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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Imprensa</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>Os quase 200 anos de imprensa capixaba em livro</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 15:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já está disponível para download o livro que conta a história dos quase 200 anos da imprensa no Espírito Santo. Em um estado carente de memória, o livro faz parte do Projeto CoCa cuja proposta é a de produzir relatos sobre as atividades comunicacionais pelas bandas capixabas. As demais publicações que integram o projeto estão [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/os-quase-200-anos-de-imprensa-capixaba-em-livro/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível para <a title="A imprensa na história capixaba" href="http://issuu.com/letiz/docs/projeto_livro_quase_200_finalizado_web/1?viewMode=magazine" target="_blank">download</a> o livro que conta a história dos quase 200 anos da imprensa no Espírito Santo. Em um estado carente de memória, o livro faz parte do Projeto CoCa cuja proposta é a de produzir relatos sobre as atividades comunicacionais pelas bandas capixabas.</p>
<p>As demais publicações que integram o projeto estão disponíveis para download no site <a title="Projeto CoCa - Comunicação Capixaba" href="http://www.comunicacaocapixaba.com.br/" target="_blank">Comunicação Capixaba</a>.</p>
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		<title>&#8220;fazer-viver/deixar-morrer&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 17:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A página Especiais foi atualizada. Agora ela contém um link mais organizado e bonitinho para meu projeto de iniciação científica &#8211; A crise política no governo Lula pelos jornais capixabas. Só não publiquei o certificado de conclusão do projeto porque a imagem escaneada ficou pela metade e muito apagada. Tá vendo a minha disposição?!rs Os [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/foucault-contemporaneidade-segue-o-principio-do-fazer-viverdeixar-morrer/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>A <a href="http://polimidia.wordpress.com/especiais/" target="_blank">página Especiais</a> foi atualizada. Agora ela contém um link mais organizado e bonitinho para meu projeto de iniciação científica &#8211; <strong>A crise política no governo Lula pelos jornais capixabas. </strong>Só não publiquei o certificado de conclusão do projeto porque a imagem escaneada ficou pela metade e muito apagada. Tá vendo a minha disposição?!rs</li>
</ul>
<ul>
<li>Os tópicos da aula de assessoria de imprensa estão de volta. Por enquanto as anotações estão bem naquela fase de tentar ler o mundo em nossa volta.</li>
</ul>
<blockquote><p>&#8220;Assessoria não se resume a mandar releases. É um trabalho processual cujo resultado pode levar semanas ou meses para aparecer. O profissional também tem que entender muito de política e economia porque isso interfere no todo.&#8221; Caroline Polese, diretora da Mosaico Gestão em Comunicação em Vitória</p></blockquote>
<p>Seguem as anotações da aula:<span id="more-394"></span></p>
<p>textos de Otavio Ianni e Denis de Moraes</p>
<p>A midia é um grande negocio, oq ue a primeira vista nao parece pq para muitos é vista como diversao. A vinculação entre o objetivo de empresa e sua imagem nao aparece na midia.</p>
<p>A midia é um agente ideologico do capitalismo. Ela vende esse sucesso do capitalismo. A evolução da tecnologia permitiu que a midia se tornonasse um grande negocio</p>
<p>Politica: quatro fatores que propiciou o estabelecimento dam midia no ambito planetario foi a politica.</p>
<p>2002: congresso nacional permite que 30% do investimento venha de capital estrangeiro. Desregulametação das politicas de comunicação &#8211; abertura. O cinema brasileiro voltou quando virou um negocio. E estta vinculado a grande empresa global ou a seus atores. Desregulametação que permite aos paises ir alem das fronteiras.</p>
