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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Eleições</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>Políticos no twitter &#8211; 15 possibilidades sobre como usar</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 01:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta edição do Compolítica no Rio trouxe dois artigos tratando diretamente sobre a atuação política no twitter nestas últimas eleições. Um deles é &#8220;Novas mídias e eleições 2010: o uso do twitter nas campanhas dos candidatos ao governo do Paraná&#8221;. O segundo foi uma análise dos perfis de Dilma, Serra e Marina &#8220;As campanhas políticas no [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/politicos-no-twitter-15-possibilidades-sobre-como-usar/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta edição do <a href="http://www.compolitica.org/home/?page_id=485" target="_blank">Compolítica no Rio</a> trouxe dois artigos tratando diretamente sobre a atuação política no twitter nestas últimas eleições. Um deles é &#8220;Novas mídias e eleições 2010: o uso do twitter nas campanhas dos candidatos ao governo do Paraná&#8221;. <a title="As campanhas políticas no Twitter: Uma análise do padrão de comunicação política dos três principais candidatos à presidência do Brasil em 2010" href="http://www.compolitica.org/home/wp-content/uploads/2011/03/AGGIO-Camilo.pdf" target="_blank">O segundo</a> foi uma análise dos perfis de Dilma, Serra e Marina &#8220;As campanhas políticas no Twitter: Uma análise do padrão de comunicação política dos três principais candidatos à presidência do Brasil em 2010&#8243;.</p>
<p>Por enquanto minha leitura está focada neste último texto. Me foi bem útil a didática com que caracterizou as possibilidades de atuação eleitoral no twitter &#8211; em diferentes situações na verdade. Tanto é assim que adaptei a relação das 15 formas apresentadas para compor um plano de comunicação em mídias sociais para um deputado, confira abaixo. Pena que não foi aceito.</p>
<p>Dado o estado de calamidade do perfil do camarada nas redes pensei que estivesse sozinho para cuidar de tudo. Minha surpresa é que há sim uma equipe de comunicação. E alguém desse balaio é quem vai cuidar das mídias sociais. Alguma coisa só deve começar a ser feito a partir de junho. Legal mesmo foi perceber a carinha de, vamos lá, curiosidade dos futuros &#8220;analistas&#8221; sobre algumas possibilidades de atuar nas redes.</p>
<p>Uma das questões apresentadas foi que são 71 tweets desde 17 de junho de 2010. Eles são trivialidades como frases, versículos, futebol, cumprimentos ao longo do dia ou idas à Assembleia Legislativa e eventos (não diz os desdobramentos), fala de si mesmo na terceira pessoa, tweets incompletos, com erros de digitação. Este último caso foi eufemismo para erros de português mesmo, tais como &#8220;precionar&#8221;. Ele segue jornalistas, políticos, famosos, programas, times, mas não cidadãos para, no mínimo, falar de sua agenda.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>Surpresa posta, vamos ao que interessa</strong></span>.</p>
<p><strong>1°) Divulgação de agenda</strong>: Consiste na publicação, em forma de texto, de algum evento que o candidato participará. O caráter é estritamente textual, sem referências em forma de links.</p>
<p><strong>2°) Divulgação de agenda com link</strong>: Se diferencia do primeiro, fundamentalmente, por permitir a expansão da informação entregue aos leitores. A divulgação pode ser ampliada para seções contendo outras atividades que não apenas aquela expressa no texto ou mesmo com links para que os leitores localizem os locais dos eventos ou acompanhe ao vivo em transmissão de vídeo ou áudio. Tal recurso pode possibilitar que o candidato esteja, frequentemente, à disposição do acompanhamento quase integral de sua campanha por parte de eleitores distantes geograficamente dos eventos ou de algum aparelho de televisão ou rádio. Esta categoria, portanto, não se refere apenas aos eventos que estão por vir, mas também aqueles que estão acontecendo no momento da publicação.</p>
