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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Empresa</title>
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	<description>Agora, pesquisando sobre como a Comunicação Organizacional se ajusta ao processo de comunicação distribuída</description>
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		<title>Pague dez e leve um com a conexão 3G</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pague-dez-e-leve-um-com-a-conexao-3g/ </link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 15:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprar um produto e só poder usar a décima parte dele é perfeitamente legal. Não adianta reclamar. Foi isso que o Luiz descobriu quando adquiriu a tal da conexão 3G da Claro.
O contrato que é assinado com os provedores de internet possui uma cláusula que permite a elas somente fornecer 10% do que é contratado, dessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar um produto e só poder usar a décima parte dele é perfeitamente legal. Não adianta reclamar. Foi isso que <a href="http://hajaluz.net/3gfail-partipe/" target="_blank">o Luiz descobriu</a> quando adquiriu a tal da conexão 3G da Claro.</p>
<blockquote><p>O contrato que é assinado com os provedores de internet possui uma cláusula que permite a elas somente fornecer 10% do que é contratado, dessa maneira quem adquire 1 mega/s e recebe 100 kbp/s não pode reclamar pois as empresas argumentam que cumprem o contrato. Dessa maneira as empresas podem multiplicar por 10 seu lucro sem necessidade de investir, somente remanejando a banda que é paga por você.</p></blockquote>
<p>Agora o <a href="http://hajaluz.net/3gfail-partipe/" target="_blank">Luiz criou</a> páginas no twitter  &#8211; tag <strong>#3fail</strong> &#8211; e <a href="http://delicious.com/tresge" target="_blank">no delicious</a> para indexar o que sai nessas redes sociais sobre a conexão 3G.</p>
<p><em>Proteste aí!</em></p>
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		<title>Redes sociais como apenas mais um modo de comunicação</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 16:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas razões pelas quais, segundo o blogue Mashable, grandes marcas não fazem uso de redes sociais:

Estas ainda seriam entendidas como apenas mais um canal de publicidade.
Ainda não se teria encontrado, na atual estrutura de comunicação empresarial, a quem caberia a responsabilidade de uma política de relacionamento em redes sociais.
A maioria das empresas seguiriam um foco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas razões pelas quais, <a href="http://mashable.com/2009/02/20/big-brands-social-media/" target="_blank">segundo o blogue Mashable</a>, grandes marcas não fazem uso de redes sociais:</p>
<ol>
<li>Estas ainda seriam entendidas como apenas mais um canal de publicidade.</li>
<li>Ainda não se teria encontrado, na atual estrutura de comunicação empresarial, a quem caberia a responsabilidade de uma política de relacionamento em redes sociais.</li>
<li>A maioria das empresas seguiriam um foco mais regional em sua comunicação. Comunicar em redes socias implicaria uma política de relação mais <em>sem fronteiras</em>.</li>
<li>Mídia social é relacionamento permamente e de resultado a longo prazo. Não é uma simples campanha.</li>
<li>Os resultados não são garantidos.</li>
<li>Os modos de medição de resutados são diferentes e novos também.</li>
</ol>
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		<title>Empresas e redes sociais: participar ou não das conversações?</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/ </link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/ #comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 17:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sean Duffy, do  blog Social Media Today, traz algumas considerações sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações.
As cinco questões lançadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sean Duffy, do  blog <a href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/" target="_blank">Social Media Today</a>, traz <a title="Five reasons why global marketers should fear social media" href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/67499" target="_blank">algumas considerações</a> sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações.</p>
<p>As cinco questões lançadas pelo blogueiro são:</p>
<ol>
<li>Controle real. A conversa vai acontecer com ou sem a sua participação, e isso pode ter um maior alcance e impacto que você possa imaginar.</li>
<li> Curva de aprendizagem. Quanto mais tempo você esperar para se juntar à conversa, o difícil será a apanhar quando você decidir.</li>
<li>Concorrência. A falta de estratégia funciona como uma ótima oportunidade para concorrentes. Eles podem se tornar algo como uma referência diante de um cenário de inevitável conectividade social.</li>
<li>O cliente hoje. Pesquisas mostrariam que 93% dos norte-americanos acham que as empresas deveriam ter uma comunicação em rede social. Grande parte deste grupo também teria um grande poder aquisitivo.</li>
<li> O cliente amanhã. Redes sociais não é um fato recente. Seria há 10 anos. Os jovens desta fase da internet cresceram e estão levando consigo seus hábitos online.</li>
</ol>
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		<title>Cluetrain Manifest relaciona 95 teses nas relações entre público e empresas</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/cluetrain-manifest-relaciona-95-teses-nas-relacoes-entre-publico-e-empresas/ </link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/cluetrain-manifest-relaciona-95-teses-nas-relacoes-entre-publico-e-empresas/ #comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 14:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
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		<description><![CDATA[A indicação do site veio lá do livro “Web 2.0 &#8211; Participação e vigilância na era da comunicação distribuída” que comecei a ler essa semana.
