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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; Controle</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>Brasil lidera pedidos de remoção de conteúdos do Google</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 15:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<category><![CDATA[legislação]]></category>

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		<description><![CDATA[As autoridades brasileiras, alemãs e americanas são as que mais pediram ao Google no primeiro semestre de 2011 para retirar do ar conteúdos que consideram burlar suas legislações. No Google Transparency Report &#8211;relatório de transparência do Google, publicado duas vezes por ano&#8211;, a empresa divulgou informações sobre os pedidos de tribunais e governos para remoção [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/brasil-lidera-pedidos-de-remocao-de-conteudos-do-google/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades brasileiras, alemãs e americanas são as que mais pediram ao Google no primeiro semestre de 2011 para retirar do ar conteúdos que consideram burlar suas legislações.</p>
<p>No <a href="http://www.google.com/transparencyreport/governmentrequests/removals/">Google Transparency Report</a> &#8211;relatório de transparência do Google, publicado duas vezes por ano&#8211;, a empresa divulgou informações sobre os pedidos de tribunais e governos para remoção de conteúdos (cada pedido pode referir-se a vários elementos) ou para acessar dados de usuários.</p>
<p>De janeiro a junho de 2011, o Brasil apresentou 224 solicitações para o Google retirar conteúdos de diferentes sites &#8211;dos quais a companhia suprimiu 67%&#8211;, principalmente por questões relativas a difamação, a suplantação de identidade, a direitos autorais de propriedade intelectual e ainda a privacidade e a segurança.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/remocaogoogle.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1412" title="remocaogoogle" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/remocaogoogle.jpeg" alt="" width="550" height="468" /></a></p>
<p>Confira a íntegra da matéria no <a href="http://bit.ly/w3dLEa ">site</a> da Folha.</p>
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		<title>PE lança cartilha na internet para controle cidadão do Governo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 16:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada o Portal da Transparência do Governo de Pernambuco lançou uma cartilha que pretende ensinar ao cidadão como “controlar” as despesas, os investimentos, os projetos do Governo do Estado e popularizar os conceitos de Controle Social que ajudam a sociedade no papel de acompanhar a gestão dos recursos públicos. O “Guia Cidadão no [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/pe-lanca-cartilha-na-internet-para-controle-cidadao-do-governo/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/controlepe.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1290" style="margin: 7px;" title="controlepe" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/controlepe.jpg" alt="" width="125" height="179" /></a>Na semana passada o Portal da Transparência do Governo de Pernambuco <a href="http://www2.portaltransparencia.pe.gov.br/web/portaldatransparencia/revista" target="_blank">lançou uma cartilha</a> que pretende ensinar ao cidadão como “controlar” as despesas, os investimentos, os projetos do Governo do Estado e popularizar os conceitos de Controle Social que ajudam a sociedade no papel de acompanhar a gestão dos recursos públicos.</p>
<p>O “Guia Cidadão no Controle” foi desenvolvido pela Secretaria da Controladoria Geral do Estado e, por enquanto, só está disponível no mundo virtual. O problema é que o acesso a esses conceitos de controle social  por enquanto não é possível. Diversas vezes tentei fazer o download do arquivo em pdf. Sempre ele aparece todo desconfigurado.</p>
<p>Isso acontece com alguém mais?</p>