<p><strong>3°) Divulgação de materiais de campanha, entrevistas e debates</strong>: Consite na oferta de áudios, vídeos e imagens de atos de campanha, discursos, entrevistas concedidas, trechos ou íntegras de debates, matérias jornalísticas, mensagens para os eleitores, programas televisivos e radiofônicos exibidos no HGPE e sites ou seções dos sites de campanha. Essa categoria abarca, fundamentalmente, a utilização de links internos ou externos à campanha. Sua finalidade é divulgar, sem menção a qualquer demanda por parte dos internautas.</p>
<p><strong>4°) Mobilização</strong>: Consiste em publicações, com ou sem links, para que os eleitores se mobilizem em algum tipo de atividade de campanha, desde as presenciais até aquelas circunscritas aos ambientes digitais, como o “twitaço”.</p>
<p><strong>5°) Comentários sobre eventos (com ou sem links externos)</strong>: Consiste em publicações cujo propósito é relatar algum fato envolvendo um evento de campanha ou, simplesmente, divulgar o acontecimento. A utilização pode se diferenciar em termos de conteúdo relacionado: fotos de situações em que o candidato despista jornalistas correndo ou fragmentos em vídeo de algum discurso ou conversa de um candidato envolvendo populares.</p>
<p><strong>6°) Comentários sobre eventos com links de campanha</strong>: Se diferencia do anterior por expressar uma estratégia de integração do Twitter com outras plataformas de comunicação da campanha. Conduzir o eleitor aos websites, canais oficiais do Youtube ou seções sobre projetos, por exemplo, denota o esforço em atrair a atenção dos eleitores para outros canais de comunicação oficiais da campanha. A integração desses ambientes e ferramentas qualificam a campanha online na medida em que constrói e expõe um universo de informação variado e disponível à curiosidade e interesse dos eleitores.</p>
<p><strong>7°) Interação com comentários</strong>: Fundamental para qualquer sujeito, movimento, empresa ou instituição que ingresse no Twitter, a interação ou referência através do mecanismos “@fulano” denota consideração e atenção aos sujeitos que os seguem e suas publicações. Os comentários podem ser agradecimentos, respostas a perguntas, endossos e considerações sobre os comentários pelos seguidores contemplados. No que tange às estratégias de campanha, estabelecer diálogos ou responder a questões diretamente significa estabelecer um nível amplo de cooperação e envolvimento com os eleitores, tornando-os potenciais unidades de mobilização, principalmente no que se refere à disseminação de conteúdos publicados pelos candidatos e membros de campanha.</p>
<p><strong>8°) Interação com comentários e links externos</strong>: Carrega o poder da interação se valendo de links externos às campanhas para ilustrar algum comentário, responder a perguntas ou exibir registros de evento de campanha.</p>
<p><strong>9°) Interação com comentários e links de campanha</strong>: Se assemelha à categoria anterior, porém integrando outros recursos associados à campanha online. É fundamental ressaltar que tal recurso é utilizado, principalmente, para repostas de seguidores cujo interesse está associado ao esclarecimento de propostas e posicionamento dos candidatos. Mais uma vez, a interação pode funcionar como estratégia fundamental no modo de relação com os eleitores, elevando a eficiência de ações de mobilização por parte dos mesmo, principalmente na replicação de conteúdos que esclareçam questões elementares que definem substancialmente as campanhas.</p>
<p><strong>10°) Replicação de mensagens</strong>: A ação de reproduzir um mensagem de algum usuário é sinônimo de concordância ou endosso aos comentário ou conteúdo publicado. Conferir tal credibilidade à informação de um seguidor significa admitir a relevância da opinião de seus eleitores ou simpatizantes, bem como do atestado de que a relação comunicacional estabelecida é regida por padrões de cooperação e reciprocidade.</p>
<p><strong>11°) Propostas</strong>: Elemento fundamental dos discursos de campanha e um dos indicares mais importantes para a diferenciação dos projetos políticos representados pelas candidaturas, essa categoria se refere às publicações dedicadas, exclusivamente à divulgação de projetos políticos e posicionamentos que tenham efeitos políticos. No entanto, é fundamental salientar que questões referentes a propostas políticas podem ter sido diluídas em ações classificadas em outras categorias. Dada a importância desse tipo de conteúdo, as propostas, quando divulgadas através de ações de interação, por exemplo, foram registradas e serão apresentadas nos resultados.</p>
