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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; comunicação</title>
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	<description>Práticas de comunicação política e organizacional em mídias sociais</description>
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		<title>Entrevista: Mídias sociais para monitorar tendências e mercados</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 14:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Mais importante do que ganhar dinheiro é a visibilidade  e divulgar seus produtos e e serviços de maneira não invasiva&#8221; Autor do livro Mundo Twitter, o editor do blog eCuaderno, J.L. Orihuela, foi entrevistado sobre um tema nada abrangente: &#8220;como as redes sociais estão transformando nossa cultura&#8221;. Duas questões estiveram em destaque. A primeira é no que [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/entrevista-midias-sociais-monitorar-tendencias-e-mercados/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/mundotwitter.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1447" style="margin: 7px;" title="mundotwitter" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/mundotwitter.jpg" alt="" width="281" height="440" /></a>&#8220;<strong><em>Mais importante do que ganhar dinheiro é a visibilidade  e divulgar seus produtos e e serviços de maneira não invasiva</em></strong>&#8221;</p>
<p>Autor do livro <a href="http://www.ecuaderno.com/mundotwitter/">Mundo Twitter</a>, o editor do blog <a href="http://www.ecuaderno.com">eCuaderno</a>, J.L. Orihuela, foi entrevistado sobre um tema nada abrangente: &#8220;como as redes sociais estão transformando nossa cultura&#8221;. Duas questões estiveram em destaque. A primeira é no que se refere a possibilidades de negócios nas mídias sociais. De ganhar dinheiro, sendo mais claro. A segunda pincelada da entrevista tratou das transformações pelos quais passa o jornalismo neste novo contexto.</p>
<p>Orihuela cita o caso da Dell como exemplo de que é possível sim ganhar dinheiro. Mas também afirma que a relação não é tão mecânica assim. &#8220;De todas formas, las organizaciones están ganado algo tan o más importante que el dinero y es la visibilidad, la capacidad de monitorizar mercados y tendencias en tiempo real, conversar con los clientes, gestionar crisis de comunicación y dar a conocer sus productos y servicios de una manera no invasiva&#8221;.</p>
<p>O autor não enxerga o twitter como uma febre que logo vai passar. Como também os blogs não passaram e a mesma imprensa que teria decretado a morte deles é aquela que hoje os adota.</p>
<blockquote><p>Por lo general, para los medios las grandes innovaciones tecnológicas que han llegado con la red desde mediados de los noventa, han sido sistemáticamente encasilladas entre la moda y la muerte. Durante años, para los medios, los blogs estuvieron de moda, y un buen día decidieron que habían muerto. En el medio ocurrió lo más interesante: todos los medios de comunicación incluyeron una amplia oferta de blogs entre su oferta de contenidos en línea.</p></blockquote>
<p>Orihuela lembra que, diferente de antes, a autoridade, ou veracidade, de uma informação não reside mais no fato de sua publicação. A pesquisa das informações e contraposição das opiniões precisam ser muito mais sofisticadas. Confira a <a href="http://www.ecuaderno.com/2011/11/21/las-redes-sociales-estan-transformando-nuestra-cultura/">íntegra</a> da entrevista.</p>
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		<title>A crise de evento e a informacional nas mídias sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 22:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabei de ler os slides &#8220;Gestão de Crises em Mídias Sociais&#8221; da Martha  Gabriel. Ela trata de conceitos de crises, transformação do contexto em que elas passam a ocorrer, ganhando grandes dimensões. E, claro, também faz indicações sobre como fazer gestão de crises no ambiente online. Uma das coisas das quais mais gostei foi a [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/a-crise-de-evento-e-a-informacional-nas-midias-sociais/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ler os slides &#8220;Gestão de Crises em Mídias Sociais&#8221; da <a href="http://www.slideshare.net/marthagabriel" target="_blank">Martha  Gabriel</a>. Ela trata de conceitos de crises, transformação do contexto em que elas passam a ocorrer, ganhando grandes dimensões. E, claro, também faz indicações sobre como fazer gestão de crises no ambiente online.</p>
<p>Uma das coisas das quais mais gostei foi a proposta de diferenciação entre crise de evento e crise informacional. A primeira está relacionada a ocorrências enquanto a segunda a opiniões e percepções. Basicamente, com destaque para a informacional, esses dois tipos de crises gerais se delineariam agora da seguinte maneira:</p>