O Cluetrain Manifest também lança suas 95 teses sobre as reformas que a internet promete causar, se já não o faz, uma profunda mudança  nas relações entre público e empresas.
Eis algumas das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A indicação do site veio lá do <a href="http://polimidia.blog.br/participacao-e-vigilancia-na-era-da-comunicacao-distribuida/" target="_self">livro</a> “Web 2.0 &#8211; Participação e vigilância na era da comunicação distribuída” que comecei a ler essa semana.</p>
<p>O <a title="Cluetrain Manifest" href="http://www.cluetrain.com" target="_blank">Cluetrain Manifest</a> também lança suas 95 teses sobre as reformas que a internet promete causar, se já não o faz, uma profunda mudança  nas relações entre público e empresas.</p>
<p>Eis algumas das teses que mais me interessaram pra minha pesquisa</p>
<blockquote><p>12. Não existem segredos. O mercado em rede sabe mais que as empresas sobre seus próprios produtos. E tanto sendo a notícia boa ou ruim, eles dizem para todo mundo.</p>
<p>14. As corporações não falam na mesma voz que as novas conversações em rede. Para suas pretensas audiências online, as empresas parecem ocas, lisas, literalmente inumanas.</p>
<p>15. Em apenas alguns anos, a atual homogenizada &#8220;voz&#8221; do negócio &#8211; o som das missões corporativas e prospectos &#8211; parecerá tão rebuscada e artificial quanto a linguagem da corte francesa do século 18.</p>
<p>17. As empresas que assumem que mercados online são os mesmos mercados que costumavam assistir seus anúncios na televisão se enganam a si mesmas.</p>
<p>18. As empresas que não perceberam que seus mercados agora são redes pessoa-a-pessoa, e como resultado ficando mais inteligentes e profundamente unidos nas conversações estão perdendo sua melhor oportunidade.</p>
<p>28. A maioria dos planos de marketing são baseados no medo de que o mercado pode ver o que realmente está acontecendo dentro da empresa.</p>
<p>39. A comunidade do diálogo é o mercado.</p>
<p>53. Existem duas conversações acontecendo. Uma dentro da empresa. Outra com o mercado.</p>
<p>54. Na maioria dos cados, nenhuma conversação vai muito bem. Quase invariavelmente, a causa da falha pode ser traçada nas noções obsoletas de comando e controle.</p>
<p>71. Suas noções antigas sobre &#8220;o mercado&#8221; fazem nossos olhos revirarem. Nós não reconhecemos a nós mesmos em suas projeções &#8211; talvez porque nós sabemos que estamos em outro lugar.</p>
<p>85. Quando nós temos perguntas, nós nos apoiamos em nós mesmos para obter respostas. Se você não tivesse um controle tão restrito sobre o &#8220;seu pessoal&#8221; talvez eles poderiam estar entre as pessoas em que nós nos apoiamos.</p>
<p>86. Quando nós não estamos ocupados sendo seu &#8220;target de mercado&#8221;, muitos de nós somos seu pessoal. Nós preferiríamos falar com amigos online do que olhar o relógio. Isto poderia transmitir seu nome melhor que seu web site de um milhão de dólares. Mas você diz para nós que falar com o mercado é trabalho do Marketing</p>
<p>88. Nós temos coisas melhores para fazer do que esperar você mudar para fazer negócio conosco. Negócio é apenas uma parte de nossas vidas. Parece ser tudo na sua. Pense nisto: quem precisa de quem?</p>
<p>95. Nós estamos acordando e nos linkando. Nós estamos observando. Mas nós não estamos esperando </p></blockquote>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como reconfigurar comunicação e representação com a Internet?</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/como-reconfigurar-comunicacao-e-representacao-com-a-internet/ </link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/como-reconfigurar-comunicacao-e-representacao-com-a-internet/ #comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 16:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Luiz fez uma postagem sobre a mudança do layout do site da Casa Branca, agora mais informal e com um blogue, apesar de não ter espaço para comentários, ainda que moderados. A proposta, dizem, é fazer um website que possibilite um máximo de comunicação, participação e transparência. A promessa? &#8220;Will put citizens first&#8221;.