<p><strong>12°) Sobre realizações</strong>: Publicações que se referem à atuação política pregressa dos candidatos.</p>
<p><strong>13°) Ataques a adversários</strong>: Ainda que velados ou camuflados através de links e sem pistas nos textos escritos em 140 caracteres, ataques aos adversários, ao governo e aos partidos foram registrados como esforço para medir o nível de campanha negativa.</p>
<p><strong>14°) Sondagens de opinião</strong>: Se refere à divulgação das posições ocupadas pelos candidatos ou só por um candidato nas intenções de voto. O recurso permite sustentar estratégias retóricas que fomentem a mobilização dos eleitores em prol de maior crescimento da campanha.</p>
<p><strong>15°) Outros</strong>: Se referem a posts triviais como a publicação de poesias, agradecimentos, comentários sobre gostos pessoais, etc.</p>
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		<title>Vídeo com o que mais buscado no Google em 2010</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/video-com-o-que-mais-buscado-no-google-em-2010/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 20:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Claro que economia e política, e suas crises, foram destaque. Veja ainda Zeitgeist 2010 Scridb filter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que economia e política, e suas crises, foram destaque.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/video-com-o-que-mais-buscado-no-google-em-2010/ "><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Veja ainda <a href="http://ow.ly/3mRGQ" target="_blank">Zeitgeist 2010</a></p>
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		<title>Mesmo sem Norte e Nordeste, Dilma venceria</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 14:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Balela na maior parte das vezes, mas candidato tem mania de dizer que a verdadeira pesquisa é apurada pelas urnas. Bem que comentarista político também poderia estar mais focado no resultado oficial ao fazer certos tipos de análise. O fato é que, dados os resultados oficiais, Dilma seria presidente mesmo sem os votos do Norte [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/mesmo-sem-norte-e-nordeste-dilma-venceria/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Balela na maior parte das vezes, mas candidato tem mania de dizer que a verdadeira pesquisa é apurada pelas urnas. Bem que comentarista político também poderia estar mais focado no resultado oficial ao fazer certos tipos de análise. O fato é que, dados os resultados oficiais, Dilma seria presidente mesmo sem os votos do Norte e Nordeste.</p>
<blockquote><p>A sensação de que a petista Dilma Rousseff foi eleita apenas em razão da vantagem aplicada nas regiões Norte e Nordeste é falsa. Levantamento com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (<a href="http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/eleicoes_2010.htm" target="_blank">TSE</a>) revela que ela ganharia a eleição mesmo se fossem computados apenas os votos do Sudeste, do Sul e do Centro-Oeste. Dilma teve mais de 55 milhões de votos no país; Serra teve pouco mais de 43 milhões. No Nordeste, a vantagem de Dilma foi elástica: 18 milhões de votos, contra 7 milhões do tucano. No Norte, ela venceu por 4 milhões a 2,9 milhões. Se todos os eleitores das duas regiões forem excluídos da conta, no entanto, a petista ainda aparece na frente. Tem 33,2 milhões de votos, contra 32,9 milhões. Boa parte desse resultado se deu graças a Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país. Serra não conseguiu capitalizar a força do ex-governador e senador eleito pelo PSDB Aécio Neves e Dilma conseguiu vencê-lo por 1,7 milhão de votos de diferença no estado. No Rio de Janeiro, ela também abriu 1,7 milhão de votos de vantagem, fazendo o revés de São Paulo não pesar na conta.</p></blockquote>
<p>Via <a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/11/688167-bispos+cobram+fidelidade+no+cumprimento+de+promessas.html" target="_blank">A Gazeta</a>.</p>