<p>A criação das corporações: dominio do mercado, parcerias mundiais tb. Ex.: Vender musias na internet. Sony e outras empresas concorrentes historicas criaram uma empresa para vender musica na internet.</p>
<p>Beatriz Sarle (filosofa argentina) tem o conceito de que a midia é uma fabrica de ficções sociais (construção daquilo que é consumido). È uma ficção social pq é consumido massivamente. Ou seja o q a midia constroe e propaga é uma construção. aprodução midiatica é interessada como novas relações, nossa cultura construída tb é.</p>
<p>Mas a construção da midia é ficção social q gira em torno do capital. Ou seja, a construção feita pela midia se da basicamente pelo grande grande negocio que ela é. E outro fator é que as pessoas nao enxergam que o jornal é uma empresa cujo interesse maior é o capital.</p>
<p>Pq a midia virou uma fucção social aceita por todo o mundo?</p>
<p>A pratica politica decaiu e isso foi um dos pricnpais fatores que permitiu a midia ter esse &#8216;poderio todo que detem agora</p>
<p>mercadoria &#8211; a midia lida com mercadoria. Vende noticias. Experinecias de vida &#8211; a midia é cada vez mais espaço para experiencias de vida. Ex.: Big Brother, Criança Esperença etc</p>
<p><strong>Principe Eletronico</strong></p>
<p>Maquiavel &#8211; Principe &#8211; tratado de como se conquista e mantem o poder em uma nação. Para vc manter uma unidade territorial politica é necessario uma liderança. O principe é quem tem a vocação politica e a capacidade para manter a unidade. Ele tem que usar dois instrumentos: amor e temor. È necessario ter amor e temor de seus subordinados. Qdo nao for possivel ter os dois trabalhe para a conquista do temor. O mal deve ser aplicado de maneira intempestiva e os beneficios distribuidos paulatinamente.</p>
<p><strong>Gramsci </strong>- elaborou uma outra teoria. O modeno principe nao mais um lider, mas um partido politico. Para Gramsci o poder politico vem da sociedade civil &#8211; o poder politico só é alcançado atraves de consenso e da hegemonia de uma determinado grupo.</p>
<p><strong>Ianni</strong> &#8211; Principe eletronico. Para vc alcançar e manter o poder é necessario esta na midia. A politica esta cada vez mais dependente da midia.</p>
<p>02/05/05 &#8211; Michel Foucault</p>
<p>Jeremy Kifkin</p>
<p>- CVR/versao &#8211; nos consumimos versões de vida que os comunicadores nos passam</p>
<p>- microfisica do poder</p>
<p>- saber/poder/biopoder</p>
<p>- deixar viver/fazer morrer</p>
<p>- fazer viver/deixar morrer</p>
<p>- disciplina/panoptico</p>
<p>- fabrica de mao de obra</p>
<p>- sociedade disciplinar</p>
<p>Otavio Ianni &#8211; a base das relações atualmente esta na midia (CVR). A partir da midia se alcança uma sociedade politica (usando o conceito de Gramsci). O principe eletronico que nao é só uma pessoa, nao caminha sempre na mesma direção. Hj há grandes corporações de midia que dominam esse espaço &#8211; esses sao o principe eletronico</p>
<p><strong>Foucault</strong> &#8211; estudou as relações de poder e no fim da vida a sexualidade. Ele estudou o processo pelo qual o poder se constitui historicamente. Dois conceitos sao fundamentais em Foucault: microfisica do poder e biopoder.</p>
<p>Poder na visibilidade &#8211; Estado, familia, escola, midia etc.</p>
<ul>
<li>Microsifica do poder</li>
</ul>
<p>ele diz que antes disso há toda uma estrutura de poder. Por mais exuberante ou grande que seja o poder, há todo um aparato de micropoderes que o sustentam.</p>
<ul>
<li>Ex.: Lula só alcanço o poder quando a rede de micropoderes estave a favor dele.</li>
<li>o voto foi decidido a partir de relações que partiram &#8211; PT; trabalho; familia; consciencia; midia; escola</li>
</ul>
<p>o poder tem que estar em constante sintonia, consenso com seus micropoderes. Nao há poder que nao se sustente por uma microsifica do poder.</p>
<ul>
<li>Biopoder &#8211; poder da vida</li>
</ul>
<p>quem domina essa maquina de referencias, de sentidos, de valores e verdades, domina a vida. Isso pq o ser humano toma suas decisões a partir dos valores q carrega e defende. A vida é condicionada, é criada a parti de sentidos, de valores. Biopoder é o poder de criar a vida.</p>