Daí, dentre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hajaluz.net/obama-tem-um-blog/" target="_blank">O Luiz fez</a> uma postagem sobre a mudança do layout do site da Casa Branca, agora mais informal e com um blogue, apesar de não ter espaço para comentários, ainda que moderados. <a href="http://www.whitehouse.gov/blog/change_has_come_to_whitehouse-gov/" target="_blank">A proposta</a>, dizem, é fazer um website que possibilite um máximo de comunicação, participação e transparência. A promessa? &#8220;Will put citizens first&#8221;.</p>
<p>Daí, dentre outras outras questões, Luiz pergunta: &#8220;quando os políticos e as empresas brasileiras irão mudar sua postura diante da internet? Quais seriam os principais motivos para a resistência da internet como canal de comunicação em uma empresa brasileira atualmente?&#8221;</p>
<p>Tentei responder <a href="http://hajaluz.net/obama-tem-um-blog/" target="_blank">comentando por lá</a>.</p>
<p>A propósito: foi lançado um livro cooperativo sobre uma espécie de modelo de agência de comunicação  -<a href="http://www.lanuevagencia.com.ar/" target="_blank"> La Nueva Agencia</a>. Ainda não li mas <a href="http://www.fundamentalconteudo.com/?p=621" target="_blank">é bem comentado</a>.</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Linux para além de um software livre</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/linux-para-alem-de-um-software-livre/ </link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/linux-para-alem-de-um-software-livre/ #comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2007 15:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Pois é. Ainda não tenho um computador em minha casa pra chamar de meu e dizer que nele ninguém tasca a mão. Enquanto isso não acontece a postagem fica como arquivo para mim e como um bom jornalismo de serviço aos que acessam esse post no cafofo de seu quarto ou algo que o valha.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://bligoo.com/media/users/0/10433/images/porque_linux01.jpg" border="0" alt="porque_linux01.jpg" hspace="4" vspace="4" align="right" />Pois é. Ainda não tenho um computador em minha casa pra chamar de meu e dizer que nele ninguém tasca a mão. Enquanto isso não acontece a postagem fica como arquivo para mim e como um bom jornalismo de serviço aos que acessam esse post no cafofo de seu quarto ou algo que o valha.</p>
<p>O Atina Chile, em mais uma ótima <a href="http://www.atinachile.cl/content/view/29924" target="_blank">postagem</a>, enumera algumas razões para se ter o Linux como sistema operacional. O blog é bem objetivo nas 10 vantangens que relaciona porque acredita</p>
<blockquote><p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial;">que la gente no va a cambiar a Linux porque es libre (a ellos probablemente no les interese) o porque es gratis (ellos probablemente piensen que no pagaron por Windows), sino tal vez porque vean nuevas, buenas características que Windows no tiene. Entonces aqui hay algunas razones de porque Linux es lo máximo!</span></span></p></blockquote>
<ol>
<li><strong>Proteção</strong> &#8211; Ainda não se tem notícia de que o linux tenha sido alvo de ataque de algum vírus </li>
<li><strong>Indústria local</strong>: metade do dinheiro vai para a companhia que fabricou quando se compra um software privado. <span style="font-size: x-small;">Con el Software Libre (ej. Linux), la economía (y el conocimiento del profesional IT) de tu país podría mejorar, ya que podrían haber muchas compañías pequeñas o medianas personalizando soluciones, dando soporte, consultoría, etc.</span></li>
<li><strong>Velocidade</strong>: o windows tem falhas na configuração de sua interface que provoca lentidão na hora de carregar o sistema. Em cinco anos, por exemplo, o Linux apresentaria a mesma velocidade de quando foi instalado</li>
</ol>
<p><strong>Leia mais</strong> na postagem <a href="http://www.atinachile.cl/content/view/29924" target="_blank">¿Por qué Linux?</a> e também o tópico (29/03/07) na comunidade do orkut Ciberideia:  Dell anuncia máquinas com Linux. Ps.: o link pra o tópico não entrou agora. Assim que puder tento de novo <img src='http://polimidia.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Tá! Lembre-se de que sou um cara bondoso. Copiei o tópico inteiro. É só acessar em seguida:<span id="more-397"></span></p>
<p><strong>Henrique</strong>: <em>Dell anuncia maquinas com linux</em><br />
