. Em cada casa eles gritam: &#8216;Venham&#8217;&#8221;, disse um especialista em censura no Oriente Médio. &#8220;O que está acontecendo é muito mais do que Twitter e Facebook&#8221;, disse uma fonte que pediu para não ser identificada com medo de represálias.</p>
<p>Claro que as mídias sociais tem parte nesta história. Mas a tecnologia sempre esteve envolvida nas revoluções modernas. &#8220;Nas últimas duas décadas, a maioria das convulsões políticas tiveram alguma ligação com os meios de comunicação &#8220;, disse em uma entrevista de 2002 o cientista político <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Alex+Magno%22+University+of+the+Philippines&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=" target="_blank">Alex Magno</a>, da Universidade das Filipinas.</p>
<p>Mensagens de texto ajudaram a gerar uma revolução nas Filipinas há dez anos. Depois de o presidente filipino ter sido absolvido de um processo de corrupção, <a href="http://www.google.com.br/search?sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=Philippines+President+Estrada+Text-messaging+sms" target="_blank">a sociedade usou</a> mensagens de texto para mostrar sua indignação. Logo as ruas foram tomadas por manifestantes e o então presidente renunciou.</p>
<p>A Revolução do Irã de 1979 esteve intimamente relacionada ao video cassete, lembra Magno. As manifestações na Praça da paz Celestial foram chamadas da &#8220;Revolução do Fax&#8221;. Isso porque devido a ele, o resto do mundo estava mais bem informado sobre o que estava acontecendo do que a população local.</p>
<p>Agora temos o Twitter e o Facebook. Claro que as mídias sociais têm auxiliado na organização das manifestações deste ano na Tunísia, Egito e Iêmen. Muito embora o acesso a internet ser limitado ou mesmo não existir. Pelo menos até ontem à tarde, estima-se que pelo menos 80 mil pessoas confirmaram em uma <a href="https://www.facebook.com/event.php?eid=141531305908212&amp;ref=mf" target="_blank">página do Facebook</a> que poderiam participar dos protestos no Egito.</p>
<p>&#8220;Twitter e Facebook têm ajudado. Mas não estamos descobrindo uma nova realidade por causa da internet. Talvez o resto do mundo sim&#8221;, disse Amrani.</p>
<p>Livremente traduzido a partir do <a href="http://www.wired.com/dangerroom/2011/01/social-media-oppression/" target="_blank">artigo</a> da Wired &#8211; &#8220;What’s Fueling Mideast Protests? It’s More Than Twitter&#8221;.</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/protestos-no-egito-midias-sociais-ajudam-mas-nao-criam-revolucoes//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Twitter tem menos pessoas que o Facebook mas faz mais barulho</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/twitter-tem-menos-pessoas-que-o-facebook-mas-faz-mais-barulho/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/twitter-tem-menos-pessoas-que-o-facebook-mas-faz-mais-barulho/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 00:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Compração]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1224</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo que, pelo menos aqui no Brasil, o Trending Topics também costume estampar jornais, no balanço geral o Facebook tem bem mais pessoas do que o Twitter e ainda conta com maior frequência de visitação. O infográfico abaixo também traz informações para empresas. É fato que mais pessoas seguem empresas no Facebook do que no [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/twitter-tem-menos-pessoas-que-o-facebook-mas-faz-mais-barulho/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo que, pelo menos aqui no Brasil, o Trending Topics também costume estampar jornais, no balanço geral o Facebook tem bem mais pessoas do que o Twitter e ainda conta com maior frequência de visitação. O infográfico abaixo também traz informações para empresas. É fato que mais pessoas seguem empresas no Facebook do que no Twitter. Mas a possibilidade de um seguidor no microblog comprar algum produto seria 18% maior do que um &#8220;curtidor&#8221; no Facebook.</p>