<p><strong>Crise de evento</strong>: Tornam-se mais visíveis.</p>
<p><strong>Crise informacional</strong>: Tornam-se mais prováveis de acontecer e de ganhar visibilidade.</p>
<ul>
<li>Conexão: favorece a disseminação da informação;</li>
<li>Descontextualização: favorece mal-entendidos;</li>
<li>Fragmentação: Construção de sentidos diferentes favorece mal-entendidos;</li>
<li>Velocidade: Menos tempo para refletir e averiguar fatos &#8211; favorece boatos.</li>
</ul>
<p><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=7057100&amp;doc=gestaodecrises-marthagabriel-110225080121-phpapp02" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=7057100&amp;doc=gestaodecrises-marthagabriel-110225080121-phpapp02" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object></p>
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		<title>Política na internet permanece como um anúncio televisivo</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 22:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano. Em entrevista Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/politica-na-internet-permanece-como-um-anuncio-televisivo/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Internet les incomoda porque tienen que responder mucho más directamente al control ciudadano.</strong></em></p>
<p>Em <a href="http://www.magazinedigital.com/cultura/entrevistas/reportaje/cnt_id/4121/pageID/2" target="_blank">entrevista</a> Manuel Castells relembra a impossibilidade de se controlar a internet, embora ela sozinha não seja uma promotora de liberdade. Pode ser muito bem uma rede de poder como de democratização. A internet é o que fazemos dela. Também por isso, no que se refere a políticos, Castells diz que a mudança é tímida. O relacionamento mantido por eles na internet não expressa uma mudança no modo como se relacionam com a sociedade. Não se veria a necessidade de se reformar alguma coisa. O que talvez também seja apenas uma questão de tempo.</p>
<blockquote><p>Internet, como instrumento de las personas, puede acoger campañas de protesta para que la democracia sea más democrática. La gente no está contra la democracia, está por más democracia, más transparencia, y no se fía de los políticos que están en las instituciones democráticas. A través de internet están surgiendo partidos, candidatos, opciones políticas que no están previstos dentro del sistema político. Es un instrumento tanto para el incremento de las fuerzas de extrema derecha como para el auge de los partidos verdes, las opciones más radicales y democratizantes o, en el caso de España, para opciones soberanistas, por ejemplo. Todo lo que en las instituciones no está suficientemente representado con respecto a lo que es la sociedad, por internet gana espacio. En gran parte es porque no hay una voluntad política real de las instituciones y los partidos de reformarse a sí mismos. Por tanto, en lugar de utilizar internet para la necesaria reforma política y de los vínculos con los ciudadanos, confunden internet con un tablón de anuncios o con un sistema publicitario de televisión y dejan la red a las fuerzas que están en los márgenes o fuera del sistema político.</p></blockquote>
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		<title>Fotografia em Campanha Eleitoral na V Semana de Comunicação da Estácio</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 21:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Estácio de Sá realiza na próxima semana sua V Semana Estácio de Comunicação: Ctrl C + Ctrl V: criação em tempo de reprodução. Os encontros acontecem entre os dias 8 e 12.  O evento envolve oficinas, palestras e atividades extras para os cursos de jornalismo e publicidade. A palestra de abertura será ministrada pelo professor [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/fotografia-em-campanha-eleitoral-na-v-semana-de-comunicacao-da-estacio-de-sa/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Estácio de Sá realiza na próxima semana sua <a href="http://www.semanaestaciodecomunicacao.com/inscricao_2010.php" target="_blank">V Semana Estácio de Comunicação</a>: Ctrl C + Ctrl V: criação em tempo de reprodução. Os encontros acontecem entre os dias 8 e 12.  O evento envolve oficinas, palestras e atividades extras para os cursos de jornalismo e publicidade.</p>
<div id="_mcePaste">A palestra de abertura será ministrada pelo professor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mauro_Alencar" target="_blank">Mauro de Alencar</a>, que falará sobre os remakes dentro da teledramaturgia brasileira. Durante toda a semana de comunicação os alunos poderão participar de oficinas de rádio, televisão, fotografia, produção de curta metragem, propaganda, marketing, dentre outras.  Cobertura on-line será pelo twitter <a href="http://twitter.com/nec_estacio" target="_blank">Nec Estácio</a>.</div>