Deu na BBC. O gato fugiu do saco de vez. A segunda maior fabricante de computadores pessoais vai lançar pc e notebooks com linux pré instalado. É o fim da era do copyright e da Microsoft. Das 100 mil pessoas que participaram da enquete da Dell no Dell Survey mais de 70% disseram que vão usar o linux. Oh happy day!</p>
<p>Mais @ BBC.[<a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/6506027.stm" target="_blank">http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/6506027.stm</a>]</p>
<p><strong>Gilberto</strong>: Algumas coisa são realmente interessantes de acompanhar. Esse lance do linux nos desktops é uma. Há algum tempo uma consultoria disse q o linux nos desktops ia acabar em 10 anos. Devem ter feito uma regra de 3 levando em conta q os servidores cresciam e os desktops linux não.<br />
Mais ou menos na mesma época a Red Hat separou o Fedora e o entregou para a comunidade.. Disse q só ia cuidar dos servers como modelo comercial mais viável.<br />
O tempo passou e há poucas semanas a empresa disse q vai lançar uma versão do seu Linux Red Hat especialmente para laptops populares (não o OLPC, mas qq um de preço baixo).<br />
Esse papo da Dell é velho, tem uns anos&#8230; mas nunca houve desmentido ou confirmação. Agora tem um &#8220;definitivamente&#8221;. Embora não diga datas nem nada.<br />
O legal é que a Dell é uma empresa muito focada na demanda de mercado. Se ela diz q vai fazer é pq tem mercado. Ela pode até não fazer um produto q seja um sucesso monumental e imediado com a marca Dell (já aconteceu com handheld, impressoras, tvs de plasma, projetores&#8230;). Mas, ela sempre acerta a tendência. Todos esses produtos que não estouraram de vender com a marca Dell, venderam horrores com outras marcas. Mas, tb acho q um pouco dessa demanda é porque muitos usuários sabem que podem instalar um Windows pirata.</p>
<p><strong>Edu</strong>: como usuário final, do tipo que tem horror a terminal com coisas do tipo<br />
&gt;asdfa &#8211; @ed2, der, fgafd, diru &#8211; shell<br />
vou continuar com o bom e novo OSX e seus apletts maravilhosos.</p>
<p><strong>Henrique</strong>:</p>
<p style="padding-left:20px;font-size:92%;float:right;padding-bottom:10px;">2 Abr<img src="http://www.orkut.com/img/b.gif" alt="" width="3" height="1" />(6 dias atrás)</p>
<p><strong>O prob é o Vista</strong><br />
O grau de rejeição do Windows Vista esta pegando muita gente de surpresa. A credibilidade da M$ ta no pé e o público esta rejeitando os controladores de &#8220;pirataria&#8221; q o Vista traz. O fato é q o Vista virou uma prisão doméstica pra quem o instala &#8211; xeretando tudo e fazendo a política da RIAA e da MPAA. Se Gates teve probs com a última administração democrata seu futuro hj é negro. Pois além dos probs com os democratas q ele tera ele esta com probs com os consumidores e com as empresas criadoras de hard. O futuro é negro pra M$.</p>
<p><strong>Henrique</strong>: <strong>Tô falando&#8230;&#8230;<br />
Rushkoff Acha o Windows Vista um Espião</strong></p>
<p>As coisas se precipitam no mundo do copyright. Douglas Rushkoff, um dos digeratti + respeitados do universo da revolução eletrônica, escreveu um extenso comentário em seu blog explicando pq o Windows Vista é uma bosta. Ele diz q estava curioso para ver as novidades e que se decepcionou pq nada funciona. Após seis anos de desenvolvimento e promessas o programa se tornou um instrumento estúpido dos amigos corporativos da M$. Não só o Vista desinstalava tudo o q ele instalava como o escroto destruia os codecs ou os substituia pelos seus:</p>
<p><em>Mas o modo como a Microsoft escolheu para mostrar sua lealdade através do Vista foi por um elaborado grupo de &#8211; Digital Rights Management &#8211; limitações. Microsoft quer ajudar as corporações a prevenir o uso ilegal de seu conteúdo, como música e vídeos. O mais fácil modo de fazer isso é limitar o uso de formato de arquivos não seguros. E o mais mole modo de fazer isso é não suprir os codecs requeridos para vê-los em um dos tocadores de mídia instalados.</em></p>
<div><em>Mas a Microsoft levou este passo mais longe: não apenas eles não vão suprir os codecs necessários, mas &#8211; ao menos tão longe quanto foi minha experiência &#8211; eles apagam os codecs estrangeiros se o usuário instala-los ele próprio. Durante algumas atualizações, Vista remove aquivos e utilitários[<a href="http://aaxnet.com/editor/edit043.html" target="_blank">http://aaxnet.com/editor/edit043.html</a>] suspeitos de serem capazes de permitir assistir aos filmes ilegais.</em> </p>