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		<title>&#8220;Wikileaks é sintoma de uma realidade à qual todos devem se acostumar&#8221;, reconhece pesquisador</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 00:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que não faltam são textos avaliando que Julian Assange e seu Wikileaks são sintoma de uma época. Muito embora, deve-se bem lembrar, casos anteriores de vazamento de informações também tenham existido. Mania de dizer que internet inaugura tudo também não falta. O que parece haver agora é que possibilidades antes pouco viáveis se tornam [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/wikileaks-e-sintoma-de-uma-realidade-a-qual-todos-devem-se-acostumar-reconhece-pesquisador/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/postwikileaks.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1219" style="margin-top: 2px; margin-bottom: 2px; margin-left: 7px; margin-right: 7px;" title="postwikileaks" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/postwikileaks-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>O que não faltam são textos avaliando que Julian Assange e seu Wikileaks são sintoma de uma época. Muito embora, deve-se bem lembrar, <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=619IMQ013" target="_blank">casos anteriores</a> de vazamento de informações também tenham existido. Mania de dizer que internet inaugura tudo também não falta. O que parece haver agora é que possibilidades antes pouco viáveis se tornam mais factíveis e, portanto, podem ser postas em prática de forma mais rotineira.</p>
<p>Nunca tornamos públicas tantas informações pessoais quanto agora. Mas este parece ser um tempo em que todos, de alguma forma,  ou mesmo alheios à própria vontade, hão de se tornar mais transparentes. Grandes redes de forma de comunicação, abertas ou fechadas, estão sendo criadas e interconectam-se. Claro que hábitos também vão sendo criados a partir do relacionamento mantido nessas redes. Vazamentos de informações são quase inevitáveis. A facilidade de espionagem também é uma realidade que se apresenta. Micro-câmeras, gravadores, aparatos de investigação foram desenvolvidos e aperfeiçoados para vigiar tudo. No caso em questão, um bom pendrive já pode resolver o problema.</p>
<p>Muitos lamentam que o direito à privacidade diminui enquanto deixamos rastros digitais que depois são colhidos e compilados por grandes organizações, com precisão cada vez maior. Daí que uma pergunta passa a ser inevitável: se nós estamos sujeitos a este novo ecossistema, porque alguém poderia achar que governos ou organizações se manteriam imunes?  O <a href="http://www.infowar-monitor.net/2010/12/the-post-cablegate-era/" target="_blank">pesquisador canadense</a> Ron Deibert considera que apontar o Wikileaks como responsável pelo o que acontece agora seria como dizer que o tremor de terra é o responsável pelo movimento das placas tectônicas. Falta pragmatismo.</p>
<p>Do ponto de vista legal, pode-se questionar a legitimidade de um vazamento de informação como tem acontecido. Mas tentar tirar o Wikileaks da rede parece também não ser uma saída razoável. O efeito pode ser outro. <a href="http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/12/13/voce-sabe-o-que-o-wikileaks-tem-a-ver-com-o-napster/" target="_blank">Pedro Dória lembra</a> do caso do Napster. As gravadoras conseguiram tirá-lo do ar. Mas também ganharam uma miríade de similares muito mais difíceis de conter.</p>
<p>&#8220;<em>Depois que o público descobriu que podia trocar arquivos de música com facilidade, nunca mais foi possível conter o monstro. Se, no entanto, as gravadoras tivessem entrado em algum tipo de acordo com o Napster, a história poderia ter sido diferente. Era só um e sua arquitetura, centralizada, possibilitava maior controle. O mesmo ocorre com WikiLeaks. É o pesadelo de corporações e diplomatas? Por certo. Mas, para o bem ou para o mal, WikiLeaks não publica tudo o que recebe. Faz a informação passar por uma série de jornais estrangeiros respeitáveis. Editores tarimbados, internacionalmente reconhecidos, analisam a informação antes de publicá-la. O mais importante é que WikiLeaks é um só. É mais fácil conversar com um do que com muito</em>s.&#8221;</p>
<p>Para Ron Deibert o Wikileaks deveria se profissionalizar e deixar de estar tão ligado à imagem de Julian Assange. A divulgação de informação só deveria ser feita quando estiver relacionada à violação de leis ou a de aspectos morais. Deibert cita como exemplo vazamentos que se teve sobre a China. Em certos documentos, não haveria evidência que o Estado tivesse fazendo algo errado, mas os arquivos acabaram revelando nomes de dissidentes chineses que apoiariam os pontos de vista das autoridades americanas.</p>