<p>Corpo e espirito &#8211; construção de subjetividade &#8211; ser humano</p>
<p>deixar viver/fazer morrer (feudalismo) &#8211; o investimento de quem detinha o poder naquela época estava no tipo de morte exemplar. Deixar viver, trabalhar, produzir, mas se vc cometesse algum crime morreria em praça pública para servir de exemplo.</p>
<p>Com o advento da rev industrial muda-se o regime. Evita-se ao máximo a matança uma vez q os homens eram necessarios para a produção em série, como tb para o consumismo. Foucault diz q o regime passa a ser outro com o advento do capitalismo: Fazer viver/deixar morrer.</p>
<p>Investe-se no individuo enquanto ele é capaz de produzir. Apos a idade aurea da produção do individuo, dispensa-se, deixa-se morrer, com a minima aposentaria. O homem passou a ser parte da engrenagem da produção capitalista.</p>
<p>choque da rev. industrial &#8211; as pessoas saíram para as cidades, lidar com as maquinas, nao conhecia o vizinho, nao tinha infra-estrutura. Os costumes tiveram q mudar radicalmente.</p>
<p>As relações nao eram regradas, nao haviam leis, os proprios começaram a criar sua propria policia. Como nao havia regra, as igrejas mesmo começaram a impor as suas, o q era ou nao permitido. Os proprios individuos começaram a colocar entre eles uma vigilanacia &#8211; cada um vigiando o outro.</p>
<p>Essa vigilancia dos grupos propiciou a criação do Estado-Nação: uma estrutura q organiza os cidadaos, vigia para estruturar. O controle social foi criar um ambiente q permitisse ao capital crescesse e se estabelecesse.</p>
<p>Modelo panoptico &#8211; modelo de construção emq se observa tudo. Modelo disciplinar (do corpo e da alma) é a base do capitalismo do sistema fabril. Foi criado o modelo de escolas, hospitais, presidios.</p>
<p>Nessa sociedade em q as pessoas tinham q ser disciplinadas, um arquiteto elaborou o modelo panoptico. As pessoas tinham q saber q eram passiveis de vigilancia.</p>
<p>Capitalismo: criação de uma estrutura para produzir mao-de-obra. A familia foi a primeira criação (instituição)</p>
<p><strong>06/05/05</strong></p>
<p>o excedente de produção feudal &#8211; criação de maquinas a vapor, industria etc</p>
<p>foucault</p>
<p>- tempo de vida, força de trabalho</p>
<p>- estruturas disciplinares</p>
<p>- Estado</p>
<p>- vigilância</p>
<p>- saber</p>
<p>- ciências</p>
<p>- padroes</p>
<p>- verdades</p>
<p>- novos paradigmas</p>
<p>o novo modo de vida colocou o homem no centro da produção. O poder de produzir a vida é o poder de construir verdades &#8211; Foucault</p>
<p>O novo modelo de sociedade q se implementou com a rev. industrial é direcionado para critérios capitalistas. Essa nova soc. é disciplinar q se estrutura a partir de instiuições que controlam o corpo e a alma do individuo</p>
<p>montar cabeças e corpos &#8211; investimento q se faz desde criança</p>
<p>Estado &#8211; mae das instituições &#8211; sistema difuso de organização socio-economica da nova forma de organização &#8211; base para o sistema capitalista</p>
<p>abaixo do Estado outra importante instuição é a familia. Investir na familia &#8211; o 1º alvo foi regulamentar a situação da familia &#8211; casamentos e registros de nasc. no cartorio &#8211; garantir mao de obra &#8211; alem disso é a familia a 1ª instituição a passar valores para a nova geração q surge</p>
<p>o capital via nas familias a base da produção industrial. Hj nao é assim.</p>
<p>Familia &#8211; transmitir os valores basicos de um sistema capitalista</p>
<p>Poder politico economico sentiu a necessidade de uma estrutura burocratica para q o capital florecesse &#8211; formação do Estado-Nação (parte burocratica estabelecida atraves de guerras, acordos etc)</p>
<p>e com o povo, como se cria e se estabelece a burocracia?</p>
<p>criou-se a lingua nacional, herois nacionais, hino nacional, brasoes nacionais &#8211; as escolas nao poderiam ensinar outra lingua, senao a estacelecida afim de criar uma identidade nacional</p>
<p>escola &#8211; os pobres só tiveram às escolas quando se tornou necessario q eles aprendessem as leis, direitos e deveres e aprender uma profissão.</p>
<p>familia &#8211; escola &#8211; fabrica ( regime fazer viver/deixar morrer)</p>
