Uma representa????o dos ??ndios guaranis e tupiniquins fez um pedido formal ao Estado noruegu??s para que a empresa Fundo de Petr??leo retire da Aracruz Celulose uma participa????o de quase 10 milh??es de reais. Os ??ndios afirmam no documento – segundo o blog Tupiniquim – que a Aracruz invadiu suas terras aqui no estado e na Bahia, expulsando-os para plantar eucalipto.
Em sua p??gina na internet a Aracruz p??e em xeque a reivindica????o dos ??ndios ao afirmar que “documentos hist??ricos apontam para o fato de que os tupiniquins viviam no norte do Esp??rito Santo e n??o na regi??o do munic??pio de Aracruz”, ??rea em que a disputa entre os ??ndios e a empresa tem sido mais intensa – o que n??o deixa de ser um reconhecimento por parte da coexist??ncia do conflito com os ??ndios tamb??m na regi??o capixaba de divisa com a Bahia.
Uma d??vida que sempre tive: antes de se abrir uma empresa ?? necess??rio ter uma concess??o de algum ??rg??o do governo, certo? Se a preocupa????o com a quest??o ??nd??gena sempre foi t??o grande – temos a?? a Funai que em 1967 substituiu o Servi??o de Prote????o ao ??ndio (1910) – por que se permitiu que a Aracruz ocupasse uma ??rea que agora se afirma que sempre foi ind??gena?
?? bem interessante ver o governo tentar posar de bom mo??o em um erro do qual ele tamb??m deve ser responsabilizado.
Do site CMI Brasil: Para expulsar os ??ndios capixabas, a multinacional contou ainda com a ajuda do governo na d??cada de 60, j?? que o ent??o presidente do Banco de Desenvolvimento Estadual, Arthur Carlos Gerhardt, em uma manobra pol??tica, alegou que n??o existiam mais ??ndios na regi??o e promoveu a transfer??ncia das terras para a empresa por um valor simb??lico: 10 d??cimos de centavos o metro quadrado (a moeda da ??poca era o Cruzeiro). Mais tarde, j?? ex-governador, Gerhardt assumiu uma das diretorias da empresa.
Leia a mat??ria completa.
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Comentários
não há duvidas de que houve ajuda e/ou negligencia do governo com a aracruz celulose
ah qnta sujeira tem embaixo desse tapete…
num gosto nem de pensar