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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Google</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>O ano em retrospectiva no Zeitgeist 2011 do Google: tempos de protestos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 18:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Primavera Árabe]]></category>
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		<description><![CDATA[Para quem ainda não viu, vale a pena conferir a retrospectiva de 2011 feita pelo Google. Ano em que as tropas americanas saíram do Iraque. Ano também de protestos contra ditaduras no mundo árabe e, mundo afora, contra a atual condução da economia. Scridb filter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem ainda não viu, vale a pena conferir a retrospectiva de 2011 feita pelo Google. Ano em que as tropas americanas saíram do Iraque. Ano também de protestos contra ditaduras no mundo árabe e, mundo afora, contra a atual condução da economia.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/o-ano-em-retrospectiva-no-zeitgeist-2011-do-google-tempos-de-protestos/ "><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Redes sociais: Ação acontece quando sentimentos são compartilhados</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Paul Adams]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma recomendação de leitura é a postagem do Tiago Dória &#8220;Gostamos de compartilhar sentimentos e não fatos&#8221;. Tiago comenta o livro Grouped, de Paul Adams. Para o autor a mecânica das atuais plataformas de redes sociais não consegue suportar e refletir nem 10% da complexidade dos nossos relacionamentos. Em muitos casos, Adams ecoa o que também [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/redes-sociais-acao-acontece-quando-sentimentos-sao-compartilhados/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/groupedcapa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1454" style="margin: 7px;" title="groupedcapa" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/groupedcapa.jpg" alt="" width="180" height="275" /></a>Uma recomendação de leitura é a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/12/20/gostamos-de-compartilhar-sentimentos-e-nao-fatos/" target="_blank">postagem</a> do Tiago Dória &#8220;Gostamos de compartilhar sentimentos e não fatos&#8221;. Tiago comenta o livro Grouped, de <a href="https://twitter.com/padday">Paul Adams</a>. Para o autor a mecânica das atuais plataformas de redes sociais não consegue suportar  e refletir nem 10% da complexidade dos nossos relacionamentos.</p>
<p>Em muitos casos, Adams ecoa o que também pode ser encontrado em outras brochuras. Ele comenta que a atual avalanche de informações e de  opções faz que com nos voltemos, cada vez mais, para os nossos contatos  mais próximos, que acabam funcionando como filtros de informações e  conselheiros para a tomada de decisões.</p>
<p>O autor, ex-Google e Facebook, afirma que é um mito achar que as plataformas de redes sociais criam novas  relações. Na realidade, ajudam a reforçar as já existentes. Em média,  uma pessoa tem 160 amigos no Facebook, contudo comunica-se diretamente  apenas com 4 ou 6 deles.</p>
<p>As pessoas fazem muito broadcast nas plataformas de redes sociais. Contudo, na hora de utilizar os  recursos de “mensagens privadas” ou de “chat”, uma pessoa mantém  contato, em média, somente com 4 outras por semana. Mas que também não seria diferente do que é verificado fora da internet.</p>
<p>Tiago Dória comenta que mesmo com a possibilidade de termos milhares de contatos na  agenda do celular, 80% das ligações são para as mesmas 4 pessoas de  sempre. Na vida offline, temos não mais que 5 laços fortes de conexão. Na  vida online, a quantidade é a mesma. Ou seja, nas plataformas de redes  sociais, estamos nos comunicando com o mesmo pequeno e seleto número de  pessoas.</p>
<p>Para Adams, as pessoas não gostam de compartilhar informações  factuais e objetivas, mas sim conteúdo que provoque emoções. Conteúdos  positivos, interessantes e inspiradores são os campeões de “likes” e  compartilhamentos. Neste aspecto, me lembrei de como a página da <a href="http://www.facebook.com/HallsBrasil" target="_blank">Halls Brasil</a> é atualizada no Facebook. Mais &#8220;provocativa&#8221; ainda não encontrei =)</p>
