Durante essa semana acessei alguns editais de mestrado. Entre federais de Minas, Rio-São Paulo, Bahia, Brasília e Rio Grande do Sul devem ter sido umas dez. Uma das minhas principais desculpas pra adiar o curso era meu inglês pífio e acreditar que não tenho bagagem teórica o bastante. Nada que não possa ser resolvido com uma boa pesquisa pra ver como a coisa de fato funciona.
A minha surpresa foi que, pelos sites que passei, só na UFMG e na UFBa o inglês é obrigatório e chega a ser eliminatório. Nas demais universidades conta ponto, um em dez em alguma que não me lembro agora, e só elimina em caso de empate na pontuação total em outras avaliações da seleção – nada que um auto-didatismo que dá pro gasto e um intensivo de inglês não consiga ajudar até começo de agosto, fase em que as inscrições costumam começar.
Quanto aos livros, contando por universidade, até que não são tantos; na minha mania de ir comprando pelo menos um por mês e que deixo pra ler amanhã, até que eu tenho alguns deles. Acho que o grande diferencial mesmo vai ser caprichar na estruturação do projeto e ser bem, vejamos, apaixonado na hora de defender a viabilidade da elaboração da pesquisa no tempo máximo de dois anos.
Na semana que vem é procurar saber como se faz pra conseguir bolsa de estudos em Capes, CNPqs, Facietcs (….) da vida.
Ezequiel Vieira
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