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	<title>Polimidia.blog.br &#62; Comunicação na Cibercultura &#187; empresas</title>
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	<description>Agora, pesquisando sobre como a Comunicação Organizacional se ajusta ao processo de comunicação distribuída</description>
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		<title>Ponto frio, meu nome não é Adrienne! #pontofrioehfria</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Compra Online]]></category>
		<category><![CDATA[Descaso]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto Frio é fria]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiz uma compra no site da Ponto Frio em dezembro passado. Fiz um pedido de devolução de dinheiro no mesmo mês e desde então o que tô tendo é um baita chá de cadeira. Depois de muitos desencontros, só consegui que a #pontofrioehfria me confirmasse, em 20 de janeiro, que a devolução seria feita em no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz uma compra no site da Ponto Frio em dezembro passado. Fiz um pedido de devolução de dinheiro no mesmo mês e desde então o que tô tendo é um baita chá de cadeira. Depois de muitos desencontros, só consegui que a #pontofrioehfria me confirmasse, em 20 de janeiro, que a devolução seria feita em no máximo 10 dias úteis.</p>
<p>O depósito deveria ser feito em minha conta no prazo máximo de duas datas que a Ponto Frio mesmo me passou &#8211; 03/02 e 04/02. Em nenhuma delas o ressarcimento ocorreu e qualquer explicação foi dada para isso. No dia 08/02 me informaram que um posicionamento me seria dado até às 20h do mesmo dia &#8211; referente a um contato em 04/02 e pedido de espera de dois dias úteis. Também não obtive qualquer retorno.</p>
<p>Na última terça (09/02) quando entro em contato informam que o pedido de solicitação anterior tinha expirado e que uma nova seria aberta, com prazo de retorno até 11/02. Portanto, foram mais dois dias úteis em que fui forçado a esperar por um posicionamento &#8211; e sem garantia de retorno, vide os prazos anteriores. De 10 dias úteis para ter dinheiro de volta, teria que esperar por mais 06 &#8211; e só para ter um simples posicionamento de demora na devolução.  Fiz uma reclamação no <a href="http://www.reclameaqui.com.br/504211/ponto-frio-loja-virtual/ponto-frio-da-prazos-maximos-que-nao-sao-cumpridos/" target="_blank">Reclame Aqui</a> e uma atendente me retorna me chamando por Adrienne e errando o nome do banco onde tenho conta depois de ter confirmando diversas vezes.</p>
<p>A nova promessa de contato para 11/02 também não foi realizada. Hoje (12/02) falam &#8220;Terá que aguardar o contato em até o dia 13/02&#8243;.  Já são quase novos 10 dias úteis de meras formalidades &#8220;Pedimos que aguarde&#8221;. De que adianta prazos máximos se eles não não cumpridos!</p>
<p>Essa é a relação completa de três laudas de protocolos desde o início da minha saga. No momento ela está lá na etapa do item 10 da lista.</p>
<blockquote><p>1 - Compra realizada pela internet em 17/12/2009. Pela confirmação de compra por email não era a configuração desejada e diz pedido de cancelamento de compra. Protocolo de cancelamento de compra de notebook &#8211; 17601734. Atendente: Verônica Costa – 18/12/2009. Seria necessário recusar recebimento para que quando retornasse à Centra de Distribuição a compra fosse cancelada.<br />
 <br />
2 &#8211; Protocolo de notificação de não recebimento &#8211; 18292477. Atendente: Viviane Costa. Protocolo da ligação – 18192229. Site indica recebimento mas a entrega não foi realizada em 24/12/2009 “<em>Confirmamos que seu pedido nº 1625219, feito em 17/12/09 12:46, foi entregue pela transportadora</em>.”</p>
<p>Ver item 7 – Confirmaram entrega de pedido que reconhecidamente nunca aconteceu.<br />
 <br />
3 &#8211; Protocolo de posicionamento seria dado entre 30/12/09 e 31/12/09 &#8211; 18258621. Atendente: Lucas<br />
 <br />
4 &#8211; Protocolo de posicionamento até às 20h de 31/12/09 por telefone ou email &#8211; 18292608. Atendente: Fabiana Domingos.<br />
 <br />
5 &#8211; Protocolo &#8211; 18310097. Atendente: Katia Fernanda Guilherme Batista. Avisei que o posicionamento prometido até 31/12/2009 não foi dado.  Novo retorno prometido em até dois dias úteis. Data em que fiz contato: 02/01/2010.<br />
 <br />
6 &#8211; Protocolo &#8211; 18361231. Atendente: Miriam Carvallho. Contato por telefone prometido para até 05/01/2010.<br />
 <br />
7 &#8211; Email recebido em 05/01/2010: &#8220;<em>Referente à sua solicitação do Pedido 1625219, confirmarmos a liberação da nova entrega</em>&#8220;.</p>
<p>“<em>Prezado Ezequiel,</em></p>
<p><em>Em atenção ao seu contato, informamos que devido ao fato da transportadora não ter nos apresentado o protocolo contendo os dados referentes á sua entrega, estamos liberando nova remessa da mercadoria em questão para atendê-lo.</em></p>
<p><em>Pedimos desculpas pelo ocorrido e informamos que estamos trabalhando para prestar o melhor atendimento possível em suas próximas compras.</em></p>
<p><em>Atenciosamente,</em></p>
<p><em>SAC PontoFrio.com<br />
</em><a href="mailto:atendimento@sac.pontofrio.com"><em>atendimento@sac.pontofrio.com</em></a>”</p>
<p>No lugar de cancelar a compra, como solicitado em 18/12/2009, encaminham uma reposição de produto<br />
 <br />
8 &#8211; Protocolo: 18595100. Atendente: Juliana M. Oliveira. Recusei nova entrega em 07/01/2010; Notifiquei em 08/01/2010; Consta como recusado em 09/01/2010. Fiz pedido de devolução de dinheiro e informei meus de dados bancários.<br />
 <br />
9 &#8211; Protocolo &#8211; 19010912. Atendente: Michele da Silva: &#8220;Consta em nosso sistema que foi solicitado troca de mercadoria e não estorno do valor&#8221;. Data em que fiz contato: 18/01/2010<br />
 <br />
10 &#8211; Email recebido em 20/01/2010 da Ponto Frio &#8220;Crédito de conta liberado. Referente à sua solicitação do Pedido 1625219, a devolução dos valores foi providenciada por nossa área financeira. O crédito em conta [...] será feito em 10 dias úteis.&#8221;<br />
 <br />
11 &#8211; Protocolo &#8211; 19014068. Atendente: Danielle Rayol Rodrigues. Recusa registrada como sido feita em 11/01/2010. Prazo de retorno é o mesmo de entrega. Data em que fiz contato: 18/01/2010.<br />
 <br />
12 &#8211; Protocolo &#8211; 19776565. Reembolso deveria ter ocorrido em 03/02/2010. Posicionamento em até 48 horas úteis. Data em que fiz contato: 04/02/2010.<br />
 <br />
13 &#8211; Protocolo &#8211; 19831551. Atendente: Thais Rodrigues Pacheco de Souza. Posicionamento por telefone ou email até 20h de 05/02/2010<br />
 <br />
14 &#8211; Protocolo &#8211; 19878307. Atendente: Jessica Luana da Silva Santos. Posicionamento até às 20h de 08/02/2010. Data em que fiz contato: 06/02/2010.<br />
 <br />
15 &#8211; Protocolo &#8211; 19949989. &#8220;Consta em sistema que foi aberta uma ocorrência referente à sua solicitação no dia 04/02, sendo o prazo para a mesma de dois dias úteis&#8221;. Até às 20h do dia 08/02/2010 esse contato não foi feito. Atendente: Vania de Souza Silva. Data em que fiz contato: 08/02/2010<br />
 <br />
- Protocolo &#8211; 19996963. &#8220;Encaminhei uma solicitação para o setor responsavel em até dois dias úteis o senhor sera posicionado&#8221;Atendente: Carolina de Oliveira. Data em que fiz contato: 09/02/2010.<br />
 <br />
16 &#8211; Email recebido em 10/02/2010 após <a href="http://www.reclameaqui.com.br/504211/ponto-frio-loja-virtual/ponto-frio-da-prazos-maximos-que-nao-sao-cumpridos/" target="_blank">reclamação no site</a> Reclame Aqui em 09/02/2010:<br />