<p>Talvez essa diferença na hora da compra aconteça pelo formato das duas mídias sociais. O &#8220;curtir&#8221; marcas no Facebook não se traduziria em vendas porque por lá as pessoas apenas gostam ou se identificam com uma determinada marca. Ajudam na composição do perfil. Algo como seria no Orkut. De fato, pode ser interessante ver de forma mais sistematizada quais empresas se segue no Twitter e no Facebook, por que se segue em uma conta e não em outra e como essa escolha e acompanhamento se refletiria na hora de ir às compras.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/facebook-vs-twitter-infographic.jpeg"><img class="size-large wp-image-1225 aligncenter" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;" title="facebook-vs-twitter-infographic" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/facebook-vs-twitter-infographic-465x1024.jpg" alt="" width="465" height="1024" /></a></p>
<p>A propósito, o <a href="http://www.businessinsider.com/twitter-destroys-facebook-2010-12" target="_blank">Business Insider publicou</a> o que considera ser os prós e os contras de se anunciar no Facebook e no Twitter. O primeiro teria 78% do tráfego das mídias sociais. O Twitter contaria com apenas 5%. Contudo, mesmo que isso não se signifique que haja vendas, cada link compartilhado no Twitter recebe uma média de 19 cliques, contra três no Facebook.</p>
<p><em>Twitter may have a significantly smaller user-base than Facebook, but it requires less time for actionable exposure, offers more return on investment, and reaches a more specific audience and consumer base. The amount of distraction on Twitter is also far less than the amount of distraction on Facebook, where businesses can end up lost at sea</em>.</p>
<p>Com <a href="http://thenextweb.com/socialmedia/2010/12/20/facebook-vs-twitter-by-the-numbers-infographic/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+TheNextWeb+(The+Next+Web+All+Stories)&amp;utm_content=Google+Reader" target="_blank">The Next Web</a></p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/twitter-tem-menos-pessoas-que-o-facebook-mas-faz-mais-barulho//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Wikileaks é sintoma de uma realidade à qual todos devem se acostumar&#8221;, reconhece pesquisador</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/wikileaks-e-sintoma-de-uma-realidade-a-qual-todos-devem-se-acostumar-reconhece-pesquisador/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/wikileaks-e-sintoma-de-uma-realidade-a-qual-todos-devem-se-acostumar-reconhece-pesquisador/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 00:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[infowar]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[julian assange]]></category>
		<category><![CDATA[napster]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
		<category><![CDATA[wikileaks]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1218</guid>
		<description><![CDATA[O que não faltam são textos avaliando que Julian Assange e seu Wikileaks são sintoma de uma época. Muito embora, deve-se bem lembrar, casos anteriores de vazamento de informações também tenham existido. Mania de dizer que internet inaugura tudo também não falta. O que parece haver agora é que possibilidades antes pouco viáveis se tornam [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/wikileaks-e-sintoma-de-uma-realidade-a-qual-todos-devem-se-acostumar-reconhece-pesquisador/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/postwikileaks.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1219" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px; margin-left: 7px; margin-right: 7px;" title="postwikileaks" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/postwikileaks-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>O que não faltam são textos avaliando que Julian Assange e seu Wikileaks são sintoma de uma época. Muito embora, deve-se bem lembrar, <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=619IMQ013" target="_blank">casos anteriores</a> de vazamento de informações também tenham existido. Mania de dizer que internet inaugura tudo também não falta. O que parece haver agora é que possibilidades antes pouco viáveis se tornam mais factíveis e, portanto, podem ser postas em prática de forma mais rotineira.</p>
<p>Nunca tornamos públicas tantas informações pessoais quanto agora. Mas este parece ser um tempo em que todos, de alguma forma,  ou mesmo alheios à própria vontade, hão de se tornar mais transparentes. Grandes redes de forma de comunicação, abertas ou fechadas, estão sendo criadas e interconectam-se. Claro que hábitos também vão sendo criados a partir do relacionamento mantido nessas redes. Vazamentos de informações são quase inevitáveis. A facilidade de espionagem também é uma realidade que se apresenta. Micro-câmeras, gravadores, aparatos de investigação foram desenvolvidos e aperfeiçoados para vigiar tudo. No caso em questão, um bom pendrive já pode resolver o problema.</p>