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		<title>Brasil lidera pedidos de remoção de conteúdos do Google</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/brasil-lidera-pedidos-de-remocao-de-conteudos-do-google/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 15:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[As autoridades brasileiras, alemãs e americanas são as que mais pediram ao Google no primeiro semestre de 2011 para retirar do ar conteúdos que consideram burlar suas legislações. No Google Transparency Report &#8211;relatório de transparência do Google, publicado duas vezes por ano&#8211;, a empresa divulgou informações sobre os pedidos de tribunais e governos para remoção [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/brasil-lidera-pedidos-de-remocao-de-conteudos-do-google/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades brasileiras, alemãs e americanas são as que mais pediram ao Google no primeiro semestre de 2011 para retirar do ar conteúdos que consideram burlar suas legislações.</p>
<p>No <a href="http://www.google.com/transparencyreport/governmentrequests/removals/">Google Transparency Report</a> &#8211;relatório de transparência do Google, publicado duas vezes por ano&#8211;, a empresa divulgou informações sobre os pedidos de tribunais e governos para remoção de conteúdos (cada pedido pode referir-se a vários elementos) ou para acessar dados de usuários.</p>
<p>De janeiro a junho de 2011, o Brasil apresentou 224 solicitações para o Google retirar conteúdos de diferentes sites &#8211;dos quais a companhia suprimiu 67%&#8211;, principalmente por questões relativas a difamação, a suplantação de identidade, a direitos autorais de propriedade intelectual e ainda a privacidade e a segurança.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/remocaogoogle.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1412" title="remocaogoogle" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/remocaogoogle.jpeg" alt="" width="550" height="468" /></a></p>
<p>Confira a íntegra da matéria no <a href="http://bit.ly/w3dLEa ">site</a> da Folha.</p>
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		<title>&#8220;Inimigos&#8221; e &#8220;democracia&#8221; se equilibram nos livros em francês a partir de 1960</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Dec 2010 17:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google lançou uma ferramenta para análise da freqüência de palavras em livros, cobrindo um período que vai de 1800 a 2000, o Books Ngram Viewer. A comparação conta uma base de dados de mais de 5 milhões de livro. A busca pode ser feita com palavras em sete idiomas. Pesquisa em português ainda não [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/inimigos-e-democracia-se-equilibram-nos-livros-em-frances-a-partir-1960/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google lançou uma ferramenta para análise da freqüência de palavras em livros, cobrindo um período que vai de 1800 a 2000, o <a href="http://ngrams.googlelabs.com" target="_blank">Books Ngram Viewer</a>. A comparação conta uma base de dados de mais de 5 milhões de livro. A busca pode ser feita com palavras em sete idiomas. Pesquisa em português ainda não está incluída.</p>
<p>Mas já é possível identificar tendências em muitas culturas e fazer comparações entre elas. A palavra &#8220;feminismo&#8221;, por exemplo, já estava pelos livros franceses desde 1900.  Ela só foi surgir, de forma significativa, nos livros em inglês após a década de 1960. Essa fase parece ter sido decisiva e ter sido inevitável tratar do assunto porque também aumentou bastante os registros de &#8220;feminismo&#8221; em livros em francês.</p>
<p>Democracia parece que foi uma palavra quase inexistente na língua inglesa. Começou a ganhar relevância a partir de 1880. &#8220;Inimigos&#8221;, por outro lado, sempre esteve em alta. Apesar de essa palavra ter tido uma drástica queda pelo final do século XIX. Também chama atenção ver que os registros para &#8220;inimigos&#8221; e &#8220;democracia&#8221; têm um aumento quase proporcional na década de 1940. Época da 2ª Guerra Mundial.</p>
<p>Em francês os &#8220;inimigos&#8221; parece que também sempre fizeram sucesso. Chama atenção o número de citações se comparado à &#8220;democracia&#8221;. Mas também a partir da década de 1960 &#8220;inimigos&#8221; e &#8220;democracia&#8221; se encontram. E a partir de 1980 &#8220;democracia&#8221;, pelo menos no número de citações, parece ultrapassar de vez os &#8220;inimigos&#8221;. Confira no gráfico:</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/graficofrances.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1213" title="graficofrances" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/graficofrances-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a></p>
<p>Via <a href="http://www.culturomics.org/Resources/A-users-guide-to-culturomics" target="_blank">Culturomics</a> e <a href="http://gjol.blogspot.com/2010/12/analisando-tendencias-culturais-pela.html" target="_blank">Gjol</a></p>
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		<item>