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		<title>Mídias sociais não agregam votos, diz pesquisador</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/midias-sociais-nao-agregam-votos-diz-pesquisador/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 21:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Logo devem pipocar artigos sobre como as mídias sociais foram usadas nestas eleições. Mas um panorama inicial já existe. Em geral segue-se o estilo do que foi e do que poderia ter sido. Parece que estamos longe do ideal sobre como as mídias sociais poderiam ter sido usadas. Tenho a impressão que ou se chega [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/midias-sociais-nao-agregam-votos-diz-pesquisador/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Logo devem pipocar artigos sobre como as mídias sociais foram usadas nestas eleições. Mas um panorama inicial já existe. Em geral segue-se o estilo do que foi e do que poderia ter sido. Parece que estamos longe do ideal sobre como as mídias sociais poderiam ter sido usadas. Tenho a impressão que ou se chega perto do modo de fazer de Obama ou não se fez uma campanha bem feita.</p>
<p>Desconsideram-se as características da sociedade americana. Ou mesmo pouco se fala sobre o perfil de Obama. Sua autobiografia é um tanto quanto romanceada. Mas ela delineia seu perfil e indica aprendizados que fizeram com que ele aprendesse a se cercar de pessoas que pudessem fazer uma campanha de nicho e em rede.</p>
<p>A se conferir como se deu essa variável nos Estados Unidos, para <a href="http://twitter.com/gaudtorquato" target="_blank">Gaudêncio Torquato</a> &#8220;redes sociais não agregam votos. Apenas animam as platéias de ambos os lados&#8221;. Pelo o que acompanho, a afirmação foi feita depois de comparações. Mas também veio depois de ataques que diz ter recebido devido suas análises. Ataques de tucanos e petistas. &#8220;Acho que há jogo sujo, sim&#8221;, diz Gaudêncio.</p>
<p>Para o professor o que se teve foi o reforço de posições já tomadas. A agregação de votos teria dado lugar para chumbo trocado. &#8220;Em suma: debates, redes sociais, brigas de rua não levam a nada. Reforçam animus animandi dos exércitos. Apenas.&#8221; Sobre debates tenho quase certeza, sobre brigas de rua não tenho dúvida, sobre as redes sociais, prefiro esperar mais para conferir.</p>
<p>Risoletta Miranda, do <a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/weblogia/2010/10/25/anticampanha-e-ataques-a-candidatos-predominam-nas-redes-sociais/" target="_blank">Weblogia</a>, desenvolveu um pouco mais o argumento &#8211; &#8220;Anticampanha e ataques a candidatos predominam nas redes sociais&#8221;. Ela também viu muito da atuação militância nas mídias sociais e pouco do que chama de &#8220;cidadão 2.0&#8243;. Ou seja, reforço de posição e não agregação. Risoletta escreve</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste">Independentemente dessas comprovações, continuo, a esta altura da reta final da campanha, em busca de um certo  “sujeito oculto” que mais me interessa: o cidadão 2.0. Essa talvez tenha sido a minha maior frustração com a campanha no ambiente digital até agora. Não vi, de fato, – a não ser no caso das celebridades – as pessoas comuns tentando se inserir na campanha para debater. Ok, podemos considerar que não tivemos temas para debates – ou foram poucos.</div>
</blockquote>
<div></div>
<div>Alguém já deve ter feito pesquisa respondendo a duas questões centrais: como e por quê alguém decide participar nas mídias sociais. Participação, digamos assim, de modo dito ideal, diga-se&#8230; Já deve haver aos montes esse tipo de pesquisa para empresas. Ando atrás de material de estudos que destaquem o uso político/eleitoral e que respeitem os contextos do objeto de análise. Se você souber de algum para indicar, sou todo ouvidos.</div>