<p>Muitos lamentam que o direito à privacidade diminui enquanto deixamos rastros digitais que depois são colhidos e compilados por grandes organizações, com precisão cada vez maior. Daí que uma pergunta passa a ser inevitável: se nós estamos sujeitos a este novo ecossistema, porque alguém poderia achar que governos ou organizações se manteriam imunes?  O <a href="http://www.infowar-monitor.net/2010/12/the-post-cablegate-era/" target="_blank">pesquisador canadense</a> Ron Deibert considera que apontar o Wikileaks como responsável pelo o que acontece agora seria como dizer que o tremor de terra é o responsável pelo movimento das placas tectônicas. Falta pragmatismo.</p>
<p>Do ponto de vista legal, pode-se questionar a legitimidade de um vazamento de informação como tem acontecido. Mas tentar tirar o Wikileaks da rede parece também não ser uma saída razoável. O efeito pode ser outro. <a href="http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/12/13/voce-sabe-o-que-o-wikileaks-tem-a-ver-com-o-napster/" target="_blank">Pedro Dória lembra</a> do caso do Napster. As gravadoras conseguiram tirá-lo do ar. Mas também ganharam uma miríade de similares muito mais difíceis de conter.</p>
<p>&#8220;<em>Depois que o público descobriu que podia trocar arquivos de música com facilidade, nunca mais foi possível conter o monstro. Se, no entanto, as gravadoras tivessem entrado em algum tipo de acordo com o Napster, a história poderia ter sido diferente. Era só um e sua arquitetura, centralizada, possibilitava maior controle. O mesmo ocorre com WikiLeaks. É o pesadelo de corporações e diplomatas? Por certo. Mas, para o bem ou para o mal, WikiLeaks não publica tudo o que recebe. Faz a informação passar por uma série de jornais estrangeiros respeitáveis. Editores tarimbados, internacionalmente reconhecidos, analisam a informação antes de publicá-la. O mais importante é que WikiLeaks é um só. É mais fácil conversar com um do que com muito</em>s.&#8221;</p>
<p>Para Ron Deibert o Wikileaks deveria se profissionalizar e deixar de estar tão ligado à imagem de Julian Assange. A divulgação de informação só deveria ser feita quando estiver relacionada à violação de leis ou a de aspectos morais. Deibert cita como exemplo vazamentos que se teve sobre a China. Em certos documentos, não haveria evidência que o Estado tivesse fazendo algo errado, mas os arquivos acabaram revelando nomes de dissidentes chineses que apoiariam os pontos de vista das autoridades americanas.</p>
<p>A questão está posta. Mas o fato é que o Wikileaks só é um sintoma e não a causa de um fenômeno muito maior para o qual governos, empresas e pessoas devem se acostumar. A comunicação é o tecido de nossas vidas e a comunicação digital tem trazido desafios e também novas possibilidades de constituir nossas vidas e vivermos em sociedade. &#8220;Vamos precisar de novas regras, normas e princípios para nos ajustar a este novo ambiente. Enquanto isso, alguns princípios eternos legais e éticos devem sempre se aplicar&#8221;, escreve Deibert.</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/wikileaks-e-sintoma-de-uma-realidade-a-qual-todos-devem-se-acostumar-reconhece-pesquisador//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Inimigos&#8221; e &#8220;democracia&#8221; se equilibram nos livros em francês a partir de 1960</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/inimigos-e-democracia-se-equilibram-nos-livros-em-frances-a-partir-1960/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/inimigos-e-democracia-se-equilibram-nos-livros-em-frances-a-partir-1960/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Dec 2010 17:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1212</guid>
		<description><![CDATA[O Google lançou uma ferramenta para análise da freqüência de palavras em livros, cobrindo um período que vai de 1800 a 2000, o Books Ngram Viewer. A comparação conta uma base de dados de mais de 5 milhões de livro. A busca pode ser feita com palavras em sete idiomas. Pesquisa em português ainda não [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/inimigos-e-democracia-se-equilibram-nos-livros-em-frances-a-partir-1960/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google lançou uma ferramenta para análise da freqüência de palavras em livros, cobrindo um período que vai de 1800 a 2000, o <a href="http://ngrams.googlelabs.com" target="_blank">Books Ngram Viewer</a>. A comparação conta uma base de dados de mais de 5 milhões de livro. A busca pode ser feita com palavras em sete idiomas. Pesquisa em português ainda não está incluída.</p>