		<title>Vídeo com o que mais buscado no Google em 2010</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/video-com-o-que-mais-buscado-no-google-em-2010/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 20:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Claro que economia e política, e suas crises, foram destaque. Veja ainda Zeitgeist 2010 Scridb filter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que economia e política, e suas crises, foram destaque.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/video-com-o-que-mais-buscado-no-google-em-2010/ "><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Veja ainda <a href="http://ow.ly/3mRGQ" target="_blank">Zeitgeist 2010</a></p>
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		<title>É preciso trabalhar com a perspectiva do usuário, não a do produto, diz pesquisador</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/e-preciso-trabalhar-com-a-perspectiva-do-usuario-nao-a-do-produto-diz-pesquisador/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 22:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[El Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudanças no jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rosenthal]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo ter topado com Rosental quando ele veio ao Brasil em 2005. Um empolgado professor brasileiro da Universidade do Texas em visita à casa de um outro professor daquele 2° período, Victor Gentilli. Hoje o El Pais publicou uma entrevista com ele. O foco foi nas mudanças sociais que também necessariamente atravessam a prática tradicional [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/e-preciso-trabalhar-com-a-perspectiva-do-usuario-nao-a-do-produto-diz-pesquisador/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo ter topado com Rosental quando ele veio ao Brasil em 2005. Um empolgado professor brasileiro da <a href="http://knightcenter.utexas.edu/" target="_blank">Universidade do Texas</a> em visita à casa de um outro professor daquele 2° período, Victor Gentilli. Hoje o El Pais publicou uma <a href="http://bit.ly/c2xoTc " target="_blank">entrevista</a> com ele. O foco foi nas mudanças sociais que também necessariamente atravessam a prática tradicional do jornalismo e que, como tal, requer uma reconfiguração no modo de se fazer.</p>
<p>O trecho da <a href="http://bit.ly/c2xoTc " target="_blank">entrevista</a> que destaco foi voltado para o jornalismo. Mas com algumas alterações também pode se aplicar a outros campos, como o da política, já que estamos em eleições.</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste">P. Los periódicos, en su gran mayoría, parecen replicar sus contenidos tradicionales en la Red, reproducen la lógica del papel. Da la sensación de que el lenguaje de Internet está aún por descubrir, que seguimos muy atados a la era Gutenberg.</div>
<div id="_mcePaste">R. Sí, el lenguaje de Internet está por descubrir; o está por juntar todo lo que se descubrió. Pero no son los periodistas los que van a descubrir el lenguaje de Internet, son los usuarios. En el sistema media-céntrico del pasado, los descubrimientos los hacían los medios, que creaban productos y los probaban para ver si funcionaban o no. Ahora es la Red quien tiene el poder de la innovación. Las empresas de comunicación están siguiendo a la gente, no es al revés. Lo que se crea en las redes sociales, la producción de los aficionados, los blogs, determinan lo que está por venir. La principal diferencia entre Google y los medios convencionales es que Google trabaja a partir de la perspectiva del usuario; y las empresas de medios trabajan desde la perspectiva de los productos. Diseñan productos y acuden al usuario para preguntarle: &#8220;¿Cómo puedo mejorar mi producto?&#8221;, en vez de ir directamente a ver qué es lo que está haciendo el usuario, cómo reacciona, qué produce y qué consume. Es una lógica nueva, y pienso que la innovación y el nuevo lenguaje van a salir de allí.</div>
</blockquote>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Multimídia e redes sociais destacam-se nos assuntos mais buscados no Google</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/multimidia-e-redes-sociais-destacam-se-nos-assuntos-mais-buscados-no-google/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 15:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google liberou a lista das palavras mais procuradas mundo afora.  No topo da ranking mundial aparecem termos que remetem, em primeiro lugar, às eleições americanas, e em seguida, às olimpíadas. Minha surpresa é que o termo que aparece em primeiro lugar remetendo às eleições nos EUA não é &#8220;Barack Obama&#8221; &#8211; lá na sexta [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/multimidia-e-redes-sociais-destacam-se-nos-assuntos-mais-buscados-no-google/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.google.com/intl/en/press/zeitgeist2008/#top" target="_blank">O Google liberou</a> a lista das palavras mais procuradas mundo afora.  No topo da ranking mundial aparecem termos que remetem, em primeiro lugar, às eleições americanas, e em seguida, às olimpíadas. Minha surpresa é que o termo que aparece em primeiro lugar remetendo às eleições nos EUA não é &#8220;Barack Obama&#8221; &#8211; lá na sexta posição. Nas buscas o nome da vez foi &#8220;Sarah Palin&#8221;.</p>