<p>A questão está posta. Mas o fato é que o Wikileaks só é um sintoma e não a causa de um fenômeno muito maior para o qual governos, empresas e pessoas devem se acostumar. A comunicação é o tecido de nossas vidas e a comunicação digital tem trazido desafios e também novas possibilidades de constituir nossas vidas e vivermos em sociedade. &#8220;Vamos precisar de novas regras, normas e princípios para nos ajustar a este novo ambiente. Enquanto isso, alguns princípios eternos legais e éticos devem sempre se aplicar&#8221;, escreve Deibert.</p>
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		<title>Política na internet permanece como um anúncio televisivo</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 22:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano. Em entrevista Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano.</strong></em></p>
<p>Em <a href="http://www.magazinedigital.com/cultura/entrevistas/reportaje/cnt_id/4121/pageID/2" target="_blank">entrevista</a> Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, no que se refere a políticos, Castells diz que a mudança é tímida. O relacionamento mantido por eles na internet não expressa uma mudança no modo como se relacionam com a sociedade. Não se veria a necessidade de se reformar alguma coisa. O que talvez também seja apenas uma questão de tempo.</p>
<blockquote><p>Internet, como instrumento de las personas, puede acoger campañas de protesta para que la democracia sea más democrática. La gente no está contra la democracia, está por más democracia, más transparencia, y no se fía de los políticos que están en las instituciones democráticas. A través de internet están surgiendo partidos, candidatos, opciones políticas que no están previstos dentro del sistema político. Es un instrumento tanto para el incremento de las fuerzas de extrema derecha como para el auge de los partidos verdes, las opciones más radicales y democratizantes o, en el caso de España, para opciones soberanistas, por ejemplo. Todo lo que en las instituciones no está suficientemente representado con respecto a lo que es la sociedad, por internet gana espacio. En gran parte es porque no hay una voluntad política real de las instituciones y los partidos de reformarse a sí mismos. Por tanto, en lugar de utilizar internet para la necesaria reforma política y de los vínculos con los ciudadanos, confunden internet con un tablón de anuncios o con un sistema publicitario de televisión y dejan la red a las fuerzas que están en los márgenes o fuera del sistema político.</p></blockquote>
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		<title>Lei de controle à internet em debate em Vitória</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estarei lá. Nesta sexta-feira, às 10h, acontece um ato público na Assembléia Legislativa para debater o projeto de lei do senador tucano Eduardo Azeredo.  Os debatedores serão o professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo Fábio Malini, Oona Castro do Intervozes e  a deputada federal Iriny Lopes (PT). A mediação será feita pelo deputado [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/lei-de-controle-a-internet-em-debate-em-vitoria/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estarei lá. Nesta sexta-feira, às 10h, acontece um ato público na Assembléia Legislativa para debater o <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/pags/01.html" target="_blank">projeto de lei</a> do senador tucano Eduardo Azeredo.  Os debatedores serão o professor de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo <a href="http://fabiomalini.wordpress.com/" target="_blank">Fábio Malini</a>, Oona Castro do <a href="http://www.intervozes.org.br/" target="_blank">Intervozes</a> e  a deputada federal Iriny Lopes (PT). A mediação será feita pelo deputado estadual Claudio Vereza (PT).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/meganao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1073" title="meganao" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/meganao.jpg" alt="meganao" width="450" height="630" /></a></p>
<p>Como fiz enquanto escrevia sobre aquela <a href="http://polimidia.blog.br/privatizacao-livrou-cvrd-da-vampiracao-opina-pps" target="_self">ação tabajara de reestatização da Vale</a> e sobre o <a href="http://polimidia.blog.br/chega-ao-fim-a-votacao-sobre-comercio-aos-domingos-em-bh-cidade-deve-decidir-pelo-meio-termo" target="_self">comércio aos domingos</a>, quarta-feira passada também mandei email para os deputados estaduais capixabas pedindo posicionamento sobre a Lei Azeredo &#8211; já esperando pouco ou nenhum retorno.</p>