<p>Mas já é possível identificar tendências em muitas culturas e fazer comparações entre elas. A palavra &#8220;feminismo&#8221;, por exemplo, já estava pelos livros franceses desde 1900.  Ela só foi surgir, de forma significativa, nos livros em inglês após a década de 1960. Essa fase parece ter sido decisiva e ter sido inevitável tratar do assunto porque também aumentou bastante os registros de &#8220;feminismo&#8221; em livros em francês.</p>
<p>Democracia parece que foi uma palavra quase inexistente na língua inglesa. Começou a ganhar relevância a partir de 1880. &#8220;Inimigos&#8221;, por outro lado, sempre esteve em alta. Apesar de essa palavra ter tido uma drástica queda pelo final do século XIX. Também chama atenção ver que os registros para &#8220;inimigos&#8221; e &#8220;democracia&#8221; têm um aumento quase proporcional na década de 1940. Época da 2ª Guerra Mundial.</p>
<p>Em francês os &#8220;inimigos&#8221; parece que também sempre fizeram sucesso. Chama atenção o número de citações se comparado à &#8220;democracia&#8221;. Mas também a partir da década de 1960 &#8220;inimigos&#8221; e &#8220;democracia&#8221; se encontram. E a partir de 1980 &#8220;democracia&#8221;, pelo menos no número de citações, parece ultrapassar de vez os &#8220;inimigos&#8221;. Confira no gráfico:</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/graficofrances.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1213" title="graficofrances" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/graficofrances-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a></p>
<p>Via <a href="http://www.culturomics.org/Resources/A-users-guide-to-culturomics" target="_blank">Culturomics</a> e <a href="http://gjol.blogspot.com/2010/12/analisando-tendencias-culturais-pela.html" target="_blank">Gjol</a></p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/inimigos-e-democracia-se-equilibram-nos-livros-em-frances-a-partir-1960//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Política na internet permanece como um anúncio televisivo</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 22:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Castells]]></category>
		<category><![CDATA[Poder]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://polimidia.blog.br/?p=1191</guid>
		<description><![CDATA[Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano. Em entrevista Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano.</strong></em></p>
<p>Em <a href="http://www.magazinedigital.com/cultura/entrevistas/reportaje/cnt_id/4121/pageID/2" target="_blank">entrevista</a> Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, no que se refere a políticos, Castells diz que a mudança é tímida. O relacionamento mantido por eles na internet não expressa uma mudança no modo como se relacionam com a sociedade. Não se veria a necessidade de se reformar alguma coisa. O que talvez também seja apenas uma questão de tempo.</p>
<blockquote><p>Internet, como instrumento de las personas, puede acoger campañas de protesta para que la democracia sea más democrática. La gente no está contra la democracia, está por más democracia, más transparencia, y no se fía de los políticos que están en las instituciones democráticas. A través de internet están surgiendo partidos, candidatos, opciones políticas que no están previstos dentro del sistema político. Es un instrumento tanto para el incremento de las fuerzas de extrema derecha como para el auge de los partidos verdes, las opciones más radicales y democratizantes o, en el caso de España, para opciones soberanistas, por ejemplo. Todo lo que en las instituciones no está suficientemente representado con respecto a lo que es la sociedad, por internet gana espacio. En gran parte es porque no hay una voluntad política real de las instituciones y los partidos de reformarse a sí mismos. Por tanto, en lugar de utilizar internet para la necesaria reforma política y de los vínculos con los ciudadanos, confunden internet con un tablón de anuncios o con un sistema publicitario de televisión y dejan la red a las fuerzas que están en los márgenes o fuera del sistema político.</p></blockquote>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo//feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