<p><em></em> </p>
<p>Se um usuário escolhe parar uma atualização, deverão ter inclusive repercussões. Um relatório indica que a &#8220;Genuina Vantagem&#8221; da notificação do Windows chama a Microsoft automaticamente, dizendo para a companhia quem abortou a instalação.</p>
<p>Rushkoff diz que o fato dele não estar mais usando o Vista significa que muitos farão como ele. Leia o texto completo no blog.[<a href="http://www.rushkoff.com/2007/04/vista-sucks-linux-wins.php" target="_blank">http://www.rushkoff.com/2007/04/vista-sucks-linux-wins.php</a>]</p>
<p> </p></div>
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		</item>
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		<title>&#8220;fazer-viver/deixar-morrer&#8221;</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/foucault-contemporaneidade-segue-o-principio-do-fazer-viverdeixar-morrer/ </link>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 17:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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A página Especiais foi atualizada. Agora ela contém um link mais organizado e bonitinho para meu projeto de iniciação científica &#8211; A crise política no governo Lula pelos jornais capixabas. Só não publiquei o certificado de conclusão do projeto porque a imagem escaneada ficou pela metade e muito apagada. Tá vendo a minha disposição?!rs


Os tópicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>A <a href="http://polimidia.wordpress.com/especiais/" target="_blank">página Especiais</a> foi atualizada. Agora ela contém um link mais organizado e bonitinho para meu projeto de iniciação científica &#8211; <strong>A crise política no governo Lula pelos jornais capixabas. </strong>Só não publiquei o certificado de conclusão do projeto porque a imagem escaneada ficou pela metade e muito apagada. Tá vendo a minha disposição?!rs</li>
</ul>
<ul>
<li>Os tópicos da aula de assessoria de imprensa estão de volta. Por enquanto as anotações estão bem naquela fase de tentar ler o mundo em nossa volta.</li>
</ul>
<blockquote><p>&#8220;Assessoria não se resume a mandar releases. É um trabalho processual cujo resultado pode levar semanas ou meses para aparecer. O profissional também tem que entender muito de política e economia porque isso interfere no todo.&#8221; Caroline Polese, diretora da Mosaico Gestão em Comunicação em Vitória</p></blockquote>
<p>Seguem as anotações da aula:<span id="more-394"></span></p>
<p>textos de Otavio Ianni e Denis de Moraes</p>
<p>A midia é um grande negocio, oq ue a primeira vista nao parece pq para muitos é vista como diversao. A vinculação entre o objetivo de empresa e sua imagem nao aparece na midia.</p>
<p>A midia é um agente ideologico do capitalismo. Ela vende esse sucesso do capitalismo. A evolução da tecnologia permitiu que a midia se tornonasse um grande negocio</p>
<p>Politica: quatro fatores que propiciou o estabelecimento dam midia no ambito planetario foi a politica.</p>
<p>2002: congresso nacional permite que 30% do investimento venha de capital estrangeiro. Desregulametação das politicas de comunicação &#8211; abertura. O cinema brasileiro voltou quando virou um negocio. E estta vinculado a grande empresa global ou a seus atores. Desregulametação que permite aos paises ir alem das fronteiras.</p>
<p>A criação das corporações: dominio do mercado, parcerias mundiais tb. Ex.: Vender musias na internet. Sony e outras empresas concorrentes historicas criaram uma empresa para vender musica na internet.</p>
<p>Beatriz Sarle (filosofa argentina) tem o conceito de que a midia é uma fabrica de ficções sociais (construção daquilo que é consumido). È uma ficção social pq é consumido massivamente. Ou seja o q a midia constroe e propaga é uma construção. aprodução midiatica é interessada como novas relações, nossa cultura construída tb é.</p>
<p>Mas a construção da midia é ficção social q gira em torno do capital. Ou seja, a construção feita pela midia se da basicamente pelo grande grande negocio que ela é. E outro fator é que as pessoas nao enxergam que o jornal é uma empresa cujo interesse maior é o capital.</p>
<p>Pq a midia virou uma fucção social aceita por todo o mundo?</p>
<p>A pratica politica decaiu e isso foi um dos pricnpais fatores que permitiu a midia ter esse &#8216;poderio todo que detem agora</p>