<p>Por ora, tô comparando o <a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=15028" target="_blank">projeto de lei inicial</a>, o <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/pags/01.html" target="_blank">substitutivo de Azeredo</a>, também lendo um <a href="http://www.camara.gov.br/internet/chatCP/chatsAnteriores/25_06_2009_sala_8.html" target="_blank">bate-papo</a> com o deputado Semeghini (PSDB-SP), relator na Câmara da Lei Azeredo, realizado na quinta-feira passada. Tô vendo o que sai desse balaio para fazer minha matéria <a href="http://infovix.net/revista/" target="_blank">em Infovix</a>.</p>
<p>Imagem &#8211; <a href="http://thalles.blog.br/meganao/" target="_blank">thalles.blog</a></p>
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		<title>Empresas e redes sociais: participar ou não das conversações?</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 17:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sean Duffy, do  blog Social Media Today, traz algumas considerações sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações. As cinco questões [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sean Duffy, do  blog <a href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/" target="_blank">Social Media Today</a>, traz <a title="Five reasons why global marketers should fear social media" href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/67499" target="_blank">algumas considerações</a> sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações.</p>
<p>As cinco questões lançadas pelo blogueiro são:</p>
<ol>
<li>Controle real. A conversa vai acontecer com ou sem a sua participação, e isso pode ter um maior alcance e impacto que você possa imaginar.</li>
<li> Curva de aprendizagem. Quanto mais tempo você esperar para se juntar à conversa, o difícil será a apanhar quando você decidir.</li>
<li>Concorrência. A falta de estratégia funciona como uma ótima oportunidade para concorrentes. Eles podem se tornar algo como uma referência diante de um cenário de inevitável conectividade social.</li>
<li>O cliente hoje. Pesquisas mostrariam que 93% dos norte-americanos acham que as empresas deveriam ter uma comunicação em rede social. Grande parte deste grupo também teria um grande poder aquisitivo.</li>
<li> O cliente amanhã. Redes sociais não é um fato recente. Seria há 10 anos. Os jovens desta fase da internet cresceram e estão levando consigo seus hábitos online.</li>
</ol>
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		<title>Diferenças no uso de redes sociais pelas empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 13:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[John Cass, editor do blogue PR Communications, indica o link de um wiki da Fortune. Por aqui, a revista relaciona quais empresas de seu ranking, no total de 500 relacionadas, mantém algum blogue . Esperava uma alta porcentagem. O índice é baixo, 60 empresas ou 12% do total &#8211; pelo Brasil já sabia que a porcentagem era bem pequena. [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/diferencas-no-uso-de-redes-sociais-pelas-empresas/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>John Cass, editor do blogue <a href="http://pr.typepad.com/" target="_blank">PR Communications</a>, indica o link de um <a href="http://www.socialtext.net/bizblogs/index.cgi?fortune_500_business_blogging_wiki" target="_blank">wiki da Fortune</a>. Por aqui, a revista relaciona quais empresas de seu ranking, no total de 500 relacionadas, mantém algum blogue .</p>
<p>Esperava uma alta porcentagem. O índice é baixo, 60 empresas ou 12% do total &#8211; pelo Brasil já sabia que a <a title="NO BRASIL, SÓ 0,54% DAS COMPANHIAS TÊM BLOGS" href="http://www.ricardopomeranz.com.br/default.aspx?data=13/4/2007" target="_blank">porcentagem</a> era bem pequena.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/blogs.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1022" title="blogs" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/blogs.jpg" alt="blogs" width="427" height="189" /></a></p>