 <br />
&#8220;<em>Prezada <span style="color: #ff0000;">ADRIENNE</span>,<br />
 <br />
Pedimos desculpas pelo transtorno causado, estamos verificando junto ao nosso departamento financeiro o motivo do atraso no seu reembolso.<br />
Segue os dados que possuímos pedimos por gentileza informar se será necessário fazer alguma alteração. Lembrando que os dados informados devem estar em nome do titular da compra.<br />
 <br />
<span style="color: #ff0000;">BANCO DO BRASIL</span> (Minha conta é na Caixa. Erraram depois de eu ter confirmado diversas vezes)<br />
Agencia:1539<br />
Conta Corrente: 7134-1<br />
Ezequiel  Vieira Machado<br />
CPF: ***.***.***-**<br />
Estamos á disposição<br />
Atenciosamente,<br />
Luana Normandia<br />
Atendimento ao Cliente<br />
PontoFrio.com<br />
</em><a href="http://www.pontofrio.com/"><em>www.pontofrio.com</em></a>&#8221;<br />
 <br />
17 &#8211; Protocolo &#8211; 20053597. Dados bancários, exaustivamente confirmados estariam errados. Atendente: Jessica Luana da Silva Santos. Data em que fiz contato: 10/02/2010.</p>
<p>18 – Protocolo – 20152147. Atendente: Thais Rodrigues Pacheco.  Data em que fiz contato: 12/02/2010</p>
<p>“Senhor, informo que está sendo tratado pelo setor financeiro, assim que o produto retornar será gerado o estorno.”</p>
<p>“Sim, ocorreu um atraso mas ja encaminhamos novamente para o setor financeiro verificar peço que aguarde..”</p>
<p>“O senhora (sic) terá que aguardar o contato do setor financeiro..”</p>
<p>“Terá que aguardar o contato em até o dia 13/02”</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Prática inicial do blog da Petrobras não é rotina nos EUA</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pratica-inicial-do-blog-da-petrobras-nao-e-rotina-nos-eua/ </link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 20:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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		<description><![CDATA[Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída.
Os ânimos estão mais calmos, muita coisa já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, resolvi adiar a minha inscrição de mestrado para o ano que vem. Parte do que previa acontecer para participar ainda neste ano não aconteceu, então bola pra frente mais uma vez. O tema de pesquisa ainda deve ser o mesmo &#8211; adaptação da comunicação organizacional na comunicação distribuída.</p>
<p>Os ânimos estão mais calmos, muita coisa já se disse, então fica apenas o registro sobre o tal <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">blogue da Petrobras</a> - que aliás aposentou <a href="http://www.petrobras.com.br/blogminas/" target="_blank">um outro</a> em dezembro passado. Vejo aqui um bom estudo de caso pra minha pesquisa e <a href="http://delicious.com/ezvieira/blog_da_petrobras" target="_blank">lá no meu delicious</a> tô fazendo o trabalho de forguinha pra juntar os zilhões de posts publicados.</p>
<p>Sobre o blogue, boa iniciativa da Petrobras. Só achei estranha a muvuca inicial de publicar as perguntas dos jornalistas antes da finalização da matéria &#8211; apesar de ser lembrado de que não existe sigilo de pergunta.</p>
<p><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?id={7832AC92-9E27-43BE-A4AC-13B59A11FBFF}&amp;id_blog=2" target="_blank">O Código Aberto veio</a> com essa de que o que a Petrobras passou a fazer já seria uma rotina nos Estados Unidos,  até mesmo por parte de órgãos do governo federal.</p>
<blockquote><p>Os jornais <em>O Globo</em> e <em>Folha de S.Paulo</em> foram os que mais reagiram à iniciativa da empresa que resolveu usar <strong>ferramentas digitais</strong> para transformar-se num canal de comunicação, a exemplo do que já ocorre com a maioria das grandes empresas nacionais e internacionais.</p>
<p>A irritação dos jornais vem do fato de que o blog da Petrobras permite uma comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado. Com isto é possível identificar <strong>erros de contexto, omissões e equívocos</strong> de transcrição.</p></blockquote>
<p>O que o blogueiro não disse na postagem, mas que depois perguntei nos comentários, é que &#8220;os comunicados e entrevistas dados por membros do governo e grandes empresas são postados simultaneamente à publicação do material na imprensa, e todos os reporteres sabem que este é o procedimento usual.&#8221;</p>
<p>Ora, não me pareceu que a &#8220;grande mídia&#8221; reagiu à prática de transparência da Petrobras mas ao modo como ela começou a ser feita &#8211; mesmo que, de novo, não exista o tal sigilo de pergunta. A prática inicial de transparência da Petrobras, foi bem mais específica, ou melhor, política.</p>
<p>Mas parece que agora sim o blogue da Petrobras vai seguir a prática de transparência conforme o que já seria rotina nos EUA, segundo citado no blogue Código Aberto para criticar a reação da &#8221;grande mídia&#8221;. A &#8220;comparação entre o que a empresa forneceu aos jornalistas e o que foi publicado&#8221; ainda poderá ser feita e a &#8220;grande mídia&#8221;, vide <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/10/petrobras-recua-diz-que-agora-so-vai-divulgar-questionamentos-da-imprensa-em-blog-no-dia-previsto-para-publicacao-da-reportagem-756281224.asp" target="_blank">O Globo</a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u579473.shtml" target="_blank">Folha</a>, <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090611/not_imp385819,0.php" target="_blank">Estadão</a> e <a href="http://www.google.com/search?q=Ap%C3%B3s+pol%C3%AAmica%2C+Petrobras+recua+sobre+uso+de+blog&amp;rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&amp;ie=UTF-8&amp;oe=UTF-8&amp;sourceid=ie7&amp;rlz=1I7ADBF" target="_blank">outros tantos por aí</a>.</p>
<p>Sob esse ponto de vista, os <a href="http://www.viomundo.com.br/opiniao/por-que-os-jornais-investem-contra-o-blog-da-petrobras/" target="_blank">tópicos da postagem</a> do Azenha &#8220;Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?&#8221; não fazem o grande sentido conspirador que ele busca dar. Mas acredito que a grande pensadora <a href="http://polimidia.blog.br/tese-de-golpe-de-estado-a-todo-custo" target="_self">Marilena Chauí não pensaria duas vezes</a> ao reafirmar os motivos relacionados por Azenha.</p>
<p>Fico com as postagens do Claudio Abramo &#8211; <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB003" target="_blank">I</a> e  <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB017" target="_blank">II</a> -, <a href="http://pedrodoria.com.br/2009/06/08/a-petrobras-e-a-imprensa-golpista/" target="_blank">Pedro Dória</a> e <a href="http://verbeat.org/blogs/sergioleo/2009/06/por-que-jornalistas-experientes-fingem-nao-ver-que-a-petrobras-age-errado.html" target="_blank">Sergio Leo</a>.</p>
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		<item>
		<title>Redes sociais como apenas mais um modo de comunicação</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/redes-sociais-como-apenas-mais-um-modo-de-comunicacao/ </link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 16:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[mashable]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas razões pelas quais, segundo o blogue Mashable, grandes marcas não fazem uso de redes sociais:

Estas ainda seriam entendidas como apenas mais um canal de publicidade.
Ainda não se teria encontrado, na atual estrutura de comunicação empresarial, a quem caberia a responsabilidade de uma política de relacionamento em redes sociais.