<p>mercadoria &#8211; a midia lida com mercadoria. Vende noticias. Experinecias de vida &#8211; a midia é cada vez mais espaço para experiencias de vida. Ex.: Big Brother, Criança Esperença etc</p>
<p><strong>Principe Eletronico</strong></p>
<p>Maquiavel &#8211; Principe &#8211; tratado de como se conquista e mantem o poder em uma nação. Para vc manter uma unidade territorial politica é necessario uma liderança. O principe é quem tem a vocação politica e a capacidade para manter a unidade. Ele tem que usar dois instrumentos: amor e temor. È necessario ter amor e temor de seus subordinados. Qdo nao for possivel ter os dois trabalhe para a conquista do temor. O mal deve ser aplicado de maneira intempestiva e os beneficios distribuidos paulatinamente.</p>
<p><strong>Gramsci </strong>- elaborou uma outra teoria. O modeno principe nao mais um lider, mas um partido politico. Para Gramsci o poder politico vem da sociedade civil &#8211; o poder politico só é alcançado atraves de consenso e da hegemonia de uma determinado grupo.</p>
<p><strong>Ianni</strong> &#8211; Principe eletronico. Para vc alcançar e manter o poder é necessario esta na midia. A politica esta cada vez mais dependente da midia.</p>
<p>02/05/05 &#8211; Michel Foucault</p>
<p>Jeremy Kifkin</p>
<p>- CVR/versao &#8211; nos consumimos versões de vida que os comunicadores nos passam</p>
<p>- microfisica do poder</p>
<p>- saber/poder/biopoder</p>
<p>- deixar viver/fazer morrer</p>
<p>- fazer viver/deixar morrer</p>
<p>- disciplina/panoptico</p>
<p>- fabrica de mao de obra</p>
<p>- sociedade disciplinar</p>
<p>Otavio Ianni &#8211; a base das relações atualmente esta na midia (CVR). A partir da midia se alcança uma sociedade politica (usando o conceito de Gramsci). O principe eletronico que nao é só uma pessoa, nao caminha sempre na mesma direção. Hj há grandes corporações de midia que dominam esse espaço &#8211; esses sao o principe eletronico</p>
<p><strong>Foucault</strong> &#8211; estudou as relações de poder e no fim da vida a sexualidade. Ele estudou o processo pelo qual o poder se constitui historicamente. Dois conceitos sao fundamentais em Foucault: microfisica do poder e biopoder.</p>
<p>Poder na visibilidade &#8211; Estado, familia, escola, midia etc.</p>
<ul>
<li>Microsifica do poder</li>
</ul>
<p>ele diz que antes disso há toda uma estrutura de poder. Por mais exuberante ou grande que seja o poder, há todo um aparato de micropoderes que o sustentam.</p>
<ul>
<li>Ex.: Lula só alcanço o poder quando a rede de micropoderes estave a favor dele.</li>
<li>o voto foi decidido a partir de relações que partiram &#8211; PT; trabalho; familia; consciencia; midia; escola</li>
</ul>
<p>o poder tem que estar em constante sintonia, consenso com seus micropoderes. Nao há poder que nao se sustente por uma microsifica do poder.</p>
<ul>
<li>Biopoder &#8211; poder da vida</li>
</ul>
<p>quem domina essa maquina de referencias, de sentidos, de valores e verdades, domina a vida. Isso pq o ser humano toma suas decisões a partir dos valores q carrega e defende. A vida é condicionada, é criada a parti de sentidos, de valores. Biopoder é o poder de criar a vida.</p>
<p>Corpo e espirito &#8211; construção de subjetividade &#8211; ser humano</p>
<p>deixar viver/fazer morrer (feudalismo) &#8211; o investimento de quem detinha o poder naquela época estava no tipo de morte exemplar. Deixar viver, trabalhar, produzir, mas se vc cometesse algum crime morreria em praça pública para servir de exemplo.</p>
<p>Com o advento da rev industrial muda-se o regime. Evita-se ao máximo a matança uma vez q os homens eram necessarios para a produção em série, como tb para o consumismo. Foucault diz q o regime passa a ser outro com o advento do capitalismo: Fazer viver/deixar morrer.</p>
<p>Investe-se no individuo enquanto ele é capaz de produzir. Apos a idade aurea da produção do individuo, dispensa-se, deixa-se morrer, com a minima aposentaria. O homem passou a ser parte da engrenagem da produção capitalista.</p>
<p>choque da rev. industrial &#8211; as pessoas saíram para as cidades, lidar com as maquinas, nao conhecia o vizinho, nao tinha infra-estrutura. Os costumes tiveram q mudar radicalmente.</p>
<p>As relações nao eram regradas, nao haviam leis, os proprios começaram a criar sua propria policia. Como nao havia regra, as igrejas mesmo começaram a impor as suas, o q era ou nao permitido. Os proprios individuos começaram a colocar entre eles uma vigilanacia &#8211; cada um vigiando o outro.</p>
