Como prometi ontem, segue o trecho:
Que elementos de realidade histórica estão associados ao novo paradigma organizacional? E como podemos uni-los em um todo conceitual de importância histórica?
São, antes de tudo, redes de empresas sob diferentes formas, em diferentes contextos e a partir de expressões culturais diversas.
Também há novas ferramentas tecnológicas onde novos trabalhadores e gerentes conectados entre si em torno de tarefas e desempenho, capazes de falar a mesma língua, a língua digital.
Existe uma concorrência global, forçando definições constantes de produtos, processos, mercados e isumos econômicos, inclusive capital e informação.
E, há sempre, o Estado:
Desenvolvimentista no estágio inicial, como no Leste Asiático;
Agente de incorporação quando as instituições econômicas precisam ser reconstituídas, a exemplo do processo da unificação européia;
Coordenador quando as redes localizadas no território precisam de apoio inicial dos governos locais e regionais para gerar efeitos sinérgicos que estabelerão meios de inovação;
E mensageiro com determinada missão quando direciona uma economia nacional ou a ordem mundial para um novo curso histórico, planejado na tecnologia, mas não realizado na prática empresarial, como no projeto do governo norte-americano de construir a infovia do século XXI, ou impor uma ordem liberal mundial.
Todos esses elementos de juntam para dar origem à empresa em rede.
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