Arquivo da Categoria ‘cibercultura’

Registro em redes sociais X População de países

segunda-feira, 16 de março de 2009

Tinha ideia desses números. Mas ficou mais fácil e interessante de entender o que podem significar quando vi essa relativização – além de chamar mais atenção. O blogue pingdom publicou uma tabela que compara o número de pessoas registradas em redes sociais e o de habitantes de alguns países.

redes-sociais-paises

Algumas constatações que seguem:

  • O número de pessoas no Facebook é maior do que na Rússia
  • MySpace é quase do tamanho do México
  • Em breve o Twitter ultrapassa a Suécia
  • Pouco popular no Brasil, o Linkedln é maior do que o Canadá

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Livro Para entender a Internet será lançado pelo twitter

segunda-feira, 16 de março de 2009

Propaganda online, o projeto de Lei de Azeredo, fotografia e capital social são alguns da variedade de temas do livro organizado por Juliano Spyer: “Para entender a internet – Noções, práticas e desafios da comunicação em rede”. O número de autores também é grande, 38. Dentre eles estão Alex Primo, Raquel Recuero, Sergio Amadeu e Ronaldo Lemos.

O lançamento do livro será pelo twitter às 18h desta quarta-feira. Juliano explica como vai ser:

Para chegar a essas pessoas sem contar com os meios tradicionais de divulgação e distribuição, o jeito é usar a rede. E é por isso o arquivo em PDF do livro tem menos de 1000k – para caber em uma mensagem de email – e é por isso também que o lançamento deste livro não será em uma livraria e nem em outro espaço físico, mas online, pelo Twitter: vou disponibilizar pelo Twitter o link para o site e para fazer o download do livro. Naturalmente, todos os autores têm conta no Twitter e serão convidados especiais para essa conversa. Não sei se isso já foi feito e nem o que vai acontecer, mas, no mínimo, vamos ter um bate-papo com quem quiser saber mais sobre esse projeto.

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Campanha de Obama em resumo

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Enquanto o livro sobre a campanha de Obama não sai, claro que já tem quem faça alguns balanços sobre os procedimentos adotados ao longo da disputa eleitoral.

É  o caso dos slides disponíveis lá no blogue Estalo. A apresentação é boa, mas ainda são mais um compilamento de dados do que um case em si. A apresentação encerra com a questão: E agora? As ações nas mídias sociais continuam?

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Como reconfigurar comunicação e representação com a Internet?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O Luiz fez uma postagem sobre a mudança do layout do site da Casa Branca, agora mais informal e com um blogue, apesar de não ter espaço para comentários, ainda que moderados. A proposta, dizem, é fazer um website que possibilite um máximo de comunicação, participação e transparência. A promessa? “Will put citizens first”.

Daí, dentre outras outras questões, Luiz pergunta: “quando os políticos e as empresas brasileiras irão mudar sua postura diante da internet? Quais seriam os principais motivos para a resistência da internet como canal de comunicação em uma empresa brasileira atualmente?”

Tentei responder comentando por lá.

A propósito: foi lançado um livro cooperativo sobre uma espécie de modelo de agência de comunicação  - La Nueva Agencia. Ainda não li mas é bem comentado.

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Quando uma campanha de marketing é satisfatória?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Blog–corp e Blog Corporativo. Dois blogs corporativos e um questionamento sem resposta – mais ou menos no estilo de “o desafio do ano”:

Como avaliar como satisfatório o investimento em redes sociais?

Para Cipriani, do Blog Corporativo, a falta de resposta para essa questão pode ser mais por uma falta de preparo na hora do planejamento de ação do que por uma eventual caracterítica intangível das redes sociais, como quer o Blog–corp.

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É a educação e não a questão salarial o que deve mobilizar a sociedade, afirma Negri

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Termina hoje à tarde a edição que aconteceu na Ufes do seminário MundoVix. O evento prossegue na semana que vem na UFRJ com o foco em uma outra temática: da relação entre Metrópole, Globalização e Trabalho para as questões sobre direito autoral.

Das palestras que aconteceram por Vitória, fui em algumas. Fiz algumas anotações que não ficaram tão fiéis quanto as da Flávia. Ainda assim, vou me arriscar em postar algumas coisas com ênfase para a palestra de Antonio Negri hoje pela manhã – As Instituições do Comum  na Globalização.