<p>fabrica &#8211; as pessoas passam a viver nas fabricas. O trabalho passa a ser a razão de viver. hj o trabalho é tudo. é sua maior referencia. no entanto, nao existe trabalho para todo mundo. havia estruturas auxiliares para disciplinar os individuos q nao estavam de acordo com o sistema: igreja, penitencia, sistema juridico &#8211; afim de estabelecer modos de convivencia</p>
<p>a partir dos sec XVII e XIX &#8211; investimento na medicina. nessa epoca surgiram estudos sobre o comportamento humano.</p>
<p>poder disciplinar &#8211; vigilancia</p>
<p>quem observa produz informação &#8211; quem produz informação produz saber, quem produz saber produz verdades. As verdades definem os padroes. O q é normal e o q é anorma</p>
<p><strong>09/05/05</strong></p>
<p>disciplina, controle</p>
<p>soc. de controle &#8211; em q cada um é seu proprio controlador. Vc é seu principal vigilante. Se antes o poder investia no controle do corpo, o poder hj investe nas razões, na ment, nos sentimentos &#8211; investimento do controle das ideias; a midia faz esse papel; contaro com a sociedade; a midia age no controle das ideias; por isso o capitalismo investe na midia.</p>
<p>o muro das intituições já é um muro mais maleavel. Todas essas intituições á estao se expirando. Estão sendo embarcadas pelos meios de comunicação. É muito mais fácil vc propagar ideias pela midia.</p>
<p>publicizar um novo tipode arranjo familiar esta a cargo da midia. Todas essas instituições nao mudam seus valores tao rapidamente o quanto seria necessario ao investimento do capital. Por isso o capitalismo precisa de um meio para propagar e difundir seus valores. Mas os meios de propagação mudam rapidamente.</p>
<p>esse tipo de sociedade nao está se estruturando para gerar mao de obra, para gerar filho. ela é estruturada para consumir. Vc tem q ser vc, nao importa o q vc seja. O importante é consumir. O consumo nao tem sexo. O consumo é individual e quem consume é o individuo.</p>
<p>a sociedade q vive é a sociedade da inclusão &#8211; nao se baseia, nao se vive somente dos laços tradicionais. Mas inclui, aceita, engloba tudo. É A DIVERSIDADE. Sociedade que produza mais consumidores do q pessoas trabalhadoras. ex.: 83 milhoes para 643 projetos, 674 empregos. O capital e o poder investe no discurso da esperança e do emprego.</p>
<p><strong>antes</strong> &#8211; o individuo era disciplinado pela instituição, mas era protegido por ela.</p>
<p><strong>hj</strong> &#8211; a fabrica tira seu tempo de vida mas nao te dar seguridade. hj vc se vira! o coletivo produz o individuo, mas é o individuo quem deve se virar por ele mesmo. Agora é predominante o dominio a mente, do desejo e nao mais do corpo. Medicina tb mudou &#8211; se investe na nao-doença &#8211; prevenção &#8211; academias</p>
<p><strong>13/05/05</strong></p>
<p>cidadania/consumo/reificação/mudar sempre</p>
<p>fim do fora</p>
<p>fim do publico</p>
<p>Estados-Nação fracos/ongs</p>
<p>Imperio</p>
<p>cidadania atual &#8211; fragmentada, individual</p>
<p>a cidadania, a forma de garantir bem -estar é resumida no consumo. Viver passou a ser consumir (informações, produtos, serviços etc). Reificação: pegar conceitos e valores, materializar isso e tornar produtos. Ideias e simbolos coisificados. Ex. a ideia de carros virem com assinatura de Picasso</p>
<p>hj vc realiza projeto de existencia atraves do consumo.</p>
<p>mudar sempre &#8211; criar estilos para se achar unico</p>
<p>quem produz os valores simbolicos ou concretos é quem esta lucrando. hj se tem uma otica do consumo, de ganhar dinheiro.</p>
<p>marketing &#8211; trabalha com a reificação; com simbolos e com a subjetividade. O processo de comunicação tb vive de reificação.</p>
<p>se a vida está no consumo, se a vida esta articulada por consumo, se a felidade nao é alcançada por ideiais politicos, onde está a vida? A vida esta dentro de casa</p>
<p>fim da cidadania (privatização); fim dos espaço publicos; fim da discussão politica &#8211; diante disso as pessoas biscam sua socialização nos shoppings. os espaços de discussão agora sao espaços de consumo. Foucault diz q ao espaço publico foi destinado aos excluidos . E esse espaço publico esta decadente.</p>
