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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; EUA</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>&#8220;Wikileaks é sintoma de uma realidade à qual todos devem se acostumar&#8221;, reconhece pesquisador</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 00:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que não faltam são textos avaliando que Julian Assange e seu Wikileaks são sintoma de uma época. Muito embora, deve-se bem lembrar, casos anteriores de vazamento de informações também tenham existido. Mania de dizer que internet inaugura tudo também não falta. O que parece haver agora é que possibilidades antes pouco viáveis se tornam [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/wikileaks-e-sintoma-de-uma-realidade-a-qual-todos-devem-se-acostumar-reconhece-pesquisador/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/postwikileaks.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1219" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px; margin-left: 7px; margin-right: 7px;" title="postwikileaks" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/postwikileaks-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>O que não faltam são textos avaliando que Julian Assange e seu Wikileaks são sintoma de uma época. Muito embora, deve-se bem lembrar, <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=619IMQ013" target="_blank">casos anteriores</a> de vazamento de informações também tenham existido. Mania de dizer que internet inaugura tudo também não falta. O que parece haver agora é que possibilidades antes pouco viáveis se tornam mais factíveis e, portanto, podem ser postas em prática de forma mais rotineira.</p>
<p>Nunca tornamos públicas tantas informações pessoais quanto agora. Mas este parece ser um tempo em que todos, de alguma forma,  ou mesmo alheios à própria vontade, hão de se tornar mais transparentes. Grandes redes de forma de comunicação, abertas ou fechadas, estão sendo criadas e interconectam-se. Claro que hábitos também vão sendo criados a partir do relacionamento mantido nessas redes. Vazamentos de informações são quase inevitáveis. A facilidade de espionagem também é uma realidade que se apresenta. Micro-câmeras, gravadores, aparatos de investigação foram desenvolvidos e aperfeiçoados para vigiar tudo. No caso em questão, um bom pendrive já pode resolver o problema.</p>
<p>Muitos lamentam que o direito à privacidade diminui enquanto deixamos rastros digitais que depois são colhidos e compilados por grandes organizações, com precisão cada vez maior. Daí que uma pergunta passa a ser inevitável: se nós estamos sujeitos a este novo ecossistema, porque alguém poderia achar que governos ou organizações se manteriam imunes?  O <a href="http://www.infowar-monitor.net/2010/12/the-post-cablegate-era/" target="_blank">pesquisador canadense</a> Ron Deibert considera que apontar o Wikileaks como responsável pelo o que acontece agora seria como dizer que o tremor de terra é o responsável pelo movimento das placas tectônicas. Falta pragmatismo.</p>
<p>Do ponto de vista legal, pode-se questionar a legitimidade de um vazamento de informação como tem acontecido. Mas tentar tirar o Wikileaks da rede parece também não ser uma saída razoável. O efeito pode ser outro. <a href="http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/12/13/voce-sabe-o-que-o-wikileaks-tem-a-ver-com-o-napster/" target="_blank">Pedro Dória lembra</a> do caso do Napster. As gravadoras conseguiram tirá-lo do ar. Mas também ganharam uma miríade de similares muito mais difíceis de conter.</p>
<p>&#8220;<em>Depois que o público descobriu que podia trocar arquivos de música com facilidade, nunca mais foi possível conter o monstro. Se, no entanto, as gravadoras tivessem entrado em algum tipo de acordo com o Napster, a história poderia ter sido diferente. Era só um e sua arquitetura, centralizada, possibilitava maior controle. O mesmo ocorre com WikiLeaks. É o pesadelo de corporações e diplomatas? Por certo. Mas, para o bem ou para o mal, WikiLeaks não publica tudo o que recebe. Faz a informação passar por uma série de jornais estrangeiros respeitáveis. Editores tarimbados, internacionalmente reconhecidos, analisam a informação antes de publicá-la. O mais importante é que WikiLeaks é um só. É mais fácil conversar com um do que com muito</em>s.&#8221;</p>
<p>Para Ron Deibert o Wikileaks deveria se profissionalizar e deixar de estar tão ligado à imagem de Julian Assange. A divulgação de informação só deveria ser feita quando estiver relacionada à violação de leis ou a de aspectos morais. Deibert cita como exemplo vazamentos que se teve sobre a China. Em certos documentos, não haveria evidência que o Estado tivesse fazendo algo errado, mas os arquivos acabaram revelando nomes de dissidentes chineses que apoiariam os pontos de vista das autoridades americanas.</p>
<p>A questão está posta. Mas o fato é que o Wikileaks só é um sintoma e não a causa de um fenômeno muito maior para o qual governos, empresas e pessoas devem se acostumar. A comunicação é o tecido de nossas vidas e a comunicação digital tem trazido desafios e também novas possibilidades de constituir nossas vidas e vivermos em sociedade. &#8220;Vamos precisar de novas regras, normas e princípios para nos ajustar a este novo ambiente. Enquanto isso, alguns princípios eternos legais e éticos devem sempre se aplicar&#8221;, escreve Deibert.</p>