<div>Minha inscrição foi na oficina que tem tudo a ver com o momento, quando terminei um curso básico de fotografia e penso em um site de política &#8211; &#8220;Fotografia em Campanha Eleitoral: uma abordagem prática&#8221;. Mas também tem uma variedade boa para os interessados. Para saber sobre a programação e como se inscrever acesse <a href="http://www.semanaestaciodecomunicacao.com/inscricao_2010.php" target="_blank">V Semana Estácio de Comunicação</a>.</div>
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		<title>Livro Para entender a Internet será lançado pelo twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 19:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Propaganda online, o projeto de Lei de Azeredo, fotografia e capital social são alguns da variedade de temas do livro organizado por Juliano Spyer: &#8220;Para entender a internet &#8211; Noções, práticas e desafios da comunicação em rede&#8221;. O número de autores também é grande, 38. Dentre eles estão Alex Primo, Raquel Recuero, Sergio Amadeu e Ronaldo [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/livro-para-entender-a-internet-sera-lancado-pelo-twitter/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/03/entender-internet.jpg"></a>Propaganda online, o projeto de Lei de Azeredo, fotografia e capital social são alguns da variedade de temas do <a href="http://www.naozero.com.br/para-entender" target="_blank">livro organizado</a> por <a href="http://www.naozero.com.br/" target="_blank">Juliano Spyer</a>: &#8220;Para entender a internet &#8211; Noções, práticas e desafios da comunicação em rede&#8221;. O número de <a href="http://www.naozero.com.br/autores-para-entender" target="_blank">autores</a> também é grande, 38. Dentre eles estão Alex Primo, Raquel Recuero, Sergio Amadeu e Ronaldo Lemos.</p>
<p>O lançamento do livro será pelo twitter às 18h desta quarta-feira. Juliano explica como vai ser:</p>
<blockquote><p>Para chegar a essas pessoas sem contar com os meios tradicionais de divulgação e distribuição, o jeito é usar a rede. E é por isso o arquivo em PDF do livro tem menos de 1000k &#8211; para caber em uma mensagem de email &#8211; e é por isso também que o lançamento deste livro não será em uma livraria e nem em outro espaço físico, mas online, pelo Twitter: vou disponibilizar pelo Twitter o link para o site e para fazer o download do livro. Naturalmente, todos os autores têm conta no Twitter e serão convidados especiais para essa conversa. Não sei se isso já foi feito e nem o que vai acontecer, mas, no mínimo, vamos ter um bate-papo com quem quiser saber mais sobre esse projeto.</p></blockquote>
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		<title>Redes sociais como apenas mais um modo de comunicação</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/redes-sociais-como-apenas-mais-um-modo-de-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 16:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algumas razões pelas quais, segundo o blogue Mashable, grandes marcas não fazem uso de redes sociais: Estas ainda seriam entendidas como apenas mais um canal de publicidade. Ainda não se teria encontrado, na atual estrutura de comunicação empresarial, a quem caberia a responsabilidade de uma política de relacionamento em redes sociais. A maioria das empresas [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/redes-sociais-como-apenas-mais-um-modo-de-comunicacao/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas razões pelas quais, <a href="http://mashable.com/2009/02/20/big-brands-social-media/" target="_blank">segundo o blogue Mashable</a>, grandes marcas não fazem uso de redes sociais:</p>
<ol>
<li>Estas ainda seriam entendidas como apenas mais um canal de publicidade.</li>
<li>Ainda não se teria encontrado, na atual estrutura de comunicação empresarial, a quem caberia a responsabilidade de uma política de relacionamento em redes sociais.</li>
<li>A maioria das empresas seguiriam um foco mais regional em sua comunicação. Comunicar em redes socias implicaria uma política de relação mais <em>sem fronteiras</em>.</li>
<li>Mídia social é relacionamento permamente e de resultado a longo prazo. Não é uma simples campanha.</li>
<li>Os resultados não são garantidos.</li>
<li>Os modos de medição de resutados são diferentes e novos também.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Empresas e redes sociais: participar ou não das conversações?</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 17:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sean Duffy, do  blog Social Media Today, traz algumas considerações sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações. As cinco questões [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sean Duffy, do  blog <a href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/" target="_blank">Social Media Today</a>, traz <a title="Five reasons why global marketers should fear social media" href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/67499" target="_blank">algumas considerações</a> sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações.</p>