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		<title>Apoio de Marina a Serra ou Dilma para 2º turno teria pouco resultado</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/apoio-de-marina-a-serra-ou-dilma-para-2%c2%ba-turno-teria-pouco-resultado/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 12:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semana passada conversava com um colega sobre quem seria abençoado com o virtuoso apoio de Marina Silva. Para mim fosse quem fosse o apoiado, ele ganharia, digamos assim, um grande capital ético. O tão alardeado jeitão de fazer política que Marina dizia querer mudar teria se tornado menos feio e mal-arrumado. Isso porque acredito que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/apoio-de-marina-a-serra-ou-dilma-para-2%c2%ba-turno-teria-pouco-resultado/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada conversava com um colega sobre quem seria abençoado com o virtuoso apoio de <a href="http://twitter.com/silva_marina" target="_blank">Marina Silva</a>. Para mim fosse quem fosse o apoiado, ele ganharia, digamos assim, um grande capital ético. O tão alardeado jeitão de fazer política que Marina dizia querer mudar teria se tornado menos feio e mal-arrumado.</p>
<p>Isso porque acredito que não seja fácil atingir o padrão ético olimpiano de Marina. Minha descrença ganhou mais corpo com os tweets que ela costuma dar em relação a Serra e Dilma, &#8220;todos iguais&#8221;. Esses apenas foram sobre o debate de ontem à noite:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/marinatwitterdebate.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1135" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px; margin-left: 7px; margin-right: 7px;" title="marinatwitterdebate" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/marinatwitterdebate.jpg" alt="" width="538" height="379" /></a></p>
<p>Há quem diga que Marina tem DNA de esquerda. Nada mais natural, portanto, que o apoio fosse dado a Dilma. Mas para quem saiu falando tanto mal do PT, não fiquei muito certo disso.  Excluída uma possibilidade, em relação às demais, neutralidade ou Serra, diria que a escolha de Marina penderia para lavar as mãos. Foi o que fez.</p>
<p>Mas já saiu <a href="http://ow.ly/2V6eO " target="_blank">pesquisa</a> indicando que um apoio de Marina não teria tanta diferença assim. Os eleitores dela no primeiro turno já teriam decidido em quem votar sem esperar pela indicação da candidata ou do PV, o qual penderia apoiar o PSDB.</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste">Em resumo, Serra retomou os eleitores de Marina que tinham um perfil semelhantes aos múltiplos grupos que compõem o eleitorado serrista: brancos que fizeram faculdade e mulheres evangélicas que não querem ouvir falar em mudança na lei do aborto, por exemplo. Em eleições passadas, esses eleitores mais provavelmente votaram em candidatos do PSDB. Dilma ficou com uma minoria que tem características demográficas mais parecidas com seu eleitorado de origem.</div>
</blockquote>
<div>Diante da pesquisa, <a href="http://ow.ly/2V6TY " target="_blank">José Roberto de Toledo</a>, do Estadão, arrisca dizer que não houve exatamente um &#8220;fenômeno Marina&#8221;. Antes teria sido um voto de quem estaria descontente com a continuada polarização de PSDB X PT. Insatisfação que viria principalmente dentre os tucanos e que agora voltariam a seu ninho de origem. &#8220;<em>Não por acaso, Marina não recomendou voto nem em Dilma nem em Serra. Tinha muito pouca gente escutando</em>.&#8221;</div>
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		<title>Candidatos preferem mostrar programa de governo após as eleições</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 15:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas eleições passadas o programa de governo dos candidatos passou meio ao largo pelos jornais. Não lembro, por exemplo, de um programa de governo de Lula. Lembro dos PACs. Nestas eleições parece haver uma diferença. Pelo menos aqui no estado. Só nesta semana, por exemplo, A Gazeta resolveu se referir por duas vezes de forma [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/candidatos-preferem-mostrar-programa-de-governo-apos-as-eleicoes/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas eleições passadas o programa de governo dos candidatos passou meio ao largo pelos jornais. Não lembro, por exemplo, de um programa de governo de Lula. Lembro dos PACs. Nestas eleições parece haver uma diferença. Pelo menos aqui no estado. Só nesta semana, por exemplo, A Gazeta resolveu se referir por duas vezes de forma mais direta a esse assunto.  A primeira em <a href="http://bit.ly/conyvc " target="_blank">matéria</a> e a segunda hoje em <a href="http://bit.ly/chAYyw " target="_blank">editorial</a>.</p>
