Diferenças no uso de redes sociais pelas empresas

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19 de fevereiro de 2009 - 10:50 | blogs, empresas Fazer Comentário

John Cass, editor do blogue PR Communications, indica o link de um wiki da Fortune. Por aqui, a revista relaciona quais empresas de seu ranking, no total de 500 relacionadas, mantém algum blogue .

Esperava uma alta porcentagem. O índice é baixo, 60 empresas ou 12% do total – pelo Brasil já sabia que a porcentagem era bem pequena.

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Da lista da Fortune,  nove blogues estavam com problemas de atualização. Sem contar as empresas que desistiram de manter um blogue por alguma razão que o John não chegou a falar – Countrywide, ING, Nokia, Ford, Honeywell, Sprint & the Pitney Bowes blog.

Mas ao mesmo tempo o blogueiro se refere ao algo meio óbvio: redes sociais não se restringem ao a blogar, mesmo que talvez seja uma prática clássica neste caso. O fato de não manter um também não significaria que uma empresa não tenha uma estratégia online.

Neste caso seria a questão de ver em cada situação, no que se refere à relação entre empresas e redes sociais, quais formas de comunicação são abertas e quais estratégias são desenvolvidas. 

É interessante notar que John comenta que grandes marcas estão utilizando o twitter como forma de comunicação.  É aqui que volto a defender minha tese de que  boa parte das empresas não desenvolvem comunicação em redes sociais principalmente para manter o controle que sempre buscou manter. Comunica-se por obrigação ou na convicção de que vai dar retorno – há quem se comunique muitíssimo bem na internet com Investidores e Imprensa, por exemplo.

Cito parte de um post da Raquel Recuero “Broadcast do Eu: Twitter e as Redes Sociais”:

Nesse sentido, o Twitter é diferente dos blogs, fotologs, flickrs e etc., onde eu preciso acessar a informação que é publicada de forma ativa e escolher se desejo ou não dar atenção à ela. É mais semelhante a um canal de chat, onde há uma imensa quantidade de ruídos e informações circulando e eu preciso, em meio àquele mar, observar as conversações que me interessam (daí o valor do chamado PVT – canal privado- nessas ferramentas). Se eu resolver acessar o meu Twitter por celular, por exemplo, não tenho como escolher que informações vou receber. Receberei todas aquelas que meus seguidos publicaram, sejam elas úteis ou não.

Fig.: Marketing de Relacionamento

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Graduado em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo. Ainda estudante, e também blogueiro. Monografia "Comunicação como política de mercado: o caso do site da Vale" | Currículo.

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