<p>As cinco questões lançadas pelo blogueiro são:</p>
<ol>
<li>Controle real. A conversa vai acontecer com ou sem a sua participação, e isso pode ter um maior alcance e impacto que você possa imaginar.</li>
<li> Curva de aprendizagem. Quanto mais tempo você esperar para se juntar à conversa, o difícil será a apanhar quando você decidir.</li>
<li>Concorrência. A falta de estratégia funciona como uma ótima oportunidade para concorrentes. Eles podem se tornar algo como uma referência diante de um cenário de inevitável conectividade social.</li>
<li>O cliente hoje. Pesquisas mostrariam que 93% dos norte-americanos acham que as empresas deveriam ter uma comunicação em rede social. Grande parte deste grupo também teria um grande poder aquisitivo.</li>
<li> O cliente amanhã. Redes sociais não é um fato recente. Seria há 10 anos. Os jovens desta fase da internet cresceram e estão levando consigo seus hábitos online.</li>
</ol>
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		<title>Diferenças no uso de redes sociais pelas empresas</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/diferencas-no-uso-de-redes-sociais-pelas-empresas/</link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/diferencas-no-uso-de-redes-sociais-pelas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 13:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[John Cass, editor do blogue PR Communications, indica o link de um wiki da Fortune. Por aqui, a revista relaciona quais empresas de seu ranking, no total de 500 relacionadas, mantém algum blogue . Esperava uma alta porcentagem. O índice é baixo, 60 empresas ou 12% do total &#8211; pelo Brasil já sabia que a porcentagem era bem pequena. [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/diferencas-no-uso-de-redes-sociais-pelas-empresas/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>John Cass, editor do blogue <a href="http://pr.typepad.com/" target="_blank">PR Communications</a>, indica o link de um <a href="http://www.socialtext.net/bizblogs/index.cgi?fortune_500_business_blogging_wiki" target="_blank">wiki da Fortune</a>. Por aqui, a revista relaciona quais empresas de seu ranking, no total de 500 relacionadas, mantém algum blogue .</p>
<p>Esperava uma alta porcentagem. O índice é baixo, 60 empresas ou 12% do total &#8211; pelo Brasil já sabia que a <a title="NO BRASIL, SÓ 0,54% DAS COMPANHIAS TÊM BLOGS" href="http://www.ricardopomeranz.com.br/default.aspx?data=13/4/2007" target="_blank">porcentagem</a> era bem pequena.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/blogs.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1022" title="blogs" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/blogs.jpg" alt="blogs" width="427" height="189" /></a></p>
<p>Da lista da Fortune,  nove blogues estavam com problemas de atualização. Sem contar as empresas que desistiram de manter um blogue por alguma razão que o John não chegou a falar &#8211; Countrywide, ING, Nokia, Ford, Honeywell, Sprint &amp; the Pitney Bowes blog.</p>
<p>Mas ao mesmo tempo o blogueiro se refere ao algo meio óbvio: redes sociais não se restringem ao a blogar, mesmo que talvez seja uma prática clássica neste caso. O fato de não manter um também não significaria que uma empresa não tenha uma estratégia online.</p>
<p>Neste caso seria a questão de ver em cada situação, no que se refere à relação entre empresas e redes sociais, quais formas de comunicação são abertas e quais estratégias são desenvolvidas. </p>
<p>É interessante notar que John comenta que grandes marcas estão utilizando o twitter como forma de comunicação.  É aqui que volto a defender <a href="http://hajaluz.net/obama-tem-um-blog/" target="_blank">minha tese</a> de que  boa parte das empresas não desenvolvem comunicação em redes sociais principalmente para manter o controle que sempre buscou manter. Comunica-se por obrigação ou na convicção de que vai dar retorno &#8211; <a href="http://polimidia.blog.br/apresentacao-de-monografia/" target="_self">há quem se comunique</a> muitíssimo bem na internet com Investidores e Imprensa, por exemplo.</p>
<p>Cito parte de um <a title="Broadcast do Eu: Twitter e as Redes Sociais" href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/broadcast_do_eu_twitter_e_as_redes_sociais.html" target="_blank">post</a> da Raquel Recuero &#8220;Broadcast do Eu: Twitter e as Redes Sociais&#8221;:</p>