<p>Sabe-se que, quanto ao governo estadual, Renato Casagrande lançou um <a href="http://bit.ly/bipstV " target="_blank">programa</a>, digamos, mais de diretrizes gerais e identificações de problemas. Uma documentação clara sobre o como fazer ainda não existe. Um plano mais completo só haveria após as eleições. Enquanto isso, contente-se com as matérias e programas eleitorais veiculados.</p>
<p>No caso de Luiz Paulo Vellozo, caso meio parecido. Fala-se que apresentou ao TRE um programa de governo de três páginas. Não sei. Nao vi. Nao sei do que se trata. Não encontrei no <a href="http://bit.ly/aHJ0Mw " target="_blank">site do TRE</a> e menos ainda no site do candidato. Vamos ver se alguém da assessoria dá retorno <a href="http://bit.ly/bcPfXY " target="_blank">ao que perguntei</a>.</p>
<p>Mas ela teria adiantado, segundo matéria de A Gazeta que</p>
<p><em>&#8220;Não prevê o lançamento do programa revisado, afirmando que a ideia é &#8220;fugir do protocolo&#8221;. &#8220;Desde o início, focamos na construção de um plano de governo com alguns eixos centrais que foram apresentados tanto no TRE como ao longo dos dois últimos meses na propaganda eleitoral, debates, sabatinas e caminhadas&#8221;, disse a assessoria, complementado que foram enviadas mais de 160 sugestões pelo site.&#8221;</em></p>
<p>Acontece que não apresentar programa de governo antes das eleições não é quebrar protocolo. Costuma ser a regra. O presidenciável José Serra, em quem Luiz Paulo se inspirou para fazer o tal programa colaborativo, ontem mesmo já encaminhou o documento com os resultados das colaborações, o <a href="http://bit.ly/bmBu28 " target="_blank">Proposta Serra</a>.</p>
<p>Uma ideia que tive é salvar todas as matérias publicadas nos sites dos candidatos daqui do estado. O objetivo é destacar cada promessa feita e ver se elas se cumprem ou não. Comecei a fazer isso mas já vi que vai dar trabalho. Não sei se vai dar pra terminar a tempo para as eleições.  Alguém se pronticaria a ajudar?&#8230; rs</p>
<p>Também vi que há outro problema. Quando o candidato diz que &#8220;pretendo&#8221;, &#8220;quero&#8221;, &#8220;acho importante&#8221; &#8211; e similaridades &#8211; isso pode ser cobrado como promessa de campanha? Não são muitos os verbos pelos quais podem ser cobrados sem depois se dizer &#8220;Mas não foi exatamente isso que quis dizer&#8221;. Há poucos verbos tais como &#8220;Farei&#8221;.</p>
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		<title>É preciso trabalhar com a perspectiva do usuário, não a do produto, diz pesquisador</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 22:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[El Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças no jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rosenthal]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo ter topado com Rosental quando ele veio ao Brasil em 2005. Um empolgado professor brasileiro da Universidade do Texas em visita à casa de um outro professor daquele 2° período, Victor Gentilli. Hoje o El Pais publicou uma entrevista com ele. O foco foi nas mudanças sociais que também necessariamente atravessam a prática tradicional [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/e-preciso-trabalhar-com-a-perspectiva-do-usuario-nao-a-do-produto-diz-pesquisador/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo ter topado com Rosental quando ele veio ao Brasil em 2005. Um empolgado professor brasileiro da <a href="http://knightcenter.utexas.edu/" target="_blank">Universidade do Texas</a> em visita à casa de um outro professor daquele 2° período, Victor Gentilli. Hoje o El Pais publicou uma <a href="http://bit.ly/c2xoTc " target="_blank">entrevista</a> com ele. O foco foi nas mudanças sociais que também necessariamente atravessam a prática tradicional do jornalismo e que, como tal, requer uma reconfiguração no modo de se fazer.</p>
<p>O trecho da <a href="http://bit.ly/c2xoTc " target="_blank">entrevista</a> que destaco foi voltado para o jornalismo. Mas com algumas alterações também pode se aplicar a outros campos, como o da política, já que estamos em eleições.</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste">P. Los periódicos, en su gran mayoría, parecen replicar sus contenidos tradicionales en la Red, reproducen la lógica del papel. Da la sensación de que el lenguaje de Internet está aún por descubrir, que seguimos muy atados a la era Gutenberg.</div>