A maioria das empresas seguiriam um foco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas razões pelas quais, <a href="http://mashable.com/2009/02/20/big-brands-social-media/" target="_blank">segundo o blogue Mashable</a>, grandes marcas não fazem uso de redes sociais:</p>
<ol>
<li>Estas ainda seriam entendidas como apenas mais um canal de publicidade.</li>
<li>Ainda não se teria encontrado, na atual estrutura de comunicação empresarial, a quem caberia a responsabilidade de uma política de relacionamento em redes sociais.</li>
<li>A maioria das empresas seguiriam um foco mais regional em sua comunicação. Comunicar em redes socias implicaria uma política de relação mais <em>sem fronteiras</em>.</li>
<li>Mídia social é relacionamento permamente e de resultado a longo prazo. Não é uma simples campanha.</li>
<li>Os resultados não são garantidos.</li>
<li>Os modos de medição de resutados são diferentes e novos também.</li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Empresas e redes sociais: participar ou não das conversações?</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/ </link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/empresas-e-redes-sociais-participar-ou-nao-das-conversacoes/ #comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 17:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sean Duffy, do  blog Social Media Today, traz algumas considerações sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações.
As cinco questões lançadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sean Duffy, do  blog <a href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/" target="_blank">Social Media Today</a>, traz <a title="Five reasons why global marketers should fear social media" href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/67499" target="_blank">algumas considerações</a> sobre o porquê de as empresas terem medo de redes sociais. O argumento busca rebater a frase “we don’t want to lose control of the message.” Em vez disso, Sean afirma: é mais seguro participar do que ficar de fora das conversações.</p>
<p>As cinco questões lançadas pelo blogueiro são:</p>
<ol>
<li>Controle real. A conversa vai acontecer com ou sem a sua participação, e isso pode ter um maior alcance e impacto que você possa imaginar.</li>
<li> Curva de aprendizagem. Quanto mais tempo você esperar para se juntar à conversa, o difícil será a apanhar quando você decidir.</li>
<li>Concorrência. A falta de estratégia funciona como uma ótima oportunidade para concorrentes. Eles podem se tornar algo como uma referência diante de um cenário de inevitável conectividade social.</li>
<li>O cliente hoje. Pesquisas mostrariam que 93% dos norte-americanos acham que as empresas deveriam ter uma comunicação em rede social. Grande parte deste grupo também teria um grande poder aquisitivo.</li>
<li> O cliente amanhã. Redes sociais não é um fato recente. Seria há 10 anos. Os jovens desta fase da internet cresceram e estão levando consigo seus hábitos online.</li>
</ol>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Diferenças no uso de redes sociais pelas empresas</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/diferencas-no-uso-de-redes-sociais-pelas-empresas/ </link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/diferencas-no-uso-de-redes-sociais-pelas-empresas/ #comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 13:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[John Cass, editor do blogue PR Communications, indica o link de um wiki da Fortune. Por aqui, a revista relaciona quais empresas de seu ranking, no total de 500 relacionadas, mantém algum blogue .
Esperava uma alta porcentagem. O índice é baixo, 60 empresas ou 12% do total &#8211; pelo Brasil já sabia que a porcentagem era bem pequena.

Da lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>John Cass, editor do blogue <a href="http://pr.typepad.com/" target="_blank">PR Communications</a>, indica o link de um <a href="http://www.socialtext.net/bizblogs/index.cgi?fortune_500_business_blogging_wiki" target="_blank">wiki da Fortune</a>. Por aqui, a revista relaciona quais empresas de seu ranking, no total de 500 relacionadas, mantém algum blogue .</p>
<p>Esperava uma alta porcentagem. O índice é baixo, 60 empresas ou 12% do total &#8211; pelo Brasil já sabia que a <a title="NO BRASIL, SÓ 0,54% DAS COMPANHIAS TÊM BLOGS" href="http://www.ricardopomeranz.com.br/default.aspx?data=13/4/2007" target="_blank">porcentagem</a> era bem pequena.</p>
<p><a href="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/blogs.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1022" title="blogs" src="http://polimidia.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/blogs.jpg" alt="blogs" width="427" height="189" /></a></p>
<p>Da lista da Fortune,  nove blogues estavam com problemas de atualização. Sem contar as empresas que desistiram de manter um blogue por alguma razão que o John não chegou a falar &#8211; Countrywide, ING, Nokia, Ford, Honeywell, Sprint &amp; the Pitney Bowes blog.</p>
<p>Mas ao mesmo tempo o blogueiro se refere ao algo meio óbvio: redes sociais não se restringem ao a blogar, mesmo que talvez seja uma prática clássica neste caso. O fato de não manter um também não significaria que uma empresa não tenha uma estratégia online.</p>
<p>Neste caso seria a questão de ver em cada situação, no que se refere à relação entre empresas e redes sociais, quais formas de comunicação são abertas e quais estratégias são desenvolvidas. </p>
<p>É interessante notar que John comenta que grandes marcas estão utilizando o twitter como forma de comunicação.  É aqui que volto a defender <a href="http://hajaluz.net/obama-tem-um-blog/" target="_blank">minha tese</a> de que  boa parte das empresas não desenvolvem comunicação em redes sociais principalmente para manter o controle que sempre buscou manter. Comunica-se por obrigação ou na convicção de que vai dar retorno &#8211; <a href="http://polimidia.blog.br/apresentacao-de-monografia/" target="_self">há quem se comunique</a> muitíssimo bem na internet com Investidores e Imprensa, por exemplo.</p>
<p>Cito parte de um <a title="Broadcast do Eu: Twitter e as Redes Sociais" href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/broadcast_do_eu_twitter_e_as_redes_sociais.html" target="_blank">post</a> da Raquel Recuero &#8220;Broadcast do Eu: Twitter e as Redes Sociais&#8221;:</p>
<blockquote><p>Nesse sentido, <strong>o Twitter é diferente dos blogs, fotologs, flickrs e etc.</strong>, onde eu preciso acessar a informação que é publicada de forma ativa e escolher se desejo ou não dar atenção à ela. É mais <strong>semelhante a um canal de chat</strong>, onde há uma imensa quantidade de ruídos e informações circulando e eu preciso, em meio àquele mar, observar as conversações que me interessam (daí o valor do chamado PVT &#8211; canal privado- nessas ferramentas). Se eu resolver acessar o meu Twitter por celular, por exemplo, não tenho como escolher que informações vou receber. Receberei todas aquelas que meus seguidos publicaram, sejam elas úteis ou não.</p></blockquote>
<p>Fig.: <a href="http://www.ricardopomeranz.com.br/default.aspx?data=13/4/2007" target="_blank">Marketing de Relacionamento</a></p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		<title>Cluetrain Manifest relaciona 95 teses nas relações entre público e empresas</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/cluetrain-manifest-relaciona-95-teses-nas-relacoes-entre-publico-e-empresas/ </link>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 14:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Cluetrain]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação distribuída]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[conversação]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Indicação]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Manifest]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A indicação do site veio lá do livro “Web 2.0 &#8211; Participação e vigilância na era da comunicação distribuída” que comecei a ler essa semana.
O Cluetrain Manifest também lança suas 95 teses sobre as reformas que a internet promete causar, se já não o faz, uma profunda mudança  nas relações entre público e empresas.