<p>Essa vigilancia dos grupos propiciou a criação do Estado-Nação: uma estrutura q organiza os cidadaos, vigia para estruturar. O controle social foi criar um ambiente q permitisse ao capital crescesse e se estabelecesse.</p>
<p>Modelo panoptico &#8211; modelo de construção emq se observa tudo. Modelo disciplinar (do corpo e da alma) é a base do capitalismo do sistema fabril. Foi criado o modelo de escolas, hospitais, presidios.</p>
<p>Nessa sociedade em q as pessoas tinham q ser disciplinadas, um arquiteto elaborou o modelo panoptico. As pessoas tinham q saber q eram passiveis de vigilancia.</p>
<p>Capitalismo: criação de uma estrutura para produzir mao-de-obra. A familia foi a primeira criação (instituição)</p>
<p><strong>06/05/05</strong></p>
<p>o excedente de produção feudal &#8211; criação de maquinas a vapor, industria etc</p>
<p>foucault</p>
<p>- tempo de vida, força de trabalho</p>
<p>- estruturas disciplinares</p>
<p>- Estado</p>
<p>- vigilância</p>
<p>- saber</p>
<p>- ciências</p>
<p>- padroes</p>
<p>- verdades</p>
<p>- novos paradigmas</p>
<p>o novo modo de vida colocou o homem no centro da produção. O poder de produzir a vida é o poder de construir verdades &#8211; Foucault</p>
<p>O novo modelo de sociedade q se implementou com a rev. industrial é direcionado para critérios capitalistas. Essa nova soc. é disciplinar q se estrutura a partir de instiuições que controlam o corpo e a alma do individuo</p>
<p>montar cabeças e corpos &#8211; investimento q se faz desde criança</p>
<p>Estado &#8211; mae das instituições &#8211; sistema difuso de organização socio-economica da nova forma de organização &#8211; base para o sistema capitalista</p>
<p>abaixo do Estado outra importante instuição é a familia. Investir na familia &#8211; o 1º alvo foi regulamentar a situação da familia &#8211; casamentos e registros de nasc. no cartorio &#8211; garantir mao de obra &#8211; alem disso é a familia a 1ª instituição a passar valores para a nova geração q surge</p>
<p>o capital via nas familias a base da produção industrial. Hj nao é assim.</p>
<p>Familia &#8211; transmitir os valores basicos de um sistema capitalista</p>
<p>Poder politico economico sentiu a necessidade de uma estrutura burocratica para q o capital florecesse &#8211; formação do Estado-Nação (parte burocratica estabelecida atraves de guerras, acordos etc)</p>
<p>e com o povo, como se cria e se estabelece a burocracia?</p>
<p>criou-se a lingua nacional, herois nacionais, hino nacional, brasoes nacionais &#8211; as escolas nao poderiam ensinar outra lingua, senao a estacelecida afim de criar uma identidade nacional</p>
<p>escola &#8211; os pobres só tiveram às escolas quando se tornou necessario q eles aprendessem as leis, direitos e deveres e aprender uma profissão.</p>
<p>familia &#8211; escola &#8211; fabrica ( regime fazer viver/deixar morrer)</p>
<p>fabrica &#8211; as pessoas passam a viver nas fabricas. O trabalho passa a ser a razão de viver. hj o trabalho é tudo. é sua maior referencia. no entanto, nao existe trabalho para todo mundo. havia estruturas auxiliares para disciplinar os individuos q nao estavam de acordo com o sistema: igreja, penitencia, sistema juridico &#8211; afim de estabelecer modos de convivencia</p>
<p>a partir dos sec XVII e XIX &#8211; investimento na medicina. nessa epoca surgiram estudos sobre o comportamento humano.</p>
<p>poder disciplinar &#8211; vigilancia</p>
<p>quem observa produz informação &#8211; quem produz informação produz saber, quem produz saber produz verdades. As verdades definem os padroes. O q é normal e o q é anorma</p>
<p><strong>09/05/05</strong></p>
<p>disciplina, controle</p>
<p>soc. de controle &#8211; em q cada um é seu proprio controlador. Vc é seu principal vigilante. Se antes o poder investia no controle do corpo, o poder hj investe nas razões, na ment, nos sentimentos &#8211; investimento do controle das ideias; a midia faz esse papel; contaro com a sociedade; a midia age no controle das ideias; por isso o capitalismo investe na midia.</p>
<p>o muro das intituições já é um muro mais maleavel. Todas essas intituições á estao se expirando. Estão sendo embarcadas pelos meios de comunicação. É muito mais fácil vc propagar ideias pela midia.</p>