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		<title>Multimídia e redes sociais destacam-se nos assuntos mais buscados no Google</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 15:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google liberou a lista das palavras mais procuradas mundo afora.  No topo da ranking mundial aparecem termos que remetem, em primeiro lugar, às eleições americanas, e em seguida, às olimpíadas. Minha surpresa é que o termo que aparece em primeiro lugar remetendo às eleições nos EUA não é &#8220;Barack Obama&#8221; &#8211; lá na sexta [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/multimidia-e-redes-sociais-destacam-se-nos-assuntos-mais-buscados-no-google/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.google.com/intl/en/press/zeitgeist2008/#top" target="_blank">O Google liberou</a> a lista das palavras mais procuradas mundo afora.  No topo da ranking mundial aparecem termos que remetem, em primeiro lugar, às eleições americanas, e em seguida, às olimpíadas. Minha surpresa é que o termo que aparece em primeiro lugar remetendo às eleições nos EUA não é &#8220;Barack Obama&#8221; &#8211; lá na sexta posição. Nas buscas o nome da vez foi &#8220;Sarah Palin&#8221;.</p>
<p>Dentre o que é mais buscado pelo pessoal mundo afora, destaca-se termos relacionados à multimidia e sites de relacionamento.</p>
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		<title>Campanha de Obama em livro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 18:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deve sair em meados de 2009 o livro de David Plouffe, coordenador da campanha vitoriosa de Barack Obama. Durante o seu discurso de vitória, Obama se referiu a Plouffe como um “herói não-reconhecido da campanha”. Em seu livro, o americano pretende deixar de lado as fofocas e falar sobre táticas de campanha, gerenciamento de crise, [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/campanha-de-obama-em-livro/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2008/12/plouffe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-953" title="plouffe" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2008/12/plouffe.jpg" alt="" width="500" height="357" /></a></p>
<p>Deve sair em meados de 2009 o livro de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Plouffe" target="_blank">David Plouffe</a>, coordenador da campanha vitoriosa de Barack Obama.</p>
<blockquote><p>Durante o seu discurso de vitória, Obama se referiu a Plouffe como um “herói não-reconhecido da campanha”. Em seu livro, o americano pretende deixar de lado as fofocas e falar sobre táticas de campanha, gerenciamento de crise, uso da internet e de sua capacidade de mobilização</p></blockquote>
<p>Via <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/12/08/1%c2%ba-livro-sobre-a-campanha-de-obama/" target="_blank">Tiago Dória</a></p>
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		<title>Como será o e-gov de Obama?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 17:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Se durante a campanha Barack Obama criou um modelo sobre como fazer política na Internet, resta acompanhar como essa mesma política  participativa se dará durante seu governo via  E-gov. A inauguração do  Change.Gov pode ser um indício de que Obama fará alguma coisa diferente do que outros governos vêm fazendo. A proposta do Change.Gov, criado [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/como-sera-o-e-gov-de-obama/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se durante a campanha <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/11/04/barack-obama-o-candidato-que-mudou-mais-do-que-uma-eleicao/" target="_blank">Barack Obama criou um modelo</a> sobre como fazer política na Internet, resta acompanhar como essa mesma <em>política  participativa </em>se dará durante seu governo via  E-gov. A inauguração do  <a href="http://www.change.gov/" target="_blank">Change.Gov</a> pode ser um indício de que Obama fará alguma coisa diferente do que outros governos vêm fazendo.</p>
<p>A proposta do <a href="http://www.change.gov/" target="_blank">Change.Gov</a>, criado dois dias após o resultado da eleição, é fazer com que as pessoas possam contribuir com idéias para o mandato e opinar sobre diversas questões políticas e sociais. O site também pede para que as pessoas compartilhem suas histórias e sentimentos durante a campanha eleitoral. O Change.gov traz ainda <a href="http://change.gov/newsroom/blog/">um blog</a>. Neste caso,  a promessa é a de detalhar cada passo de Obama e ensinar a população os conceitos de uma administração pública.</p>
<p>Tudo isso sinaliza que o site do Governo Americano também será diferente. José Antonio Martinuzzo, professor de comunicação Ufes, em seu <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.bdtd.ndc.uff.br');" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1591" target="_blank"><span style="color: #333333;">mestrado</span></a> e <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.bdtd.ndc.uff.br');" href="http://www.bdtd.ndc.uff.br/tde_arquivos/28/TDE-2007-03-12T131719Z-672/Publico/Tese_Martinuzzo.pdf" target="_blank"><span style="color: #333333;">doutorado</span></a>, estudou o modo como tem se sido as práticas dos governos no uso da internet, o chamado Governo Eletrônico.</p>