<p>Da lista da Fortune,  nove blogues estavam com problemas de atualização. Sem contar as empresas que desistiram de manter um blogue por alguma razão que o John não chegou a falar &#8211; Countrywide, ING, Nokia, Ford, Honeywell, Sprint &amp; the Pitney Bowes blog.</p>
<p>Mas ao mesmo tempo o blogueiro se refere ao algo meio óbvio: redes sociais não se restringem ao a blogar, mesmo que talvez seja uma prática clássica neste caso. O fato de não manter um também não significaria que uma empresa não tenha uma estratégia online.</p>
<p>Neste caso seria a questão de ver em cada situação, no que se refere à relação entre empresas e redes sociais, quais formas de comunicação são abertas e quais estratégias são desenvolvidas. </p>
<p>É interessante notar que John comenta que grandes marcas estão utilizando o twitter como forma de comunicação.  É aqui que volto a defender <a href="http://hajaluz.net/obama-tem-um-blog/" target="_blank">minha tese</a> de que  boa parte das empresas não desenvolvem comunicação em redes sociais principalmente para manter o controle que sempre buscou manter. Comunica-se por obrigação ou na convicção de que vai dar retorno &#8211; <a href="http://polimidia.blog.br/apresentacao-de-monografia/" target="_self">há quem se comunique</a> muitíssimo bem na internet com Investidores e Imprensa, por exemplo.</p>
<p>Cito parte de um <a title="Broadcast do Eu: Twitter e as Redes Sociais" href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/broadcast_do_eu_twitter_e_as_redes_sociais.html" target="_blank">post</a> da Raquel Recuero &#8220;Broadcast do Eu: Twitter e as Redes Sociais&#8221;:</p>
<blockquote><p>Nesse sentido, <strong>o Twitter é diferente dos blogs, fotologs, flickrs e etc.</strong>, onde eu preciso acessar a informação que é publicada de forma ativa e escolher se desejo ou não dar atenção à ela. É mais <strong>semelhante a um canal de chat</strong>, onde há uma imensa quantidade de ruídos e informações circulando e eu preciso, em meio àquele mar, observar as conversações que me interessam (daí o valor do chamado PVT &#8211; canal privado- nessas ferramentas). Se eu resolver acessar o meu Twitter por celular, por exemplo, não tenho como escolher que informações vou receber. Receberei todas aquelas que meus seguidos publicaram, sejam elas úteis ou não.</p></blockquote>
<p>Fig.: <a href="http://www.ricardopomeranz.com.br/default.aspx?data=13/4/2007" target="_blank">Marketing de Relacionamento</a></p>
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		<title>Cluetrain Manifest relaciona 95 teses nas relações entre público e empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 14:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[Manifest]]></category>
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		<description><![CDATA[A indicação do site veio lá do livro “Web 2.0 &#8211; Participação e vigilância na era da comunicação distribuída” que comecei a ler essa semana. O Cluetrain Manifest também lança suas 95 teses sobre as reformas que a internet promete causar, se já não o faz, uma profunda mudança  nas relações entre público e empresas. Eis [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/cluetrain-manifest-relaciona-95-teses-nas-relacoes-entre-publico-e-empresas/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A indicação do site veio lá do <a href="http://polimidia.blog.br/participacao-e-vigilancia-na-era-da-comunicacao-distribuida/" target="_self">livro</a> “Web 2.0 &#8211; Participação e vigilância na era da comunicação distribuída” que comecei a ler essa semana.</p>
<p>O <a title="Cluetrain Manifest" href="http://www.cluetrain.com" target="_blank">Cluetrain Manifest</a> também lança suas 95 teses sobre as reformas que a internet promete causar, se já não o faz, uma profunda mudança  nas relações entre público e empresas.</p>
<p>Eis algumas das teses que mais me interessaram pra minha pesquisa</p>
<blockquote><p>12. Não existem segredos. O mercado em rede sabe mais que as empresas sobre seus próprios produtos. E tanto sendo a notícia boa ou ruim, eles dizem para todo mundo.</p>
<p>14. As corporações não falam na mesma voz que as novas conversações em rede. Para suas pretensas audiências online, as empresas parecem ocas, lisas, literalmente inumanas.</p>
<p>15. Em apenas alguns anos, a atual homogenizada &#8220;voz&#8221; do negócio &#8211; o som das missões corporativas e prospectos &#8211; parecerá tão rebuscada e artificial quanto a linguagem da corte francesa do século 18.</p>