Como comentei, as palestras foram uma continuidade do Seminário de maio de 2007, A Constituição do Comum. A proposta do conceito de Comum seria a possibilidade de construir plataformas de entrecruzamento. Pontos de encontro. Plataforma comum de convivência. Isso não quer dizer que as pessoas tenham que ser reunidas em uma unidade de representação. Mas que sua ação cooperativa e singular possa vir a construir algo que lhes seja comum.

Negri dar o nome de Multidão para essas singularidades que não podem ser representadas mas podem vir a agir em torno de um comum. A produção de riqueza não teria mais sua origem nas fábricas. A metrópole estaria para a Multidão como a fábrica esteve para a classe operária. Negri aponta para uma difusão da produtividade e da criação de valor para o campo das relações sociais.

A fábrica e o social se informatizam e o trabalho se daria em redes que desenham a cidade de forma muito parecida com o que acontece com as redes virtuais na Internet. Exatamente por isso, o Capital passaria a buscar extrair sua valorização através de uma imersão nas relações e na produtividade social – cada vez mais espalhadas pela cidade através de redes de saber.`

Sem se aprofundar na questão, Negri argumentou que o capital financeiro é necessário ao desenvolvimento da humanidade – talvez uma proposição impossível de se ouvir na tal da esquerda tradicional. A questão não seria apontar o capital financeiro como intrinsicamente corrupto. O grande ponto seria saber como gerenciá-lo a partir de dentro e tirar essa separação entre as práticas do mercado e as do social.

De uma maneira geral, Negri critica que aqueles que costumam levantar a bandeira do social não sabem se organizar. Para ele, por exemplo, ”A esquerda na Europa acabou”. Teria acabado, lá e cá, porque ter ficado presa ao passado e insistir em ler a atualidade com as mesmas lentes que Marx leu o seu tempo e lançou uma perspectiva sobre o desenvolvimento do capitalismo. A teoria marxista ainda seria válida mas ela não daria mais conta de uma interpretação política do presente.

De um capitalismo antes caracterizado como industrial, a proposta de pespectiva negriana é caracterizá-lo como capitalismo cognitivo. Segundo Negri, é exatamente quando essa noção de capitalismo cognitivo é aprofundada é que se pode pensar na Constituição de um Comum – por meio da qual uma dada da realidade poderia ser mudada. “Quando a produção se socializa agimos como se o salário tivesse que ser conquistado socialmente”, afirma o filósofo.

Para essa conquista acontecer, dados os atuais meio produtivos, tal como Giuseppe Cocco afirmou no Seminário passado, Negri retoma que é necessário extender a todos o direito à educação. A questão do trabalho assalariado não seria mais o mecanismo fundamental de integração social e elemento pelo qual os sindicatos deveriam se mover. A cidadania, antes talvez entendido como simples conquista salarial, não é mais o resultado a ser alcançado. A defesa é que este seria exatamente o ponto de partida para que o Comum se constitua e haja na sociedade uma mobilização produtiva. “Não nos referimos a uma produção de riquezas mas sim a de pessoas”.

A organização da sociedade não teria nada a ver com o modo industrial. Não existiria a mesma hierarquia virtual. As cooperações que surgem não são organizados e teriam muito a ver com o aleatório. O desafio de agora seria o de organizar capacidades de cooperação em diversos projetos.

Seria necessário quebrar hierarquias. Romper com o “aprisionamento do conhecimento”. Dessa forma, para Negri, é necessário construir o Comum a partir de dentro das instituições. “Fazer instituições do Comum é associado ao saber, interno à Metrópole e que ao mesmo tempo seja capaz de destruir relações desiguais”, afirma o filósofo.

Uma mudança social não seria partidária ou a partir de uma outra forma representacional. Para Negri é necessário, vamos dizer assim, de uma educação, de um exercício para fazer o que ele chama de Multidão e por fim constituir algo tão central ao seu pensamento, o Comum. 