<p>No mestrado “<em>A política na rede &#8211; tecnologias de comunicação e reprodução do paradigma de mercado</em>“ ele se dedicou à análise do site de prefeituras e no doutorado a temática se extendeu ao estudo dos governos que compõem o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) &#8211; “<em>Comunicação, Novas Tecnologias e Informacionalização da Política: o Governo Eletrônico no Mercosul</em>“. As diferenças constatadas ficaram mais no campo do estilo do que no modo estruturante e de uso emancipatório potencializado pelas novas tecnologias.</p>
<p>Em comum ao que vem sendo feito, Martinuzzo constata que se tem</p>
<ul>
<li>Prioridade absoluta do e-gov aos <strong>conteúdos noticiosos</strong>;</li>
<li>A formatação dos governos eletrônicos segundo a linguagem jornalístico-publicitária;</li>
<li>O investimento na <strong>prestação de serviços</strong>, tendo sido criado, inclusive a categoria de serviços online;</li>
<li><strong>A ausência de interatividade ativa</strong>;</li>
<li>A imposição da atualização tecnológica e gerencial dos governos , patrocionada pela ideologia neoliberal de reinvenção do Estado.</li>
</ul>
<p>O comentário feito no doutorado é o de que a se se consolidarem as experiências “de <em>e-government</em> estudadas, governo e política se resumirão, crescentemente, à oferta de discurso oficial disfarçado de notícia jornalística e à prestação de serviços &#8211; um modelo inapto à política, avesso à cidadania e originalmente associado ao <em>status quo</em>.”</p>
<p>Quanto ao que Obama fará, é esperar o 20 de janeiro para conferir.</p>
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		<title>Em “Uma verdade inconveniente” Al Gore recebe um chamado da Ciência</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2007 15:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Artur Távola escreve (Livro Comunicação é Mito) que em uma comunicação envolvente, e que possa potencializar os resultados esperados &#8211; claro &#8211; nela está inerente a alusão a lendas, meta-discursos e mitos dos quais uma sociedade compartilha. É curioso que mesmo sendo predominante o discurso da razão que negativiza as emoções e a religião, o recurso [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/em-uma-verdade-inconveniente-al-gore-recebe-um-chamado-da-ciencia/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artur Távola escreve (Livro <em>Comunicação é Mito</em>) que em uma comunicação envolvente, e que possa potencializar os resultados esperados &#8211; claro &#8211; nela está inerente a alusão a lendas, meta-discursos e mitos dos quais uma sociedade compartilha. É curioso que mesmo sendo predominante o discurso da razão que negativiza as emoções e a religião, o recurso ao meta-discurso messiânico se revela bem atrativo.</p>
<p>Assisti ontem o documentário de Al Gore na aula de <em>Opinião Pública, Mídia e Democracia</em>. Eis o trailer do dito cujo:</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/em-uma-verdade-inconveniente-al-gore-recebe-um-chamado-da-ciencia/ "><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Ele tem de tudo menos o que parece. É uma excelente peça publicitária com uma causa bem atrativa predominante na pauta do jornalismo &#8211; o Fantástico que o diga. O eterno vice de Clinton usa muito bem o tema do aquecimento global para se opor ao governo Bush. Este é o retrógado e fundamentalista religioso. Al Gore é o ilustrado, amigo de cientistas conhecidos, e que se segurava pra não estravazar esse slogan &#8220;Comigo, seus problemas acabaram, ok!&#8221;.</p>
<p>Mas ele não dispensa o recurso de se impor como aquele que recebeu o chamado vocacional e que, como tal, tem a competência <em>do saber, do poder e do como fazer</em> &#8211; com o detalhe singelo: se for eleito presidente dos EUA.</p>
<p>A idéia de vocação é normalmente relacionada à religiosidade, mas foi destacado que essa missão veio de outras fontes: a ciência considerada como uma &#8220;religião laica&#8221; (lembrei da Cientologia, apesar de saber tanto a respeito quanto sei sobre o sistema político da Mongólia).</p>
<p>Se outros presidenciáveis querem <em>furar</em> a mediação da imprensa e se apresentar diretamente ao eleitor (<a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id_blog=2&amp;id={E8D2D004-D5C7-4F84-8DDD-B20962881697}&amp;data=200701" target="_blank">ver postagem</a> <em>Youtube e blogs substituem a mídia convencional em campanhas eleitorais</em>), temos um caso em que isso foi realizado com maestria. Al Gore é um presidente perfeito mas que não conseguiu se eleger por artimanhas do adversário (claro, culpa de Bush, como sempre&#8230;). Ele é um legítmo filho de sua terra e que luta por seus ideais &#8211; &#8220;Sou americano e não desisto nunca!&#8221;.</p>
<p>Boa parte da sala, me incluo nisso, (sou um racional emotivo) quase foi às lágrimas. Pena que não posso votar nele &#8211; mas pelo menos fiz minha parte pra divulgar essa causa que não é de uma pessoa ou um grupo que o valha, mas de todos nós.</p>
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