Eis algumas das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A indicação do site veio lá do <a href="http://polimidia.blog.br/participacao-e-vigilancia-na-era-da-comunicacao-distribuida/" target="_self">livro</a> “Web 2.0 &#8211; Participação e vigilância na era da comunicação distribuída” que comecei a ler essa semana.</p>
<p>O <a title="Cluetrain Manifest" href="http://www.cluetrain.com" target="_blank">Cluetrain Manifest</a> também lança suas 95 teses sobre as reformas que a internet promete causar, se já não o faz, uma profunda mudança  nas relações entre público e empresas.</p>
<p>Eis algumas das teses que mais me interessaram pra minha pesquisa</p>
<blockquote><p>12. Não existem segredos. O mercado em rede sabe mais que as empresas sobre seus próprios produtos. E tanto sendo a notícia boa ou ruim, eles dizem para todo mundo.</p>
<p>14. As corporações não falam na mesma voz que as novas conversações em rede. Para suas pretensas audiências online, as empresas parecem ocas, lisas, literalmente inumanas.</p>
<p>15. Em apenas alguns anos, a atual homogenizada &#8220;voz&#8221; do negócio &#8211; o som das missões corporativas e prospectos &#8211; parecerá tão rebuscada e artificial quanto a linguagem da corte francesa do século 18.</p>
<p>17. As empresas que assumem que mercados online são os mesmos mercados que costumavam assistir seus anúncios na televisão se enganam a si mesmas.</p>
<p>18. As empresas que não perceberam que seus mercados agora são redes pessoa-a-pessoa, e como resultado ficando mais inteligentes e profundamente unidos nas conversações estão perdendo sua melhor oportunidade.</p>
<p>28. A maioria dos planos de marketing são baseados no medo de que o mercado pode ver o que realmente está acontecendo dentro da empresa.</p>
<p>39. A comunidade do diálogo é o mercado.</p>
<p>53. Existem duas conversações acontecendo. Uma dentro da empresa. Outra com o mercado.</p>
<p>54. Na maioria dos cados, nenhuma conversação vai muito bem. Quase invariavelmente, a causa da falha pode ser traçada nas noções obsoletas de comando e controle.</p>
<p>71. Suas noções antigas sobre &#8220;o mercado&#8221; fazem nossos olhos revirarem. Nós não reconhecemos a nós mesmos em suas projeções &#8211; talvez porque nós sabemos que estamos em outro lugar.</p>
<p>85. Quando nós temos perguntas, nós nos apoiamos em nós mesmos para obter respostas. Se você não tivesse um controle tão restrito sobre o &#8220;seu pessoal&#8221; talvez eles poderiam estar entre as pessoas em que nós nos apoiamos.</p>
<p>86. Quando nós não estamos ocupados sendo seu &#8220;target de mercado&#8221;, muitos de nós somos seu pessoal. Nós preferiríamos falar com amigos online do que olhar o relógio. Isto poderia transmitir seu nome melhor que seu web site de um milhão de dólares. Mas você diz para nós que falar com o mercado é trabalho do Marketing</p>
<p>88. Nós temos coisas melhores para fazer do que esperar você mudar para fazer negócio conosco. Negócio é apenas uma parte de nossas vidas. Parece ser tudo na sua. Pense nisto: quem precisa de quem?</p>
<p>95. Nós estamos acordando e nos linkando. Nós estamos observando. Mas nós não estamos esperando </p></blockquote>
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		<title>Palestra na Ufes sobre comunicação externa da CST</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/palestra-na-ufes-sobre-comunicacao-externa-da-cst/ </link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 17:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cvrd]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[eventos/debates]]></category>
		<category><![CDATA[ufes]]></category>

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		<description><![CDATA[Seria bom demais para dar uma incrementada extra na redação de minha monografia se a palestra fosse sobre a comunicação da Vale. Será sobre a da CST, atual Arcelor Mittal.  Na próxima 4ª feira (18/06) o assessor de imprensa da empresa estará na Ufes para falar sobre o seguinte “A comunicação externa na CST: produtos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seria bom demais para dar uma incrementada extra na redação de minha monografia se a palestra fosse sobre a comunicação da Vale. Será sobre a da CST, <a href="http://www.arcelor.com/br/cst/">atual Arcelor Mittal.</a>  Na próxima 4ª feira (18/06) o assessor de imprensa da empresa estará na Ufes para falar sobre o seguinte “<em>A comunicação externa na CST: produtos e processos</em>“.</p>
<p>A palestra faz parte d<a href="http://poscomufes.wordpress.com/">o Programa</a> de Pós-Graduação em Comunicação Estratégica e Gestão de Imagem da universidade mas é aberta para quem quiser comparecer.O encontro vai acontecer próximo ao Cine Metropólis no Cemuni 5, sala 1A.</p>
<p>Para mais informações entre em contato com o coordenador do curso da Pós, Fábio Malini: 9901-8130 / 4009-2603.</p>
<p>Minha choradeira é porque, pela via institucional, consegui poucas informações históricas sobre como era organizada e também sobre o investimento da Vale na área de comunicação. Muito do material a que tive acesso foi por artigos já publicados, seminários apresentados além de alguns mestrados disponíveis na Internet.</p>
<p>Mas foi muito por base de aproximação de datas e cruzamento de informações. Traçar uma linha do tempo mais ou menos precisa sobre o site da Vale foi um desafio.</p>
<p>Segue trecho do TCC:</p>
<blockquote>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">A Internet chegou no Brasil em 1988 por iniciativa da comunidade acadêmica de São Paulo (FAPESP &#8211; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e do Rio de Janeiro UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e LNCC (Laboratório Nacional de Computação Científica).</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">Em 1991, a Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos libera a rede para uso comercial (Martinuzzo, 2006), o que só acontece pelo Brasil em 1995. A partir de então, surgia oportunidade para que usuários fora da comunidade de educação e pesquisa do país também obtivessem acesso à Internet, o que inclui a iniciativa privada.</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">Segundo Baptista (2001, p. 12), um estudo organizado pela empresa de consultoria E-Consulting, de dezembro de 2000, pesquisou a utilização da Internet no Brasil entre 114 empresas. O estudo teria apontado que 74% das empresas faziam uso institucional (Websites), 55% utilizavam de forma interna (Intranet), 52% estariam usando para compra, 62% para venda, 68% utilizariam de forma voltada para o cliente e apenas 9% das empresas pesquisadas possuíam ou estariam implementando todas essas ações de forma planejada e integrada.</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;"><span>Também em 2000, o número total de domínios comerciais na Internet nacional somariam 159.556 (Baptista, 2001). Entre outubro e novembro de 2007 o percentual de empresas que mantinham website ainda era de 46%, mas essa porcentagem vai a 80% quando se considera empresas com o número maior do que 250 funcionários.</span><sup><span><a title="sdfootnote4anc" name="sdfootnote4anc" href="http://docs.google.com/RawDocContents?docID=dgs8ktmc_30fgh2gndn&amp;justBody=false&amp;revision=_latest&amp;timestamp=1213545406988&amp;editMode=true&amp;strip=true#sdfootnote4sym"><sup>4</sup></a></span></sup></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;"><span>Sem fazer referência a nomes, Baptista (2001, p. 82) diz que apenas 11 empresas implementaram alguma versão de site institucional ainda no ano em que a Internet comercial foi inaugurada no Brasil. A autora também aponta para estudos, publicados em 1998, que indicariam a subutilização da Internet pelas empresas nacionais. </span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;"><span>Na série de casos aos quais ela faz referência, tem-se que a primeira versão do site da Vale seria de janeiro de 1996. Já no Internet Archive, site que faz catalogação do histórico de um amplo número de websites, o primeiro registro de um site da Vale só vai ocorrer em maio de 1998</span><sup><span><a title="sdfootnote5anc" name="sdfootnote5anc" href="http://docs.google.com/RawDocContents?docID=dgs8ktmc_30fgh2gndn&amp;justBody=false&amp;revision=_latest&amp;timestamp=1213545406988&amp;editMode=true&amp;strip=true#sdfootnote5sym"><sup>5</sup></a></span></sup><span>. </span><span>A propósito de comparação, é de fevereiro de 1997, segundo esse </span></span><span style="font-family: Georgia;"><span>mesmo site de catalogação, o primeiro registro sobre uma experiência de site da Petrobrás</span><sup><span><a title="sdfootnote6anc" name="sdfootnote6anc" href="http://docs.google.com/RawDocContents?docID=dgs8ktmc_30fgh2gndn&amp;justBody=false&amp;revision=_latest&amp;timestamp=1213545406988&amp;editMode=true&amp;strip=true#sdfootnote6sym"><sup>6</sup></a></span></sup><span>.