<div id="_mcePaste">R. Sí, el lenguaje de Internet está por descubrir; o está por juntar todo lo que se descubrió. Pero no son los periodistas los que van a descubrir el lenguaje de Internet, son los usuarios. En el sistema media-céntrico del pasado, los descubrimientos los hacían los medios, que creaban productos y los probaban para ver si funcionaban o no. Ahora es la Red quien tiene el poder de la innovación. Las empresas de comunicación están siguiendo a la gente, no es al revés. Lo que se crea en las redes sociales, la producción de los aficionados, los blogs, determinan lo que está por venir. La principal diferencia entre Google y los medios convencionales es que Google trabaja a partir de la perspectiva del usuario; y las empresas de medios trabajan desde la perspectiva de los productos. Diseñan productos y acuden al usuario para preguntarle: &#8220;¿Cómo puedo mejorar mi producto?&#8221;, en vez de ir directamente a ver qué es lo que está haciendo el usuario, cómo reacciona, qué produce y qué consume. Es una lógica nueva, y pienso que la innovación y el nuevo lenguaje van a salir de allí.</div>
</blockquote>
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		<title>Multimídia e redes sociais destacam-se nos assuntos mais buscados no Google</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 15:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google liberou a lista das palavras mais procuradas mundo afora.  No topo da ranking mundial aparecem termos que remetem, em primeiro lugar, às eleições americanas, e em seguida, às olimpíadas. Minha surpresa é que o termo que aparece em primeiro lugar remetendo às eleições nos EUA não é &#8220;Barack Obama&#8221; &#8211; lá na sexta [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/multimidia-e-redes-sociais-destacam-se-nos-assuntos-mais-buscados-no-google/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.google.com/intl/en/press/zeitgeist2008/#top" target="_blank">O Google liberou</a> a lista das palavras mais procuradas mundo afora.  No topo da ranking mundial aparecem termos que remetem, em primeiro lugar, às eleições americanas, e em seguida, às olimpíadas. Minha surpresa é que o termo que aparece em primeiro lugar remetendo às eleições nos EUA não é &#8220;Barack Obama&#8221; &#8211; lá na sexta posição. Nas buscas o nome da vez foi &#8220;Sarah Palin&#8221;.</p>
<p>Dentre o que é mais buscado pelo pessoal mundo afora, destaca-se termos relacionados à multimidia e sites de relacionamento.</p>
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		<title>Eleições na França &#8211; a ironia de “uma vitória royale”</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[mundo afora]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Sarkozy]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Teixeira &#8211; brasileira na França Interessante a capa do jornal Bordeaux7 de hoje, sobre o resultado das eleições na França. A foto foi pro vencedor, Nicolas Sarkozy, mas a legenda é no minimo curiosa. Ela diz: Uma vitoria royale, provavelmente em referência ao sobrenome da candidata da oposição, Ségolène Royal, que foi a [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/eleicoes-na-franca-a-ironia-de-uma-vitoria-royale/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="snap_preview">
<p>Por <a href="http://elesorriupramim.blogspot.com/2007/05/eleies-francesas.html" target="_blank">Camila Teixeira</a> &#8211; brasileira na França</p>
<blockquote><p>Interessante a capa do <a href="http://www.bordeaux7.com/" target="_blank">jornal Bordeaux7</a> de hoje, sobre o resultado das eleições na França. A foto foi pro vencedor, Nicolas Sarkozy, mas a legenda é no minimo curiosa. Ela diz: Uma vitoria royale, provavelmente em referência ao sobrenome da candidata da oposição, Ségolène Royal, que foi a mais votada em Bordeaux, cidade governada pela UMP, partido do Sarkozy. Incrivel como três palavras podem contestar um e reconhecer o outro, ao mesmo tempo.</p></blockquote>