<p>17. As empresas que assumem que mercados online são os mesmos mercados que costumavam assistir seus anúncios na televisão se enganam a si mesmas.</p>
<p>18. As empresas que não perceberam que seus mercados agora são redes pessoa-a-pessoa, e como resultado ficando mais inteligentes e profundamente unidos nas conversações estão perdendo sua melhor oportunidade.</p>
<p>28. A maioria dos planos de marketing são baseados no medo de que o mercado pode ver o que realmente está acontecendo dentro da empresa.</p>
<p>39. A comunidade do diálogo é o mercado.</p>
<p>53. Existem duas conversações acontecendo. Uma dentro da empresa. Outra com o mercado.</p>
<p>54. Na maioria dos cados, nenhuma conversação vai muito bem. Quase invariavelmente, a causa da falha pode ser traçada nas noções obsoletas de comando e controle.</p>
<p>71. Suas noções antigas sobre &#8220;o mercado&#8221; fazem nossos olhos revirarem. Nós não reconhecemos a nós mesmos em suas projeções &#8211; talvez porque nós sabemos que estamos em outro lugar.</p>
<p>85. Quando nós temos perguntas, nós nos apoiamos em nós mesmos para obter respostas. Se você não tivesse um controle tão restrito sobre o &#8220;seu pessoal&#8221; talvez eles poderiam estar entre as pessoas em que nós nos apoiamos.</p>
<p>86. Quando nós não estamos ocupados sendo seu &#8220;target de mercado&#8221;, muitos de nós somos seu pessoal. Nós preferiríamos falar com amigos online do que olhar o relógio. Isto poderia transmitir seu nome melhor que seu web site de um milhão de dólares. Mas você diz para nós que falar com o mercado é trabalho do Marketing</p>
<p>88. Nós temos coisas melhores para fazer do que esperar você mudar para fazer negócio conosco. Negócio é apenas uma parte de nossas vidas. Parece ser tudo na sua. Pense nisto: quem precisa de quem?</p>
<p>95. Nós estamos acordando e nos linkando. Nós estamos observando. Mas nós não estamos esperando </p></blockquote>
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		<title>Participação e vigilância na era da comunicação distribuída</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 14:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
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		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Antoun]]></category>
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		<description><![CDATA[Vou tentar ir pessoalmente. Caso não dê, já reservei um exemplar com Malini, um dos autores do livro. No próximo 24 de novembro, o Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ (Eco-Pós) fará o lançamento de seis livros &#8211; entre individuais e coletivos. Dentre essas publicações está uma cujo tema passou a me [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/participacao-e-vigilancia-na-era-da-comunicacao-distribuida/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou tentar ir pessoalmente. Caso não dê, já reservei um exemplar com <a title="Jornalismo Digital" href="http://fabiomalini.wordpress.com/" target="_blank">Malini</a>, um dos autores do livro. No próximo 24 de novembro, o Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ (Eco-Pós) <a href="http://www.pos.eco.ufrj.br/documentos/colecao-ECO-convites.gif" target="_blank">fará o lançamento de seis livros</a> &#8211; entre individuais e coletivos. Dentre essas publicações está uma cujo tema passou a me interessar: &#8220;Web 2.0 &#8211; Participação e vigilância na era da comunicação distribuída&#8221;.</p>
<p>O livro foi organizado pelo professor da UFRJ <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4723143P4" target="_blank">Henrique Antoun</a>. Os capítulos trazem resultados de pesquisas iniciadas por volta de 2002 e têm &#8220;como questão analisar as perturbações trazidas para a prática democrática através das transformações na mediação propiciada pela mobilidade das redes.&#8221;</p>
<p>Dentre os artigos já publicados sobre o tema está um <a href="http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2005/resumos/R0821-1.pdf" target="_blank">trabalho apresentado</a> no Intercom de 2005: &#8220;Mediação, Mobilidade e Governabilidade nas Redes Interativas de Comunicação Distribuída&#8221;.</p>
<p>Para mais informações sobre horário e local de lançamento, acesse o site da <a href="http://www.pos.eco.ufrj.br/documentos/colecao-ECO-convites.gif" target="_blank">Eco-Pós</a>.</p>
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