</span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">Antes dessas informações serem encontradas, a atual gerente do site da Vale Natacha Cano havia informado que o planejamento em torno da criação de um website só havia começado em 2000. No cenário que antecedia a este marco institucional, na avaliação de Natacha Cano, “ainda não havia no Brasil uma cultura de Internet”. Dessa forma, o planejamento em torno de um site como forma efetiva comunicação institucional só teria começado a partir de 2000, tendo o resultado vindo a público em 2003. Em relação ao registro de versões anteriores, Natacha diz: “eram experiências isoladas na web, sendo em 2003 o site em aderência ao planejamento da Vale. Se analisar [essas versões] em profundidade, perceberá rapidamente que a arquitetura da informação na imagem não reflete a essência da Vale”. </span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">O que de fato acontece é que foram poucas as empresas que tiveram sensibilidade o bastante para perceber que a criação de um website, pelas possibilidades que trazia, era mais do que subestimado ao se restringir a uma “carta de apresentação” – e as ações iniciais da Vale não alçaram vôo para além deste cenário: a disponibilização de informações sobre a Cia e de seus produtos, mas sem que implicasse o comprometimento com uma estratégia online. Isso mesmo a Cia se caracterizando como uma “Empresa competitiva, diversificada e de <strong>âmbito</strong> <strong>internacional</strong> (CVRD, 1992, p. 288).” &#8211; grifo meu. Na nota de rodapé da versão de 1998 do site como registro:</span></p>
<p lang="pt-BR" align="left"><em><span style="font-size: x-small;">As informações constantes nas páginas da CVRD foram compiladas para sua conveniência. A CVRD tomou todo o cuidado razoável para produzir estas informações. Entretanto, não podemos garantir que as informações serão suficientes para responder completamente a todas as suas perguntas ou que estão atualizadas. Também não nos responsabilizamos por qualquer fato decorrente do uso das informações contidas nas páginas. Aconselhamos a prévia consulta a um profissional independente antes da realização de qualquer investimento. É oferecida ainda a possibilidade de se fazer um “download” de informações para uso pessoal. Porém, toda e qualquer informação contida nas páginas só poderá ser reproduzida ou modificada mediante prévia autorização por escrito da CVRD.”</span><br />
</em></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">O plano estratégico da Vale para o período de 1990 a 2009 chama ainda mais atenção se o discurso for comparado com o que foi praticado de fato, via um website institucional. Diz a empresa (CVRD, 1992, p. 288):</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Georgia;"><em>No plano internacional, alguns fatores contribuíram decisivamente para o planejamento empresarial da Vale do Rio Doce. Entre eles, <strong>merecem menção a informatização e a terceirização das economias desenvolvidas e sua difusão para as subdesenvolvidas</strong>; a forte inter-relação das economias desenvolvidas, ampliando os efeitos recessivos e de expansão [...] &#8211; grifo meu</em></span></span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">Se for considerado que a primeira versão tem por data o ano de 1996, foram sete anos, até que viesse a público o resultado de um website pensado como forma de comunicação competitiva, envolvendo dedicação da Cia e requerendo gestão específica. </span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;">Não por acaso, a contratação de Natacha Cano, com formação em publicidade pela Pontifícia Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), acontece exatamente em 2003. Ela conta que, em relação à hoje, quatro pessoas dos quadros da Vale, com formação em Comunicação, são integralmente dedicadas à gestão do site. Segundo informações de Natacha, a esse número, somam-se mais seis empresas que trabalhariam em parceria na manutenção do website: três delas na contribuição do fornecimento de conteúdo para assuntos institucionais relacionados com relações com investidores e imprensa.</span></p>
<p lang="pt-BR" align="justify"><span style="font-family: Georgia;"><span>Se dentre as críticas feitas à Vale estava a falta de transparência em suas ações, conforme visto no capítulo anterior, Natacha diz que o site foi pensado como a forma fundamental para manter transparência com todos os públicos com os quais a Vale se relaciona.</span><span style="color: #002bb8;"><a href="http://docs.google.com/RawDocContents?docID=dgs8ktmc_26f339r2mn&amp;justBody=false&amp;revision=_latest&amp;timestamp=1212843481219&amp;editMode=true&amp;strip=true#sdfootnote9sym"><span><sup>9</sup></span></a></span><span> “É essa a imagem que queremos passar”, afirma. Desde o marco institucional em 2003, ela explica também que o site teria passado por mudanças pontuais em sua estrutura até a completa reformulação de seu design em novembro de 2007, como parte do projeto de adaptação à nova logomarca da Cia.</span></span></p>
</blockquote>
<p lang="pt-BR" align="justify">Ezequiel Vieira</p>
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		</item>
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		<title>Comunicação da Petrobras e da Vale</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/comunicacao-da-petrobras-e-da-vale/ </link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 17:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cvrd]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em janeiro foi publicado a lista das maiores empresas da América Latina. Petrobras e Vale, nessa ordem e entre as empresas de capital aberto, encabeçam o ranking das maiores em valor de mercado. O levantamento foi feito pela consultoria Economatica.
O alvo da minha pesquisa é a comunicação externa da Vale (site) mas me interessa saber o quanto o investimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Em janeiro foi publicado a lista das</span> <a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/01/10/ult4294u931.jhtm">maiores empresas da América Latina</a>. <span style="color: #000000;">Petrobras e Vale, nessa ordem e entre as empresas de capital aberto, encabeçam o ranking das maiores em valor de mercado. O levantamento foi feito pela</span> <a href="http://www.economatica.com/">consultoria Economatica</a>.</p>
<p><span style="color: #000000;">O alvo da minha pesquisa é a comunicação externa da Vale (site) mas me interessa saber o quanto o investimento em comunicação pode pesar, e tem pesado, para que tal posicionamento seja alcançado e mantido.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fui tentar entender esse peso comunicacional pelo relatório de atividades que as duas publicam. </span><a href="http://www2.petrobras.com.br/ri/port/ConhecaPetrobras/RelatorioAnual/pdf/RelatorioAnual_2006.pdf">O da Petrobras</a> <span style="color: #000000;">me satisfez muito mais do que</span> <a href="http://www.vale.com/vale/templates/htm/vale/hot_sites/ra/2006/RA_CVRD_2006.pdf">o da Vale</a>. <span style="color: #000000;">O relatório de 2007 ainda não tá disponível online então a base de comparação foi o ano de 2006.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O relatório da estatal é muito mais didático e explicativo nesse assunto. Lá pela página 80 vem a seção <strong>Ativos Intangíveis. Capital Organizacional</strong>. Nesta seção existe o destaque para o fato da marca da empresa ter aumentado seu valor em 94% entre 2003  e 2005. Fora, ainda, a explicação, ou tentativa disso, sobre como se conseguiu tal feito.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Nesse mesmo sentido o relatório da Vale é mais generalista. Quando parece que alguma coisa vai ficar específica, tem-se apenas uma página intulada <strong>Comunicação Interna</strong>. Pois bem, quero saber sobre <strong>comunicação externa</strong>, evolução de gastos na área, o porquê dessa evolução etc, etc &#8211; quero fazer o caminho que motivou a criação do site da empresa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Talvez, no que será publicado referente ao ano passado, alguma coisa mude e fique mais específica naquilo que me interessa &#8211; investimento em ativos intangíveis. Isso porque é impossível falar das atividades da Cia em 2007 sem registrar o</span> <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/12/03/cvrd-sobe-a-montanha-e-vira-vale/">reposicionamento de imagem</a> <span style="color: #000000;">anunciado em novembro &#8211; em função dessa mudança, o site foi totalmente alterado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os tais elementos de ativos intangíveis que busquei no relatório não são nomeados tão diretamente como a Petrobras faz. Se frisa bastante a consolidação da globalidade da empresa com a aquisição da canadense Inco. Depois dessa fusão e a partir do Canadá, é a <strong>Vale Inco</strong> quem controla a presença da Vale (sede no RJ) no País de Gales, Inglaterra e Alemanha.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Usando lupa para tentar fazer uma diferenciação, as ações da Vale me parecem ser focadas em coisas mais ligadas ao cotidiano &#8211; programas de alfabetização, voluntariado, participação no desenvolvimento da economina local onde atua etc e mais etc. Não deve ser por acaso o fato de Giuseppe Cocco ter dito que é a Vale quem dá as cartas no Espírito Santo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em suma. Terei que ler novamente o tal relatório pra reunir o que, nele, tá disperso &#8211; em que medida a comunicação importa para a Vale e em que grau é suporte e influência na lucratividade de seus negócios?</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pelo relatório não consegui fazer essa identicação. Depois de uma segunda leitura, parto para as entrevistas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ezequiel Vieira</span></p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>TAM, Xerox, Varig, Vale… por que tanto reposicionamento de imagem?</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/tam-xerox-varig-vale-por-que-tanto-reposicionamento-de-imagem/ </link>