<blockquote><p>Nesse sentido, <strong>o Twitter é diferente dos blogs, fotologs, flickrs e etc.</strong>, onde eu preciso acessar a informação que é publicada de forma ativa e escolher se desejo ou não dar atenção à ela. É mais <strong>semelhante a um canal de chat</strong>, onde há uma imensa quantidade de ruídos e informações circulando e eu preciso, em meio àquele mar, observar as conversações que me interessam (daí o valor do chamado PVT &#8211; canal privado- nessas ferramentas). Se eu resolver acessar o meu Twitter por celular, por exemplo, não tenho como escolher que informações vou receber. Receberei todas aquelas que meus seguidos publicaram, sejam elas úteis ou não.</p></blockquote>
<p>Fig.: <a href="http://www.ricardopomeranz.com.br/default.aspx?data=13/4/2007" target="_blank">Marketing de Relacionamento</a></p>
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		<title>entrevista: a tecnologia do alfabeto continua bem viva…</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2005 15:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[heavy metal]]></category>
		<category><![CDATA[indústrias culturais]]></category>
		<category><![CDATA[jeder janotti]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Digital]]></category>
		<category><![CDATA[novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[socidade industrial]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de começar este blog eu já fazia um outro com minha colega Juliana farias. Ainda temos ele, mas não é diário (digamos assim&#8230; ele é mensal) e costuma receber postagens mais longas. Há duas semanas começamos a fazer uma entrevista por email com o ex-aluno da Ufes e atual professor na Ufba, Jeder Janotti. [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/entrevista-a-tecnologia-do-alfabeto-continua-bem-viva/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Antes de começar este blog eu já fazia um outro com minha colega Juliana farias. Ainda temos ele, mas não é diário (digamos assim&#8230; ele é mensal) e costuma receber postagens mais longas. Há duas semanas começamos a fazer uma entrevista por email com o ex-aluno da Ufes e atual professor na Ufba, Jeder Janotti. Concluímos a entrevista no final de semana e resolvi publicar parte da &#8220;conversa&#8221; aqui, uma vez que um de nossos objetivos também é pensar a comunicação, conforme dissemos quando a gente se apresentou.</p>
<p>Quase todas as perguntas foram elaboradas pelas questões que o livro <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/al120820034.htm">O jornalismo na era da publicidade</a> (Leandro Marshall) levantou. Nesta entrevista Janotti também comenta a escolha do <a href="http://www.hmsbrazil.com/index.php?PHPSESSID=b2bb10d57695552a16d4b4638303c5a1">Heavy Metal</a> para ser o foco de estudo de sua carreira acadêmica. A tese de conclusão de curso, o mestrado e o doutorado teve correlação com esse grupo de rock.</p>
<p>8. Um professor de sociologia da comunicação fala que não há maneira de &#8220;escapar&#8221; da &#8220;indústria cultural&#8221;, porque mesmo as opções que possam existir são ditadas por ela. Considerando isso, em linhas gerais, o que você entende por indústria cultural e de que maneira ela age ou transformaria a cultura?<br />
Antes de mais nada prefiro utilizar o termo no plural, ou seja indústrias culturais. Afinal é possível notar que dentro da indústria da informação ou do entretenimento, por exemplo o cinema, há diversas indústrias e com padrões produtivos diferenciados, vide por exemplo o cinema independente, o cinema brasileiro ou a indústria cinematográfica hollywoodiana. Não concordo com a expressão ditados por ela, afinal não somos meros recepetáculos dos temas, formatos e conteúdos das indústrias culturais: na verdade há uma interação, mesmo que assimétrica entre as capacidades de agendamento do público e da mídia, entre os diversos níveis de circulação e produção presentes na cultura mediática. Com certeza, dificilmente poderíamos discutir cultura sem perceber como grande parte, sem não a totalidade, das produções contemporâneas estão inseridas na lógica de produção da Indústria Cultural, mas isso não é uma afirmação negativista, é sim, antes de mais nada, uma constatação.</p>
<p>9.&#8221;A imprensa vive o paradoxo de ser um elemento chave do processo industrial capitalista e ter de desempenhar sua missão de apresentar a verdade e defender o interesse público&#8221;. Como fazer nesse contexto um jornalismo de interesse público sendo promotor de cidadania?<br />