<p>Dentre o que é mais buscado pelo pessoal mundo afora, destaca-se termos relacionados à multimidia e sites de relacionamento.</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		<title>Google cria sede latino-americana em Buenos Aires</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/google-cria-sede-latino-americana-em-buenos-aires/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 16:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mundo afora]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google inaugurou nessa semana uma nova sede mundial para a empresa. A idéia agora é centralizar as decisões para a América Latina a partir de Buenos Aires. Um dos diretores do Google, Gonzalo Alonso, teria justificado a escolha da nova sede na capital argentina porque por lá estaria, entre outros fatores, um bairro &#8211; [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/google-cria-sede-latino-americana-em-buenos-aires/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 4px solid black; margin: 4px;" src="http://bligoo.com/media/users/0/8264/images/google%20argentina1.jpg" border="0" alt="google argentina1.jpg" hspace="4" vspace="4" width="131" height="86" align="left" /></p>
<p>O <strong>Google</strong> inaugurou nessa semana uma nova <strong>sede mundial</strong> para a empresa. A idéia agora é centralizar as decisões para a América Latina a partir de <strong>Buenos Aires</strong>.</p>
<p>Um dos diretores do Google, Gonzalo Alonso, teria justificado a escolha da nova sede na capital argentina porque por lá estaria, entre outros fatores, um <strong>bairro</strong> &#8211; <em><strong>uno de los más costosos</strong> de la metropoli sudamericana</em> &#8211; onde “<em>el 72% de los usuarios elige Internet para hacer una búsqueda de información y, de ese total, <strong>más del 80% elige Google</strong></em>“.</p>
<p>A informação é do <a href="http://www.siliconnews.es/es/silicon/news/2007/04/16/google" target="_blank">Siliconnews</a>. O site relata que “<em>Alonso destacó que tienen muy buenas relaciones con el gobierno argentino y destacó que su <strong>apoyo fue constante</strong> para que hayamos podido ingresar a invertir en el país</em>.”</p>
<p>Com sede na Califórnia o Google também mantém sede mundial em Sidney, Paris, Moscou, Pequim, Tóquio, Londres, Madri, Hamburgo e em São Paulo. Agora dizer quais são em nível nacional ou continental, é outra história &#8211; a minha fonte não citou rs</p>
<ul>
<li><strong>A propósito</strong></li>
</ul>
<p>Uma mostra da importância do mercado chinês foi o Google ter aceitado, sem pestanejar, inserir em seu mecanismo de busca as indicações de censura à internet do governo de lá. Lendo <a href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_11.html#post_18797850" target="_blank">essa postagem</a> <em>Censura à internet aumenta em todo o mundo</em>, por exemplo, descobri que meu <strong>inofensivo </strong>blog é <strong>censurado</strong> na China.</p>
<p>A imagem indica os lugares onde se impõe algum tipo de restrição ou censura ao acesso da internet mundo afora. <a href="http://www.ft.com/cms/s/1dbb5faa-d268-11db-a7c0-000b5df10621.html" target="_blank">Leia mais</a> no Financial Times.</p>
<p><img src="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/imagens/mapafinancial.jpg" border="2" alt="" /></p>
<p><strong>Etc </strong>- Acesse também o <a href="http://gritosufocado.blogspot.com/2007/04/google-death.html" target="_blank">post</a> <strong>Google Death</strong> no Grito Sufocado</p>
<blockquote><p>Um mapa da violência na Grande Vitória. É essa a proposta do <a href="http://www.gvcrime.org/" target="_blank">GVcrime</a>, no ar desde o dia 16 de abril. O site utiliza o Google Maps, programa que exibe mapas virtuais, para identificar locais de ocorrências de homicídios e tentativas de homicídios.</p></blockquote>
<p><strong>Veja mais</strong></p>
<p><a href="http://www.atinachile.cl/content/view/31289/Las_razones_que_explican_el_desembarco_de_Google_en_Argentina.html" target="_blank">post do Atina Chile</a> (23/04) &#8211; Las razones que explican el desembarco de Google en Argentina</p>
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