		<comments>http://polimidia.blog.br/tam-xerox-varig-vale-por-que-tanto-reposicionamento-de-imagem/ #comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 20:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[cvrd]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de sexta passada a TAM passou a veicular seu novo posicionamento de imagem. O objetivo é a tentativa de reverter o desgaste pelo qual a empresa passou com a tragédia em Congonhas em julho passado. Na verdade a imagem da Cia não nada bem faz tempo. O nome da empresa praticamente virou sinônimo de acidente áereo. Quando fui pra Brasília [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de sexta passada a TAM passou a veicular seu novo posicionamento de imagem. O objetivo é a tentativa de reverter o desgaste pelo qual a empresa passou com a <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/07/24/acidente-da-tam-sadismo-e-misticismo/">tragédia em Congonhas em julho passado</a>. Na verdade a imagem da Cia não nada bem faz tempo. O nome da empresa praticamente virou sinônimo de acidente áereo. Quando <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2006/11/28/datas/">fui pra Brasília em 2002</a> minhas passagens eram da TAM e a piadinha sádica que ouvi foi: <em>Cuidado, hein!</em> Quando, em setembro de 2006, o avião da Gol caiu a perguntinha automática lá em casa era: <em>Foi da TAM?</em></p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/__uzuVrxQMH0/R8AOWLLc67I/AAAAAAAAFJA/gJ-20ekzc2w/s400/tamlogo.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>A criação da nova logomarca é de autoria das agências Y&amp;R, do Grupo Newcomm, da Thymus Branding e Dezign com Z. A Y&amp;R também assina a campanha publicitária institucional &#8211; o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XkIvY-gkbUc">roteiro com o processo de mudança</a> pode ser acessado lá lo Youtube.</p>
<p>Como <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2008/02/11/google-x-microsoft-e-a-hipocrisia-na-disputa-pelo-yahoo/">nunca ouvi tantos processos de fusões</a> corporativas tampouco lembro de tantas iniciativas de mudanças de marca. Ainda pelo campo da aviãção em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OtiYNQgFusw">outubro era a Varing</a>; em <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/category/marcas/">novembro era a Vale</a> e neste começo de ano <a href="http://comunicadoresdeplantao.blogspot.com/2008/01/xerox-muda-de-marca-depois-de-40-anos.html">acompanho no blog Comunicadores</a> que foi a vez da Xerox. Nesse mesmo link anterior alguém assinando como Biel Alvernaz diz que é funcionário da Xerox no Rio e comenta a quantas andariam a repercussão dessa mudança por lá:</p>
<blockquote><p>Aqui há controvérsias sobre o novo logo, fato que a maioria achou mais bonito, mais leve, menos carrancudo como muitos dizem, a maioria devastadora aprovou de cara, porém, quando ficamos sabendo que <strong>a Xerox Brasil vai gastar milhões por conta disso</strong>, as opiniões se dividiram… todos os crachás, pastas, bandeirinhas, uniformes, placas, letreiros, documentos, tudo vai ter que ser mudado, um custo gigantesco…</p>
<p>Enfim, sobre o logo, eu particularmente gostei, ele vem acompanhado da nova campanha da Xerox que é especiamente para o Brasil, sobre as cores da Amazônia. <strong>O logo significa a integração da emrpesa com funcionários e clientes, e com ela mesma, um tipo de auto-afirmação do mundialismo da empresa, enquanto as campanhas publicitárias passam a ser individualmente de cada país</strong>, uma forma de mostrar que a Xerox é uma empresa mundial ao mesmo tempo que tenta se adaptar a cada país &#8211; grifo meu.</p></blockquote>
<p><img src="http://bp3.blogger.com/__uzuVrxQMH0/R4O7cHSqAsI/AAAAAAAAEqg/3MjMOfOiDJo/s400/evolu%C3%A7%C3%A3o+dos+logos+xerox.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>Ainda não vi algum anúncio decente e de veiculação contínua que fosse barato. Um reposicionamento de imagem não deveria ficar por menos. Não sei o quanto a TAM ou a Xerox investiram nisso mas não deve ser o mesmo que um anunciozinho em uma midiazinha local qualquer. Tudo sai muito caro e empresa nenhuma vai ficar fazendo do dinheiro barquinhos de papel para lançá-los ao mar quando nada de mais interessante tiverem pra fazer.</p>
<p>Acredito que a grande pergunta a ser feita é saber por que, sendo tão caro, ainda assim as empresas investem tanto em imagem e vem acontecendo tantas mudanças de logomarca &#8211; pelo menos <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/fazendo-tcc/">agora com o tcc</a> é que fui prestar atenção.</p>
<p>A Vale, por exemplo, diz que vai gastar 50 milhões de dólares até completar todo o seu processo de adaptação à nova marca. <a href="http://www.vale.com/saladeimprensa/_audiovideo/29nov07-Coletiva_nova_marca.doc">Roger Agnelli acha que é muito</a>. O Diretor de Assuntos Corporativos e Energia <a href="http://www.vale.com/saladeimprensa/_audiovideo/29nov07-Coletiva_nova_marca.doc">Tito Martins pensa diferente</a> do presidente da empresa e diz que chega a ser pouco se comparado com outras mudanças mundo afora.</p>
<p><img src="http://bp0.blogger.com/_iR8z-sedc-w/R1StmnbADDI/AAAAAAAAAAM/_1UcWzW68V4/s320/global.bmp" border="0" alt="" /></p>
<p>O que percebo é que todas essas mudanças seguem o mesmo princípio de se adaptarem a especificidade de cada região mas não abrem mão de unificar todas essas diferenças em torno de sua logomarca &#8211; <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2008/01/03/marca-e-o-localismo-que-nao-a-subverte/">O localismo unificado numa marca global</a>.</p>
<p>Agnelli diz que a Vale é a primeira empresa sediada no Brasil a lançar uma marca com objetivos globais. A logomarca da Cia agora passa a ser exatamente a mesma em qualquer canto onde a mineradora esteja.</p>
<blockquote><p>“A alma da Vale é a alma brasileira, mas a Vale também é resultado da globalização. Então, nós somos uma empresa cuja nacionalidade é a nacionalidade aonde nós estamos presentes.<strong> </strong>Então,<strong> no Canadá nós somos uma empresa canadense, na China nós somos uma empresa chinesa, na África do Sul somos uma empresa sul africana, na Austrália é uma empresa australiana</strong>, mas nós somos uma gigante empresa brasileira presente em todos esses países.”</p></blockquote>
<p>Acesse mais sobre o reposicionamento de imagem da Vale na <a href="http://www.vale.com/saladeimprensa/_audiovideo/29nov07-Coletiva_nova_marca.doc">transcrição da coletiva de imprensa</a>, também <a href="http://www.vale.com/saladeimprensa/pt/home/imprensa.asp">disponível em vídeo</a>, feita em novembro passado.</p>
<p><strong>Acesse também</strong></p>
<p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2008/02/07/marca-como-sintese-mantrica-da-organizacao/">07/02</a> &#8211; Marca como síntese mântrica da organização</p>
<p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2008/01/03/marca-e-o-localismo-que-nao-a-subverte/">03/01</a> &#8211; O localismo unificado numa marca global</p>
<p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/12/28/ser-querido-e-a-diferenca-para-os-concorrentes/">28/12/07</a> &#8211; “Ser querido é a diferença para os concorrentes”</p>
<p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/12/03/cvrd-sobe-a-montanha-e-vira-vale/">03/12/07 </a>- CVRD sobe a montanha e vira VALE</p>
<p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/11/14/lista-das-10-maiores-empresas-e-de-marca-mais-valiosa/">14/11/07</a> &#8211; Lista das 10 maiores empresas e de marca mais valiosa</p>
<p>Ezequiel Vieira</p>
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		<title>Pesquisas e a pintura da realidade ao sabor do que se crê</title>
		<link>http://polimidia.blog.br/pesquisas-e-a-pintura-da-realidade-ao-sabor-do-que-se-cre/ </link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 18:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ezequiel Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[ufes]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia sozinha não faz política!