<p>aos ricos ficam os parques aquaticos, os shoppings &#8211; que nao sao espaço de discussao politica, pq nao é permitido, sao espaços publicos privatizados para os ricos</p>
<p>neoliberalismo prega &#8211; igualdade de oportunidade q é oferecida a todos. Ela é aberta a todos, mas nao é</p>
<p>se os micropoderes estao organizados, o povo, a cidadania, decadencia da sociedade civil, da discussao politica e referente sobre aquilo q se discute sobre o bem comum</p>
<p>decadencia da politica-ideologica dinate da população; enfraquecimento do Estado; imerção no poderio economio com a reformulação do Estado nos moldes liberais. Um Estado q nao visa o bem estar comum e sim a manutenção da economia em alta. O mercado quer lucro.</p>
<p>o Estado esta se despojando de suas obrigações sociais. as ongsvem ocupando esse papel, mas elas nao tem controle goernamental, nao sao eleitos pelo povo eo Estado transfere dinheiro para elas</p>
<p>Ongs &#8211; vende propaganda anti-estatal, a favor do mercado</p>
<p>o estado deixa claro sua desobrigação social e transmite (injeta) isso na população despolitizada, com programas voluntarios, como o Amigos da Escola</p>
<p>Imperio (Negri)- poder sem limite, q nao vê fronteiras. Os autores do livro q pela primeira vez na humanidade se vive num imperio: neste Imperio cabe tudo; fomenta a diversidade q da lucro.</p>
<p>Na soc anterior a diversidade nao era respeitada, mas hj a diversidade permite lucros, todos sao cidadaos qp cidadaos consomem</p>
<p>o intelectual pensa alternativas para um outro mundo. Mudança &#8211; processo prioritariamente intelectual, ou seja, de educação.</p>
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		<title>Como a mídia pode ser esdrúxula&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2005 21:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Frivolidades]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[Não sei se isto é fato comum a todos, mas de vez em quando, cansada de ver as notícias de sempre e dos agenda settings de que somos vítimas, passo o olho em alguns endereços para saber o que de mais bizarro e incomum acontece por aqui, ou ali (o que acontece com o Congresso [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/como-a-midia-pode-ser-esdruxula/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Não sei se isto é fato comum a todos, mas de vez em quando, cansada de ver as notícias de sempre e dos agenda settings de que somos vítimas, passo o olho em alguns endereços para saber o que de mais bizarro e incomum acontece por aqui, ou ali (o que acontece com o Congresso e Lula também é bizarro, porém não conta, é covardia).</p>
<p>Não existe cultura inútil ou falta de assunto: a argumentação é que às vezes é muito fraca. mas vamos logo ao tema que já estou fugindo demais&#8230;</p>
<p>Saber que um cozinheiro meio louco colocou maconha numa sopa e uma mulher a tomou e depois passou mal não vai me tornar uma pessoa mais consciente, quer dizer, assistir ao JN toda noite também não vai, mas&#8230;</p>
<p>Chegar em uma roda de amigos e dizer que soube de um chimpanzé parou de fumar após 16 anos de vício não vai me tornar a pessoa melhor informada, quer dizer, falar sobre alta dos ídices da Nasdaq e sobre commodities também não, mas&#8230;</p>
<p><strong>Queria saber pra quê serve a mídia!</strong></p>
<p><strong></strong>Continua nos próximos episódios&#8230;</p>
<p>Gabriely</p>
</div>
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		<title>e se o jornalismo parasse</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2005 14:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[boatos]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Metodista]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Nova de Lisboa]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando em julho tivemos uma greve de ônibus em Vitória, pensei em como seria o nosso cotidiano se a imprensa entrasse em greve. Em um primeiro momento, só tentei imaginar essa greve quanto à mídia impressa e só quando alguns professores responderam a minha pergunta, é que fui me dar conta realmente da quantidade de [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/e-se-o-jornalismo-parasse/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quando em julho tivemos uma greve de ônibus em Vitória, pensei em como seria o nosso cotidiano se a imprensa entrasse em greve.</p>