Sobre a versão do seminário que aconteceu em 2007, acesse também

21/05 – “A fuga das fábricas, o encontro nas redes”

24/05 – Internet: “O gato saiu do saco”

24/05 – “A televisão é controle da subjetividade”, diz filosófo

24/05 – “Com a economia intangível, a identidade se torna algo em construção, aberto a mudanças”, diz Antoine Rebiscoul

24/05 – “A Internet é a utopia de que qualquer um comunica”, provoca midiativista espanhol

25/05 – “A mudança não passa pela delegação de representação”, conclui editor da Le Diplomatique

25/05 – Seminário “Cultura e Conflitos no Capitalismo Contemporâneo” via internet

12/06 – A produção do imaterial na cidade

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Multimídia e redes sociais destacam-se nos assuntos mais buscados no Google

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O Google liberou a lista das palavras mais procuradas mundo afora.  No topo da ranking mundial aparecem termos que remetem, em primeiro lugar, às eleições americanas, e em seguida, às olimpíadas. Minha surpresa é que o termo que aparece em primeiro lugar remetendo às eleições nos EUA não é “Barack Obama” – lá na sexta posição. Nas buscas o nome da vez foi “Sarah Palin”.

Dentre o que é mais buscado pelo pessoal mundo afora, destaca-se termos relacionados à multimidia e sites de relacionamento.

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Campanha de Obama em livro

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Deve sair em meados de 2009 o livro de David Plouffe, coordenador da campanha vitoriosa de Barack Obama.

Durante o seu discurso de vitória, Obama se referiu a Plouffe como um “herói não-reconhecido da campanha”. Em seu livro, o americano pretende deixar de lado as fofocas e falar sobre táticas de campanha, gerenciamento de crise, uso da internet e de sua capacidade de mobilização

Via Tiago Dória

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Comunicação em redes sociais para estudantes de tecnologia

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Estudantes de tecnologia também estudam as novas formas de comunicação em redes sociais. Quem conta é Jô France, colega que estuda Ciência da Computação lá em Cuiabá. Ela esteve na palestra feita por Fred Fagundes: “Cybercultura na blogosfera – a importância das redes sociais na comunicação”. As discussões fizeram parte do II Congresso Acadêmico de Tecnologia e Informática.

Fred já foi editor do blogue Jacaré Banguela e também escreve para o Papo de Homem. Ele teria falado sobre o “fenômeno da Internet e das redes sociais”, conta Jô. Uma das questões levantadas seria a seguinte: “Hoje em dia a garotada está migrando da TV para o computador, ou o computador está migrando para a TV digital?”

Ecoando a argumentação apresentada no A Cauda Longa, “os futuros ídolos do brasil.. em questão de música, arte.. etc.. não estão na TV… estão nas redes sociais, no myspace, grandes comunicadores estão no twitter, cada dia a cybercultura está descobrindo talentos naturais, sem forçar a barra, sem produzir.. sem lançar..”.

Eis parte do bate-papo via Google Talk:

16:27 eu: Bom
E como ele encaixou esses temas no curso de vcs?
Me parece tão próprios do curso de Comunicação
16:28 : voltei
16:29 então
como ele mesmo disse
ele teve que adaptar a palestra ( ele, como comunicador ) para a galera da tecnologia!
então ele falou mais sobre empreendimentos na web
16:30 como ganhar dinheiro fazendo blog, como fazer parcerias, como aproveitar as melhores ferramentas.. mas é claro.. nos deu uma palestra de comunicação também.. porque.. queiramos ou não.. precisamos ter o nosso lado comunicador pra desenvolver tecnologia.
16:31 eu: Muito bom. Alguém tem o material aque ele apresntou nessa palestra?
Slides, sei lá
16:32 : nao sei, eu posso ver com um dos organizadores do evento mais tarde
o site do evento é esse http://bbg.unemat.br/cati
16:33 eu: valeu!
16:34 Wow, à exceção de um camarada, todos os palestrantes me pareceram tão novos….
16:35 : são sim
mas o nível das palestras foi muito bom
esse que apresentou sobre redes neurais para aeronaves por exemplo
ele se formou ano passado aqui na UNEMAT
agora está fazendo mestrado no ITA
16:37 : mas eu não me surpreendo, estes da tecnologia, serem tao novos porque
há empresas aqui.. com programadores de 14, 15 anos..
16:38 eu: heheheh. Tão novos quanto à internet
16:40 : é aquela coisa né.. a arte de transformar a brincadeira em negócio
pretendo ainda um dia, ganhar dinheiro jogando…

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