Vai saber se alguém chegou a mudar a proposta de tcc com medo de que alguém roubasse a idéia. Mas teve quem se sentiria mais a vontade se a conversa de orientação com a professora fosse bem ao pé de ouvido. Se possível, com hora individual marcada. O que tinha de mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #800000;">Tecnologia sozinha não faz política!</span></p>
<p>Vai saber se alguém chegou a mudar a proposta de tcc com medo de que alguém roubasse a idéia. Mas teve quem se sentiria mais a vontade se a conversa de orientação com a professora fosse bem ao pé de ouvido. Se possível, com hora individual marcada. O que tinha de mais interessante na massante aula de Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação, vulgo pré-tcc, era todo o cuidado quando era apresentado o que se pretendia estudar.</p>
<p>No primeiro dia de aula ao ritual de cada um dizer seus os nomes se somou a apresentação da idéia de projeto que eventualmente alguém já tivesse: todos tinham nome… mas qualquer criança de dois anos saberia contar quantos vinham com um tema já definido. No final do período veio a pergunta:</p>
<p>- Tem mesmo que apresentar, professora?</p>
<p>- Tem sim. Vale nota.</p>
<p>O resultado foi que fiquei sabendo em primeira mão as intenções de pesquisa na Ufes para este 2008/1:</p>
<p><em>Projeto de criação de uma agência de comunicação; plano de comunicação para um negócio da família; alguma coisa sobre como a imprensa trata da prostituição; o quanto as assessorias de mercado imobiliário pautam o jornalismo; a defesa da tese de que a comunicação interna das empresas ainda é deficiente; a evolução do reposicionamento de imagem de Lula ao longo de suas candidaturas; a evolução do desing de capa da revista Rolling Stone; o jornalismo cultural 2.0 </em>etc etc.</p>
<p>Um levantamento iria mostrar um grande aumento de estudos relacionados à internet, apesar de que neste semestre não parecem ser tantos quantos foram no período passado. O que mais me chamou atenção mesmo é um projeto de uma colega que pretende avaliar se o ambiente digital pode ser suporte de ação para os movimentos sociais &#8211; bem na lógica binária do tudo ou nada pelo o que entendi.</p>
<p>Acontece que ela não tem uma <em>tese</em> que pode vir ou não a ser comprovada pela pesquisa. A colega <em>tem um fato</em> sobre o qual ela vai escrever. A tese/fato é cheia de problemas e de convicções que querem virar dado da realidade assim como dois e dois são quatro, o Brasil é pentacampeão mundial e Lula é o atual presidente brasileiro. Existe a crença de que a internet não pode ser usada como meio de mobilização política. A evidência mais gritante seria vista pelo o que as pessoas mais acessariam: sexo, sites de relacionamento, programas de bate-papo, entreterimento a não mais querer etc.</p>
<blockquote><p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2006/05/04/o-ativismo-na-internet-brasileira-consegue-se-concretizar-ii/">04/05/06</a> &#8211; É possível sim organizar movimentos pela internet. Estive presente em um Congresso no Rio semana passada e pude ouvir uma palestrante falando exatamente sobre isso.</p></blockquote>
<p>Minha grande pergunta é/foi: Mas foi a internet quem trouxe essa tal massa alienada? A partir de que momento a intensidade do envolvimento político, tal como a projeto de pesquisa parece idealizar, foi satisfatória o bastante a ponto de que um possível retorno a essa tal realidade pudesse resgatar o presente de sua fragilidade a ser robustecida e ilustrada politicamente? Não sei se o autor vai constar na bibliografia da pesquisa mas <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2008/01/07/a-internet-desafia-legitimidades-aponta-castells/">Manuel Castells é insistente ao afirmar</a> que a internet não reinventa a roda; ela desenvolve e potencializa aquilo que a a sociedade já tem.</p>
<blockquote><p><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/06/01/da-logica-da-centralidade-a-politica-em-redes/">01/06/07</a> &#8211; É inegável que “a luta reacendeu com uma força fantástica com o advento da internet”.</p>
<p>A digitalização traz uma matriz distribuída. Um novo paradigma que se caracteriza pela horizontabilidade cooperativa”. Descobrir novas formas de narrativas e de se fazer política se faz necessário. Os modelos anteriores parecem esgotados.</p></blockquote>
<p>Uma evidência mais metodicamente encontrada sobre a alienação que a técnica promoveria seriam os dados de uma pesquisa feita com líderes comunitários de Vitória. A própria colega buscou saber o quanto de aglutinação em rede esses líderes promovem. A começar que o próprio uso de telefone parece ser luxo &#8211; <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/08/08/estatal-ou-privado-o-capital-nao-contempla-a-sociedade-afirma-buarque/">luxo que até minha vó tem</a>, ela que mora no distrito de Timbuí do modesto município de Fundão.  Email, computador próprio, acesso à internet parecem ser coisas mais do que restritas ao mundo <em>daselite</em>.</p>
<p>O problema desse tipo de pesquisa é que ela pinta a realidade ao sabor daquilo que já se tem como crença e/ou fato &#8211; o que acaba por sumariamente eliminar os dados que possam apontar outra coisa. Na verdade<strong> a questão é outra</strong>.</p>
<p>Esse tipo de pensamento que tanto costuma dizer que busca inspiração em <a href="http://www.direitos.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2324&amp;Itemid=25">Milton Santos</a> deve ter feitos sim uma ampla leitura daquilo que ele escreveu. Da mesma forma que ouço gente dizer que é marxista sem nunca ter passado da orelha de <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22O+Capital%22&amp;meta=">O Capital</a>. “Pelo menos tenho ideologia”, dizem. Sim. Ideologia ingênua e incompente do “ouvi dizer”. Também ouvir dizer que era verso bílblico algo como de “mil passarás mas de dois mil não passarás”. Mal e porcamente li a bíblia três vezes e nunca achei tal profecia que errou em pelo menos oito anos…</p>
<p>Milton Santos faz sim uma contundente crítica à globalização, que ele caracteriza como uma tirania da informação e do dinheiro que promovem exclusão e desencadeiam violências sistêmicas. Mas ele tá longe de atribuir à técnica em si a determinação para qualquer tipo, ou para qualquer escala, de ação política.</p>
<blockquote><p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/05/21/a-fuga-das-fabricas-o-encontro-nas-redes/">21/05/07 </a>- A fala de Giuseppe se encerra com uma questão em aberto e ao mesmo tempo retórica. De que forma se pode fazer com que a sociedade seja cidadã, e por fim produtiva, se de forma maciça ela não tem acesso aos <strong>meios de produção</strong> para fazer circular o seu trabalho na lógica de redes, uma vez que &#8211; como tanto frisa <a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/15/a-passividade-e-determinacao-tecnica-ou-escolha-humana/">Vilches</a> com boa dose de ceticismo &#8211; a internet traz uma técnica com grande horizontabilidade e potencial democrático, mas a <strong>intenção política </strong>é pré-requisito espinhal para que essa <strong>virtualidade</strong> democrática se materialize (ou se <strong>atualize</strong> &#8211; para se opor ao conceito de virtual).</p></blockquote>