<p><strong>Leia também</strong> o <a href="http://croissantland.blogspot.com/2007/05/eleies-na-frana.html" target="_blank">post</a> <em>Eleições na França</em> &#8211; “Tenho a impressão que muitas pessoas que votam nele neste momento guardaram na mente sua tirada de lavar os “racailles” (jovens delinquentes) com um karcher (aquelas maquinas industriais de lavagem de fachadas por exemplo).”</p>
<p><strong>Acesse</strong> <strong>mais</strong></p>
<p>- <a href="http://blogdoalon.blogspot.com/2007/05/au-revoir-0705.html" target="_blank">post do Alon</a> &#8211; O au revoir e as lágrimas</p>
<p>- <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Blair/felicita/Sarkozy/frances/YouTube/elpepuint/20070507elpepuint_12/Tes" target="_blank">matéria</a> do ElPais &#8211; Blair felicita a Sarkozy en francés en YouTube</p>
<p>- <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Sarkozy/estudia/composicion/Gobierno/mientras/izquierda/debate/futuro/elpepuint/20070507elpepuint_6/Tes" target="_blank">matéria</a> do ElPais &#8211; Sarkozy estudia la composición de su Gobierno mientras la izquierda debate su futuro</div>
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		<title>sopa de letrinhas</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2005 15:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[bom dia brasil]]></category>
		<category><![CDATA[coeficiente eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[comentário]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[fidelidade partidária]]></category>
		<category><![CDATA[partidos]]></category>

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		<description><![CDATA[O último sábado foi bem agitado no cenário político.Foi grande a movimentação para se filiar a uma legenda partidária que possa garantir mais probabilidades para se eleger no ano que vem. Pela atual legislação é necessário se filiar a um partido pelo menos um ano antes das eleições.Diante disso é pertinente o comentário de Alexandre [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/sopa-de-letrinhas/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O último sábado foi bem agitado no cenário político.Foi grande a movimentação para se filiar a uma legenda partidária que possa garantir mais probabilidades para se eleger no ano que vem. Pela atual legislação é necessário se filiar a um partido pelo menos um ano antes das eleições.Diante disso é pertinente o comentário de Alexandre Garcia no Bomdia Brasil de ontem (03/10).</p>
<p>“O fisiologismo do troca-troca que desmoraliza nossa democracia, contaminou até os partidos ideológicos e o PT é o maior exemplo de que a ideologia abandonou o partido. Nem o PcdoB sobrou. O partido comunista recebeu de braços abertos o senador Leomar Quintalha. Fazendeiro, pecuarista e, simbolicamente, da região do Araguaia, onde o partido fez a última tentativa de chegar ao poder pelas armas.</p>
<p>Dos atuais 513 deputados, menos de 40 se elegeram com voto próprio. Os outros precisaram de legenda para atingir o <a href="http://www.revistaautor.com.br/artigos/2002/W16/KNS_16.shtml">coeficiente eleitoral</a>. Portanto, o voto é do partido. Mas desde que foram eleitos, 175 deputados trocaram 298 vezes de partido, enganando o eleitor &#8211; como disse o ex-ministro Fernando Neves. E agora apareceu um partido sem voto algum. Um tal de PMR, que já tem um senador (o bispo Marcelo Crivela), quatro deputados e um vice-presidente, José Alencar, eleito na chapa de Lula representando o PL dos notórios bispo Rodrigues e Waldemar da Costa Neto.</p>
<p>Os quatro deputados do novo partido são um modelo da mixórdia partidária. O deputado Vieira Neves era do PMDB, iria para o PSB, mas foi para o PMR. O deputado José Divino era do PMDB, era do PL, foi para o PMR. O deputado Filemon Rodrigues era do PTB, era do PMDB, era do PL, agora é do PMR. E o deputado Lincon Portela era do PMN, era do PST, era do PSL, era do PL e agora é do PMR.</p>
<p>Um zigue-zague de indecisões que mostra a ausência de convicções e o desconhecimento do que seja a estrutura de uma democracia, além de evidenciar um escárnio com o eleitor.”</p>
<p>para FALAR: deixe seu comentário ou escreva para <a href="mailto:polimidia@gmail.com">polimidia@gmail.com</a></p>
</div>
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