Antes de mais nada, não vejo motivos para se achar que a imprensa deva ser o bastião da verdade, uma olhada mais atenta na história do jornalismo e na produção contemporânea mostra que antes de ser um oráculo da verdade, a imprensa como fruto da sociedade industrial possue relações empresarias que configuram suas possibilidades de produção de sentido. Não é uma questão de fé na verdade, antes de mais nada o bom jornalismo se caracteriza pela credibilidade, pela capacidade de interpretação dos fatos e por assumir-se como uma interpretação possível do mundo, entre outras. O chamado interesse público pressupõe disputas e tensões presentes em diversos interesses e segmentos que compõem o campo social, na verdade a imprensa ou as imprensas são parte dessa disputa.</p>
<p>10.No livro O jornalismo na era da publicidade, o autor diz que com a crise dos paradigmas da modernidade, o jornalismo também entra em mutação, uma vez que ele um dos resultados da essência dessa era. A partir daí, transcrevo um pergunta: &#8220;uma vez substituída a tecnologia do alfabeto e da imprensa pela tecnologia eletrônica, poderá subsistir esta instituição chamada jornalismo ou ela terá que submeter-se a uma reforma radical de suas essências?&#8221; E neste caso, como isso ocorre ou pode ocorrer?<br />
Toda nova tecnologia exige da sua sociedade um repensar e refazer de sensibilidades e idéias, ora, se toda a sociedade sente os reflexos das transformações digitais, não há motivo para ser diferente com o jornalismo.Naturalmente a instantaneidade, o acesso às fontes e o formato da matéria jornalística se transformam com o jornalismo digital, mas isso não significa mudar sua essência, seja lá o que isso significa. De qualquer modo vale lembrar que a tecnologia do alfabeto continua bem viva, inclusive nos meios digitais.para ver a entrevista completa clique <a href="http://iddeias.blogspot.com/2005/10/entrevista-com-jeder-janotti-o.html">aqui</a></p>
</div>
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		<title>uma prova…</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/uma-prova/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2005 16:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[ufes]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[prova]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o blog é diário, temos que encontrar soluções miraculosas para o post nosso de cada dia&#8230; Tivemos uma prova sobre comunicação, suas implicações na sociedade contemporânea e, claro, políticas. Eu, Gabriely Sant&#8217;Ana, serei a primeira a transcrever. Leia a vontade e faça seu comentário. P.S: se acertar a nota que eu tirei, ganha um [...] <span class="cont_leia"><a href="http://polimidia.blog.br/uma-prova/ ">Leia o Texto Completo</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Como o blog é diário, temos que encontrar soluções miraculosas para o post nosso de cada dia&#8230; Tivemos uma prova sobre comunicação, suas implicações na sociedade contemporânea e, claro, políticas.</p>
<p>Eu, Gabriely Sant&#8217;Ana, serei a primeira a transcrever.</p>
<p>Leia a vontade e faça seu comentário.</p>
<p>P.S: se acertar a nota que eu tirei, ganha um doce!</p>
<p>A sociedade contemporânea esta fundamentada no paradigma informacional e na perda de valores fechados, como verdade e justiça. Estamos em meio a um turbilhão de notícias, disponíveis em diversos âmbitos comunicacionais (impresso, TV, rádio e internet) que nos ensinam nossa forma de agir, pensar e nos comunicar com outros sujeitos sociais.</p>
<p>Com o Liberalismo Econômico, houve uma falência gradual do poder do Estado e com o surgimento da Indústria Cultural, uma padronização de comportamentos, embora estejam claramente segmentados no que chamamos tribos. A desacreditação na política e no coletivo deu espaço a uma cultura do individualismo e do consumo. Antes, era tudo baseado na proibição (pela família, igreja, escola, fábrica, polícia) e agora está na liberação e na fruição dos prazeres que este novo modo de vida oferece. Consumir é a lei e os que não conseguem cumpri-la estarão fadados ao roubo ou a completa exclusão social.</p>
<p>A publicidade cumpre este papel ao constantemente apresentar novos produtos que irão fazer o indivíduo mais feliz, realizado e livre, se efetuar a compra. O produto vem revestido de toda imagem e sentido que construirá o estilo de ser daquela pessoa. Mas o jornalismo também contribui ao apresentar os fatos e acontecimentos de forma “imparcial e com isenção”, quando na esmagadora maioria das vezes está a serviço da elite neoliberal, e informa de maneira a fazer com que o receptor não vincule o que ocorre em sua volta para assim transformá-la. As opiniões subliminares presentes nos meios de comunicação de massa difundem os valores individualistas e a apatia quanto à política e à reflexão do que está acontecendo.</p>
<p>E assim caminha a massa amorfa, que compra desesperadamente e só assiste o Jornal Nacional porque serve de intervalo entre as novelas, que são a sua anestesia diária dos sofrimentos e angústias do dia-a-dia.</p>
</div>
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