<p>Em um primeiro momento, só tentei imaginar essa greve quanto à mídia impressa e só quando alguns professores responderam a minha pergunta, é que fui me dar conta realmente da quantidade de importância que o jornal impresso perdeu diante da mídia eletrônica.</p>
<p><strong>*</strong><br />
Creio que se só os jornais impressos parassem, não haveria um grande transtorno, pois a sociedade está encontrando outros meios de se informar. As tiragens dos impressos tem caído cinco por cento ao ano, e nem por isso a sociedade se abala isso porque têm o rádio, a Tv e a internet. No recente crack da Argentina, os jornais quase pararam de vender, mas a audiência do rádio explodiu.</p>
<p>O problema é se tivéssemos uma greve dos jornalistas de todos os meios, ou seja, se a sociedade passasse alguns dias sem o jornalismo. Provavelmente viveríamos uma sensação de grande insegurança, a boataria seria incontrolável, e as instituições ficariam ameaçadas.</p>
<p>Mas se a greve se prolongasse surgiriam novas formas de informação, quer a partir de empreendedores oportunistas, quer através dos movimentos sociais e das próprias instituições (as habituais fontes jornalísticas), que desenvolveriam formas de se comunicar diretamente com a população. E aí, o jornalismo é que teria que provar a sua necessidade e reencontrar o seu espaço, provavelmente exercendo o seu papel com mais qualidade do que tem feito hoje - Eduardo Meditsch, doutor em comunicação pela Universidade Nova de Lisboa</p>
<p><strong>*****</strong></p>
<p>Trata-se de um assunto um tanto complexo, mas vamos lá: como já sentenciou o prof. José Marques de Melo, a comunicação é a base da vida em sociedade. Na atualidade, essa afirmação tem ainda mais sentido: a &#8220;informação&#8221; é a principal &#8220;moeda&#8221; de todos os sistemas sociais.</p>
<p>Imagina, por exemplo, que a Embraer feche um contrado de x milhões de dólares e isso não é comunicado ao mercado? O que aconteceria com as bolsas, que são movimentadas por informações e especulações? Um caos total! Decisões políticas importantes, que igualmente não fossem comunicadas? Isso eclodiria uma reação em cadeia, causando sérios prejuízos em âmbito internacional (já que estamos ligados à imensa corrente da chamada globalização).</p>
<p>Não. Não podemos viver sem informação, sem o trabalho do jornalismo diário&#8230; hoje. Digo mais, sem o jornalismo online, em tempo real. A sociedade caminha juntamente com os avanços na área da comunicação e os sistemas de comunicação se desenvolvem de acordo com as demandas da sociedade. Ambas fazem parte de uma mesma engrenagem: se uma parar, a outra fatalmente deixa de existir. - Leticia da Costa, doutoranda em comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo</p>
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<p><strong></strong>Alguns não quiseram responder e falaram que abordar uma situação como essa é um vazio exercício de futurologia. Então resolvi publicar os comentários que recebi quando li esse texto no <a href="http://www.comunique-se.com.br/">comunique-se</a>, mas não havia maiores desdobramentos:Uma greve de 48 horas decidida pelo sindicato de jornalistas italianos (FNSI), em defesa dos salários e da convenção da profissão, deixou ontem a Itália praticamente sem jornais. Os jornalistas que trabalham para os jornais começaram a greve na sexta-feira(30/09), impedindo a impressão das edições de sábado e domingo.</p>
<p>A greve também afetou as agências de notícia queinterromperam as transmissões na sexta-feira às 7h (2h no horário de Brasília) e só retornaram domingo à 7h. Os jornalistas das rádios e das redes de TV italianas, locais ou nacionais, farão greve de 48 horas a partir da próxima sexta-feira (07/10).</p>
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