<p>publicizar um novo tipode arranjo familiar esta a cargo da midia. Todas essas instituições nao mudam seus valores tao rapidamente o quanto seria necessario ao investimento do capital. Por isso o capitalismo precisa de um meio para propagar e difundir seus valores. Mas os meios de propagação mudam rapidamente.</p>
<p>esse tipo de sociedade nao está se estruturando para gerar mao de obra, para gerar filho. ela é estruturada para consumir. Vc tem q ser vc, nao importa o q vc seja. O importante é consumir. O consumo nao tem sexo. O consumo é individual e quem consume é o individuo.</p>
<p>a sociedade q vive é a sociedade da inclusão &#8211; nao se baseia, nao se vive somente dos laços tradicionais. Mas inclui, aceita, engloba tudo. É A DIVERSIDADE. Sociedade que produza mais consumidores do q pessoas trabalhadoras. ex.: 83 milhoes para 643 projetos, 674 empregos. O capital e o poder investe no discurso da esperança e do emprego.</p>
<p><strong>antes</strong> &#8211; o individuo era disciplinado pela instituição, mas era protegido por ela.</p>
<p><strong>hj</strong> &#8211; a fabrica tira seu tempo de vida mas nao te dar seguridade. hj vc se vira! o coletivo produz o individuo, mas é o individuo quem deve se virar por ele mesmo. Agora é predominante o dominio a mente, do desejo e nao mais do corpo. Medicina tb mudou &#8211; se investe na nao-doença &#8211; prevenção &#8211; academias</p>
<p><strong>13/05/05</strong></p>
<p>cidadania/consumo/reificação/mudar sempre</p>
<p>fim do fora</p>
<p>fim do publico</p>
<p>Estados-Nação fracos/ongs</p>
<p>Imperio</p>
<p>cidadania atual &#8211; fragmentada, individual</p>
<p>a cidadania, a forma de garantir bem -estar é resumida no consumo. Viver passou a ser consumir (informações, produtos, serviços etc). Reificação: pegar conceitos e valores, materializar isso e tornar produtos. Ideias e simbolos coisificados. Ex. a ideia de carros virem com assinatura de Picasso</p>
<p>hj vc realiza projeto de existencia atraves do consumo.</p>
<p>mudar sempre &#8211; criar estilos para se achar unico</p>
<p>quem produz os valores simbolicos ou concretos é quem esta lucrando. hj se tem uma otica do consumo, de ganhar dinheiro.</p>
<p>marketing &#8211; trabalha com a reificação; com simbolos e com a subjetividade. O processo de comunicação tb vive de reificação.</p>
<p>se a vida está no consumo, se a vida esta articulada por consumo, se a felidade nao é alcançada por ideiais politicos, onde está a vida? A vida esta dentro de casa</p>
<p>fim da cidadania (privatização); fim dos espaço publicos; fim da discussão politica &#8211; diante disso as pessoas biscam sua socialização nos shoppings. os espaços de discussão agora sao espaços de consumo. Foucault diz q ao espaço publico foi destinado aos excluidos . E esse espaço publico esta decadente.</p>
<p>aos ricos ficam os parques aquaticos, os shoppings &#8211; que nao sao espaço de discussao politica, pq nao é permitido, sao espaços publicos privatizados para os ricos</p>
<p>neoliberalismo prega &#8211; igualdade de oportunidade q é oferecida a todos. Ela é aberta a todos, mas nao é</p>
<p>se os micropoderes estao organizados, o povo, a cidadania, decadencia da sociedade civil, da discussao politica e referente sobre aquilo q se discute sobre o bem comum</p>
<p>decadencia da politica-ideologica dinate da população; enfraquecimento do Estado; imerção no poderio economio com a reformulação do Estado nos moldes liberais. Um Estado q nao visa o bem estar comum e sim a manutenção da economia em alta. O mercado quer lucro.</p>
<p>o Estado esta se despojando de suas obrigações sociais. as ongsvem ocupando esse papel, mas elas nao tem controle goernamental, nao sao eleitos pelo povo eo Estado transfere dinheiro para elas</p>
<p>Ongs &#8211; vende propaganda anti-estatal, a favor do mercado</p>
<p>o estado deixa claro sua desobrigação social e transmite (injeta) isso na população despolitizada, com programas voluntarios, como o Amigos da Escola</p>
<p>Imperio (Negri)- poder sem limite, q nao vê fronteiras. Os autores do livro q pela primeira vez na humanidade se vive num imperio: neste Imperio cabe tudo; fomenta a diversidade q da lucro.</p>
<p>Na soc anterior a diversidade nao era respeitada, mas hj a diversidade permite lucros, todos sao cidadaos qp cidadaos consomem</p>
<p>o intelectual pensa alternativas para um outro mundo. Mudança &#8211; processo prioritariamente intelectual, ou seja, de educação.</p>
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