<p>Para o bem ou para o mal é o mesmo Milton Santos quem escreve que “é o homem quem fabrica a natureza, ou lhe atribui valor e sentido, por meio de suas ações já realizadas, em curso ou meramente realizadas.”</p>
<p>Ou seja, <span style="color: #800000;">Tec-no-lo-gi-a so-zi-nha não faz po-lí-ti-ca</span>.</p>
<p>A grande questão é a ser problematizada é saber por que, uma vez podendo, esses tais líderes comunitários não usam as novas tecnologias como novo suporte de ação. Nesse contexto a entrevista <a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/09/25/muitas-possibilidades-de-acao-mas-pouca-vontade-de-agir/">publicada em setembro</a> passado cai como uma luva &#8211; “Temos muitas possibilidades, mas pouca vontade de agir”.</p>
<blockquote><p><strong>3. <em>Até que ponto as TICs [teconogias de comunicação e informação] vem sendo usadas pelos movimentos sociais como instrumento de mobilização política? Quais os principais avanços e desafios podem ser identificados?</em></strong></p>
<p><!-- D(["mb","  \u003cdiv\&amp;gt;Creio que as TICs sejam potencialmente revolucionárias na capacidade de dispor conteúdos para além da pauta hegemônica, conectar pessoas mundo afora, reforçar comunidades, contradizer &quot;verdades&quot;, articular movimentos etc. Mas acho que vivemos um paradoxo: temos muitas possibilidades de ação, mas pouca vontade de agir. Parece-me que falta projeto de transformação maioria capaz de mobilizar. Vive-se um desencanto com a política de verdade, aquela, nas palavras de Milton Santos, capaz de pensar as mudanças e criar as condições de torná-las efetivas. Esse déficit gera a pauta da &quot;política da vida&quot; (Bauman), em que a nossa agenda é sobreviver, cuidar do próprio destino, como se fosse possível estar insulado num oceano de problemas coletivos. De qualquer maneira, toda revolução só se faz\n por processo e por educação. Ter tecnologias que somam e potencializam esse projeto já é algo a se destacar. Ter movimentos sociais e articulações várias usufruindo dessas tecnologias é um bom sinal. É mostra de que em uma realidade hegemônica renovada em suas estratégias, novos caminhos contra-hegemônicos se estabelecem.\u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt; \u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt;4. Qual papel o e-gov pode ter na prática da &quot;Constituição do Comum&quot; e, em que medida, isso vem acontecendo de fato?\u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt; \u003c/div\&amp;gt;  \u003cdiv\&amp;gt;O e-gov é a porção digital da ação político-governamental, evidenciada, no mais das vezes, pelos portais públicos. Infelizmente, usam-se novas tecnologias para reproduzir velhos paradigmas de clientelismo e propagandismo político-eleitoreiro, somado a novidades como cidadãos-clientes, criadas pelo ideário neoliberal. A sociedade civil ainda não observa as possibilidades das TICs para reconstruir a relação sociedade-governo. Enquanto isso, o conservadorismo vai fazendo\n cultura de governança eletrônica para manter o status quo.\u003c/div\&amp;gt;\u003cp\&amp;gt; \n\n\n      Flickr agora em português. Você clica, todo mundo vê. \u003ca href\u003d\"http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/flickr/*http://www.flickr.com.br/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&amp;gt;",1] );  //-->Creio que as TICs sejam potencialmente revolucionárias na capacidade de dispor conteúdos para além da pauta hegemônica, conectar pessoas mundo afora, reforçar comunidades, contradizer “verdades”, articular movimentos etc. <strong>Mas acho que vivemos um paradoxo: temos muitas possibilidades de ação, mas pouca vontade de agir</strong>. Parece-me que falta projeto de transformação capaz de mobilizar a maioria. Vive-se um desencanto com a política de verdade, aquela, nas palavras de <a href="http://www.direitos.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2324&amp;Itemid=25">Milton Santos</a>, capaz de pensar as mudanças e criar as condições de torná-las efetivas.</p>
<p>Esse déficit gera a pauta da “política da vida” (<a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=58721">Bauman</a>), em que a nossa agenda é sobreviver, cuidar do próprio destino, como se fosse possível estar insulado num oceano de problemas coletivos. De qualquer maneira, toda revolução só se faz por processo e por educação. Ter tecnologias que somam e potencializam esse projeto já é algo a se destacar. Ter movimentos sociais e articulações várias usufruindo dessas tecnologias é um bom sinal. É mostra de que em uma realidade hegemônica renovada em suas estratégias, novos caminhos contra-hegemônicos se estabelecem.</p></blockquote>
<p>O grande lamento a ser feito, ou melhor, o grande ponto a ser problematizado e superado é essa política míope que ainda carrega no andar o peso e o tilintar do maquinário e o cheiro da oleosidade industrial.</p>
<blockquote><p><a href="http://polimidia.wordpress.com/2007/05/25/a-mudanca-nao-passa-pela-delegacao-de-representacao-conclui-editor-da-le-diplomatique/">25/05/07</a> &#8211; Uma outra <strong>mudança estrutural</strong> do modo de se fazer política seria desencadeada a partir dos <strong>movimentos zapatistas, de Seatle e fóruns sociais mundiais</strong> &#8211; <a href="http://2007mayday.wordpress.com/2007/04/02/auto-organizacao-da-inteligencia-coletiva-global-uma-estrategia-para-o-movimento-pos-seattle-genova-por-franco-berardi-bifo/"><span style="color: #333333;">ver texto</span></a> ‘Auto-Organização da Inteligência Coletiva Global &#8211; Uma estratégia para o movimento pós-Seattle-Gênova por Franco Berardi (Bifo)”.</p></blockquote>
<p>Ainda no que Milton Santos escreveu</p>
<p><em>“Os sistemas técnicos de que se valem os atuais atores hegemônicos estão sendo utilizados para reduzir o escopo da vida humana sobre o planeta. No entanto, jamais houve na história sistemas tão propícios a facilitar a vida e a proporcionar a felicidade dos homens. <strong>A materialidade de que o mundo da globalização está recriando permite um uso radicalmente diferente daquele que era a base da industrialização e do imperialismo</strong>.</em></p>
<p><em>A técnica das máquinas exigia investimentos maciços, seguindo-se a necessidade e a concentração dos capitais e do próprio sistema técnico. <strong>Daí a inflexibilidade física e moral das operações</strong>, levando a um uso limitado, direcionado, da inteligência e da criatividade. Já o computador, símbolo das técnicas de informação, reclama capitais fixos relativamente pequenos, enquanto <strong>seu uso é mais dependente da inteligência</strong>. O investimento necessário pode ser fragmentado e torna-se possível sua adaptação aos mais diversos meios” &#8211; </em>grifos meus.</p>
<blockquote><p><a href="http://ezequielvieira.blogprofissional.com.br/2007/05/09/vitoria-sedia-seminario-internacional-a-constituicao-do-comum/">09/05/07</a> &#8211; A luta política hoje não se fará entre entre direita e esquerda, mas entre quem vê televisão sem uma resposta e quem adere a Net com uma informação muito mais completa e que todos podem gerir e alimentar &#8211; <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22Derrick+de+Kerckhove%22&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=lr%3Dlang_pt">Derrick de Kerckhove</a>.</p></blockquote>
<p>Ezequiel Vieira</p>
<i>Scridb filter</i><!-- Scridb filter-->]]></content:encoded>
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